Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4345172 Português
Leia o Texto:


Crônica do Amor

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.


Fonte: Crônica do Amor - Por Arnaldo Jabour
Ao afirmar que “O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão”, o autor defende que:
Alternativas
Q4345103 Português
Texto de referência para responder à questão.


O sonho lunar e as urgências terrestres

[...]


    Durante décadas, a expressão "vender terreno na Lua" foi sinônimo universal de golpe, o exemplo máximo do estelionato praticado por vigaristas contra incautos sonhadores. Oferecer a posse do inalcançável era a definição clássica de enganação. Por isso, não deixa de ser curioso — e, até certo ponto, irônico — o anúncio da SpaceX, empresa comandada pelo trilionário Elon Musk, de que a prioridade de seus esforços espaciais se voltará para a construção de uma cidade na Lua.

    [...]

     Para além do deslumbramento com foguetes reutilizáveis e bases pressurizadas, o anúncio de Elon Musk provoca a sociedade a uma reflexão ética sobre o destino dos recursos globais e a própria natureza das aspirações. Além de todos os problemas da sociedade, guerras e conflitos cada vez mais tensos e a aceleração da crise climática, que já impõe perdas irreversíveis a populações inteiras, observa-se uma desconexão gritante de prioridades.

    O investimento maciço na colonização da Lua, um local totalmente hostil e inóspito à vida, num momento em que a governança global falha em garantir o básico — água, alimento e segurança — para bilhões de pessoas, soa como uma dissonância cognitiva em escala planetária. Busca-se oxigênio na Lua enquanto deixa-se o ar irrespirável na Terra.

    Não se trata de negar o valor da exploração espacial. A ciência, a tecnologia de materiais e as telecomunicações devem muito à corrida para o cosmos. Mas é gritante o contraste entre a sofisticação da engenharia necessária para manter a vida no vácuo espacial e a incapacidade política de garantir a sobrevivência digna em ecossistemas abundantes na Terra.

    Há, além disso, um perigo moral quando a colonização de outros mundos passa a ser vendida — implícita ou explicitamente — como um "plano B" para uma elite ou como uma rota de fuga de um planeta que nós mesmos estamos exaurindo, conforme o próprio Musk já avisou que pretende. A fascinação por morar em cidades dentro de redomas de vidro em Marte ou na Lua não pode servir de cortina de fumaça para o fracasso na gestão da Terra.

    Antes da autoproclamação de que somos uma espécie multiplanetária, há o dever inadiável de provar que somos capazes de ser uma espécie sustentável. De que adianta exportar a presença humana para as estrelas se levarmos na bagagem os mesmos vícios de desigualdade, predação e negligência que ameaçam a casa original?

    O sonho de caminhar em outros mundos é legítimo e inspirador, mas ele não deve atropelar a responsabilidade presente. A Lua pode esperar; a fome, a crise climática e as guerras que assolam este pálido ponto azul, não. A verdadeira fronteira a ser conquistada não está a 384 mil quilômetros de distância, mas aqui mesmo, na resolução das mazelas que ainda nos prendem ao chão. Antes de olharmos para o céu com cobiça imobiliária, precisamos resolver a Terra com urgência humanitária.


https://www.correiobraziliense.com.br/Acesso em: 14 fev.2026.
“A fascinação por morar em cidades dentro de redomas de vidro em Marte ou na Lua não pode servir de cortina de fumaça para o fracasso na gestão da Terra.”

Nesse trecho, a expressão “cortina de fumaça” está associada à ideia de: 
Alternativas
Q4345099 Português
Texto de referência para responder à questão.


O sonho lunar e as urgências terrestres

[...]


    Durante décadas, a expressão "vender terreno na Lua" foi sinônimo universal de golpe, o exemplo máximo do estelionato praticado por vigaristas contra incautos sonhadores. Oferecer a posse do inalcançável era a definição clássica de enganação. Por isso, não deixa de ser curioso — e, até certo ponto, irônico — o anúncio da SpaceX, empresa comandada pelo trilionário Elon Musk, de que a prioridade de seus esforços espaciais se voltará para a construção de uma cidade na Lua.

    [...]

     Para além do deslumbramento com foguetes reutilizáveis e bases pressurizadas, o anúncio de Elon Musk provoca a sociedade a uma reflexão ética sobre o destino dos recursos globais e a própria natureza das aspirações. Além de todos os problemas da sociedade, guerras e conflitos cada vez mais tensos e a aceleração da crise climática, que já impõe perdas irreversíveis a populações inteiras, observa-se uma desconexão gritante de prioridades.

    O investimento maciço na colonização da Lua, um local totalmente hostil e inóspito à vida, num momento em que a governança global falha em garantir o básico — água, alimento e segurança — para bilhões de pessoas, soa como uma dissonância cognitiva em escala planetária. Busca-se oxigênio na Lua enquanto deixa-se o ar irrespirável na Terra.

    Não se trata de negar o valor da exploração espacial. A ciência, a tecnologia de materiais e as telecomunicações devem muito à corrida para o cosmos. Mas é gritante o contraste entre a sofisticação da engenharia necessária para manter a vida no vácuo espacial e a incapacidade política de garantir a sobrevivência digna em ecossistemas abundantes na Terra.

