Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 54.333 questões

Q4131603 Português
Os biomas brasileiros apresentam grande _____ ecológica e desempenham funções essenciais para o equilíbrio ambiental. A _____ desses espaços está diretamente relacionada à manutenção da biodiversidade e ao _____, sendo tema central nas discussões sobre sustentabilidade.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas acima.
Alternativas
Q4131593 Português
O que é a infecção pelo vírus Nipah?

A infecção pelo vírus Nipah é uma doença zoonótica (transmitida aos seres humanos por animais), embora também possa ser passada através de alimentos contaminados ou diretamente de pessoa para pessoa, explica a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em infectados, o Nipah causa uma série de problemas, desde infecção assintomática até doença respiratória aguda e encefalite fatal. O vírus também pode causar doenças graves em animais, como porcos.

De acordo com a organização, os morcegos frugívoros da família Pteropodidae, em particular as espécies pertencentes ao gênero Pteropus, são os hospedeiros naturais desse vírus. Aparentemente, ele não causa grandes problemas de saúde nesses animais.

De acordo com a OMS, o período de incubação (intervalo entre a infecção e o início dos sintomas) varia de 4 a 14 dias, mas já foram registrados casos de até 45 dias.

A infecção em pessoas pode se apresentar desde de forma assintomática ou causar sintomas potencialmente graves.

Os indivíduos infectados inicialmente apresentam os seguintes sintomas: febre, dor de cabeça, mialgia (dor muscular), vômito e dor de garganta. Isso pode ser seguido por tontura, sonolência, alteração da consciência e sinais neurológicos que indicam encefalite aguda.

Algumas pessoas também podem apresentar pneumonia e problemas respiratórios graves, inclusive dificuldade respiratória aguda. A encefalite e as convulsões geralmente ocorrem em casos graves.

Atualmente, ainda não há medicamentos ou vacinas contra a infecção pelo vírus Nipah, alerta a OMS;

No entanto, existem algumas medidas preventivas, como limpar e desinfetar os ambientes onde vivem os porcos, evitar contato físico desprotegido com pessoas infectadas e lavar as mãos.

"Embora o vírus tenha provocado apenas alguns surtos conhecidos na Ásia, ele infecta uma grande variedade de animais e pode levar a sintomas graves e morte em humanos, o que o torna uma preocupação de saúde pública", diz a agência.

A taxa de mortalidade de casos de infecção pelo vírus Nipah é estimada em 40% a 75%, mas pode variar de um surto para outro, dependendo da vigilância e do manejo clínico nas áreas afetadas.

A maioria das pessoas se recupera totalmente, embora algumas fiquem com distúrbios neurológicos após a encefalite aguda.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/09/nipah-o-quee-o-virus-potencialmente-fatal-detectado-na-india 
Ao descrever os sintomas da infecção, o texto evidencia a complexidade do quadro clínico, que pode variar significativamente entre os indivíduos. Essa variação é um elemento importante para compreender os riscos associados ao vírus. Com base nisso, identifique a alternativa que expressa essa característica.
Alternativas
Q4131592 Português
O que é a infecção pelo vírus Nipah?

A infecção pelo vírus Nipah é uma doença zoonótica (transmitida aos seres humanos por animais), embora também possa ser passada através de alimentos contaminados ou diretamente de pessoa para pessoa, explica a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em infectados, o Nipah causa uma série de problemas, desde infecção assintomática até doença respiratória aguda e encefalite fatal. O vírus também pode causar doenças graves em animais, como porcos.

De acordo com a organização, os morcegos frugívoros da família Pteropodidae, em particular as espécies pertencentes ao gênero Pteropus, são os hospedeiros naturais desse vírus. Aparentemente, ele não causa grandes problemas de saúde nesses animais.

De acordo com a OMS, o período de incubação (intervalo entre a infecção e o início dos sintomas) varia de 4 a 14 dias, mas já foram registrados casos de até 45 dias.

A infecção em pessoas pode se apresentar desde de forma assintomática ou causar sintomas potencialmente graves.

Os indivíduos infectados inicialmente apresentam os seguintes sintomas: febre, dor de cabeça, mialgia (dor muscular), vômito e dor de garganta. Isso pode ser seguido por tontura, sonolência, alteração da consciência e sinais neurológicos que indicam encefalite aguda.

Algumas pessoas também podem apresentar pneumonia e problemas respiratórios graves, inclusive dificuldade respiratória aguda. A encefalite e as convulsões geralmente ocorrem em casos graves.

Atualmente, ainda não há medicamentos ou vacinas contra a infecção pelo vírus Nipah, alerta a OMS;

No entanto, existem algumas medidas preventivas, como limpar e desinfetar os ambientes onde vivem os porcos, evitar contato físico desprotegido com pessoas infectadas e lavar as mãos.

"Embora o vírus tenha provocado apenas alguns surtos conhecidos na Ásia, ele infecta uma grande variedade de animais e pode levar a sintomas graves e morte em humanos, o que o torna uma preocupação de saúde pública", diz a agência.

A taxa de mortalidade de casos de infecção pelo vírus Nipah é estimada em 40% a 75%, mas pode variar de um surto para outro, dependendo da vigilância e do manejo clínico nas áreas afetadas.

A maioria das pessoas se recupera totalmente, embora algumas fiquem com distúrbios neurológicos após a encefalite aguda.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/09/nipah-o-quee-o-virus-potencialmente-fatal-detectado-na-india 
O texto apresenta dados sobre prevenção e tratamento, indicando o estágio atual do conhecimento científico sobre o vírus. Essa abordagem permite compreender os desafios enfrentados no controle da doença. Considerando essas informações, identifique a alternativa que representa essa situação.
Alternativas
Q4131591 Português
O que é a infecção pelo vírus Nipah?

A infecção pelo vírus Nipah é uma doença zoonótica (transmitida aos seres humanos por animais), embora também possa ser passada através de alimentos contaminados ou diretamente de pessoa para pessoa, explica a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em infectados, o Nipah causa uma série de problemas, desde infecção assintomática até doença respiratória aguda e encefalite fatal. O vírus também pode causar doenças graves em animais, como porcos.

De acordo com a organização, os morcegos frugívoros da família Pteropodidae, em particular as espécies pertencentes ao gênero Pteropus, são os hospedeiros naturais desse vírus. Aparentemente, ele não causa grandes problemas de saúde nesses animais.

De acordo com a OMS, o período de incubação (intervalo entre a infecção e o início dos sintomas) varia de 4 a 14 dias, mas já foram registrados casos de até 45 dias.

