Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 51.066 questões
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas
De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.
Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.
Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.
Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.
No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.
No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.
"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.
A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.
"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.
De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.
Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis.
"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.
Uma massa de ar excepcionalmente quente deve fazer com que o Brasil enfrente temperaturas mais altas que o normal.
Com base nas informações apresentadas no texto sobre os efeitos do calor excessivo no organismo humano, escolha a alternativa correta que descreve uma das adaptações do corpo humano ao calor e um grupo de pessoas mais suscetíveis aos riscos das altas temperaturas.
O número de artigos presentes na frase é de:
Assinale a opção correta de acordo com o texto base.
Segundo o texto, para manter uma boa saúde mental, devemos:
O tema do texto 'Saúde e bem-estar' pode ser definido pela expressão:
O sinônimo do vocábulo destacado que mantém o sentido original da frase é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas
De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.
Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.
Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.
Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.
No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.
No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.
"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.
A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.
"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.
De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.
Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis.
"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.
Com base nas informações apresentadas no texto sobre os efeitos do calor excessivo no organismo humano, escolha a alternativa correta que descreve uma das adaptações do corpo humano ao calor e um grupo de pessoas mais suscetíveis aos riscos das altas temperaturas.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A fome e a mente
A fome, uma das necessidades mais básicas do ser humano, é capaz de exercer um profundo impacto em nossa mente e em nosso comportamento. Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas que distorcem nossa percepção da realidade e influencia nosso comportamento de maneira surpreendente.
Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões. Isso ocorre porque o cérebro prioriza a busca por comida quando a fome se torna intensa, desviando recursos cognitivos de outras funções.
Além disso, a fome distorce nossa percepção das prioridades. Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação, muitas vezes obscurecendo nossa capacidade de avaliar outras situações ou necessidades, como abrigo, segurança ou relacionamentos pessoais. A fome cria uma mentalidade de sobrevivência imediata, de maneira que a busca desesperada por comida se torna o foco exclusivo.
A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e essas emoções distorcem nossa capacidade de se comunicar eficazmente com os outros. Relações interpessoais podem ser afetadas negativamente, tornando-se tensas e conflituosas.
Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal. Essas condições são uma manifestação extrema de como a fome afeta a mente e o comportamento.
É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis e à insegurança alimentar.
Para combater seus efeitos, é essencial promover o acesso universal a alimentos nutritivos e à educação sobre alimentação saudável. Além disso, é crucial abordar as questões subjacentes, como desigualdade econômica e social.
(Baseado no texto Como a fome pode distorcer sua mente. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv 21k907zv8o. Adaptado)
Além disso, é crucial abordar as questões 'subjacentes', como desigualdade econômica e social.
O sinônimo do vocábulo destacado é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A fome e a mente
A fome, uma das necessidades mais básicas do ser humano, é capaz de exercer um profundo impacto em nossa mente e em nosso comportamento. Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas que distorcem nossa percepção da realidade e influencia nosso comportamento de maneira surpreendente.
Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões. Isso ocorre porque o cérebro prioriza a busca por comida quando a fome se torna intensa, desviando recursos cognitivos de outras funções.
Além disso, a fome distorce nossa percepção das prioridades. Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação, muitas vezes obscurecendo nossa capacidade de avaliar outras situações ou necessidades, como abrigo, segurança ou relacionamentos pessoais. A fome cria uma mentalidade de sobrevivência imediata, de maneira que a busca desesperada por comida se torna o foco exclusivo.
A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e essas emoções distorcem nossa capacidade de se comunicar eficazmente com os outros. Relações interpessoais podem ser afetadas negativamente, tornando-se tensas e conflituosas.
Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal. Essas condições são uma manifestação extrema de como a fome afeta a mente e o comportamento.
É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis e à insegurança alimentar.
Para combater seus efeitos, é essencial promover o acesso universal a alimentos nutritivos e à educação sobre alimentação saudável. Além disso, é crucial abordar as questões subjacentes, como desigualdade econômica e social.