    Há, além disso, um perigo moral quando a colonização de outros mundos passa a ser vendida — implícita ou explicitamente — como um "plano B" para uma elite ou como uma rota de fuga de um planeta que nós mesmos estamos exaurindo, conforme o próprio Musk já avisou que pretende. A fascinação por morar em cidades dentro de redomas de vidro em Marte ou na Lua não pode servir de cortina de fumaça para o fracasso na gestão da Terra.

    Antes da autoproclamação de que somos uma espécie multiplanetária, há o dever inadiável de provar que somos capazes de ser uma espécie sustentável. De que adianta exportar a presença humana para as estrelas se levarmos na bagagem os mesmos vícios de desigualdade, predação e negligência que ameaçam a casa original?

    O sonho de caminhar em outros mundos é legítimo e inspirador, mas ele não deve atropelar a responsabilidade presente. A Lua pode esperar; a fome, a crise climática e as guerras que assolam este pálido ponto azul, não. A verdadeira fronteira a ser conquistada não está a 384 mil quilômetros de distância, mas aqui mesmo, na resolução das mazelas que ainda nos prendem ao chão. Antes de olharmos para o céu com cobiça imobiliária, precisamos resolver a Terra com urgência humanitária.


https://www.correiobraziliense.com.br/Acesso em: 14 fev.2026.
Para o articulista, a responsabilidade pelos problemas socioambientais da atualidade é de todos, é coletiva, conforme se pode constatar no trecho: 
Alternativas
Q4345098 Português
Texto de referência para responder à questão.


O sonho lunar e as urgências terrestres

[...]


    Durante décadas, a expressão "vender terreno na Lua" foi sinônimo universal de golpe, o exemplo máximo do estelionato praticado por vigaristas contra incautos sonhadores. Oferecer a posse do inalcançável era a definição clássica de enganação. Por isso, não deixa de ser curioso — e, até certo ponto, irônico — o anúncio da SpaceX, empresa comandada pelo trilionário Elon Musk, de que a prioridade de seus esforços espaciais se voltará para a construção de uma cidade na Lua.

    [...]

     Para além do deslumbramento com foguetes reutilizáveis e bases pressurizadas, o anúncio de Elon Musk provoca a sociedade a uma reflexão ética sobre o destino dos recursos globais e a própria natureza das aspirações. Além de todos os problemas da sociedade, guerras e conflitos cada vez mais tensos e a aceleração da crise climática, que já impõe perdas irreversíveis a populações inteiras, observa-se uma desconexão gritante de prioridades.

    O investimento maciço na colonização da Lua, um local totalmente hostil e inóspito à vida, num momento em que a governança global falha em garantir o básico — água, alimento e segurança — para bilhões de pessoas, soa como uma dissonância cognitiva em escala planetária. Busca-se oxigênio na Lua enquanto deixa-se o ar irrespirável na Terra.

    Não se trata de negar o valor da exploração espacial. A ciência, a tecnologia de materiais e as telecomunicações devem muito à corrida para o cosmos. Mas é gritante o contraste entre a sofisticação da engenharia necessária para manter a vida no vácuo espacial e a incapacidade política de garantir a sobrevivência digna em ecossistemas abundantes na Terra.

    Há, além disso, um perigo moral quando a colonização de outros mundos passa a ser vendida — implícita ou explicitamente — como um "plano B" para uma elite ou como uma rota de fuga de um planeta que nós mesmos estamos exaurindo, conforme o próprio Musk já avisou que pretende. A fascinação por morar em cidades dentro de redomas de vidro em Marte ou na Lua não pode servir de cortina de fumaça para o fracasso na gestão da Terra.

    Antes da autoproclamação de que somos uma espécie multiplanetária, há o dever inadiável de provar que somos capazes de ser uma espécie sustentável. De que adianta exportar a presença humana para as estrelas se levarmos na bagagem os mesmos vícios de desigualdade, predação e negligência que ameaçam a casa original?

    O sonho de caminhar em outros mundos é legítimo e inspirador, mas ele não deve atropelar a responsabilidade presente. A Lua pode esperar; a fome, a crise climática e as guerras que assolam este pálido ponto azul, não. A verdadeira fronteira a ser conquistada não está a 384 mil quilômetros de distância, mas aqui mesmo, na resolução das mazelas que ainda nos prendem ao chão. Antes de olharmos para o céu com cobiça imobiliária, precisamos resolver a Terra com urgência humanitária.


https://www.correiobraziliense.com.br/Acesso em: 14 fev.2026.
A assertiva que apresenta a tese defendida no texto é:
Alternativas
Q4345097 Português
Texto de referência para responder à questão.


O sonho lunar e as urgências terrestres

[...]


    Durante décadas, a expressão "vender terreno na Lua" foi sinônimo universal de golpe, o exemplo máximo do estelionato praticado por vigaristas contra incautos sonhadores. Oferecer a posse do inalcançável era a definição clássica de enganação. Por isso, não deixa de ser curioso — e, até certo ponto, irônico — o anúncio da SpaceX, empresa comandada pelo trilionário Elon Musk, de que a prioridade de seus esforços espaciais se voltará para a construção de uma cidade na Lua.

    [...]

     Para além do deslumbramento com foguetes reutilizáveis e bases pressurizadas, o anúncio de Elon Musk provoca a sociedade a uma reflexão ética sobre o destino dos recursos globais e a própria natureza das aspirações. Além de todos os problemas da sociedade, guerras e conflitos cada vez mais tensos e a aceleração da crise climática, que já impõe perdas irreversíveis a populações inteiras, observa-se uma desconexão gritante de prioridades.

    O investimento maciço na colonização da Lua, um local totalmente hostil e inóspito à vida, num momento em que a governança global falha em garantir o básico — água, alimento e segurança — para bilhões de pessoas, soa como uma dissonância cognitiva em escala planetária. Busca-se oxigênio na Lua enquanto deixa-se o ar irrespirável na Terra.

    Não se trata de negar o valor da exploração espacial. A ciência, a tecnologia de materiais e as telecomunicações devem muito à corrida para o cosmos. Mas é gritante o contraste entre a sofisticação da engenharia necessária para manter a vida no vácuo espacial e a incapacidade política de garantir a sobrevivência digna em ecossistemas abundantes na Terra.

    Há, além disso, um perigo moral quando a colonização de outros mundos passa a ser vendida — implícita ou explicitamente — como um "plano B" para uma elite ou como uma rota de fuga de um planeta que nós mesmos estamos exaurindo, conforme o próprio Musk já avisou que pretende. A fascinação por morar em cidades dentro de redomas de vidro em Marte ou na Lua não pode servir de cortina de fumaça para o fracasso na gestão da Terra.

    Antes da autoproclamação de que somos uma espécie multiplanetária, há o dever inadiável de provar que somos capazes de ser uma espécie sustentável. De que adianta exportar a presença humana para as estrelas se levarmos na bagagem os mesmos vícios de desigualdade, predação e negligência que ameaçam a casa original?

    O sonho de caminhar em outros mundos é legítimo e inspirador, mas ele não deve atropelar a responsabilidade presente. A Lua pode esperar; a fome, a crise climática e as guerras que assolam este pálido ponto azul, não. A verdadeira fronteira a ser conquistada não está a 384 mil quilômetros de distância, mas aqui mesmo, na resolução das mazelas que ainda nos prendem ao chão. Antes de olharmos para o céu com cobiça imobiliária, precisamos resolver a Terra com urgência humanitária.


https://www.correiobraziliense.com.br/Acesso em: 14 fev.2026.
O projeto de Elon Musk tem motivação egoísta e comercial. Essa percepção está sugerida no seguinte fragmento do texto: 
Alternativas
Q4345096 Português
Texto de referência para responder à questão.


O sonho lunar e as urgências terrestres

[...]


    Durante décadas, a expressão "vender terreno na Lua" foi sinônimo universal de golpe, o exemplo máximo do estelionato praticado por vigaristas contra incautos sonhadores. Oferecer a posse do inalcançável era a definição clássica de enganação. Por isso, não deixa de ser curioso — e, até certo ponto, irônico — o anúncio da SpaceX, empresa comandada pelo trilionário Elon Musk, de que a prioridade de seus esforços espaciais se voltará para a construção de uma cidade na Lua.

    [...]

     Para além do deslumbramento com foguetes reutilizáveis e bases pressurizadas, o anúncio de Elon Musk provoca a sociedade a uma reflexão ética sobre o destino dos recursos globais e a própria natureza das aspirações. Além de todos os problemas da sociedade, guerras e conflitos cada vez mais tensos e a aceleração da crise climática, que já impõe perdas irreversíveis a populações inteiras, observa-se uma desconexão gritante de prioridades.

    O investimento maciço na colonização da Lua, um local totalmente hostil e inóspito à vida, num momento em que a governança global falha em garantir o básico — água, alimento e segurança — para bilhões de pessoas, soa como uma dissonância cognitiva em escala planetária. Busca-se oxigênio na Lua enquanto deixa-se o ar irrespirável na Terra.

    Não se trata de negar o valor da exploração espacial. A ciência, a tecnologia de materiais e as telecomunicações devem muito à corrida para o cosmos. Mas é gritante o contraste entre a sofisticação da engenharia necessária para manter a vida no vácuo espacial e a incapacidade política de garantir a sobrevivência digna em ecossistemas abundantes na Terra.

    Há, além disso, um perigo moral quando a colonização de outros mundos passa a ser vendida — implícita ou explicitamente — como um "plano B" para uma elite ou como uma rota de fuga de um planeta que nós mesmos estamos exaurindo, conforme o próprio Musk já avisou que pretende. A fascinação por morar em cidades dentro de redomas de vidro em Marte ou na Lua não pode servir de cortina de fumaça para o fracasso na gestão da Terra.

    Antes da autoproclamação de que somos uma espécie multiplanetária, há o dever inadiável de provar que somos capazes de ser uma espécie sustentável. De que adianta exportar a presença humana para as estrelas se levarmos na bagagem os mesmos vícios de desigualdade, predação e negligência que ameaçam a casa original?

    O sonho de caminhar em outros mundos é legítimo e inspirador, mas ele não deve atropelar a responsabilidade presente. A Lua pode esperar; a fome, a crise climática e as guerras que assolam este pálido ponto azul, não. A verdadeira fronteira a ser conquistada não está a 384 mil quilômetros de distância, mas aqui mesmo, na resolução das mazelas que ainda nos prendem ao chão. Antes de olharmos para o céu com cobiça imobiliária, precisamos resolver a Terra com urgência humanitária.


https://www.correiobraziliense.com.br/Acesso em: 14 fev.2026.
Analise os itens a seguir quanto à linha editorial do Correio Brasiliense, no texto de referência.

I. É de neutralidade em relação à venda de terrenos na lua pela SpaceX.
II. Assume uma conduta antitecnologia e preocupada com a possibilidade de se construir uma cidade espacial.
III. Valida os benefícios da tecnologia e critica o contraste ético entre a tecnologia espacial e a degradação ambiental da Terra.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4344739 Português
Q1_10.png (825×627)

CARDOSO, Juraciara Vieira. A vida útil. Estado de Minas. 20/07/2026. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/vitalidade/2026/07/7463360-a-vida-util.html. Acesso em 12 set. 2026.
Assinale a alternativa cuja palavra apresenta o mesmo sentido da destacada em "O meu excesso era o mesmo do garçom" (linhas 20-21).
Alternativas
Q4344738 Português
Q1_10.png (825×627)

CARDOSO, Juraciara Vieira. A vida útil. Estado de Minas. 20/07/2026. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/vitalidade/2026/07/7463360-a-vida-util.html. Acesso em 12 set. 2026.
No trecho "e a voz solícita demais ao anotar o pedido" (linha 15), o termo destacado poderia ser substituído sem prejuízo do sentido por:
Alternativas
Q4344737 Português
Q1_10.png (825×627)

CARDOSO, Juraciara Vieira. A vida útil. Estado de Minas. 20/07/2026. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/vitalidade/2026/07/7463360-a-vida-util.html. Acesso em 12 set. 2026.
Assinale a alternativa cujo termo aponta para o mesmo referente da palavra destacada em "um garçom em um café parisiense" (linha 13).
Alternativas
Q4344686 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.





Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida pública. 266 crônicas datadas. Porto Alegre: L&PM, 1995. 

Considere as seguintes afirmações acerca de algumas das ideias expressas no texto.

I - Os homens de Neandertal eram seres dotados de uma comunicação rudimentar, o que desfavoreceu sua linhagem em comparação com a nossa.
II - A falta de linguagem teve um papel central na história evolutiva relativamente curta dos Neandertais.
III - Os Neandertais foram extintos quando passaram a interagir com os humanos modernos em comunidades mais organizadas do que as suas.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4344532 Português

Leia o texto e responda as questões:


Como é a bola mais antiga do mundo — que viajou até Miami para Brasil x Escócia


A bola, que se acredita ter sido produzida entre 1540 e 1570, foi encontrada em castelo Stirling, na Escócia, na década de 1970


        A bola de futebol mais antiga de que se tem notícia no mundo viajou de Stirling, na Escócia, para a Flórida, nos Estados Unidos, para participar das atividades em torno da partida decisiva da Escócia contra o Brasil pela Copa do Mundo.


        A bola, que se acredita ter sido produzida entre 1540 e 1570, foi descoberta na década de 1970, presa entre vigas no Castelo de Stirling.


        Ela ficará em exposição no Museu Coral Gables até sábado (27/06) e também será exibida durante a partida entre Brasil e Escócia nesta quarta-feira (24/06), a partir das 19h (horário de Brasília).


        A peça foi emprestada ao museu pela Stirling Smith Art Gallery and Museum, onde é a principal atração de uma coleção com mais de 40 mil itens.


        A bola, reconhecida pelo Guinness World Records, o livro dos recordes, como a mais antiga do mundo, tem aproximadamente o tamanho de um melão pequeno.


        Ela é feita de gomos de couro espesso que envolvem uma bexiga de porco.


        A peça foi datada do período de James 5º da Escócia e da jovem Mary Stuart, rainha da Escócia no século 16, que viveu nos aposentos do castelo durante a infância. "Alguém na década de 1540 deve ter chutado a bola tão alto que ela ficou presa no teto. A cronologia coincide com o período em que Mary, rainha dos escoceses, vivia no castelo e, claro, a bola foi encontrada nos aposentos da rainha", explica Aiofe McKenna, curadora do Stirling Smith.


        "Não podemos afirmar isso com certeza, mas gostamos de imaginar que Mary brincou com esta bola", acrescenta McKenna.


        Registros históricos mostram que uma versão antiga do futebol já era popular na Escócia desde o século 15.


        "As pessoas gostavam de jogar futebol tanto quanto hoje, mas o esporte era bem diferente e muito mais violento", conta McKenna.


(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/24/como-ea-bola-mais-antiga-do-mundo-que-viajou-ate-miami-para-brasil-xescocia.ghtml) 

Assinale a alternativa incorreta, de acordo com o texto acima: 
Alternativas
Q4344504 Português
Leia o texto e responda a questão:

Os sons do silêncio

Um rei mandou seu filho estudar no templo de um grande mestre com o objetivo de prepará-lo para ser uma grande pessoa.
Quando o príncipe chegou ao templo, o mestre o mandou sozinho para uma floresta.
Ele deveria voltar um ano depois, com a tarefa de descrever todos os sons da floresta.
Quando o príncipe retornou ao templo, após um ano, o mestre lhe pediu para descrever todos os sons que conseguira ouvir.
Então disse o príncipe:
“Mestre, pude ouvir o canto dos pássaros, o barulho das folhas, o alvoroço dos beija-flores, a brisa batendo na grama, o zumbido das abelhas, o barulho do vento cortando os céus…”
E ao terminar o seu relato, o mestre pediu que o príncipe retornasse a floresta, para ouvir tudo o mais que fosse possível.
Apesar de intrigado, o príncipe obedeceu à ordem do mestre, pensando: 
“Não entendo, eu já distingui todos os sons da floresta…”
Por dias e noites ficou sozinho ouvindo, ouvindo, ouvindo… mas não conseguiu distinguir nada de novo além daquilo que havia dito ao mestre.
Porém, certa manhã, começou a distinguir sons vagos, diferentes de tudo o que ouvira antes.
E quanto mais prestava atenção, mais claros os sons se tornavam.
Uma sensação de encantamento tomou conta do rapaz. Pensou: “Esses devem ser os sons que o mestre queria que eu ouvisse…”
E sem pressa, ficou ali ouvindo e ouvindo, pacientemente.
Queria ter certeza de que estava no caminho certo. 
Quando retornou ao templo, o mestre lhe perguntou o que mais conseguira ouvir.
Paciente e respeitosamente o príncipe disse:
“Mestre, quando prestei atenção pude ouvir o inaudível som das flores se abrindo, o som do sol nascendo e aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da noite… “
O mestre sorrindo, acenou com a cabeça em sinal de aprovação, e disse:
“Ouvir o inaudível é ter a calma necessária para se tornar uma grande pessoa. Apenas quando se aprende a ouvir o coração das pessoas, seus sentimentos mudos, seus medos não confessados e suas queixas silenciosas, uma pessoa pode inspirar confiança ao seu redor; entender o que está errado e atender as reais necessidades de cada um.
A morte do espírito começa quando as pessoas ouvem apenas as palavras pronunciadas pela boca, sem se atentarem no que vai no interior das pessoas para ouvir os seus sentimentos, desejos e opiniões reais.
É preciso, portanto, ouvir o lado inaudível das coisas, o lado não mensurado, mas que tem o seu valor, pois é o lado mais importante do ser humano…”

(https://www.culturagenial.com/contos-comentados-comgrandes-ensinamentos-para-criancas/)
Assinale as personagens do texto acima: 
Alternativas
Q4344502 Português
Leia o texto e responda a questão:

Os sons do silêncio

Um rei mandou seu filho estudar no templo de um grande mestre com o objetivo de prepará-lo para ser uma grande pessoa.
Quando o príncipe chegou ao templo, o mestre o mandou sozinho para uma floresta.
Ele deveria voltar um ano depois, com a tarefa de descrever todos os sons da floresta.
Quando o príncipe retornou ao templo, após um ano, o mestre lhe pediu para descrever todos os sons que conseguira ouvir.
Então disse o príncipe:
“Mestre, pude ouvir o canto dos pássaros, o barulho das folhas, o alvoroço dos beija-flores, a brisa batendo na grama, o zumbido das abelhas, o barulho do vento cortando os céus…”
E ao terminar o seu relato, o mestre pediu que o príncipe retornasse a floresta, para ouvir tudo o mais que fosse possível.
Apesar de intrigado, o príncipe obedeceu à ordem do mestre, pensando: 
“Não entendo, eu já distingui todos os sons da floresta…”
Por dias e noites ficou sozinho ouvindo, ouvindo, ouvindo… mas não conseguiu distinguir nada de novo além daquilo que havia dito ao mestre.
Porém, certa manhã, começou a distinguir sons vagos, diferentes de tudo o que ouvira antes.
E quanto mais prestava atenção, mais claros os sons se tornavam.
Uma sensação de encantamento tomou conta do rapaz. Pensou: “Esses devem ser os sons que o mestre queria que eu ouvisse…”
E sem pressa, ficou ali ouvindo e ouvindo, pacientemente.
Queria ter certeza de que estava no caminho certo. 
Quando retornou ao templo, o mestre lhe perguntou o que mais conseguira ouvir.
Paciente e respeitosamente o príncipe disse:
“Mestre, quando prestei atenção pude ouvir o inaudível som das flores se abrindo, o som do sol nascendo e aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da noite… “
O mestre sorrindo, acenou com a cabeça em sinal de aprovação, e disse:
“Ouvir o inaudível é ter a calma necessária para se tornar uma grande pessoa. Apenas quando se aprende a ouvir o coração das pessoas, seus sentimentos mudos, seus medos não confessados e suas queixas silenciosas, uma pessoa pode inspirar confiança ao seu redor; entender o que está errado e atender as reais necessidades de cada um.
A morte do espírito começa quando as pessoas ouvem apenas as palavras pronunciadas pela boca, sem se atentarem no que vai no interior das pessoas para ouvir os seus sentimentos, desejos e opiniões reais.
É preciso, portanto, ouvir o lado inaudível das coisas, o lado não mensurado, mas que tem o seu valor, pois é o lado mais importante do ser humano…”

(https://www.culturagenial.com/contos-comentados-comgrandes-ensinamentos-para-criancas/)
Assinale a opção que apresenta a quantidade de parágrafos do texto acima:
Alternativas
Q4344489 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Conversinha mineira, Fernando Sabino

— É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?

— Sei dizer não senhor: não tomo café.

— Você é dono do café, não sabe dizer?

— Ninguém tem reclamado dele não senhor.

— Então me dá café com leite, pão e manteiga.

— Café com leite só se for sem leite.

— Não tem leite?

— Hoje, não senhor.

— Por que hoje não?

