Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 51.066 questões

Q4263704 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01 


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? 


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Entre as críticas ao comportamento do homem presentes no texto, estão
I- a substituição do natural pelo artificial. II- a visão negativa do descanso. III- o hábito dos “banhos de floresta”. IV- a desconexão com a natureza. V- o ritmo acelerado da vida.
Estão CORRETOS apenas os itens 
Alternativas
Q4263703 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01 


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? 


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Considere a passagem “No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla.” De acordo com o texto, a ecopsicologia é uma área que
I- estabelece relação entre o ser humano e o meio ambiente. II- postula que basta estar na natureza para se integrar a ela. III- relaciona a saúde emocional à integração com a natureza. IV- defende que o ser humano e o ambiente são inseparáveis. V- gera a interdisciplinaridade, pois une ecologia e psicologia.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q4263702 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01 


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? 


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

De acordo com o texto, abraçar uma árvore causa estranheza porque “[...] rompe uma lógica dominante [...]” na atualidade, a qual está relacionada à
I- produtividade. II- tecnologia. III- desempenho IV- resultado. V- excentricidade.
Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q4263571 Português
Leilão dos apartamentos do “prédio giratório” de Curitiba acontece nesta sexta


    Os apartamentos do edifício Suite Vollard, conhecido como o prédio giratório de Curitiba, vão a leilão nesta sexta-feira (18). Os 10 imóveis, que ficam no bairro Mossunguê, poderão ser habitados pela primeira vez desde sua inauguração, em 2004. Neste primeiro momento, os apartamentos têm lance inicial de R$ 1,4 milhões cada, preço bem menor comparado aos valores iniciais, quando custavam cerca de R$ 2,3 milhões.

    Caso não sejam vendidos, um novo leilão está marcado para o dia 24 de fevereiro, com lance inicial de R$ 849 mil, equivalente a 60% do valor avaliado, um desconto de 40%. Quem comandará as vendas é o leiloeiro público Helcio Kronberg.

    De acordo com Kronberg, o juízo determinou a venda de vários apartamentos. Entretanto, caso o valor da execução seja atingido antes de todos os lofts serem leiloados, o leilão poderá ser finalizado. Portanto, quem tiver interesse já deve registrar seus lances previamente. O leilão iniciará pelos apartamentos dos andares mais altos para os mais baixos. 

    O município de Curitiba, credor em mais de R$ 1 milhão pelo IPTU devido, e alguns outros credores dos proprietários, já estão requerendo ao juízo da 21ª Vara Cível de Curitiba a reserva de seus créditos, o que poderá favorecer a venda de mais unidades. Para participar, os interessados precisam fazer um cadastro prévio no site da Kronberg Leilões. Os lances podem ser feitos à vista ou parcelados, com entrada de 25% e o remanescente em até 30 parcelas. Essa é primeira vez que os imóveis serão vendidos após as diversas tentativas feitas em 2018, quando não houve nenhum comprador.

    A história do prédio é bastante famosa na capital paranaense. O projeto pioneiro, feito em 1997, saiu do papel em 2004 e atraiu olhares do mundo todo, com espaço até em uma matéria exclusiva do The New York Times e uma citação no The Economist. Na estrutura há um anel externo que gira impulsionado por um motor de 40 cavalos. Apesar do sucesso de mídia, os apartamentos nunca foram habitados. Na época, o motivo apontado foi o alto valor da venda para um empreendimento desse porte, além de problemas judiciais enfrentados pela Construtora Moro, responsável pela obra.

    Cada andar pode se mover de maneira independente nos sentidos horário ou anti-horário, de acordo com a preferência do morador, e há pouco atrito no movimento. Os únicos aposentos fixos são a cozinha e o banheiro, por causa do encanamento. O giro completo do Suíte Vollard é feito em uma hora e pode ser ativado por comandos de voz, ou por um painel eletrônico instalado na parede, que controla também luz, ar-condicionado e sistemas de segurança.

    Os apartamentos são cercados de janelas e oferecem vista 360° da cidade, além de receberem luz do sol a qualquer hora do dia. O prédio conta com 11 lofts de 270 metros quadrados cada.


Fonte: https://tribunapr.uol.com.br/noticias/curitiba-regiao/leilao-dosapartamentos-do-predio-giratorio-de-curitiba-acontece-nesta-sexta/ Acesso em 20 de fevereiro de 2022. 
Assinale a alternativa que apresente a relação de sentido estabelecida entre a parte anterior do texto e o período pelo termo em destaque: Entretanto, caso o valor da execução seja atingido antes de todos os lofts serem leiloados, o leilão poderá ser finalizado.
Alternativas
Q4263568 Português
Leilão dos apartamentos do “prédio giratório” de Curitiba acontece nesta sexta


    Os apartamentos do edifício Suite Vollard, conhecido como o prédio giratório de Curitiba, vão a leilão nesta sexta-feira (18). Os 10 imóveis, que ficam no bairro Mossunguê, poderão ser habitados pela primeira vez desde sua inauguração, em 2004. Neste primeiro momento, os apartamentos têm lance inicial de R$ 1,4 milhões cada, preço bem menor comparado aos valores iniciais, quando custavam cerca de R$ 2,3 milhões.

    Caso não sejam vendidos, um novo leilão está marcado para o dia 24 de fevereiro, com lance inicial de R$ 849 mil, equivalente a 60% do valor avaliado, um desconto de 40%. Quem comandará as vendas é o leiloeiro público Helcio Kronberg.

    De acordo com Kronberg, o juízo determinou a venda de vários apartamentos. Entretanto, caso o valor da execução seja atingido antes de todos os lofts serem leiloados, o leilão poderá ser finalizado. Portanto, quem tiver interesse já deve registrar seus lances previamente. O leilão iniciará pelos apartamentos dos andares mais altos para os mais baixos. 

    O município de Curitiba, credor em mais de R$ 1 milhão pelo IPTU devido, e alguns outros credores dos proprietários, já estão requerendo ao juízo da 21ª Vara Cível de Curitiba a reserva de seus créditos, o que poderá favorecer a venda de mais unidades. Para participar, os interessados precisam fazer um cadastro prévio no site da Kronberg Leilões. Os lances podem ser feitos à vista ou parcelados, com entrada de 25% e o remanescente em até 30 parcelas. Essa é primeira vez que os imóveis serão vendidos após as diversas tentativas feitas em 2018, quando não houve nenhum comprador.

    A história do prédio é bastante famosa na capital paranaense. O projeto pioneiro, feito em 1997, saiu do papel em 2004 e atraiu olhares do mundo todo, com espaço até em uma matéria exclusiva do The New York Times e uma citação no The Economist. Na estrutura há um anel externo que gira impulsionado por um motor de 40 cavalos. Apesar do sucesso de mídia, os apartamentos nunca foram habitados. Na época, o motivo apontado foi o alto valor da venda para um empreendimento desse porte, além de problemas judiciais enfrentados pela Construtora Moro, responsável pela obra.

    Cada andar pode se mover de maneira independente nos sentidos horário ou anti-horário, de acordo com a preferência do morador, e há pouco atrito no movimento. Os únicos aposentos fixos são a cozinha e o banheiro, por causa do encanamento. O giro completo do Suíte Vollard é feito em uma hora e pode ser ativado por comandos de voz, ou por um painel eletrônico instalado na parede, que controla também luz, ar-condicionado e sistemas de segurança.

    Os apartamentos são cercados de janelas e oferecem vista 360° da cidade, além de receberem luz do sol a qualquer hora do dia. O prédio conta com 11 lofts de 270 metros quadrados cada.


Fonte: https://tribunapr.uol.com.br/noticias/curitiba-regiao/leilao-dosapartamentos-do-predio-giratorio-de-curitiba-acontece-nesta-sexta/ Acesso em 20 de fevereiro de 2022. 
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4263540 Português

Leia o texto para responder a questão.


Profissionalização é fundamental para crescimento do mercado de aluguel no Brasil Com o desenvolvimento do país, o mercado de aluguéis tende a crescer, e profissionalização do segmento é o motor central para isso acontecer


        O número de brasileiros que moram de aluguel irá aumentar nos próximos anos. A afirmação pode parecer muito categórica, mas o cenário internacional permite fazer esse tipo de previsão com relativa segurança.


        À medida que um país se desenvolve e suas metrópoles tornam-se maiores, mais diversas e densamente povoadas, o aluguel tende a ser a modalidade predominante de moradia, ao menos nas grandes cidades.


        Peguemos como exemplo a cidade de Nova York, nos Estados Unidos: quase 70% de seus habitantes vivem em imóveis alugados, de acordo com o NYU Furman Center, que pesquisa questões de moradia. Em Manhattan, região central da cidade, mais densa e valorizada, esse índice está na casa dos 76%. Se olharmos para outras grandes metrópoles como Paris, Londres ou Barcelona, encontraremos estatísticas similares. 


        No mercado imobiliário brasileiro isso também acontecerá, mas não a curto prazo. Aqui, não mais do que 30% da população vive em imóveis alugados, sendo uma parte relevante feita sem o apoio devido de um profissional de gestão. Há diferenças importantes também na maneira como esse mercado está organizado: a enorme maioria dos imóveis disponíveis para aluguel pertence a pessoas físicas. Nos Estados Unidos e países da Europa, uma parcela relevante dos imóveis de locação pertence a investidores profissionais, incorporadoras ou fundos imobiliários, que se dedicam exclusivamente à gestão dos aluguéis.


        Em suma, o mercado de locação brasileiro ainda é pouco profissionalizado se comparado ao de países desenvolvidos. Quem já precisou alugar uma casa ou apartamento sabe como a jornada do aluguel, do momento da escolha do imóvel até a entrega da documentação, pode ser desafiadora. Alguns critérios mudam radicalmente de um proprietário para outro, por vezes as partes não têm clareza sobre as obrigações de cada lado, muitos proprietários não conseguem manter seus imóveis atualizados e em bom estado de conservação, além do alto temor em relação à inadimplência.


        Vale pontuar que a gestão de aluguel é também uma especificidade com pouco destaque dentro das imobiliárias e visto como trabalhoso pelos corretores muito por conta dos fatores acima, bem como pelo retorno das transações em comparação à dedicação investida. Mas há oportunidades. Dado que a proporção de brasileiros que vivem de aluguel continuará crescendo, e considerando também essas particularidades do nosso mercado imobiliário, é preciso discutir estratégias para profissionalizar a locação no país. É exatamente aqui que os profissionais do mercado, desde imobiliárias e corretores, até fundos e incorporadores, podem desempenhar um papel decisivo.


        Ampliando a expertise na gestão dos imóveis e utilizando tecnologias para otimização, já é possível tornar a jornada de locação mais simples e eficiente para todos.


        Isso começa com uma boa orientação aos proprietários, e conhecer os desejos dos locatários é essencial. Estudos de mercado, como os do DataZAP+, são boas formas de acompanhar as novidades e antecipar desejos. O levantamento “Tendências do Moradia 2022 - Locação”, por exemplo, revela que quem busca imóveis para alugar tem preferência por bairros planejados e condomínios que disponibilizam lazer e entretenimento em suas dependências, como piscina, academia e churrasqueira, além de novidades no quesito conveniência, como mensageria, espaço pet e minimercados. Essas informações contribuem para oferecer insights para proprietários e atender aos anseios de um locatário que espera ter seus reais interesses contemplados.


        Ao mesmo tempo, os recursos digitais permitem agilizar muitas das etapas do processo de escolha de uma moradia. E já há soluções que entregam uma proposta de locação muito completa, que atende muito bem a parte mais crucial da jornada, desde a captação de potenciais interessados, agendamento de visita, fluxo de proposta e contraproposta até análise de perfil. O ZAPWay+, por exemplo, é uma solução que permite à imobiliária analisar perfil do inquilino, e oferecer garantia de recebimento ao proprietário, contando também com uma esteira de negociação e gerenciamento de oportunidades, assinatura digital de contrato e agendamento de visita. Não à toa, imobiliárias que aderem, relatam um tempo de locação 35% menor se comparados aos anúncios tradicionais.


        Com esta evolução do mercado e o amadurecimento de soluções digitais capazes de simplificar e afunilar muito mais o processo de escolha, a jornada do aluguel torna-se muito mais simples e atrativa para todas as partes.


        A questão, portanto, é que elas precisam se envolver mais na gestão ativa dos aluguéis, pois um país em desenvolvimento como o Brasil, com um mercado imobiliário extremamente relevante, necessitará cada vez mais desse tipo de serviço. A profissionalização do setor de locação é etapa indispensável da nossa busca por cidades mais desenvolvidas, inteligentes e funcionais.


Disponível em https://exame.com/colunistas/genomaimobiliario/profissionalizacao-e-fundamental-para-crescimento-do-mercado-dealuguel-no-brasil/

Analise e assinale a alternativa correta.
I. “Ampliando a expertise na gestão dos imóveis e utilizando tecnologias para otimização, já é possível tornar a jornada de locação mais simples e eficiente para todos.
II. “Ao mesmo tempo, os recursos digitais permitem agilizar muitas das etapas do processo de escolha de uma moradia.”
Alternativas
Q4263538 Português

Leia o texto para responder a questão.


Profissionalização é fundamental para crescimento do mercado de aluguel no Brasil Com o desenvolvimento do país, o mercado de aluguéis tende a crescer, e profissionalização do segmento é o motor central para isso acontecer


        O número de brasileiros que moram de aluguel irá aumentar nos próximos anos. A afirmação pode parecer muito categórica, mas o cenário internacional permite fazer esse tipo de previsão com relativa segurança.


        À medida que um país se desenvolve e suas metrópoles tornam-se maiores, mais diversas e densamente povoadas, o aluguel tende a ser a modalidade predominante de moradia, ao menos nas grandes cidades.