(Baseado no texto Como a fome pode distorcer sua mente. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv 21k907zv8o. Adaptado)
Você já deve ter experimentado aquela irritação que vem quando estamos com fome. Estudos mostram que a atenção e a flexibilidade cognitiva são particularmente afetadas no jejum.
Assinale a opção correta de acordo com o texto base.
Com base nas informações apresentadas no texto sobre os efeitos do calor excessivo no organismo humano, escolha a alternativa correta que descreve uma das adaptações do corpo humano ao calor e um grupo de pessoas mais suscetíveis aos riscos das altas temperaturas.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ciclone no Sul: tempestades devastadoras
Inundações causadas por fortes chuvas e por um ciclone extratropical nos últimos dias deixaram quarenta e uma pessoas mortas no Rio Grande do Sul e uma em Santa Catarina, segundo informações divulgadas das defesas civis dos Estados.
Mais de dez mil pessoas estão desalojadas ou desabrigadas no Rio Grande do Sul.
Há registro de vinte e cinco pessoas desaparecidas, nas cidades de Arroio do Meio, Lajeado e Muçum.
O governador Eduardo Leite tem acompanhado os trabalhos de resgate e disse que esta é a maior tragédia climática que já atingiu o Estado.
No Rio Grande do Sul, óbitos foram registrados nos municípios de: Cruzeiro do Sul; Encantado; Estrela; Ibiraiaras; Imigrante; Lajeado; Mato Castelhano; Muçum; Passo Fundo; Roca Sales; e Santa Tereza.
A tormenta também causou uma morte no Estado vizinho Santa Catarina — a de um motorista cujo carro foi atingido por uma árvore durante a ventania e as chuvas.
Por conta de alagamentos, dezenas de estradas e rodovias do estado estão bloqueadas. Cinco aeronaves da Força Aérea, Polícia Militar e Bombeiros estão sendo utilizadas para auxiliar nos resgates das cidades afetadas.
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul alerta para a possibilidade de temporais, descargas elétricas, eventual queda de granizo e rajadas de vento.
"A causa da chuva foi uma frente fria estacionária, por isso choveu no fim de semana inteiro. Na segunda-feira, coincidiu uma área de baixa pressão na alta atmosfera. Essa combinação derivou na formação de um ciclone extratropical, que rapidamente se encaminhou para o oceano. Ou seja, ele foi a consequência e não a causa da chuva", explica Seluchi.
Ciclones extratropicais como esse se formam praticamente todas as semanas no Oceano Atlântico, segundo meteorologistas.
Eles são centros de baixa pressão atmosférica que se formam fora dos trópicos, em médias e altas latitudes, segundo explica Estael Sias, meteorologista da empresa MetSul Meteorologia.
Comuns na história climática brasileira, esses fenômenos costumam se formar no extremo sul do país, entre o Rio Grande do Sul e os países vizinhos Argentina e Uruguai.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd10r9l3g7yo. Adaptado.
A causa da chuva foi uma frente fria estacionária, por isso choveu no fim de semana inteiro. Na segunda-feira, coincidiu uma área de baixa pressão na alta atmosfera.
Assinale a opção correta de acordo com o texto base.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ciclone no Sul: tempestades devastadoras
Inundações causadas por fortes chuvas e por um ciclone extratropical nos últimos dias deixaram quarenta e uma pessoas mortas no Rio Grande do Sul e uma em Santa Catarina, segundo informações divulgadas das defesas civis dos Estados.
Mais de dez mil pessoas estão desalojadas ou desabrigadas no Rio Grande do Sul.
Há registro de vinte e cinco pessoas desaparecidas, nas cidades de Arroio do Meio, Lajeado e Muçum.
O governador Eduardo Leite tem acompanhado os trabalhos de resgate e disse que esta é a maior tragédia climática que já atingiu o Estado.
