Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q3752536 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como o equilíbrio nutricional influencia nossas emoções?


O que colocamos no prato tem impacto direto sobre nosso bem-estar. Entenda como a falta de nutrientes pode gerar ansiedade, irritação e o que fazer para recuperar a harmonia entre corpo e mente

Mariana Suzuki


Acordar cansado mesmo depois de uma boa noite de sono, sentir irritação sem motivo aparente ou perceber que a concentração simplesmente desapareceu no meio do dia. Talvez a resposta esteja no que você colocou no prato. Descobrir como o equilíbrio nutricional influencia no emocional mostra que a alimentação vai muito além da saciedade: ela impacta diretamente o humor, a disposição e a clareza mental. Pequenas escolhas − o que comer, como comer e até em que ritmo − podem transformar a maneira como sentimos e encaramos cada momento do dia.

O corpo e a mente em desequilíbrio

Quando a alimentação está desregulada, o emocional também sofre. "Quando o corpo não recebe os nutrientes de que precisa, entra em 'modo de economia', afetando diretamente a produção de energia e de substâncias relacionadas ao bem-estar, como serotonina e dopamina. O resultado é mais irritabilidade, cansaço e dificuldade de concentração", explica Brenda Arita, nutricionista da Fundação Conecta ABA.

Segundo a psicóloga clínica Eliana Gonçalves, da INSELF Neuropsicologia Avançada, é comum que carências nutricionais intensifiquem sintomas de ansiedade, irritabilidade ou tristeza. "A deficiência desses nutrientes pode levar à diminuição na produção de serotonina e dopamina, resultando em mau humor, tristeza, ansiedade e irritabilidade."

Entre os nutrientes essenciais estão vitaminas do complexo B, ômega-3, magnésio, zinco e aminoácidos provenientes das proteínas, como o triptofano, que participam da produção de serotonina, o chamado "hormônio do bem-estar", segundo Brenda.

A nutricionista também ressalta a importância do intestino nesse equilíbrio entre corpo-mente. "O intestino e o cérebro se comunicam constantemente por meio do chamado eixo intestino-cérebro. Mais de 90% da serotonina é produzida no intestino. Quando a microbiota intestinal está equilibrada, o emocional tende a estar mais estável. Por outro lado, o desequilíbrio intestinal − causado por estresse ou alimentação pobre em fibras − pode gerar sintomas como ansiedade, irritabilidade e digestão difícil."


(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-o-equilibrio-nutricional-influ encia-nossas-emocoes/. Acesso em: 21 out. 2025. Adaptado.)
Considere os excertos a seguir para análise:

I.Pequenas escolhas − o que comer, como comer e até em que ritmo − podem transformar a maneira como sentimos e encaramos cada momento do dia.
II.Por outro lado, o desequilíbrio intestinal − causado por estresse ou alimentação pobre em fibras − pode gerar sintomas como ansiedade, irritabilidade e digestão difícil.

O uso dos travessões nos dois excertos está correto e se justifica por delimitar um adendo, um comentário ou uma ponderação que se intercala no discurso (por causa da intercalação, há duas ocorrências do travessão dentro de cada período a fim de demarcá-la). Eles podem ser substituídos por outros sinais de pontuação, sem causar prejuízo no sentido do texto, mas essa escolha não é aleatória, ela depende do contexto. Tendo isso em consideração, assinale a alternativa que apresenta corretamente os sinais que podem ser usados em cada um dos excertos, substituindo os travessões (nas duas ocorrências dentro de cada exemplo dado):
Alternativas
Q3752492 Português

Leia o texto abaixo com atenção ao uso de vírgulas.



01  Os três pilares da boa alimentação são: moderação, qualidade e


02  variedade. A moderação, refere-se ao consumo equilibrado de alimentos,


03  sem excessos. A qualidade, diz respeito à escolha de alimentos frescos


04  e de boa procedência, com atenção à higiene e à conservação.


05  A variedade, por sua vez, implica uma gama diversificada de alimentos


06  no cardápio, garantindo a ingestão de diferentes nutrientes.

                  


Disponível em: https://www.google.com/search?q=alimenta%C3%A7%C3%A3o+saudavel&rlz. Acesso em: 28 abr.2025.




Contêm ERROS em relação ao uso de vírgulas as linhas

Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFLA Órgão: UFLA Prova: UFLA - 2025 - UFLA - Assistente em Administração |
Q3752297 Português
TEXTO 1

Como a grande imprensa interdita a voz do servidor público nos espaços de opinião

Essa interdição revolta, pois se dá em veículos que se autointitulam 'plurais'

Luís Humberto Carrijo








Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/como-a-grande-imprensa-interdita-a-voz-do-servidor-publiconos-espacos-de-opiniao.shtml. Acesso em: 25 ago. 2025. 
Considere as ocorrências de notações tipográficas e seus efeitos de sentido no texto lido e, em seguida, indique a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3752117 Português
Os sinais de pontuação desempenham funções que vão além da mera indicação de pausas na leitura, contribuindo para a clareza sintática, a coesão textual e efeitos de estilo. Entretanto, seu uso requer atenção às normas gramaticais e às relações estabelecidas entre termos e orações. Observe as afirmativas abaixo, que tratam de diferentes sinais de pontuação:
I. O ponto e vírgula pode ser utilizado para separar orações coordenadas que apresentam independência semântica, funcionando como uma pausa intermediária entre a vírgula e o ponto final.
II. As reticências podem indicar interrupção da fala, hesitação ou continuidade de sentido, e, quando utilizadas no fim de um período, dispensam o uso do ponto final.
III. Os parênteses exercem função obrigatória quando se deseja apresentar uma explicação ou comentário acessório ao enunciado, não podendo nunca ser substituídos pelo travessão.
IV. A vírgula é utilizada obrigatoriamente para separar o sujeito simples do verbo, sempre que houver intenção de enfatizar o termo anteposto.

Assinale a alternativa que apresenta quais afirmativas são VERDADEIRAS, conforme o uso normativo da língua portuguesa:
Alternativas
Q3751748 Português
Leia o Texto III para responder à questão.

Na tirinha, a pontuação é usada para organizar o sentido das falas. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3751444 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Seis horas da manhã

Silêncio às seis horas, quebrado apenas pelo canto dos pássaros no quintal. O alarme toca e, logo depois, a voz da mamãe: "Sofia, acorda!". Abraço o Boni, meu velho bichinho de pelúcia, escondido entre as cobertas. Levanto, tomo banho e lembro que é segunda-feira — dia de matemática, ciências e artes. Penso em avisar meus pais sobre a cartolina e em usar café para fazer tinta natural. O cheiro de tapioca e café toma a cozinha, e mamãe prepara a marmita para o trabalho. Tomo o leite, me despeço e corro para o carro, onde papai esquenta o motor. Queria que o dia começasse logo, só para poder brincar mais tempo na escola.

De repente, o som do alarme invade tudo outra vez. Acordo assustada. Já são sete horas! Corro para o banheiro, reclamo por ter esquecido a toalha e preparo um café apressado. Entre xícaras e panelas caindo do escorredor, procuro minhas coisas: o notebook, o moletom, a blusa que não encontro. A chuva lá fora engrossa, o tempo voa.

Enquanto tento organizar a manhã corrida, abro o armário e encontro o Boni. Aquele mesmo bichinho da infância, guardado há anos, me encara com um olhar silencioso. Sorrio — por um instante, o tempo parece voltar. Lembro da menina que eu era, das manhãs calmas e das pequenas alegrias antes da pressa tomar conta dos dias.

Faltam dez minutos para sair. Verifico se peguei tudo, olho o celular e vejo a notificação: "Hoje não tem aula". Respiro fundo. Por que ando sempre correndo? O relógio marca seis da manhã outra vez — e, entre o cheiro do café e o som da chuva, o silêncio me devolve, por um instante, àquela infância que nunca foi embora.

Texto Adaptado

CORONA, Lorena. Seis horas da manhã. In: Universidade de São Paulo. Livros Abertos da USP. São Paulo: Portal de Livros Abertos da USP, [s.d.]. Texto adaptado. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 10 nov. 2025. 
No trecho "Verifico se peguei tudo, olho o celular e vejo a notificação: 'Hoje não tem aula'.", é possível identificar diferentes relações sintáticas entre orações. Com base na organização das frases e na classificação das orações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3750619 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Seis horas da manhã

Silêncio às seis horas, quebrado apenas pelo canto dos pássaros no quintal. O alarme toca e, logo depois, a voz da mamãe: "Sofia, acorda!". Abraço o Boni, meu velho bichinho de pelúcia, escondido entre as cobertas. Levanto, tomo banho e lembro que é segunda-feira — dia de matemática, ciências e artes. Penso em avisar meus pais sobre a cartolina e em usar café para fazer tinta natural. O cheiro de tapioca e café toma a cozinha, e mamãe prepara a marmita para o trabalho. Tomo o leite, me despeço e corro para o carro, onde papai esquenta o motor. Queria que o dia começasse logo, só para poder brincar mais tempo na escola.

De repente, o som do alarme invade tudo outra vez. Acordo assustada. Já são sete horas! Corro para o banheiro, reclamo por ter esquecido a toalha e preparo um café apressado. Entre xícaras e panelas caindo do escorredor, procuro minhas coisas: o notebook, o moletom, a blusa que não encontro. A chuva lá fora engrossa, o tempo voa.

Enquanto tento organizar a manhã corrida, abro o armário e encontro o Boni. Aquele mesmo bichinho da infância, guardado há anos, me encara com um olhar silencioso. Sorrio — por um instante, o tempo parece voltar. Lembro da menina que eu era, das manhãs calmas e das pequenas alegrias antes da pressa tomar conta dos dias.

Faltam dez minutos para sair. Verifico se peguei tudo, olho o celular e vejo a notificação: "Hoje não tem aula". Respiro fundo. Por que ando sempre correndo? O relógio marca seis da manhã outra vez — e, entre o cheiro do café e o som da chuva, o silêncio me devolve, por um instante, àquela infância que nunca foi embora.

Texto Adaptado

CORONA, Lorena. Seis horas da manhã. In: Universidade de São Paulo. Livros Abertos da USP. São Paulo: Portal de Livros Abertos da USP, [s.d.]. Texto adaptado. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 10 nov. 2025. 
No trecho "O alarme toca e, logo depois, a voz da mamãe: 'Sofia, acorda!'.", o uso dos sinais de pontuação revela escolhas funcionais e estilísticas. Assinale a alternativa correta quanto à análise sintática e ao valor discursivo dessas escolhas. 
Alternativas
Q3750154 Português





TEXTO 2


A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.


Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
Considerando as regras de pontuação da norma-padrão da língua portuguesa, analise as assertivas abaixo.

I. Em “O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação...”, o sujeito da oração é composto, o que justifica a ausência de vírgula antes do verbo “cria”.

II. A estrutura “seja ele qual for” (Texto 2) deve, obrigatoriamente, ser isolada por vírgulas por constituir uma oração adverbial intercalada.

III. No período “Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração..., não passa da resposta...”, a vírgula após “Muitas vezes” é utilizada para isolar um adjunto adverbial de tempo deslocado para o início da frase.


É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3748893 Português
Instruções para dar corda no relógio

        Lá no fundo está a morte, mas não tenha medo. Segure o relógio com uma mão, pegue com dois dedos o pino da corda, puxe‑o suavemente. Agora se abre outro prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si mesmo e dele brotam o ar, as brisas da terra, a sombra de uma mulher, o perfume do pão.

        Que mais quer, que mais quer? Amarre‑o depressa a seu pulso, deixe‑o bater em liberdade, imite‑o anelante. O medo enferruja as âncoras, cada coisa que pôde ser alcançada e foi esquecida começa a corroer as veias do relógio, gangrenando o frio sangue de seus pequenos rubis. E lá no fundo está a morte se não corremos, e chegamos antes e compreendemos que já não tem importância.

CORTÁZAR, Júlio. Histórias de Cronópios e de famas. São Paulo:
Editora Civilização Brasileira, 1994, p. 33‑34 (com adaptações).
“Agora se abre outro prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si mesmo.”
As vírgulas nesse trecho foram empregadas para separar
Alternativas
Q3748789 Português
Raízes da Representação – A Origem da Profissão

        A representação comercial tem origem milenar, remontando aos primeiros intercâmbios mercantis entre civilizações. No Brasil, a figura do representante comercial começou a se consolidar com os mascates – comerciantes itinerantes que percorriam o interior do país vendendo produtos manufaturados. Com o avanço da industrialização e a expansão territorial, surgiu a necessidade de profissionais que atuassem como intermediários entre fabricantes e mercados consumidores.

        A profissão foi oficialmente regulamentada com a promulgação da Lei nº 4.886, de 9 de dezembro de 1965, que definiu o representante comercial autônomo como pessoa física ou jurídica que, sem vínculo empregatício, realiza a mediação de negócios mercantis. Essa lei foi resultado de décadas de mobilização da categoria, liderada por nomes como Dr. Plínio Affonso de Farias Mello, patrono dos representantes comerciais, que lutou pela valorização e proteção jurídica da atividade.

        A criação do Sistema Confere/Cores foi um marco institucional, garantindo fiscalização, registro profissional e normatização da atuação em todo o território nacional. Desde então, a profissão passou a contar com respaldo legal, identidade própria e reconhecimento como agente estratégico do desenvolvimento econômico.

Internet:<core‑sp.org.br>  (com adaptações).
“No Brasil, a figura do representante comercial começou a se consolidar com os mascates.” Considerando o trecho apresentado, assinale a opção correta, acerca do emprego da vírgula.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SP Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SP - Office Boy |
Q3748750 Português
        Enzo. A nova geração. Nomofóbico (não confunda!). Ignorou a advertência (“Vallentyna vai fazer pra mim, em troca de um lanche…”). Curtiu praia, cinema, futebol com os amigos, enquanto o sujeito esperava. O sujeito, os objetos e os adjuntos... No dia do teste, viu Vallentyna e Aretuza, a professora, chorando. Não entendeu lhufas. Então, a lágrima no olho da professora foi virando lentamente uma gargalhada na cara da amiga, que estudou. A professora esclareceu: “O Seu Lindolfo está no hospital. A cantina não vai abrir hoje”.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações).

“No dia do teste, viu Vallentyna e Aretuza, a professora, chorando.”


No trecho apresentado, a primeira vírgula foi empregada para

Alternativas
Q3748474 Português
TEXTO 2


O Lançador de Estrelas

Um homem caminhava pela praia ao amanhecer e viu outro recolhendo estrelas-do-mar que haviam sido trazidas pela maré. Ele as pegava uma a uma e as devolvia ao mar.  

Intrigado, o homem perguntou: — Por que está  fazendo isso? Há milhares de estrelas espalhadas pela areia. 

O outro respondeu: — Porque se eu não devolver  essas, elas morrerão.

O homem sorriu e disse: — Mas você não pode salvar todas!

O outro, pegando mais uma estrela, lançou-a ao mar e respondeu: — Para esta aqui, eu fiz toda a diferença.

Loren Eiseley, O Universo Inesperado, 1969 (adaptado). 
A vírgula em “...e viu outro, recolhendo estrelas-do-mar...” foi usada para: 
Alternativas
Q3748386 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Considerando o trecho “Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.”, assinale a opção em que o trecho textual, com os sinais de pontuação, poderia ser suprimido do texto original, sem prejuízo à correção gramatical e à coerência textual. 
Alternativas
Q3748230 Português
A RAINHA DA CIRANDA

Lia, das águas do mar de Itamaracá; da viagem para se apresentar no Rock in Rio aos 80 anos; das participações dos shows da Nação Zumbi, comprovando que ciranda e mangue não só combinam como se completam. Compartilha a vida e o trabalho com o músico José Januário, com quem é casada há mais de quarenta anos.

Maria Madalena do Nascimento nasceu no dia 12 de janeiro de 1944, na ilha que ela carrega em seu nome. Itamaracá, em Tupi Guarani, significa Pedra que Canta, talvez já um prenúncio de que a música faria Lia extrapolar as fronteiras, levando a ciranda para as diversas regiões do Brasil e países, como França, Inglaterra, Lisboa e Estados Unidos.

Sua infância não foi regada a Danoninho, como costuma dizer. Desde criança, Lia e os irmãos ajudavam a mãe com as tarefas domésticas em que ela trabalhava na ilha. A música, porém, já habitava o seu imaginário. Se faltavam recursos para uma forma educacional completa, sobrava talento e o desejo de cantar.

