Questões de Concurso
Comentadas sobre orações subordinadas substantivas: subjetivas, objetivas diretas, objetivas indiretas... em português
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I.O professor afirmou que a leitura de Machado de Assis é essencial para entender o Realismo.
II.O autor expressou apenas uma preocupação: que a obra fosse mal interpretada pelos leitores.
III.Os críticos tinham a esperança de que a nova edição valorizasse mais os autores brasileiros.
IV.Ela insistiu em que os alunos lessem mais autores do Modernismo.
Em qual(is) das afirmativas acima há a presença de uma oração subordinada substantiva apositiva?
O futebol no meio da relação
No nosso primeiro encontro, Beatriz falou que não era Cruzeiro nem Atlético.
Eu brinquei:
— Então, é Coelho?
Ela riu, também não era adepta do simpático time do América.
Fiquei com aquela informação na cabeça: ela não gosta de futebol. Nem todos têm um time para chamar de seu.
Mas não comentei mais nada dali em diante. Paixão é greve de personalidade. O futebol desapareceu para mim no primeiro mês de namoro. Estava apaixonado. Só queria saber dela, de sair com ela.
Beatriz, por sua vez, achou que eu fosse um gentleman, um intelectual: poeta, pensador, autor de livros sobre relacionamentos e sobre a finitude da vida. Supôs que, nas horas vagas, eu privilegiaria livros, filmes, artes plásticas. Jamais cogitou a hipótese de que eu seria um fanático do esporte ou de um clube.
Quando visitamos Porto Alegre, minha cidade, já com seis meses de relacionamento, ela demonstrou seu interesse em conhecer a Fundação Iberê Camargo de tarde.
O amor já tinha chegado em mim. Amar é mostrar que você tem um mundo pretérito às afinidades momentâneas de casal. Eu disse:
— Não posso!
Foi o meu "não" inicial no romance, o "não" fundador. Reuni as minhas forças para estrear a negativa.
Ela não compreendeu a rejeição:
— Não? Por quê? Tem compromisso?
Não queria que entendesse que estava fazendo pouco caso, tratei logo de explicar:
— Hoje tem jogo do Inter no Beira-Rio, não posso perder, quer vir junto?
Logo estendi uma camiseta vermelha com o nome dela nas costas, que eu recém havia comprado.
Ela ficou pálida, talvez tenha raciocinado com um frio na barriga: "onde eu me meti?".
Esclareci que era colorado doente, cônsul do Inter, ia em todos os jogos.
Ela estava com a boca aberta, de queixo caído:
— Então, você é daqueles que não deixam de assistir um jogo, que desmarcam qualquer evento?
— Sim. E não esqueça que são vários campeonatos: Brasileirão, Sul-Americana ou Libertadores, Copa do Brasil, Gauchão...
— Assiste todos?
— E mais: seco os meus rivais. Ou melhor, lavo, seco e passo os meus adversários.
— Mas não sobrará tempo para nada.
— Pois é, eu precisava desabafar!
— Você não é fanático, você é louco! Depois, descobri com sua melhor amiga que ela tinha um único pré-requisito para um partidão: que ele não gostasse de futebol.
A vida não é perfeita, Beatriz, mas nosso amor é, dentro do possível, de acordo com o calendário da CBF e Conmebol.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado.
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar
Marque a alternativa que apresenta a mesma classificação da oração grifada acima.
Leia o texto para responder à questão:
O que é Riqueza e Pobreza
Um dia, um pai de família rica levou seu filho para viajar para o interior com o firme propósito de mostrar quanto as pessoas podem ser pobres. Eles passaram um dia e uma noite na fazenda de uma família muito pobre. Quando retornaram da viagem, o pai perguntou ao filho:
Como foi a viagem?
- Muito boa, Papai!
- Você viu como as pessoas podem ser pobres?
- Sim. “Respondeu o menino”.
- E o que você aprendeu?
- Eu vi que nós temos um cachorro em casa, e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim; eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma varanda coberta e iluminada com luz, eles têm um céu imenso com as estrelas e a lua. Nosso quintal vai até o portão de entrada, eles têm uma floresta inteira.
O pequeno garoto estava acabando de responder, quando seu pai ficou estupefato pelo que o filho acrescentou:
- Obrigado, pai, por me mostrar o quanto nós somos pobres.…
(Texto adaptado)
Disponível em: http://www.reflexaodevida.com.br/074riquezapobreza.htm. Acesso em 25AGO2024
I. É necessário que faças o exame imediatamente.
II. Consta que você foi eliminada do certame.
III. Espera-se que você entenda a minha situação.
As orações em destaque são, respectivamente:
Dado o excerto:
“Aí lembrei que não tenho conta no Banco do Brasil (...).”
A oração subordinada presente no fragmento pode ser classificada como:
O número de oração(ões) presente(s) na frase em questão é de:
Nesse trecho, a oração destacada pode ser classificada como:
“O Crisóstomo disse ao Camilo: todos nascemos filhos de mil pais e de mais de mil mães, e a solidão é sobretudo a incapacidade de ver qualquer pessoa como nos pertencendo, para que nos pertença de verdade e se gere um cuidado mútuo”.
I- A conjunção “sobretudo”, no contexto mencionado, tem função modalizadora, com valor de reforço do enunciador ao próprio enunciado.
II- O uso do “e” em: “e a solidão é sobretudo a incapacidade de ver qualquer pessoa como nos pertencendo” estabelece uma oração coordenada adversativa.
III- “filhos de mil pais e de mais de mil mães” é uma locução adjetiva que assume na oração função de predicativo do sujeito.
IV- “de ver qualquer pessoa como nos pertencendo” é uma oração subordinada substantiva completiva nominal reduzida de infinitivo.
É CORRETO o que se afirma apenas em: