Questões de Concurso Sobre português
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Leia a tira a seguir para responder à questão:

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”, 27.05.2026. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos)
Leia a tira a seguir para responder à questão:

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”, 27.05.2026. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos)



No trecho, o termo em destaque, por ser apenas uma preposição, não recebe acento grave. A alternativa em que se verifica o mesmo caso é:
A palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido do fragmento, por
No trecho, as palavras em destaque estabelecem, respectivamente, relação de
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé
Para a maioria das pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo.
[...]
Um conceito inicial, que merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é, em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.
Um segundo aspecto é que, do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia, teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula espinhal. [...]
KOHN, André Fabio. A complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São Paulo, 14 set. 2026. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficarparado-em-pe/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé
Para a maioria das pessoas, ficar em pé, por exemplo, em uma fila é uma tarefa automática que não requer nenhuma atenção ou habilidade especial para manter o equilíbrio. Por outro lado, talvez paradoxalmente, o estudo científico de como o corpo humano se mantém em postura ereta quieta se mostra bastante complexo.
[...]
Um conceito inicial, que merece ser ressaltado, é que a rigidez passiva (ou intrínseca) de músculos e tendões da perna e demais regiões do corpo envolvidos na postura ereta não é, em geral, suficiente para manter o equilíbrio de um sujeito em pé. É necessário haver a contração de certos músculos para garantir a manutenção da postura em pé, mesmo sobre uma superfície plana, horizontal, rígida e imóvel.
Um segundo aspecto é que, do ponto de vista de minimizar o gasto energético, poderia parecer ideal o corpo ficar a 90 graus durante a postura ereta quieta. Mas não é isso o que ocorre, o corpo fica alguns graus inclinado para a frente. Esta situação poderia, teoricamente, ocorrer com a rigidez passiva muscular e tendinosa dos músculos localizados atrás da perna (panturrilha), mas na realidade há uma leve contração dos músculos da panturrilha para evitar que o sujeito caia para a frente. Uma razão que explica isto é que essa configuração mantém os receptores sensoriais (transdutores mecano-elétricos) que há nos músculos da panturrilha em condições ideais para sinalizar pequenas alterações na posição e movimento do corpo, algo que não ocorreria caso o sujeito ficasse a 90 graus. Essa sinalização sensorial evita eventuais princípios de queda por meio do controle da contração muscular ativada por realimentação sensório-motora via medula espinhal. [...]
KOHN, André Fabio. A complexa ciência por trás do ato de ficar parado em pé. Jornal da USP, São Paulo, 14 set. 2026. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/a-complexa-ciencia-por-tras-do-ato-de-ficarparado-em-pe/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)