— Porque hoje o leiteiro não veio.

— Ontem ele veio?

— Ontem não.

— Quando é que ele vem?

— Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.

— Mas ali fora está escrito "Leiteria"!

— Ah, isso está, sim senhor.

— Quando é que tem leite?

— Quando o leiteiro vem.

— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?

— O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?

— Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?

— Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.

— E há quanto tempo o senhor mora aqui?

— Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.

— Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?

— Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.

— Para que Partido?

— Para todos os Partidos, parece.

— Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.

— Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...

— E o Prefeito?

— Que é que tem o Prefeito?

— Que tal o Prefeito daqui?

— O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.

— Que é que falam dele?

— Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.

— Você, certamente, já tem candidato.

— Quem, eu? Estou esperando as plataformas.

— Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?

— Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13152/conversinha-mineira

O interlocutor encontra na parede do estabelecimento a imagem de um candidato e utiliza essa evidência para questionar a aparente neutralidade do personagem.
A resposta dada nesse momento retoma uma característica presente em diferentes partes do diálogo e contribui para o efeito cômico da situação.
Considerando a construção desse diálogo, assinale a alternativa que explica o efeito produzido pela resposta final do personagem.
Alternativas
Q4344488 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Conversinha mineira, Fernando Sabino

— É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?

— Sei dizer não senhor: não tomo café.

— Você é dono do café, não sabe dizer?

— Ninguém tem reclamado dele não senhor.

— Então me dá café com leite, pão e manteiga.

— Café com leite só se for sem leite.

— Não tem leite?

— Hoje, não senhor.

— Por que hoje não?

— Porque hoje o leiteiro não veio.

— Ontem ele veio?

— Ontem não.

— Quando é que ele vem?

— Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.

— Mas ali fora está escrito "Leiteria"!

— Ah, isso está, sim senhor.

— Quando é que tem leite?

— Quando o leiteiro vem.

— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?

— O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?

— Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?

— Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.

— E há quanto tempo o senhor mora aqui?

— Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.

— Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?

— Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.

— Para que Partido?

— Para todos os Partidos, parece.

— Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.

— Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...

— E o Prefeito?

— Que é que tem o Prefeito?

— Que tal o Prefeito daqui?

— O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.

— Que é que falam dele?

— Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.

— Você, certamente, já tem candidato.

— Quem, eu? Estou esperando as plataformas.

— Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?

— Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13152/conversinha-mineira

Em determinado momento, a conversa deixa de se concentrar nos produtos oferecidos pelo estabelecimento e passa a abordar a situação política da cidade. O diálogo, entretanto, mantém o mesmo padrão de respostas observado anteriormente.
A mudança de assunto permite perceber como o comportamento do personagem se manifesta também diante de questões que ultrapassam o contexto comercial.
Considerando esse trecho da crônica, assinale a alternativa que representa a postura do personagem diante das perguntas políticas. 
Alternativas
Q4344393 Português
Leia o texto: “A leitura, compreendida na perspectiva dos estudos contemporâneos da linguagem, ultrapassa a identificação de informações explícitas. Construir sentidos implica mobilizar conhecimentos linguísticos, socioculturais e discursivos, permitindo ao leitor estabelecer relações entre o texto, seu contexto de produção e sua experiência de mundo.” Considerando essa concepção de leitura, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4344271 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantos ovos comer por dia sem aumentar o colesterol? A resposta mudou (e os médicos finalmente concordam) 

Os ovos e suas gemas são ricos em nutrientes. Um ovo grande contém quase 3 gramas de proteína, 22 mg de cálcio, 66 mg de fósforo, 19 mg de potássio e 10 gramas de selênio, além de folato, colina, vitamina A, vitamina D, vitamina E, vitamina K, aminoácidos, ácidos graxos ômega-3, luteína e zeaxantina.

Alguns desses nutrientes são especialmente importantes porque poucos alimentos contêm vitamina D ou colina, que são essenciais para a saúde cerebral, afirma Bethany Thayer, nutricionista e diretora do Centro de Promoção da Saúde do Henry Ford Health em Detroit. "Mas isso não significa que você deva comer uma dúzia de ovos de uma só vez", alerta Thayer.

A Associação Norte-americana do Coração afirma que adultos saudáveis ??podem consumir de um a dois ovos por dia com segurança, cada um contendo cerca de 206 mg de colesterol. 

No entanto, lembre-se de que seus genes também podem afetar a quantidade de colesterol que você absorve de alimentos como ovos, diz Ayoob. Portanto, é prudente monitorar seus níveis de colesterol e hábitos alimentares, e moderar o consumo de ovos de acordo.

A relação entre o consumo de colesterol alimentar e os níveis de colesterol no corpo "é um pouco diferente para cada pessoa", afirma Julia Zumpano, nutricionista do Centro de Nutrição Humana da Cleveland Clinic. Quando se trata de colesterol no sangue, de 60% a 80% é influenciado por fatores genéticos, e de 20% a 40% pela dieta, observa ela.

Em geral, pessoas com colesterol alto podem consumir até quatro gemas de ovo por semana, enquanto aquelas que não têm colesterol alto, mas possuem histórico familiar de alterações no colesterol, podem consumir até seis gemas de ovo por semana, diz Zumpano.

Para manter suas refeições à base de ovos saudáveis, Ayoob recomenda cozinhá-los em azeite extra virgem ou óleo vegetal em vez de manteiga e acompanhá-los com torradas integrais, feijão ou vegetais. "Alimentos ricos em fibras ajudam a bloquear a reabsorção do colesterol que seu corpo produz", explica ele.