A infecção em pessoas pode se apresentar desde de forma assintomática ou causar sintomas potencialmente graves.

Os indivíduos infectados inicialmente apresentam os seguintes sintomas: febre, dor de cabeça, mialgia (dor muscular), vômito e dor de garganta. Isso pode ser seguido por tontura, sonolência, alteração da consciência e sinais neurológicos que indicam encefalite aguda.

Algumas pessoas também podem apresentar pneumonia e problemas respiratórios graves, inclusive dificuldade respiratória aguda. A encefalite e as convulsões geralmente ocorrem em casos graves.

Atualmente, ainda não há medicamentos ou vacinas contra a infecção pelo vírus Nipah, alerta a OMS;

No entanto, existem algumas medidas preventivas, como limpar e desinfetar os ambientes onde vivem os porcos, evitar contato físico desprotegido com pessoas infectadas e lavar as mãos.

"Embora o vírus tenha provocado apenas alguns surtos conhecidos na Ásia, ele infecta uma grande variedade de animais e pode levar a sintomas graves e morte em humanos, o que o torna uma preocupação de saúde pública", diz a agência.

A taxa de mortalidade de casos de infecção pelo vírus Nipah é estimada em 40% a 75%, mas pode variar de um surto para outro, dependendo da vigilância e do manejo clínico nas áreas afetadas.

A maioria das pessoas se recupera totalmente, embora algumas fiquem com distúrbios neurológicos após a encefalite aguda.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/09/nipah-o-quee-o-virus-potencialmente-fatal-detectado-na-india 
O texto apresenta informações sobre o vírus Nipah, destacando suas formas de transmissão e impacto na saúde humana e animal. A exposição inicial busca situar o leitor quanto à natureza da doença e seus meios de propagação. Considerando esse contexto, identifique a alternativa que sintetiza as formas de transmissão mencionadas no texto. 
Alternativas
Q4131590 Português
O que é a infecção pelo vírus Nipah?

A infecção pelo vírus Nipah é uma doença zoonótica (transmitida aos seres humanos por animais), embora também possa ser passada através de alimentos contaminados ou diretamente de pessoa para pessoa, explica a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em infectados, o Nipah causa uma série de problemas, desde infecção assintomática até doença respiratória aguda e encefalite fatal. O vírus também pode causar doenças graves em animais, como porcos.

De acordo com a organização, os morcegos frugívoros da família Pteropodidae, em particular as espécies pertencentes ao gênero Pteropus, são os hospedeiros naturais desse vírus. Aparentemente, ele não causa grandes problemas de saúde nesses animais.

De acordo com a OMS, o período de incubação (intervalo entre a infecção e o início dos sintomas) varia de 4 a 14 dias, mas já foram registrados casos de até 45 dias.

A infecção em pessoas pode se apresentar desde de forma assintomática ou causar sintomas potencialmente graves.

Os indivíduos infectados inicialmente apresentam os seguintes sintomas: febre, dor de cabeça, mialgia (dor muscular), vômito e dor de garganta. Isso pode ser seguido por tontura, sonolência, alteração da consciência e sinais neurológicos que indicam encefalite aguda.

Algumas pessoas também podem apresentar pneumonia e problemas respiratórios graves, inclusive dificuldade respiratória aguda. A encefalite e as convulsões geralmente ocorrem em casos graves.

Atualmente, ainda não há medicamentos ou vacinas contra a infecção pelo vírus Nipah, alerta a OMS;

No entanto, existem algumas medidas preventivas, como limpar e desinfetar os ambientes onde vivem os porcos, evitar contato físico desprotegido com pessoas infectadas e lavar as mãos.

"Embora o vírus tenha provocado apenas alguns surtos conhecidos na Ásia, ele infecta uma grande variedade de animais e pode levar a sintomas graves e morte em humanos, o que o torna uma preocupação de saúde pública", diz a agência.

A taxa de mortalidade de casos de infecção pelo vírus Nipah é estimada em 40% a 75%, mas pode variar de um surto para outro, dependendo da vigilância e do manejo clínico nas áreas afetadas.

A maioria das pessoas se recupera totalmente, embora algumas fiquem com distúrbios neurológicos após a encefalite aguda.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/09/nipah-o-quee-o-virus-potencialmente-fatal-detectado-na-india 
Acerca dos impactos provocados pela doença, identifique a alternativa correta.
Alternativas
Q4131574 Português
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) aplica-se à educação escolar, conforme definida no § 1º do art. 1º da Lei nº 9.394/1996 (LDB), e orienta-se por princípios (I) que visam à formação humana integral e à construção de uma sociedade (II), conforme fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCN).
Assinale a alternativa que substitui corretamente os itens I e II do texto. 
Alternativas
Q4131569 Português
Os biomas brasileiros apresentam grande _____ ecológica e desempenham funções essenciais para o equilíbrio ambiental. A _____ desses espaços está diretamente relacionada à manutenção da biodiversidade e ao _____, sendo tema central nas discussões sobre sustentabilidade.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas acima.
Alternativas
Q4131558 Português
O que é a infecção pelo vírus Nipah?

A infecção pelo vírus Nipah é uma doença zoonótica (transmitida aos seres humanos por animais), embora também possa ser passada através de alimentos contaminados ou diretamente de pessoa para pessoa, explica a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em infectados, o Nipah causa uma série de problemas, desde infecção assintomática até doença respiratória aguda e encefalite fatal. O vírus também pode causar doenças graves em animais, como porcos.

De acordo com a organização, os morcegos frugívoros da família Pteropodidae, em particular as espécies pertencentes ao gênero Pteropus, são os hospedeiros naturais desse vírus. Aparentemente, ele não causa grandes problemas de saúde nesses animais.

De acordo com a OMS, o período de incubação (intervalo entre a infecção e o início dos sintomas) varia de 4 a 14 dias, mas já foram registrados casos de até 45 dias.

A infecção em pessoas pode se apresentar desde de forma assintomática ou causar sintomas potencialmente graves.

Os indivíduos infectados inicialmente apresentam os seguintes sintomas: febre, dor de cabeça, mialgia (dor muscular), vômito e dor de garganta. Isso pode ser seguido por tontura, sonolência, alteração da consciência e sinais neurológicos que indicam encefalite aguda.

Algumas pessoas também podem apresentar pneumonia e problemas respiratórios graves, inclusive dificuldade respiratória aguda. A encefalite e as convulsões geralmente ocorrem em casos graves.

Atualmente, ainda não há medicamentos ou vacinas contra a infecção pelo vírus Nipah, alerta a OMS;

No entanto, existem algumas medidas preventivas, como limpar e desinfetar os ambientes onde vivem os porcos, evitar contato físico desprotegido com pessoas infectadas e lavar as mãos.

"Embora o vírus tenha provocado apenas alguns surtos conhecidos na Ásia, ele infecta uma grande variedade de animais e pode levar a sintomas graves e morte em humanos, o que o torna uma preocupação de saúde pública", diz a agência.

A taxa de mortalidade de casos de infecção pelo vírus Nipah é estimada em 40% a 75%, mas pode variar de um surto para outro, dependendo da vigilância e do manejo clínico nas áreas afetadas.

A maioria das pessoas se recupera totalmente, embora algumas fiquem com distúrbios neurológicos após a encefalite aguda.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/09/nipah-o-quee-o-virus-potencialmente-fatal-detectado-na-india 
Ao descrever os sintomas da infecção, o texto evidencia a complexidade do quadro clínico, que pode variar significativamente entre os indivíduos. Essa variação é um elemento importante para compreender os riscos associados ao vírus. Com base nisso, identifique a alternativa que expressa essa característica.
Alternativas
Q4131557 Português
O que é a infecção pelo vírus Nipah?

A infecção pelo vírus Nipah é uma doença zoonótica (transmitida aos seres humanos por animais), embora também possa ser passada através de alimentos contaminados ou diretamente de pessoa para pessoa, explica a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em infectados, o Nipah causa uma série de problemas, desde infecção assintomática até doença respiratória aguda e encefalite fatal. O vírus também pode causar doenças graves em animais, como porcos.

De acordo com a organização, os morcegos frugívoros da família Pteropodidae, em particular as espécies pertencentes ao gênero Pteropus, são os hospedeiros naturais desse vírus. Aparentemente, ele não causa grandes problemas de saúde nesses animais.

De acordo com a OMS, o período de incubação (intervalo entre a infecção e o início dos sintomas) varia de 4 a 14 dias, mas já foram registrados casos de até 45 dias.

A infecção em pessoas pode se apresentar desde de forma assintomática ou causar sintomas potencialmente graves.

Os indivíduos infectados inicialmente apresentam os seguintes sintomas: febre, dor de cabeça, mialgia (dor muscular), vômito e dor de garganta. Isso pode ser seguido por tontura, sonolência, alteração da consciência e sinais neurológicos que indicam encefalite aguda.

Algumas pessoas também podem apresentar pneumonia e problemas respiratórios graves, inclusive dificuldade respiratória aguda. A encefalite e as convulsões geralmente ocorrem em casos graves.

Atualmente, ainda não há medicamentos ou vacinas contra a infecção pelo vírus Nipah, alerta a OMS;

No entanto, existem algumas medidas preventivas, como limpar e desinfetar os ambientes onde vivem os porcos, evitar contato físico desprotegido com pessoas infectadas e lavar as mãos.

"Embora o vírus tenha provocado apenas alguns surtos conhecidos na Ásia, ele infecta uma grande variedade de animais e pode levar a sintomas graves e morte em humanos, o que o torna uma preocupação de saúde pública", diz a agência.

A taxa de mortalidade de casos de infecção pelo vírus Nipah é estimada em 40% a 75%, mas pode variar de um surto para outro, dependendo da vigilância e do manejo clínico nas áreas afetadas.

A maioria das pessoas se recupera totalmente, embora algumas fiquem com distúrbios neurológicos após a encefalite aguda.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/09/nipah-o-quee-o-virus-potencialmente-fatal-detectado-na-india 
O texto apresenta informações sobre o vírus Nipah, destacando suas formas de transmissão e impacto na saúde humana e animal. A exposição inicial busca situar o leitor quanto à natureza da doença e seus meios de propagação. Considerando esse contexto, identifique a alternativa que sintetiza as formas de transmissão mencionadas no texto.
Alternativas
Q4131556 Português
O que é a infecção pelo vírus Nipah?

A infecção pelo vírus Nipah é uma doença zoonótica (transmitida aos seres humanos por animais), embora também possa ser passada através de alimentos contaminados ou diretamente de pessoa para pessoa, explica a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em infectados, o Nipah causa uma série de problemas, desde infecção assintomática até doença respiratória aguda e encefalite fatal. O vírus também pode causar doenças graves em animais, como porcos.

De acordo com a organização, os morcegos frugívoros da família Pteropodidae, em particular as espécies pertencentes ao gênero Pteropus, são os hospedeiros naturais desse vírus. Aparentemente, ele não causa grandes problemas de saúde nesses animais.

De acordo com a OMS, o período de incubação (intervalo entre a infecção e o início dos sintomas) varia de 4 a 14 dias, mas já foram registrados casos de até 45 dias.

A infecção em pessoas pode se apresentar desde de forma assintomática ou causar sintomas potencialmente graves.

Os indivíduos infectados inicialmente apresentam os seguintes sintomas: febre, dor de cabeça, mialgia (dor muscular), vômito e dor de garganta. Isso pode ser seguido por tontura, sonolência, alteração da consciência e sinais neurológicos que indicam encefalite aguda.

Algumas pessoas também podem apresentar pneumonia e problemas respiratórios graves, inclusive dificuldade respiratória aguda. A encefalite e as convulsões geralmente ocorrem em casos graves.

Atualmente, ainda não há medicamentos ou vacinas contra a infecção pelo vírus Nipah, alerta a OMS;

No entanto, existem algumas medidas preventivas, como limpar e desinfetar os ambientes onde vivem os porcos, evitar contato físico desprotegido com pessoas infectadas e lavar as mãos.

"Embora o vírus tenha provocado apenas alguns surtos conhecidos na Ásia, ele infecta uma grande variedade de animais e pode levar a sintomas graves e morte em humanos, o que o torna uma preocupação de saúde pública", diz a agência.

A taxa de mortalidade de casos de infecção pelo vírus Nipah é estimada em 40% a 75%, mas pode variar de um surto para outro, dependendo da vigilância e do manejo clínico nas áreas afetadas.

A maioria das pessoas se recupera totalmente, embora algumas fiquem com distúrbios neurológicos após a encefalite aguda.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/09/nipah-o-quee-o-virus-potencialmente-fatal-detectado-na-india 
Acerca dos impactos provocados pela doença, identifique a alternativa correta. 
Alternativas
Q4131555 Português
O que é a infecção pelo vírus Nipah?

A infecção pelo vírus Nipah é uma doença zoonótica (transmitida aos seres humanos por animais), embora também possa ser passada através de alimentos contaminados ou diretamente de pessoa para pessoa, explica a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em infectados, o Nipah causa uma série de problemas, desde infecção assintomática até doença respiratória aguda e encefalite fatal. O vírus também pode causar doenças graves em animais, como porcos.

De acordo com a organização, os morcegos frugívoros da família Pteropodidae, em particular as espécies pertencentes ao gênero Pteropus, são os hospedeiros naturais desse vírus. Aparentemente, ele não causa grandes problemas de saúde nesses animais.

De acordo com a OMS, o período de incubação (intervalo entre a infecção e o início dos sintomas) varia de 4 a 14 dias, mas já foram registrados casos de até 45 dias.

A infecção em pessoas pode se apresentar desde de forma assintomática ou causar sintomas potencialmente graves.

Os indivíduos infectados inicialmente apresentam os seguintes sintomas: febre, dor de cabeça, mialgia (dor muscular), vômito e dor de garganta. Isso pode ser seguido por tontura, sonolência, alteração da consciência e sinais neurológicos que indicam encefalite aguda.

Algumas pessoas também podem apresentar pneumonia e problemas respiratórios graves, inclusive dificuldade respiratória aguda. A encefalite e as convulsões geralmente ocorrem em casos graves.

Atualmente, ainda não há medicamentos ou vacinas contra a infecção pelo vírus Nipah, alerta a OMS;

No entanto, existem algumas medidas preventivas, como limpar e desinfetar os ambientes onde vivem os porcos, evitar contato físico desprotegido com pessoas infectadas e lavar as mãos.

"Embora o vírus tenha provocado apenas alguns surtos conhecidos na Ásia, ele infecta uma grande variedade de animais e pode levar a sintomas graves e morte em humanos, o que o torna uma preocupação de saúde pública", diz a agência.

A taxa de mortalidade de casos de infecção pelo vírus Nipah é estimada em 40% a 75%, mas pode variar de um surto para outro, dependendo da vigilância e do manejo clínico nas áreas afetadas.

A maioria das pessoas se recupera totalmente, embora algumas fiquem com distúrbios neurológicos após a encefalite aguda.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/09/nipah-o-quee-o-virus-potencialmente-fatal-detectado-na-india 
O texto apresenta dados sobre prevenção e tratamento, indicando o estágio atual do conhecimento científico sobre o vírus. Essa abordagem permite compreender os desafios enfrentados no controle da doença. Considerando essas informações, identifique a alternativa que representa essa situação.
Alternativas
Q4131523 Português
Conheça a guabiroba, a potência nativa que é aliada da saúde metabólica

Da mesma família da goiaba, a guabiroba esbanja vitaminas, sais minerais e fitoquímicos. Esse mix tem potencial de blindar as artérias, com impactos positivos no equilíbrio glicêmico e na redução do risco de males cardiovasculares e diabetes. A espécie tem sido analisada por pesquisadores da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), que também estudam outros frutos nativos da Mata Atlântica, caso da jabuticaba, da pitanga e do araçá.

"Entre os destaques da guabiroba estão os fenólicos, sobretudo os flavonoides", conta a engenheira de alimentos Aniela Kempka, professora da Udesc e líder do grupo por trás de um artigo publicado em 2025 no periódico Foods. Por meio de simulação do processo digestivo no laboratório, os cientistas avaliaram o comportamento dessas e demais substâncias vindas tanto do fruto quanto das folhas. "Vários desses compostos permaneceram acessíveis após a digestão simulada", revela Kempka.

Significa que os efeitos benéficos se mantêm no organismo. Os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e elágico, além do kaempferol, da quercetina e da miricetina, são exemplos de fenólicos da guabiroba. Todos apresentam ação antioxidante e há evidências de atuação anti-inflamatória, o que resguarda as artérias.

Os pesquisadores também prepararam um tipo de biscoito com o extrato da espécie (folhas e frutos), que foi oferecido a cães e, entre os achados, observou-se que o alimento age no controle glicêmico, ajudando a modular as taxas de açúcar na circulação. "Ocorreu ainda a redução dos níveis de colesterol total", comenta a pesquisadora.

Tais resultados confirmam indícios, encontrados na literatura científica, de que os flavonoides atuam em prol da saúde metabólica. Contudo, análises em humanos seriam necessárias para confirmar esses achados.

"A guabiroba é uma espécie ainda pouco explorada, seja para a alimentação no dia a dia, seja para o desenvolvimento de alimentos funcionais", afirma a nutricionista Ana Paula Dorta de Freitas, do Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia Iris Rezende Machado (HMAP), gerido pelo Einstein Hospital Israelita. Investigar ingredientes nativos amplifica o repertório alimentar, fortalece cadeias produtivas locais e contribui para modelos de produção sustentáveis. "Trata-se de algo estratégico em differentes perspectivas: científica, nutricional, econômica ou ambiental", analisa Freitas.

Dietas monótonas reduzem a exposição a diferentes micronutrientes e compostos bioativos. "Quando ampliamos a variedade de frutas, verduras, legumes, entre outros alimentos, há o aumento no consumo de fibras, antioxidantes e fitoquímicos, o que impacta positivamente a microbiota intestinal, o metabolismo e a saúde em longo prazo", observa a nutricionista.

Além dessas substâncias, análises da Embrapa Florestas revelam que a guabiroba esbanja vitamina C, a aliada da imunidade; minerais como o potássio, que favorece a pressão arterial; e ainda carotenoides, grupo de pigmentos com potente ação antioxidante. Inclusive, são eles os responsáveis pela cor amarela do fruto.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/conheca-a-guabiroba-a-potencia-n ativa-que-e-aliada-da-saude-metabolica/
Ao apresentar resultados experimentais, o texto introduz evidências obtidas em ambiente controlado, mas também aponta limites para a generalização dessas conclusões. Essa estratégia evidencia o rigor científico da pesquisa. Com base nisso, identifique a alternativa que expressa essa limitação.
Alternativas
Q4131522 Português
Conheça a guabiroba, a potência nativa que é aliada da saúde metabólica

Da mesma família da goiaba, a guabiroba esbanja vitaminas, sais minerais e fitoquímicos. Esse mix tem potencial de blindar as artérias, com impactos positivos no equilíbrio glicêmico e na redução do risco de males cardiovasculares e diabetes. A espécie tem sido analisada por pesquisadores da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), que também estudam outros frutos nativos da Mata Atlântica, caso da jabuticaba, da pitanga e do araçá.

"Entre os destaques da guabiroba estão os fenólicos, sobretudo os flavonoides", conta a engenheira de alimentos Aniela Kempka, professora da Udesc e líder do grupo por trás de um artigo publicado em 2025 no periódico Foods. Por meio de simulação do processo digestivo no laboratório, os cientistas avaliaram o comportamento dessas e demais substâncias vindas tanto do fruto quanto das folhas. "Vários desses compostos permaneceram acessíveis após a digestão simulada", revela Kempka.

Significa que os efeitos benéficos se mantêm no organismo. Os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e elágico, além do kaempferol, da quercetina e da miricetina, são exemplos de fenólicos da guabiroba. Todos apresentam ação antioxidante e há evidências de atuação anti-inflamatória, o que resguarda as artérias.

Os pesquisadores também prepararam um tipo de biscoito com o extrato da espécie (folhas e frutos), que foi oferecido a cães e, entre os achados, observou-se que o alimento age no controle glicêmico, ajudando a modular as taxas de açúcar na circulação. "Ocorreu ainda a redução dos níveis de colesterol total", comenta a pesquisadora.

Tais resultados confirmam indícios, encontrados na literatura científica, de que os flavonoides atuam em prol da saúde metabólica. Contudo, análises em humanos seriam necessárias para confirmar esses achados.

"A guabiroba é uma espécie ainda pouco explorada, seja para a alimentação no dia a dia, seja para o desenvolvimento de alimentos funcionais", afirma a nutricionista Ana Paula Dorta de Freitas, do Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia Iris Rezende Machado (HMAP), gerido pelo Einstein Hospital Israelita. Investigar ingredientes nativos amplifica o repertório alimentar, fortalece cadeias produtivas locais e contribui para modelos de produção sustentáveis. "Trata-se de algo estratégico em differentes perspectivas: científica, nutricional, econômica ou ambiental", analisa Freitas.

Dietas monótonas reduzem a exposição a diferentes micronutrientes e compostos bioativos. "Quando ampliamos a variedade de frutas, verduras, legumes, entre outros alimentos, há o aumento no consumo de fibras, antioxidantes e fitoquímicos, o que impacta positivamente a microbiota intestinal, o metabolismo e a saúde em longo prazo", observa a nutricionista.

Além dessas substâncias, análises da Embrapa Florestas revelam que a guabiroba esbanja vitamina C, a aliada da imunidade; minerais como o potássio, que favorece a pressão arterial; e ainda carotenoides, grupo de pigmentos com potente ação antioxidante. Inclusive, são eles os responsáveis pela cor amarela do fruto.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/conheca-a-guabiroba-a-potencia-n ativa-que-e-aliada-da-saude-metabolica/
A argumentação do texto amplia o foco da análise ao relacionar o consumo da guabiroba com questões alimentares mais amplas, como diversidade nutricional e sustentabilidade. Essa ampliação sugere um impacto que vai além do indivíduo. Considerando essa perspectiva, identifique a alternativa que expressa essa ideia.
Alternativas
Q4131521 Português
Conheça a guabiroba, a potência nativa que é aliada da saúde metabólica

Da mesma família da goiaba, a guabiroba esbanja vitaminas, sais minerais e fitoquímicos. Esse mix tem potencial de blindar as artérias, com impactos positivos no equilíbrio glicêmico e na redução do risco de males cardiovasculares e diabetes. A espécie tem sido analisada por pesquisadores da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), que também estudam outros frutos nativos da Mata Atlântica, caso da jabuticaba, da pitanga e do araçá.

"Entre os destaques da guabiroba estão os fenólicos, sobretudo os flavonoides", conta a engenheira de alimentos Aniela Kempka, professora da Udesc e líder do grupo por trás de um artigo publicado em 2025 no periódico Foods. Por meio de simulação do processo digestivo no laboratório, os cientistas avaliaram o comportamento dessas e demais substâncias vindas tanto do fruto quanto das folhas. "Vários desses compostos permaneceram acessíveis após a digestão simulada", revela Kempka.

Significa que os efeitos benéficos se mantêm no organismo. Os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e elágico, além do kaempferol, da quercetina e da miricetina, são exemplos de fenólicos da guabiroba. Todos apresentam ação antioxidante e há evidências de atuação anti-inflamatória, o que resguarda as artérias.

Os pesquisadores também prepararam um tipo de biscoito com o extrato da espécie (folhas e frutos), que foi oferecido a cães e, entre os achados, observou-se que o alimento age no controle glicêmico, ajudando a modular as taxas de açúcar na circulação. "Ocorreu ainda a redução dos níveis de colesterol total", comenta a pesquisadora.

Tais resultados confirmam indícios, encontrados na literatura científica, de que os flavonoides atuam em prol da saúde metabólica. Contudo, análises em humanos seriam necessárias para confirmar esses achados.

"A guabiroba é uma espécie ainda pouco explorada, seja para a alimentação no dia a dia, seja para o desenvolvimento de alimentos funcionais", afirma a nutricionista Ana Paula Dorta de Freitas, do Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia Iris Rezende Machado (HMAP), gerido pelo Einstein Hospital Israelita. Investigar ingredientes nativos amplifica o repertório alimentar, fortalece cadeias produtivas locais e contribui para modelos de produção sustentáveis. "Trata-se de algo estratégico em differentes perspectivas: científica, nutricional, econômica ou ambiental", analisa Freitas.

Dietas monótonas reduzem a exposição a diferentes micronutrientes e compostos bioativos. "Quando ampliamos a variedade de frutas, verduras, legumes, entre outros alimentos, há o aumento no consumo de fibras, antioxidantes e fitoquímicos, o que impacta positivamente a microbiota intestinal, o metabolismo e a saúde em longo prazo", observa a nutricionista.