Esse desejo transformou Maria em Lia de Itamaracá, a mais célebre cirandeira do Brasil. No carnaval deste ano, foi enredo da escola de samba Império da Tijuca que desfilou na Sapucaí com o samba: “Sou Lia de Itamaracá cirandando a vida na beira do mar”. De sorriso largo, realizada com suas conquistas, ela recebe com muita alegria as homenagens prestadas: “Foi uma maravilha; se tem alguma coisa pra fazer por mim, que faça comigo viva”.

60+ Viva a Vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda.p.6-7. 2024.
Observe o fragmento de texto abaixo:

“Esse desejo transformou Maria em Lia de Itamaracá, a mais célebre cirandeira do Brasil.”

Assinale a alternativa que contém a justificativa CORRETA para o emprego da vírgula acima.
Alternativas
Q3748225 Português
A TRADIÇÃO DA FORÇA POPULAR

Ao longo dos anos, o São João se transformou numa das maiores expressões de identidade e alegria do povo nordestino, misturando fé, folclore, dança, música e culinária típica. “É uma tradição viva que expressa a alma do povo pernambucano e tem essa característica de reunir as pessoas por meio da música, da dança e da gastronomia, além da beleza e representatividade das quadrilhas juninas. Um grande festejo que movimenta a cadeia produtiva da cultura, aquecendo a economia e o turismo e que leva a cultura popular do nosso Estado para o Brasil e o mundo”, afirma a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.

As quadrilhas juninas são um espetáculo à parte. Inspiradas nas danças de salão das cortes francesas do século XIX, foram abrasileiradas com o calor do sertão e ganharam sotaque, cor e ritmo próprios. Hoje são apresentadas em pares com trajes típicos - vestidos rodados e camisas de xadrez - e coreografias narradas por um marcador que anuncia: “Anarriê! Anavantu! Olha a chuva! Embaladas pelo forró, pelo compasso da sanfona, do triângulo e da zabumba, dita o ritmo dos passos, seja nas caminhadas sincronizadas dos casais ou na animada “correria do casamento matuto”. Reunindo elementos do baião, do xote e do xaxado, o forró dá o tom da festa e emociona gerações, ajudando a contar histórias de amor, encontros, desencontros e muita alegria.

Revista 60+. Viva a vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda.p.12-13.2025. 
Em “...misturando fé, folclore, dança, música e culinária típica...”, as vírgulas separam
Alternativas
Q3748176 Português
FAZER O BEM SEM OLHAR A QUEM

Muitas vezes ficamos com a sensação de que os problemas sociais são tão intensos que uma pequena ajuda que podemos oferecer não fará grande diferença no geral e, com isso, nos acomodamos. No entanto, vale lembrar a reflexão d e Madre Teresa de Calcutá, vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 1979, que se destacou por sua dedicação e amor aos mais necessitados: “O que eu faço é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor.”

De fato, ainda que não possamos resolver todas as injustiças, se pudermos contribuir para melhorar a vida de alguém, já estaremos reduzindo esse mar de exclusão. Porém, se o trabalho voluntário é fundamental para quem precisa de ajuda, ele também é extremamente benéfico para quem se propõe a ajudar, especialmente as pessoas com mais idade.

“A população idosa vem vestindo uma nova roupagem e despontando em diversas áreas: o voluntariado é uma delas. Os benefícios para a saúde mental da pessoa idosa são os mais diversos: menos sintomas depressivos e ansiosos, exercício da socialização e do altruísmo, sentimento de propósito, manutenção de rotinas, alimenta a autoestima e a cognição, ajuda a manter a mente ativa”, destaca a psicóloga Ana Paula Nunes, especialista em psicogerontologia.

Revista 60+. Viva a Vida. A revolução da longevidade ativa. Engenho de Mídia Comunicação Ltda. p.25.2024.
Leia o fragmento de texto abaixo:

“No entanto vale lembrar a r eflexão de Madre Teresa de Calcutá, vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 1979, que se destacou por sua dedicação e amor aos mais necessitados.”

Sobre as vírgulas existentes no fragmento acima, é CORRETO afirmar que elas separam
Alternativas
Q3748110 Português
Texto para as questão.


    A imunização da população, além de prevenir doenças graves, contribui para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde. Entre as formas de imunização, a vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e manter uma sociedade saudável e resistente.

    A política de vacinação é de responsabilidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Estabelecido em 1973, o PNI desempenha um papel fundamental na promoção da saúde da população brasileira. Por meio do programa, o governo federal disponibiliza gratuitamente, no Sistema Único de Saúde (SUS), 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas (anticorpos). Essas imunizações incluem tanto as vacinas presentes no calendário nacional de vacinação quanto os imunobiológicos indicados para grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com doenças que atacam o sistema imunológico ou indivíduos em tratamento de doenças como câncer, insuficiência renal, entre outras, aplicadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Incluem, também, as vacinas contra a covid‑19 e outras administradas em situações específicas.

    O calendário nacional de vacinação contempla, na rotina dos serviços, 19 vacinas que protegem o indivíduo em todos os ciclos de vida, desde o nascimento. Entre as doenças imunopreveníveis por essas vacinas, estão a poliomielite, o sarampo, a rubéola, o tétano, a coqueluche e outras doenças graves e, muitas vezes, fatais. O PNI é responsável por coordenar as campanhas anuais de vacinação. Essas campanhas têm como objetivo alcançar altas coberturas vacinais, garantindo a proteção individual e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da Saúde atua em conjunto com os estados, os municípios e o Distrito Federal, para garantir o acesso equitativo às vacinas em todo o País.


Internet: <gov.br> (com adaptações).
Com relação ao conteúdo textual, assinale a opção cuja reescrita do trecho textual apresenta emprego facultativo de vírgulas.
Alternativas
Q3748102 Português
Texto para as questão.


    A imunização da população, além de prevenir doenças graves, contribui para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde. Entre as formas de imunização, a vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e manter uma sociedade saudável e resistente.

    A política de vacinação é de responsabilidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Estabelecido em 1973, o PNI desempenha um papel fundamental na promoção da saúde da população brasileira. Por meio do programa, o governo federal disponibiliza gratuitamente, no Sistema Único de Saúde (SUS), 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas (anticorpos). Essas imunizações incluem tanto as vacinas presentes no calendário nacional de vacinação quanto os imunobiológicos indicados para grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com doenças que atacam o sistema imunológico ou indivíduos em tratamento de doenças como câncer, insuficiência renal, entre outras, aplicadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Incluem, também, as vacinas contra a covid‑19 e outras administradas em situações específicas.

    O calendário nacional de vacinação contempla, na rotina dos serviços, 19 vacinas que protegem o indivíduo em todos os ciclos de vida, desde o nascimento. Entre as doenças imunopreveníveis por essas vacinas, estão a poliomielite, o sarampo, a rubéola, o tétano, a coqueluche e outras doenças graves e, muitas vezes, fatais. O PNI é responsável por coordenar as campanhas anuais de vacinação. Essas campanhas têm como objetivo alcançar altas coberturas vacinais, garantindo a proteção individual e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da Saúde atua em conjunto com os estados, os municípios e o Distrito Federal, para garantir o acesso equitativo às vacinas em todo o País.


Internet: <gov.br> (com adaptações).
No primeiro parágrafo, no trecho “A imunização da população, além de prevenir doenças graves, contribui para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde”, assinale a opção em que não há prejuízo à correção gramatical do texto.
Alternativas
Q3748065 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
No trecho “Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti.”, seriam mantidas a correção gramatical e a adequação ao sistema de pontuação da língua portuguesa caso o vocábulo “ainda” fosse isolado por
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Mandirituba - PR Provas: Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Radiologia | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico Administrativo | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Contabilidade | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Educador Infantil | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Agente Fazendário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Enfermeiro | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Farmacêutico | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Ginecologista Obstetra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Oftalmologista | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Pediatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Psiquiatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Veterinário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Nutricionista I | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Inglês | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Matemática | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor Pedagogo |
Q3746833 Português

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A Fobia do Nada

Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

No trecho “Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo...”, o uso dos dois-pontos cumpre a função sintática e semântica de  
Alternativas
Respostas
1341: D
1342: B
1343: A
1344: C
1345: A
1346: D
1347: E
1348: B
1349: C
1350: A
1351: E
1352: C
1353: E
1354: E
1355: A
1356: C
1357: D
1358: D
1359: E
1360: E