Graças a essa nova compreensão científica sobre a falta de associação entre o colesterol alimentar e o colesterol sanguíneo, os ovos foram redescobertos como uma parte valiosa de uma dieta saudável. "Os ovos são realmente o alimento perfeito", conclui Ayoob. "Eles são supernutritivos, versáteis e baratos."

https://www.nationalgeographicbrasil.com/saude/2026/03/quantos-ovos -comer-por-dia-sem-aumentar-o-colesterol-a-resposta-mudou-e-os-med icos-finalmente-concordam 
O texto apresenta uma orientação de uma entidade ligada à área da saúde sobre o consumo de ovos por adultos considerados saudáveis. Além da quantidade recomendada, o texto fornece uma informação específica sobre a composição de cada unidade do alimento.
A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação adequada
Alternativas
Q4344270 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantos ovos comer por dia sem aumentar o colesterol? A resposta mudou (e os médicos finalmente concordam) 

Os ovos e suas gemas são ricos em nutrientes. Um ovo grande contém quase 3 gramas de proteína, 22 mg de cálcio, 66 mg de fósforo, 19 mg de potássio e 10 gramas de selênio, além de folato, colina, vitamina A, vitamina D, vitamina E, vitamina K, aminoácidos, ácidos graxos ômega-3, luteína e zeaxantina.

Alguns desses nutrientes são especialmente importantes porque poucos alimentos contêm vitamina D ou colina, que são essenciais para a saúde cerebral, afirma Bethany Thayer, nutricionista e diretora do Centro de Promoção da Saúde do Henry Ford Health em Detroit. "Mas isso não significa que você deva comer uma dúzia de ovos de uma só vez", alerta Thayer.

A Associação Norte-americana do Coração afirma que adultos saudáveis ??podem consumir de um a dois ovos por dia com segurança, cada um contendo cerca de 206 mg de colesterol. 

No entanto, lembre-se de que seus genes também podem afetar a quantidade de colesterol que você absorve de alimentos como ovos, diz Ayoob. Portanto, é prudente monitorar seus níveis de colesterol e hábitos alimentares, e moderar o consumo de ovos de acordo.

A relação entre o consumo de colesterol alimentar e os níveis de colesterol no corpo "é um pouco diferente para cada pessoa", afirma Julia Zumpano, nutricionista do Centro de Nutrição Humana da Cleveland Clinic. Quando se trata de colesterol no sangue, de 60% a 80% é influenciado por fatores genéticos, e de 20% a 40% pela dieta, observa ela.

Em geral, pessoas com colesterol alto podem consumir até quatro gemas de ovo por semana, enquanto aquelas que não têm colesterol alto, mas possuem histórico familiar de alterações no colesterol, podem consumir até seis gemas de ovo por semana, diz Zumpano.

Para manter suas refeições à base de ovos saudáveis, Ayoob recomenda cozinhá-los em azeite extra virgem ou óleo vegetal em vez de manteiga e acompanhá-los com torradas integrais, feijão ou vegetais. "Alimentos ricos em fibras ajudam a bloquear a reabsorção do colesterol que seu corpo produz", explica ele.

Graças a essa nova compreensão científica sobre a falta de associação entre o colesterol alimentar e o colesterol sanguíneo, os ovos foram redescobertos como uma parte valiosa de uma dieta saudável. "Os ovos são realmente o alimento perfeito", conclui Ayoob. "Eles são supernutritivos, versáteis e baratos."

https://www.nationalgeographicbrasil.com/saude/2026/03/quantos-ovos -comer-por-dia-sem-aumentar-o-colesterol-a-resposta-mudou-e-os-med icos-finalmente-concordam 
O texto introduz uma variável individual na discussão sobre a relação entre o consumo de ovos e o colesterol. A informação apresentada amplia a análise feita anteriormente e conduz a uma recomendação relacionada ao acompanhamento da saúde.
Considerando essa informação, assinale a alternativa que representa a orientação apresentada no texto.
Alternativas
Q4344269 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantos ovos comer por dia sem aumentar o colesterol? A resposta mudou (e os médicos finalmente concordam) 

Os ovos e suas gemas são ricos em nutrientes. Um ovo grande contém quase 3 gramas de proteína, 22 mg de cálcio, 66 mg de fósforo, 19 mg de potássio e 10 gramas de selênio, além de folato, colina, vitamina A, vitamina D, vitamina E, vitamina K, aminoácidos, ácidos graxos ômega-3, luteína e zeaxantina.

Alguns desses nutrientes são especialmente importantes porque poucos alimentos contêm vitamina D ou colina, que são essenciais para a saúde cerebral, afirma Bethany Thayer, nutricionista e diretora do Centro de Promoção da Saúde do Henry Ford Health em Detroit. "Mas isso não significa que você deva comer uma dúzia de ovos de uma só vez", alerta Thayer.

A Associação Norte-americana do Coração afirma que adultos saudáveis ??podem consumir de um a dois ovos por dia com segurança, cada um contendo cerca de 206 mg de colesterol. 

No entanto, lembre-se de que seus genes também podem afetar a quantidade de colesterol que você absorve de alimentos como ovos, diz Ayoob. Portanto, é prudente monitorar seus níveis de colesterol e hábitos alimentares, e moderar o consumo de ovos de acordo.