Além dessas substâncias, análises da Embrapa Florestas revelam que a guabiroba esbanja vitamina C, a aliada da imunidade; minerais como o potássio, que favorece a pressão arterial; e ainda carotenoides, grupo de pigmentos com potente ação antioxidante. Inclusive, são eles os responsáveis pela cor amarela do fruto.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/conheca-a-guabiroba-a-potencia-n ativa-que-e-aliada-da-saude-metabolica/
O texto apresenta a guabiroba como um alimento funcional, articulando informações científicas e nutricionais para evidenciar seus benefícios. A argumentação parte da composição química do fruto para discutir seus efeitos no organismo. Considerando essa estrutura, identifique a alternativa que sintetiza a relação entre os compostos presentes na guabiroba e seus impactos à saúde.
Alternativas
Q4131520 Português
Conheça a guabiroba, a potência nativa que é aliada da saúde metabólica

Da mesma família da goiaba, a guabiroba esbanja vitaminas, sais minerais e fitoquímicos. Esse mix tem potencial de blindar as artérias, com impactos positivos no equilíbrio glicêmico e na redução do risco de males cardiovasculares e diabetes. A espécie tem sido analisada por pesquisadores da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), que também estudam outros frutos nativos da Mata Atlântica, caso da jabuticaba, da pitanga e do araçá.

"Entre os destaques da guabiroba estão os fenólicos, sobretudo os flavonoides", conta a engenheira de alimentos Aniela Kempka, professora da Udesc e líder do grupo por trás de um artigo publicado em 2025 no periódico Foods. Por meio de simulação do processo digestivo no laboratório, os cientistas avaliaram o comportamento dessas e demais substâncias vindas tanto do fruto quanto das folhas. "Vários desses compostos permaneceram acessíveis após a digestão simulada", revela Kempka.

Significa que os efeitos benéficos se mantêm no organismo. Os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e elágico, além do kaempferol, da quercetina e da miricetina, são exemplos de fenólicos da guabiroba. Todos apresentam ação antioxidante e há evidências de atuação anti-inflamatória, o que resguarda as artérias.

Os pesquisadores também prepararam um tipo de biscoito com o extrato da espécie (folhas e frutos), que foi oferecido a cães e, entre os achados, observou-se que o alimento age no controle glicêmico, ajudando a modular as taxas de açúcar na circulação. "Ocorreu ainda a redução dos níveis de colesterol total", comenta a pesquisadora.

Tais resultados confirmam indícios, encontrados na literatura científica, de que os flavonoides atuam em prol da saúde metabólica. Contudo, análises em humanos seriam necessárias para confirmar esses achados.

"A guabiroba é uma espécie ainda pouco explorada, seja para a alimentação no dia a dia, seja para o desenvolvimento de alimentos funcionais", afirma a nutricionista Ana Paula Dorta de Freitas, do Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia Iris Rezende Machado (HMAP), gerido pelo Einstein Hospital Israelita. Investigar ingredientes nativos amplifica o repertório alimentar, fortalece cadeias produtivas locais e contribui para modelos de produção sustentáveis. "Trata-se de algo estratégico em differentes perspectivas: científica, nutricional, econômica ou ambiental", analisa Freitas.

Dietas monótonas reduzem a exposição a diferentes micronutrientes e compostos bioativos. "Quando ampliamos a variedade de frutas, verduras, legumes, entre outros alimentos, há o aumento no consumo de fibras, antioxidantes e fitoquímicos, o que impacta positivamente a microbiota intestinal, o metabolismo e a saúde em longo prazo", observa a nutricionista.

Além dessas substâncias, análises da Embrapa Florestas revelam que a guabiroba esbanja vitamina C, a aliada da imunidade; minerais como o potássio, que favorece a pressão arterial; e ainda carotenoides, grupo de pigmentos com potente ação antioxidante. Inclusive, são eles os responsáveis pela cor amarela do fruto.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/conheca-a-guabiroba-a-potencia-n ativa-que-e-aliada-da-saude-metabolica/
Ao abordar hábitos alimentares, o texto estabelece uma crítica implícita às dietas pouco variadas, associando-as a prejuízos nutricionais. Essa argumentação reforça a importância da diversidade alimentar. Com base nisso, identifique a alternativa que expressa essa crítica.
Alternativas
Q4131488 Português
Conheça a guabiroba, a potência nativa que é aliada da saúde metabólica

Da mesma família da goiaba, a guabiroba esbanja vitaminas, sais minerais e fitoquímicos. Esse mix tem potencial de blindar as artérias, com impactos positivos no equilíbrio glicêmico e na redução do risco de males cardiovasculares e diabetes. A espécie tem sido analisada por pesquisadores da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), que também estudam outros frutos nativos da Mata Atlântica, caso da jabuticaba, da pitanga e do araçá.

"Entre os destaques da guabiroba estão os fenólicos, sobretudo os flavonoides", conta a engenheira de alimentos Aniela Kempka, professora da Udesc e líder do grupo por trás de um artigo publicado em 2025 no periódico Foods. Por meio de simulação do processo digestivo no laboratório, os cientistas avaliaram o comportamento dessas e demais substâncias vindas tanto do fruto quanto das folhas. "Vários desses compostos permaneceram acessíveis após a digestão simulada", revela Kempka.

Significa que os efeitos benéficos se mantêm no organismo. Os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e elágico, além do kaempferol, da quercetina e da miricetina, são exemplos de fenólicos da guabiroba. Todos apresentam ação antioxidante e há evidências de atuação anti-inflamatória, o que resguarda as artérias.

Os pesquisadores também prepararam um tipo de biscoito com o extrato da espécie (folhas e frutos), que foi oferecido a cães e, entre os achados, observou-se que o alimento age no controle glicêmico, ajudando a modular as taxas de açúcar na circulação. "Ocorreu ainda a redução dos níveis de colesterol total", comenta a pesquisadora.

Tais resultados confirmam indícios, encontrados na literatura científica, de que os flavonoides atuam em prol da saúde metabólica. Contudo, análises em humanos seriam necessárias para confirmar esses achados.

"A guabiroba é uma espécie ainda pouco explorada, seja para a alimentação no dia a dia, seja para o desenvolvimento de alimentos funcionais", afirma a nutricionista Ana Paula Dorta de Freitas, do Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia Iris Rezende Machado (HMAP), gerido pelo Einstein Hospital Israelita. Investigar ingredientes nativos amplifica o repertório alimentar, fortalece cadeias produtivas locais e contribui para modelos de produção sustentáveis. "Trata-se de algo estratégico em differentes perspectivas: científica, nutricional, econômica ou ambiental", analisa Freitas.

Dietas monótonas reduzem a exposição a diferentes micronutrientes e compostos bioativos. "Quando ampliamos a variedade de frutas, verduras, legumes, entre outros alimentos, há o aumento no consumo de fibras, antioxidantes e fitoquímicos, o que impacta positivamente a microbiota intestinal, o metabolismo e a saúde em longo prazo", observa a nutricionista.