No Rio Grande do Sul, óbitos foram registrados nos municípios de: Cruzeiro do Sul; Encantado; Estrela; Ibiraiaras; Imigrante; Lajeado; Mato Castelhano; Muçum; Passo Fundo; Roca Sales; e Santa Tereza.
A tormenta também causou uma morte no Estado vizinho Santa Catarina — a de um motorista cujo carro foi atingido por uma árvore durante a ventania e as chuvas.
Por conta de alagamentos, dezenas de estradas e rodovias do estado estão bloqueadas. Cinco aeronaves da Força Aérea, Polícia Militar e Bombeiros estão sendo utilizadas para auxiliar nos resgates das cidades afetadas.
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul alerta para a possibilidade de temporais, descargas elétricas, eventual queda de granizo e rajadas de vento.
"A causa da chuva foi uma frente fria estacionária, por isso choveu no fim de semana inteiro. Na segunda-feira, coincidiu uma área de baixa pressão na alta atmosfera. Essa combinação derivou na formação de um ciclone extratropical, que rapidamente se encaminhou para o oceano. Ou seja, ele foi a consequência e não a causa da chuva", explica Seluchi.
Ciclones extratropicais como esse se formam praticamente todas as semanas no Oceano Atlântico, segundo meteorologistas.
Eles são centros de baixa pressão atmosférica que se formam fora dos trópicos, em médias e altas latitudes, segundo explica Estael Sias, meteorologista da empresa MetSul Meteorologia.
Comuns na história climática brasileira, esses fenômenos costumam se formar no extremo sul do país, entre o Rio Grande do Sul e os países vizinhos Argentina e Uruguai.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd10r9l3g7yo. Adaptado.
"Estamos consternados com a gravidade desse evento climático e mobilizados para salvar todos que ainda correm perigo", escreveu Leite nas redes sociais.
Assinale a opção correta de acordo com o texto base.
Com base no texto fornecido, o que motivou a realização das operações de fumacê em Paris e em Colombes, na França?
Analise a charge abaixo:

(Disponível em: https://www.ifpb.edu.br/ead/assuntos/charges)
De acordo com a charge, é correto afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A planta amazônica que virou a espécie invasora mais dominante do planeta
Os incêndios no Havaí deixaram centenas de mortos e imagens desoladoras numa das paisagens mais idílicas do planeta. Mas também destacaram um fator que estaria por trás dos incêndios florestais que, como o que ocorreu no Havaí, se repetem em todo o mundo: a presença de plantas exóticas invasoras.
De acordo com um relatório recente apoiado pela ONU, essas plantas fazem parte do grupo de espécies que estão relacionadas a 60% das extinções de plantas e animais a nível mundial.
Como elas são estranhas aos ecossistemas invadidos, elas prejudicam a natureza local, abalam cadeias alimentares e ameaçam a saúde humana a um custo estimado em US$ 423 bilhões, aponta o relatório, com base em dados de 2019.
Segundo os especialistas, as plantas invasoras amplificam os efeitos que as alterações climáticas causam no planeta.
"A ação de plantas invasoras resulta em incêndios mais intensos e frequentes, como alguns dos devastadores ocorridos recentemente em todo o mundo, libertando ainda mais dióxido de carbono na atmosfera", observa o relatório.
E, entre essas plantas, há uma que predomina sobre as demais espécies: a pontederia crassipes, mais conhecida como jacinto-de-água ou aguapé.
Originária da América do Sul, especialmente da região amazônica, ela é a espécie terrestre invasora exótica mais difundida.
"Com o aumento do uso da terra para a produção agroindustrial, aumenta também o uso de plantas exóticas que acabam se tornando invasoras, como estamos vendo em todo o planeta", diz a professora Helen Roy, especialista em plantas invasoras e membro do Centro Britânico de Ecologia e Hidrologia.