A relação entre o consumo de colesterol alimentar e os níveis de colesterol no corpo "é um pouco diferente para cada pessoa", afirma Julia Zumpano, nutricionista do Centro de Nutrição Humana da Cleveland Clinic. Quando se trata de colesterol no sangue, de 60% a 80% é influenciado por fatores genéticos, e de 20% a 40% pela dieta, observa ela.

Em geral, pessoas com colesterol alto podem consumir até quatro gemas de ovo por semana, enquanto aquelas que não têm colesterol alto, mas possuem histórico familiar de alterações no colesterol, podem consumir até seis gemas de ovo por semana, diz Zumpano.

Para manter suas refeições à base de ovos saudáveis, Ayoob recomenda cozinhá-los em azeite extra virgem ou óleo vegetal em vez de manteiga e acompanhá-los com torradas integrais, feijão ou vegetais. "Alimentos ricos em fibras ajudam a bloquear a reabsorção do colesterol que seu corpo produz", explica ele.

Graças a essa nova compreensão científica sobre a falta de associação entre o colesterol alimentar e o colesterol sanguíneo, os ovos foram redescobertos como uma parte valiosa de uma dieta saudável. "Os ovos são realmente o alimento perfeito", conclui Ayoob. "Eles são supernutritivos, versáteis e baratos."

https://www.nationalgeographicbrasil.com/saude/2026/03/quantos-ovos -comer-por-dia-sem-aumentar-o-colesterol-a-resposta-mudou-e-os-med icos-finalmente-concordam 
O texto introduz uma ponderação sobre alguns dos nutrientes mencionados e apresenta a avaliação de uma especialista. A informação é acompanhada por uma advertência que contribui para delimitar a interpretação sobre o consumo do alimento.
Considerando a relação estabelecida entre essas informações, assinale a alternativa que expressa adequadamente o sentido presente no texto. 
Alternativas
Q4344268 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantos ovos comer por dia sem aumentar o colesterol? A resposta mudou (e os médicos finalmente concordam) 

Os ovos e suas gemas são ricos em nutrientes. Um ovo grande contém quase 3 gramas de proteína, 22 mg de cálcio, 66 mg de fósforo, 19 mg de potássio e 10 gramas de selênio, além de folato, colina, vitamina A, vitamina D, vitamina E, vitamina K, aminoácidos, ácidos graxos ômega-3, luteína e zeaxantina.

Alguns desses nutrientes são especialmente importantes porque poucos alimentos contêm vitamina D ou colina, que são essenciais para a saúde cerebral, afirma Bethany Thayer, nutricionista e diretora do Centro de Promoção da Saúde do Henry Ford Health em Detroit. "Mas isso não significa que você deva comer uma dúzia de ovos de uma só vez", alerta Thayer.

A Associação Norte-americana do Coração afirma que adultos saudáveis ??podem consumir de um a dois ovos por dia com segurança, cada um contendo cerca de 206 mg de colesterol. 

No entanto, lembre-se de que seus genes também podem afetar a quantidade de colesterol que você absorve de alimentos como ovos, diz Ayoob. Portanto, é prudente monitorar seus níveis de colesterol e hábitos alimentares, e moderar o consumo de ovos de acordo.

A relação entre o consumo de colesterol alimentar e os níveis de colesterol no corpo "é um pouco diferente para cada pessoa", afirma Julia Zumpano, nutricionista do Centro de Nutrição Humana da Cleveland Clinic. Quando se trata de colesterol no sangue, de 60% a 80% é influenciado por fatores genéticos, e de 20% a 40% pela dieta, observa ela.

Em geral, pessoas com colesterol alto podem consumir até quatro gemas de ovo por semana, enquanto aquelas que não têm colesterol alto, mas possuem histórico familiar de alterações no colesterol, podem consumir até seis gemas de ovo por semana, diz Zumpano.

Para manter suas refeições à base de ovos saudáveis, Ayoob recomenda cozinhá-los em azeite extra virgem ou óleo vegetal em vez de manteiga e acompanhá-los com torradas integrais, feijão ou vegetais. "Alimentos ricos em fibras ajudam a bloquear a reabsorção do colesterol que seu corpo produz", explica ele.

Graças a essa nova compreensão científica sobre a falta de associação entre o colesterol alimentar e o colesterol sanguíneo, os ovos foram redescobertos como uma parte valiosa de uma dieta saudável. "Os ovos são realmente o alimento perfeito", conclui Ayoob. "Eles são supernutritivos, versáteis e baratos."

https://www.nationalgeographicbrasil.com/saude/2026/03/quantos-ovos -comer-por-dia-sem-aumentar-o-colesterol-a-resposta-mudou-e-os-med icos-finalmente-concordam 
O texto apresenta uma série de informações nutricionais relacionadas a um alimento que costuma aparecer em discussões sobre alimentação e saúde. Ao reunir diferentes substâncias presentes nesse alimento, o texto permite compreender uma característica relevante de sua composição.
Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa que interpreta adequadamente o conteúdo exposto. 
Alternativas
Respostas
301: C
302: E
303: D
304: A
305: D
306: B
307: C
308: C
309: C
310: C
311: C
312: A
313: B
314: C
315: B
316: B
317: D
318: D
319: B
320: B