Além dessas substâncias, análises da Embrapa Florestas revelam que a guabiroba esbanja vitamina C, a aliada da imunidade; minerais como o potássio, que favorece a pressão arterial; e ainda carotenoides, grupo de pigmentos com potente ação antioxidante. Inclusive, são eles os responsáveis pela cor amarela do fruto.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/conheca-a-guabiroba-a-potencia-n ativa-que-e-aliada-da-saude-metabolica/
Ao apresentar resultados experimentais, o texto introduz evidências obtidas em ambiente controlado, mas também aponta limites para a generalização dessas conclusões. Essa estratégia evidencia o rigor científico da pesquisa. Com base nisso, identifique a alternativa que expressa essa limitação.
Alternativas
Q4131487 Português
Conheça a guabiroba, a potência nativa que é aliada da saúde metabólica

Da mesma família da goiaba, a guabiroba esbanja vitaminas, sais minerais e fitoquímicos. Esse mix tem potencial de blindar as artérias, com impactos positivos no equilíbrio glicêmico e na redução do risco de males cardiovasculares e diabetes. A espécie tem sido analisada por pesquisadores da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), que também estudam outros frutos nativos da Mata Atlântica, caso da jabuticaba, da pitanga e do araçá.

"Entre os destaques da guabiroba estão os fenólicos, sobretudo os flavonoides", conta a engenheira de alimentos Aniela Kempka, professora da Udesc e líder do grupo por trás de um artigo publicado em 2025 no periódico Foods. Por meio de simulação do processo digestivo no laboratório, os cientistas avaliaram o comportamento dessas e demais substâncias vindas tanto do fruto quanto das folhas. "Vários desses compostos permaneceram acessíveis após a digestão simulada", revela Kempka.

Significa que os efeitos benéficos se mantêm no organismo. Os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e elágico, além do kaempferol, da quercetina e da miricetina, são exemplos de fenólicos da guabiroba. Todos apresentam ação antioxidante e há evidências de atuação anti-inflamatória, o que resguarda as artérias.

Os pesquisadores também prepararam um tipo de biscoito com o extrato da espécie (folhas e frutos), que foi oferecido a cães e, entre os achados, observou-se que o alimento age no controle glicêmico, ajudando a modular as taxas de açúcar na circulação. "Ocorreu ainda a redução dos níveis de colesterol total", comenta a pesquisadora.

Tais resultados confirmam indícios, encontrados na literatura científica, de que os flavonoides atuam em prol da saúde metabólica. Contudo, análises em humanos seriam necessárias para confirmar esses achados.

"A guabiroba é uma espécie ainda pouco explorada, seja para a alimentação no dia a dia, seja para o desenvolvimento de alimentos funcionais", afirma a nutricionista Ana Paula Dorta de Freitas, do Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia Iris Rezende Machado (HMAP), gerido pelo Einstein Hospital Israelita. Investigar ingredientes nativos amplifica o repertório alimentar, fortalece cadeias produtivas locais e contribui para modelos de produção sustentáveis. "Trata-se de algo estratégico em differentes perspectivas: científica, nutricional, econômica ou ambiental", analisa Freitas.

Dietas monótonas reduzem a exposição a diferentes micronutrientes e compostos bioativos. "Quando ampliamos a variedade de frutas, verduras, legumes, entre outros alimentos, há o aumento no consumo de fibras, antioxidantes e fitoquímicos, o que impacta positivamente a microbiota intestinal, o metabolismo e a saúde em longo prazo", observa a nutricionista.

Além dessas substâncias, análises da Embrapa Florestas revelam que a guabiroba esbanja vitamina C, a aliada da imunidade; minerais como o potássio, que favorece a pressão arterial; e ainda carotenoides, grupo de pigmentos com potente ação antioxidante. Inclusive, são eles os responsáveis pela cor amarela do fruto.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/conheca-a-guabiroba-a-potencia-n ativa-que-e-aliada-da-saude-metabolica/
O texto apresenta a guabiroba como um alimento funcional, articulando informações científicas e nutricionais para evidenciar seus benefícios. A argumentação parte da composição química do fruto para discutir seus efeitos no organismo. Considerando essa estrutura, identifique a alternativa que sintetiza a relação entre os compostos presentes na guabiroba e seus impactos à saúde.
Alternativas
Q4131486 Português
Conheça a guabiroba, a potência nativa que é aliada da saúde metabólica

Da mesma família da goiaba, a guabiroba esbanja vitaminas, sais minerais e fitoquímicos. Esse mix tem potencial de blindar as artérias, com impactos positivos no equilíbrio glicêmico e na redução do risco de males cardiovasculares e diabetes. A espécie tem sido analisada por pesquisadores da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), que também estudam outros frutos nativos da Mata Atlântica, caso da jabuticaba, da pitanga e do araçá.

"Entre os destaques da guabiroba estão os fenólicos, sobretudo os flavonoides", conta a engenheira de alimentos Aniela Kempka, professora da Udesc e líder do grupo por trás de um artigo publicado em 2025 no periódico Foods. Por meio de simulação do processo digestivo no laboratório, os cientistas avaliaram o comportamento dessas e demais substâncias vindas tanto do fruto quanto das folhas. "Vários desses compostos permaneceram acessíveis após a digestão simulada", revela Kempka.

Significa que os efeitos benéficos se mantêm no organismo. Os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e elágico, além do kaempferol, da quercetina e da miricetina, são exemplos de fenólicos da guabiroba. Todos apresentam ação antioxidante e há evidências de atuação anti-inflamatória, o que resguarda as artérias.

Os pesquisadores também prepararam um tipo de biscoito com o extrato da espécie (folhas e frutos), que foi oferecido a cães e, entre os achados, observou-se que o alimento age no controle glicêmico, ajudando a modular as taxas de açúcar na circulação. "Ocorreu ainda a redução dos níveis de colesterol total", comenta a pesquisadora.

Tais resultados confirmam indícios, encontrados na literatura científica, de que os flavonoides atuam em prol da saúde metabólica. Contudo, análises em humanos seriam necessárias para confirmar esses achados.

"A guabiroba é uma espécie ainda pouco explorada, seja para a alimentação no dia a dia, seja para o desenvolvimento de alimentos funcionais", afirma a nutricionista Ana Paula Dorta de Freitas, do Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia Iris Rezende Machado (HMAP), gerido pelo Einstein Hospital Israelita. Investigar ingredientes nativos amplifica o repertório alimentar, fortalece cadeias produtivas locais e contribui para modelos de produção sustentáveis. "Trata-se de algo estratégico em differentes perspectivas: científica, nutricional, econômica ou ambiental", analisa Freitas.

