Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q3817836 Português
Leia o texto e responda à questão.

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.

Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.

(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
Em “Em vez de uma educação ‘bancária’, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defendese uma educação libertadora...”, o uso da expressão “educação ‘bancária’”, entre aspas, indica que o autor
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Q3817682 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções



Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.


Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.


Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.


Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.


Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.


A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.


Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.


O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.


"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.


O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.


Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.


O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.


Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.


Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.


Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.


Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.


Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.


Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.


Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.


Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.


Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.


"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.


Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.


Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.


No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.


"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.

Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.


Com base na estrutura sintática do período composto, é correto afirmar que:

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Q3817668 Português
Leia o texto a seguir:

Texto I

Captura_de tela 2026-01-14 153100.png (354×498)

Fonte: https://fuabc.org.br/noticias/agosto-dourado-mes-de-incentivoao-aleitamento-materno/. Acesso em 03/09/2025


Leia o texto a seguir:


Texto II

Captura_de tela 2026-01-14 153107.png (356×353)

Fonte: https://www.instagram.com/p/DM0QIiyseIm/. Acesso em 03/09/2025 
No Texto II, em “Respeito, empatia e ação constroem um mundo mais justo para todos”, a vírgula serve para:
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Q3816927 Português




(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/fitness/noticia/2025/07/desinflamar-o-intestino-paraemagrecer-saiba-o-que-esta-por-tras-da-frase-que-viralizou-nas-redes-sociaiscmdg5oq5h006w014wrr31dymj.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre o uso de vírgulas, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) As vírgulas hachuradas em “Para o gastroenterologista e nutrólogo Hugo Mamede, do Hospital São Lucas da PUCRS, é preciso cautela na forma como isso vem sendo compartilhado” (l. 04-05) são facultativas e poderiam ser excluídas sem alterar o sentido ou a correção gramatical do trecho.
( ) As vírgulas hachuradas em “Essa relação é até inversa. Pessoas com inflamação real, diagnosticadas com doenças inflamatórias intestinais, tendem a perder peso, não a ganhar” (l. 06-07) poderiam ser substituídas por travessões sem prejuízo à correção gramatical do período.
( ) Em “Marina reforça que, para quem deseja cuidar da saúde intestinal com foco na prevenção de doenças e no emagrecimento, o ideal é começar pelo essencial: melhorar a alimentação” (l. 27-29), as vírgulas hachuradas separam uma oração subordinada intercalada.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Q3816413 Português

A relação entre felicidade e produtividade no trabalho



Por PUCRS ONLINE



(Disponível em: online.pucrs.br/blog/felicidade-no-trabalho-produtividade – texto adaptado especialmente para esta prova).


Qual sinal de pontuação substitui corretamente a figura na linha 23?
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Q3816333 Português
Os sinais de pontuação que substituem, correta e respectivamente, os símbolos no trecho abaixo são:
Use protetor solar em todo o rosto, pescoço orelhas, nuca, braços, mãos e pernas 
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Q3815873 Português
A pontuação está corretamente empregada em qual das alternativas? 
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Q3815266 Português

Manter uma rotina matinal aumenta o bem-estar e a produtividade


Por Mariana Chagas 


     As primeiras horas do dia são essenciais para o desempenho do resto da jornada. É por isso que ter uma rotina matinal tranquila, utilizando-se de ferramentas para mantê-la funcionando bem imagem_do texto.png (33×28) é essencial para garantir tanto um bem-estar quanto uma produtividade saudável ao longo do dia.


    Quem garante isso é Pati Penna, pós-graduanda em psicologia positiva e neurociências: “o primeiro horário do dia, que eu chamo de ‘bloco despertar’, é decisivo para criar um dia organi...ado”, aponta. Segundo a especialista, existe a importância de começar o dia de forma tranquila, porque nesse momento o corpo está descansado e cheio de energia depois de uma noite de sono. É essa energia matinal que promove um desempenho mais consistente no decorrer das tarefas diárias e implementar estes hábitos não precisa ser difícil. Leia abaixo algumas su...estões de como iniciar o dia de forma mais leve e saudável.


    Tomar um café da manhã com calma e concentração já ajuda no bem-estar matinal e um café da manhã balanceado pode fornecer ao cérebro e ao corpo os nutrientes e a energia necessárias para iniciar o dia. Outra prática simples, mas extremamente eficaz, é tirar um tempo para arrumar a cama e o quarto ao acordar: “arrume a sua cama, abra a janela, ventile e ilumine o quarto. O seu ambiente define seu comportamento”, indica Pati.


      Por fim, vale ressaltar que para ter uma manhã saudável e produtiva, o preparo na noite anterior é tão essencial quanto a sua rotina matinal. Segundo Laura Castro, psicanalista do sono e membro da Associação Brasileira do Sono (ABS), o sono faz toda a diferença para o bem-estar matinal e para o resto do dia.


(Disponível em: vidasimples.co/saude-do-corpo/manter-uma-rotina-matinal-aumenta-o-bem-estar-e-aprodutividade/– texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as regras de pontuação em Língua Portuguesa, qual sinal substitui corretamente o símbolo na linha 03? 
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Q3815206 Português
Estudo conclui que heavy metal é tranquilizador para os apreciadores




(Disponível em: www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2015/09/23/interna_ciencia_saude,499764/estudo-conclui-que-heavy-metal-e-tranquilizador-para-osapreciadores.shtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas a seguir sobre trechos retirados do texto:

I. Em “Que a música é capaz de mudar os sentimentos de uma pessoaImagem associada para resolução da questão todos sabem”, a vírgula hachurada isola uma oração subordinada que, sintaticamente, atua como objeto direto do verbo principal, sendo o sujeito o pronome “todos”.
II. Em “O heavy metal foi a escolha de boa parte dos participantes, que relatou ter ficado mais calma e até inspirada”, o verbo sublinhado está no singular porque a sintaxe de concordância verbal não permitiria a concordância com “participantes”, sendo obrigatoriamente feita com “parte”.
III. Na oração “para que o indivíduo perceba não só sua condição psicológica, mas também física”, o verbo sublinhado está no modo subjuntivo em virtude da conjunção “para que”.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3815204 Português
Estudo conclui que heavy metal é tranquilizador para os apreciadores




(Disponível em: www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2015/09/23/interna_ciencia_saude,499764/estudo-conclui-que-heavy-metal-e-tranquilizador-para-osapreciadores.shtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considere o uso da pontuação em “O heavy metal foi a escolha de boa parte dos participantes, que relatou ter ficado mais calma e até inspirada, contrariando a ideia de que, por ser uma música mais intensa...”. As vírgulas utilizadas para isolar a oração destacada conferem a essa oração qual função sintática? 
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Q3815153 Português
Assinale a alternativa em que a vírgula foi empregada corretamente, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Q3813119 Português
Texto I

Terra já rompeu 7 de seus 9 limites planetários, mostra novo relatório; oceanos entram na “zona de perigo”

Q1_10.png (328×517)
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PEIXOTO, Roberto. Limites planetários: novo relatório — oceanos entram na zona de perigo. g1 Meio Ambiente, 24 set. 2025. Adaptado.
A pontuação, no texto escrito, é essencial para orientar o sentido intentado pelo autor. A relação entre a pontuação destacada nos trechos abaixo e a explicação correta de sua função encontra-se em
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Q3812596 Português
        A saúde pública veterinária tem a finalidade de proteger, prevenir e promover a saúde humana, por meio de cuidados preventivos com os seus clientes animais, vacinação, avaliação nutricional, exames anuais, rastreamento e manejo adequado de patógenos com potencial zoonótico. De acordo com a Lei nº 5.517/1968, o estudo e a aplicação de medidas de saúde pública no tocante às doenças de animais transmissíveis ao homem, as chamadas zoonoses, constituem uma das funções do médico‑veterinário. A partir da Portaria nº 2.488/2011, os profissionais da medicina veterinária de nível superior foram incluídos na composição do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF). Desde então, o campo de atuação para esse profissional dentro da saúde pública passou a ampliar‑se cada vez mais.

        Nos dias atuais, é possível encontrar veterinários exercendo relevantes contribuições no cenário da saúde coletiva, como nas inspeções de alimentos de origem animal em abatedouros, frigoríficos e supermercados; na vigilância sanitária e ambiental, comandando ações de combate às arboviroses, a exemplo da dengue, doença de ciclos endêmicos e epidêmicos pelo seu comportamento sazonal no Brasil; em alguns estados, compondo as equipes do NASF, realizando visitas domiciliares e atividades de educação em saúde às comunidades; nos centros de controle de zoonoses, realizando o rastreamento e o combate das doenças com potenciais zoonóticos, como é o caso da leishmaniose, doença transmitida pela picada do flebotomíneo (mosquito‑palha).

        O médico‑veterinário também cuida do ser humano. Nem todo mundo sabe, mas, segundo pesquisas da área, 62% dos patógenos humanos conhecidos são transmitidos por animais, e 75% das doenças emergentes tiveram origem na fauna silvestre. Esses estudos comprovam o quanto é importante a participação efetiva desse profissional na saúde pública, pois os veterinários são os únicos profissionais qualificados cientificamente para lidar com as questões de saúde animal. Com prevenção, manejo correto, rastreamento de novos agravos e controle de afecções e infecções em seus pacientes, os médicos‑veterinários podem evitar que novas pandemias ocorram, como é o caso da Covid‑19, que matou milhares de pessoas, no Brasil e no mundo.

        Desse modo, os profissionais que antes eram vistos somente como da área das ciências agrárias e, na visão popular, como responsáveis apenas pela saúde dos animais domésticos, passaram a pertencer, desde 1998, à categoria de profissionais de saúde, reconhecidos pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS).

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

A respeito da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item a seguir.


No trecho “Nem todo mundo sabe, mas, segundo pesquisas da área, 62% dos patógenos humanos conhecidos são transmitidos por animais, e 75% das doenças emergentes tiveram origem na fauna silvestre”, a supressão da vírgula após “mas” provoca erro gramatical, pois essa pontuação separa termos intercalados na oração.

Alternativas
Q3812594 Português
        A saúde pública veterinária tem a finalidade de proteger, prevenir e promover a saúde humana, por meio de cuidados preventivos com os seus clientes animais, vacinação, avaliação nutricional, exames anuais, rastreamento e manejo adequado de patógenos com potencial zoonótico. De acordo com a Lei nº 5.517/1968, o estudo e a aplicação de medidas de saúde pública no tocante às doenças de animais transmissíveis ao homem, as chamadas zoonoses, constituem uma das funções do médico‑veterinário. A partir da Portaria nº 2.488/2011, os profissionais da medicina veterinária de nível superior foram incluídos na composição do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF). Desde então, o campo de atuação para esse profissional dentro da saúde pública passou a ampliar‑se cada vez mais.

        Nos dias atuais, é possível encontrar veterinários exercendo relevantes contribuições no cenário da saúde coletiva, como nas inspeções de alimentos de origem animal em abatedouros, frigoríficos e supermercados; na vigilância sanitária e ambiental, comandando ações de combate às arboviroses, a exemplo da dengue, doença de ciclos endêmicos e epidêmicos pelo seu comportamento sazonal no Brasil; em alguns estados, compondo as equipes do NASF, realizando visitas domiciliares e atividades de educação em saúde às comunidades; nos centros de controle de zoonoses, realizando o rastreamento e o combate das doenças com potenciais zoonóticos, como é o caso da leishmaniose, doença transmitida pela picada do flebotomíneo (mosquito‑palha).

        O médico‑veterinário também cuida do ser humano. Nem todo mundo sabe, mas, segundo pesquisas da área, 62% dos patógenos humanos conhecidos são transmitidos por animais, e 75% das doenças emergentes tiveram origem na fauna silvestre. Esses estudos comprovam o quanto é importante a participação efetiva desse profissional na saúde pública, pois os veterinários são os únicos profissionais qualificados cientificamente para lidar com as questões de saúde animal. Com prevenção, manejo correto, rastreamento de novos agravos e controle de afecções e infecções em seus pacientes, os médicos‑veterinários podem evitar que novas pandemias ocorram, como é o caso da Covid‑19, que matou milhares de pessoas, no Brasil e no mundo.

        Desse modo, os profissionais que antes eram vistos somente como da área das ciências agrárias e, na visão popular, como responsáveis apenas pela saúde dos animais domésticos, passaram a pertencer, desde 1998, à categoria de profissionais de saúde, reconhecidos pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS).

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

A respeito da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item a seguir.


No parágrafo “Nos dias atuais, é possível encontrar veterinários exercendo relevantes contribuições no cenário da saúde coletiva, como nas inspeções de alimentos de origem animal em abatedouros, frigoríficos e supermercados; na vigilância sanitária e ambiental, comandando ações de combate às arboviroses, a exemplo da dengue, doença de ciclos endêmicos e epidêmicos pelo seu comportamento sazonal no Brasil; em alguns estados, compondo as equipes do NASF, realizando visitas domiciliares e atividades de educação em saúde às comunidades; nos centros de controle de zoonoses, realizando o rastreamento e o combate das doenças com potenciais zoonóticos, como é o caso da leishmaniose, doença transmitida pela picada do flebotomíneo (mosquito‑palha).”, o sinal de ponto e vírgula foi empregado para separar itens de uma enumeração, para maior clareza, dado que alguns desses itens já foram delimitados por vírgulas.

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Q3812414 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No trecho “Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.”, a substituição do sinal de dois‑pontos por vírgula mantém a correção gramatical.

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Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: SEBRAE-GO Prova: IV - UFG - 2025 - SEBRAE-GO - Trainee |
Q3812321 Português
Resumo: Este artigo apresenta excerto de uma investigaçãomaior cujo objetivo central foi analisar como crianças com idadeentre 4 e 5 anos, na medida em que puderam escolher objetos,fizeram escolhas por objetos tidos como de adultos. Asjustificativas das crianças para as escolhas demonstraram queos critérios utilizados remetem à relação dos meninos e dasmeninas com práticas consumistas assetadas, de modo geral,em comportamentos adultos. Os procedimentos metodológicosforam realizados a partir de abordagem qualitativa, método depesquisa-ação, técnica de observação participante. Os dadosforam analisados por meio de técnica interpretativa eapontaram que na contemporaneidade estamos diante dequestões problemáticas entre as infâncias e práticas deconsumo adulto.

Palavras-chave: Adultização. Contemporaneidade. Infância.Escolha.

Disponível  em:<https://revista.unitins.br/index.php/humanidadeseinovacao/article/view/7040>.
Acesso em: 15 ago. 2025.
No primeiro período, a frase “na medida em que puderam escolher objetos” encontra-se entre vírgulas por se tratar de
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Q3811574 Português

Alimentação saudável: conheça as frutas e legumes de cada estação


Por Equipe Desinchá



(Disponível em: blog.desincha.com.br/frutas-e-legumes-da-estacao/– texto adaptado especialmente para esta prova).

O símbolo na linha 02 pode ser corretamente substituído por qual sinal de pontuação? 
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Q3811481 Português
Índio eu não sou

-

Não me chame de "índio" porque
Esse nome nunca me pertenceu
Nem como apelido quero levar
Um erro que Colombo cometeu.

-

Por um erro de rota
Colombo em meu solo desembarcou
E no desejo de às Índias chegar
Com o nome de "índio" me apelidou.

-

Esse nome me traz muita dor
Uma bala em meu peito transpassou
Meu grito na mata ecoou
Meu sangue na terra jorrou.

-

Chegou tarde, eu já estava aqui
Caravela aportou bem ali
Eu vi "homem branco" subir
Na minha Uka me escondi.

-

Ele veio sem permissão
Com a cruz e a espada na mão
Nos seus olhos, uma missão
Dizimar para a civilização.