Roy, que liderou o relatório feito à ONU, salienta que essa planta em particular causou efeitos profundos em diferentes regiões, como o Lago Vitória, na África.
"O lago, uma das principais fontes de alimento de milhões de pessoas, ficara sem peixes, mais especificamente a tilápia, porque o aguapé absorve nutrientes essenciais para os animais que vivem ali", explica.
E essa planta, que também é reconhecida pela beleza da sua flor, já chegou a muitas regiões onde causou graves e diversos danos.
A expansão de plantas invasoras é considerada crítica por cientistas e ambientalistas.
"É uma situação que afeta toda a sociedade em diferentes níveis, independentemente da sua origem ou status: atacam o centro dos habitats e as cadeias de abastecimento que saem do ambiente", explica Roy.
A principal solução é a prevenção no manejo de plantas destinadas à exportação ou importação.
"É preciso levar em conta que muitas dessas plantas que hoje são invasoras foram trazidas para proporcionar algum benefício às pessoas. O problema é que não se teve cuidado com os efeitos que isso poderia causar", diz Roy.
Por essa razão, tanto Roy como Puchard avaliam que a prevenção e o controle da flora e da fauna nas fronteiras é uma das medidas mais eficazes que podem ser implementadas para prevenir a chegada de espécies invasoras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c727vygjx8jo. Adaptado.
De acordo com as informações apresentadas no texto, a principal razão pela qual essas plantas são consideradas uma ameaça significativa para a biodiversidade e ecossistemas é porque elas:
Leia o texto para responder a questão.
Falta de reconhecimento leva mais profissionais experientes a pedir demissão
Falta de reconhecimento é o principal motivo que leva profissionais com mais experiência a pedir demissão, indica um estudo da empresa de tecnologia para recursos humanos Pulses com dados de mais de 145 mil funcionários de empresas no Brasil.
Segundo a pesquisa, a que VOCÊ RH teve acesso com exclusividade, quando não se sentem reconhecidos e valorizados pela companhia ou quando não veem perspectivas de crescimento, os profissionais apresentam cinco vezes mais risco de pedir demissão. Se acreditam que as recompensas recebidas pelos seus esforços não são justas, o risco é 2,5 vezes maior.
Para a geração X, reconhecimento é importante. Esses profissionais costumam ocupar cargos de maior responsabilidade, então, é natural que direcionem suas energias para dar continuidade ao desenvolvimento que já conquistaram. Concorda?
Veja mais sobre o estudo clicando no link da bio e depois sobre a imagem que ilustra esta postagem.
Disponível em https://www.instagram.com/p/CmwME20OGfk/
Leia o texto para responder a questão.
Falta de reconhecimento leva mais profissionais experientes a pedir demissão
Falta de reconhecimento é o principal motivo que leva profissionais com mais experiência a pedir demissão, indica um estudo da empresa de tecnologia para recursos humanos Pulses com dados de mais de 145 mil funcionários de empresas no Brasil.
Segundo a pesquisa, a que VOCÊ RH teve acesso com exclusividade, quando não se sentem reconhecidos e valorizados pela companhia ou quando não veem perspectivas de crescimento, os profissionais apresentam cinco vezes mais risco de pedir demissão. Se acreditam que as recompensas recebidas pelos seus esforços não são justas, o risco é 2,5 vezes maior.
Para a geração X, reconhecimento é importante. Esses profissionais costumam ocupar cargos de maior responsabilidade, então, é natural que direcionem suas energias para dar continuidade ao desenvolvimento que já conquistaram. Concorda?
Veja mais sobre o estudo clicando no link da bio e depois sobre a imagem que ilustra esta postagem.
Disponível em https://www.instagram.com/p/CmwME20OGfk/
Leia o texto para responder a questão.
Falta de reconhecimento leva mais profissionais experientes a pedir demissão
Falta de reconhecimento é o principal motivo que leva profissionais com mais experiência a pedir demissão, indica um estudo da empresa de tecnologia para recursos humanos Pulses com dados de mais de 145 mil funcionários de empresas no Brasil.