Dietas monótonas reduzem a exposição a diferentes micronutrientes e compostos bioativos. "Quando ampliamos a variedade de frutas, verduras, legumes, entre outros alimentos, há o aumento no consumo de fibras, antioxidantes e fitoquímicos, o que impacta positivamente a microbiota intestinal, o metabolismo e a saúde em longo prazo", observa a nutricionista.

Além dessas substâncias, análises da Embrapa Florestas revelam que a guabiroba esbanja vitamina C, a aliada da imunidade; minerais como o potássio, que favorece a pressão arterial; e ainda carotenoides, grupo de pigmentos com potente ação antioxidante. Inclusive, são eles os responsáveis pela cor amarela do fruto.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/conheca-a-guabiroba-a-potencia-n ativa-que-e-aliada-da-saude-metabolica/
Ao abordar hábitos alimentares, o texto estabelece uma crítica implícita às dietas pouco variadas, associando-as a prejuízos nutricionais. Essa argumentação reforça a importância da diversidade alimentar. Com base nisso, identifique a alternativa que expressa essa crítica. 
Alternativas
Q4131485 Português
Conheça a guabiroba, a potência nativa que é aliada da saúde metabólica

Da mesma família da goiaba, a guabiroba esbanja vitaminas, sais minerais e fitoquímicos. Esse mix tem potencial de blindar as artérias, com impactos positivos no equilíbrio glicêmico e na redução do risco de males cardiovasculares e diabetes. A espécie tem sido analisada por pesquisadores da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), que também estudam outros frutos nativos da Mata Atlântica, caso da jabuticaba, da pitanga e do araçá.

"Entre os destaques da guabiroba estão os fenólicos, sobretudo os flavonoides", conta a engenheira de alimentos Aniela Kempka, professora da Udesc e líder do grupo por trás de um artigo publicado em 2025 no periódico Foods. Por meio de simulação do processo digestivo no laboratório, os cientistas avaliaram o comportamento dessas e demais substâncias vindas tanto do fruto quanto das folhas. "Vários desses compostos permaneceram acessíveis após a digestão simulada", revela Kempka.

Significa que os efeitos benéficos se mantêm no organismo. Os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e elágico, além do kaempferol, da quercetina e da miricetina, são exemplos de fenólicos da guabiroba. Todos apresentam ação antioxidante e há evidências de atuação anti-inflamatória, o que resguarda as artérias.

Os pesquisadores também prepararam um tipo de biscoito com o extrato da espécie (folhas e frutos), que foi oferecido a cães e, entre os achados, observou-se que o alimento age no controle glicêmico, ajudando a modular as taxas de açúcar na circulação. "Ocorreu ainda a redução dos níveis de colesterol total", comenta a pesquisadora.

Tais resultados confirmam indícios, encontrados na literatura científica, de que os flavonoides atuam em prol da saúde metabólica. Contudo, análises em humanos seriam necessárias para confirmar esses achados.

"A guabiroba é uma espécie ainda pouco explorada, seja para a alimentação no dia a dia, seja para o desenvolvimento de alimentos funcionais", afirma a nutricionista Ana Paula Dorta de Freitas, do Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia Iris Rezende Machado (HMAP), gerido pelo Einstein Hospital Israelita. Investigar ingredientes nativos amplifica o repertório alimentar, fortalece cadeias produtivas locais e contribui para modelos de produção sustentáveis. "Trata-se de algo estratégico em differentes perspectivas: científica, nutricional, econômica ou ambiental", analisa Freitas.

Dietas monótonas reduzem a exposição a diferentes micronutrientes e compostos bioativos. "Quando ampliamos a variedade de frutas, verduras, legumes, entre outros alimentos, há o aumento no consumo de fibras, antioxidantes e fitoquímicos, o que impacta positivamente a microbiota intestinal, o metabolismo e a saúde em longo prazo", observa a nutricionista.

Além dessas substâncias, análises da Embrapa Florestas revelam que a guabiroba esbanja vitamina C, a aliada da imunidade; minerais como o potássio, que favorece a pressão arterial; e ainda carotenoides, grupo de pigmentos com potente ação antioxidante. Inclusive, são eles os responsáveis pela cor amarela do fruto.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/conheca-a-guabiroba-a-potencia-n ativa-que-e-aliada-da-saude-metabolica/
A argumentação do texto amplia o foco da análise ao relacionar o consumo da guabiroba com questões alimentares mais amplas, como diversidade nutricional e sustentabilidade. Essa ampliação sugere um impacto que vai além do indivíduo. Considerando essa perspectiva, identifique a alternativa que expressa essa ideia.
Alternativas
Q4131454 Português
Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência explica

Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não conheceu.

"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de genótipo", admite von Holdt.

O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas passaram os últimos três anos estudando a base genética responsável pelo comportamento social em cães e lobos.

Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais eficaz.

A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez com que ela se perguntasse sobre a potencial base genética dessas diferenças.

O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas, fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis, como a Marla, carregam variantes de dois genes chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses genes nas pessoas causa a síndrome de Williams, caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades cognitivas e tendência a amar todos. 

Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães inibam sua função normal, levando aos mesmos problemas observados em humanos com a síndrome de Williams. "Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental em um animal de companhia", diz ela.

Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de cachorros e lobos.

Além de confirmar suas descobertas iniciais de que WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também diferentes.

A combinação dos dados genéticos e comportamentais mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que amavam os seres humanos.

Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.

"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis de lidar, que podem passar longos períodos de tempo em pequenos apartamentos," observa Overall.

"Estamos mudando o comportamento de cachorros a cada ano".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/01/por-que-oscachorros-sao-tao-amigaveis-a-ciencia-explica
O texto apresenta uma explicação científica para um comportamento frequentemente observado em cães domésticos, articulando exemplos individuais e dados de pesquisa. Ao longo da exposição, há um movimento que parte da observação empírica para uma investigação mais sistemática. Considerando essa progressão argumentativa, identifique a alternativa que expressa o ponto de partida da pesquisa desenvolvida. 
Alternativas
Respostas
241: B
242: C
243: D
244: A
245: A
246: C
247: B
248: B
249: A
250: B
251: A
252: A
253: D
254: C
255: B
256: C
257: B
258: B
259: A
260: A