-

"Índio" eu não sou.
Sou Kambeba, sou Tembé
Sou kokama, sou Sataré
Sou Guarani, sou Arawaté
Sou tikuna, sou Suruí
Sou Tupinambá, sou Pataxó
Sou Terena, sou Tukano
Resisto com raça e fé.

No verso "Chegou tarde, eu já estava aqui", observa-se o uso da vírgula separando dois enunciados de sentido completo, ambos com verbos e sujeitos próprios. Considerando a estrutura sintática do período e o valor da pontuação nesse contexto, assinale a alternativa que justifica CORRETAMENTE o emprego da vírgula. 
Alternativas
Q3810352 Português
Leia o texto a seguir:


Uso de dispositivos eletrônicos por crianças de 2 a 6 anos deve ocorrer apenas com a mediação ativa de adultos, diz projeto de lei aprovado na Câmara

        A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê medidas de proteção para a primeira infância (até 6 anos) no ambiente digital. A proposta será enviada ao Senado.

        De autoria do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), o Projeto de Lei 1971/25 foi aprovado nesta quarta-feira (15) na forma de um substitutivo da relatora em Plenário, deputada Flávia Morais (PDT-GO).

        O texto aprovado modifica a lei sobre políticas para a primeira infância (Lei 13.257/16) para considerar área prioritária, no âmbito das políticas públicas destinadas a esse público, a proteção no ambiente digital. O objetivo é garantir que o uso das tecnologias digitais seja realizado de forma segura, saudável, consciente e apenas quando estritamente necessário para resguardar o melhor interesse da criança.

        Segundo a relatora, o texto resgata propostas do grupo de trabalho criado pela Câmara para debater a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. "Entre as principais recomendações destacam-se o fortalecimento do sistema de garantias de direitos, a criação de políticas de prevenção baseadas em evidências científicas, a estruturação de redes de apoio a famílias e escolas, e o combate ao trabalho infantil digital disfarçado de influência", disse Flávia Morais.

        A deputada destacou que o projeto também valoriza "as experiências presenciais, as interações humanas, as atividades lúdicas e as brincadeiras reais como eixos centrais do desenvolvimento físico, emocional, cognitivo e social".

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/direitos-humanos/2025/10/1057255-uso-dedispositivos-eletronicos-por-criancas-de-2-a-6-anos-deve-ocorrer-apenas-com-a-mediacao-ativa-de-adultos-diz-projeto-de-lei-aprovado-na-camara.html. Acesso em 18/10/2025
No título do texto “Uso de dispositivos eletrônicos por crianças de 2 a 6 anos deve ocorrer apenas com a mediação ativa de adultos, diz projeto de lei aprovado na Câmara”, a vírgula foi empregada para: 
Alternativas
Q3810303 Português
Leia o Texto 3 para responder às questão.


Texto 3

        O Brasil ocupa a liderança de um ranking econômico para lá de indigesto: o de desigualdade social. Um levantamento realizado pelo banco UBS revela que o Brasil é o país com mais milionários na América Latina — mas o fato também abre espaço para um aumento na desigualdade.
        O Brasil é o país mais desigual entre 32 países analisados pela pesquisa. A lista foi baseada no coeficiente de Gini, medida que mostra o quão desigual é a distribuição de renda ou o patrimônio de um país.
        A notícia não chega a ser uma surpresa para os analistas, contudo não deixa de ser um importante ponto de atenção para análise das políticas públicas vigentes.


GIMENES, Diego. O indigesto ranking econômico em que o Brasil ocupa a liderança. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/o-indigesto-ranking-economico-que-o-brasil-ocupa-a-lideranca/. Acesso em: 15 ago. 2025. [Adaptado].
No primeiro parágrafo do texto, o sinal do travessão (—) foi utilizado para 
Alternativas
Respostas
1341: D
1342: D
1343: A
1344: E
1345: E
1346: E
1347: B
1348: B
1349: D
1350: C
1351: A
1352: A
1353: C
1354: C
1355: E
1356: D
1357: D
1358: D
1359: D
1360: B