Segundo a pesquisa, a que VOCÊ RH teve acesso com exclusividade, quando não se sentem reconhecidos e valorizados pela companhia ou quando não veem perspectivas de crescimento, os profissionais apresentam cinco vezes mais risco de pedir demissão. Se acreditam que as recompensas recebidas pelos seus esforços não são justas, o risco é 2,5 vezes maior.
Para a geração X, reconhecimento é importante. Esses profissionais costumam ocupar cargos de maior responsabilidade, então, é natural que direcionem suas energias para dar continuidade ao desenvolvimento que já conquistaram. Concorda?
Veja mais sobre o estudo clicando no link da bio e depois sobre a imagem que ilustra esta postagem.
Disponível em https://www.instagram.com/p/CmwME20OGfk/
Leia o texto para responder as questões.
A falácia da "Supermulher"
Por Tijana Jankovic
Você já acordou no meio da noite e não conseguiu mais dormir, pensando em todas as tarefas importantes do dia seguinte (que não cabem nas horas úteis)? Já entrou na primeira reunião, às 9h, atrasada, um pouco descabelada, maquiada pela metade e com a sensação de que um caminhão passou por cima de você? Já tentou várias metodologias, tipo "O Clube das 5 da manhã", "7 hábitos de pessoas eficientes", convencida a encontrar um jeito de dar conta de tudo? Vive diariamente uma relação de amor e ódio com a babá dos seus filhos, porque não consegue imaginar a sua vida sem ela, mas detesta os momentos que ela passa com eles, pois deveriam ser seus?
Se você respondeu sim para uma ou mais situações descritas acima - Atenção! Você pode estar sofrendo da síndrome de "Supermulher" - condição altamente contagiosa e de caráter crônico. Diferentes tratamentos estão em fase de testes, porém nada muito resolutivo.
Enquanto celebramos as conquistas de liberdade intelectual, sexual e financeira feminina, pela qual duramente anos lutamos - e reconhecemos quanto chão ainda tem por andar - é importante refletir também sobre a mecânica de como chegamos lá. No fim das contas, a "matemática" é muito mais sobre adição de responsabilidades, do que substituição. Na prática, não deixamos de ser cobradas para sermos mães presentes, boas esposas e por cuidar do lar, como as "CEOs do lar". Agora, além de tudo, precisamos ser excelentes profissionais, musas fitness, fazer cursos e pós-graduações, estar a par de novas tendências. Também não temos o direito de ser "básicas": é necessário sempre surpreender, praticar pelo menos um hobby, o que vai nos tornar mais interessantes.
E, a partir disso, não sei o que me traz mais pavor: a caixa de e-mails com 3 dígitos de e-mails não lidos, o grupo do WhatsApp das mães da escola, que estão mais engajadas do que consigo ser, ou o bom e velho FOMO ("fear of missing out" - medo de estar perdendo algo) do Instagram, mostrando amigos espalhados pelo mundo vivendo aventuras incríveis. E não falo unicamente do velho problema de conciliação entre maternidade e carreira executiva ou empreendedorismo. Vejo amigas e colegas solteiras sofrendo a mesma pressão - às vezes, até pior - porque, enquanto mulheres que ocupam a função de mães estão parcialmente perdoadas por perderem eventos sociais do trabalho ou atrasos devido a emergências familiares, a mulher solteira, sem filhos, "pura carreirista", tem ainda menos direito de falhar. Se não escolheu o matrimônio ou a maternidade, precisa ter uma vida social nos níveis de Sex & the City, estar disponível 24x7 para todos e compensar o seu "dever com a sociedade", por exemplo, com trabalho humanitário/social para não parecer egoísta.
[...]
Disponível em https://epocanegocios.globo.com/colunas/malabarista/coluna/2023/09/a-falacia-da-supermulher.ghtml