        Peguemos como exemplo a cidade de Nova York, nos Estados Unidos: quase 70% de seus habitantes vivem em imóveis alugados, de acordo com o NYU Furman Center, que pesquisa questões de moradia. Em Manhattan, região central da cidade, mais densa e valorizada, esse índice está na casa dos 76%. Se olharmos para outras grandes metrópoles como Paris, Londres ou Barcelona, encontraremos estatísticas similares. 


        No mercado imobiliário brasileiro isso também acontecerá, mas não a curto prazo. Aqui, não mais do que 30% da população vive em imóveis alugados, sendo uma parte relevante feita sem o apoio devido de um profissional de gestão. Há diferenças importantes também na maneira como esse mercado está organizado: a enorme maioria dos imóveis disponíveis para aluguel pertence a pessoas físicas. Nos Estados Unidos e países da Europa, uma parcela relevante dos imóveis de locação pertence a investidores profissionais, incorporadoras ou fundos imobiliários, que se dedicam exclusivamente à gestão dos aluguéis.


        Em suma, o mercado de locação brasileiro ainda é pouco profissionalizado se comparado ao de países desenvolvidos. Quem já precisou alugar uma casa ou apartamento sabe como a jornada do aluguel, do momento da escolha do imóvel até a entrega da documentação, pode ser desafiadora. Alguns critérios mudam radicalmente de um proprietário para outro, por vezes as partes não têm clareza sobre as obrigações de cada lado, muitos proprietários não conseguem manter seus imóveis atualizados e em bom estado de conservação, além do alto temor em relação à inadimplência.


        Vale pontuar que a gestão de aluguel é também uma especificidade com pouco destaque dentro das imobiliárias e visto como trabalhoso pelos corretores muito por conta dos fatores acima, bem como pelo retorno das transações em comparação à dedicação investida. Mas há oportunidades. Dado que a proporção de brasileiros que vivem de aluguel continuará crescendo, e considerando também essas particularidades do nosso mercado imobiliário, é preciso discutir estratégias para profissionalizar a locação no país. É exatamente aqui que os profissionais do mercado, desde imobiliárias e corretores, até fundos e incorporadores, podem desempenhar um papel decisivo.


        Ampliando a expertise na gestão dos imóveis e utilizando tecnologias para otimização, já é possível tornar a jornada de locação mais simples e eficiente para todos.


        Isso começa com uma boa orientação aos proprietários, e conhecer os desejos dos locatários é essencial. Estudos de mercado, como os do DataZAP+, são boas formas de acompanhar as novidades e antecipar desejos. O levantamento “Tendências do Moradia 2022 - Locação”, por exemplo, revela que quem busca imóveis para alugar tem preferência por bairros planejados e condomínios que disponibilizam lazer e entretenimento em suas dependências, como piscina, academia e churrasqueira, além de novidades no quesito conveniência, como mensageria, espaço pet e minimercados. Essas informações contribuem para oferecer insights para proprietários e atender aos anseios de um locatário que espera ter seus reais interesses contemplados.


        Ao mesmo tempo, os recursos digitais permitem agilizar muitas das etapas do processo de escolha de uma moradia. E já há soluções que entregam uma proposta de locação muito completa, que atende muito bem a parte mais crucial da jornada, desde a captação de potenciais interessados, agendamento de visita, fluxo de proposta e contraproposta até análise de perfil. O ZAPWay+, por exemplo, é uma solução que permite à imobiliária analisar perfil do inquilino, e oferecer garantia de recebimento ao proprietário, contando também com uma esteira de negociação e gerenciamento de oportunidades, assinatura digital de contrato e agendamento de visita. Não à toa, imobiliárias que aderem, relatam um tempo de locação 35% menor se comparados aos anúncios tradicionais.


        Com esta evolução do mercado e o amadurecimento de soluções digitais capazes de simplificar e afunilar muito mais o processo de escolha, a jornada do aluguel torna-se muito mais simples e atrativa para todas as partes.


        A questão, portanto, é que elas precisam se envolver mais na gestão ativa dos aluguéis, pois um país em desenvolvimento como o Brasil, com um mercado imobiliário extremamente relevante, necessitará cada vez mais desse tipo de serviço. A profissionalização do setor de locação é etapa indispensável da nossa busca por cidades mais desenvolvidas, inteligentes e funcionais.


Disponível em https://exame.com/colunistas/genomaimobiliario/profissionalizacao-e-fundamental-para-crescimento-do-mercado-dealuguel-no-brasil/

O pronome “isso” utilizado no primeiro período do oitavo parágrafo retoma
Alternativas
Q4263520 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]



Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Entre as críticas ao comportamento do homem presentes no texto, estão
I- a substituição do natural pelo artificial. II- a visão negativa do descanso. III- o hábito dos “banhos de floresta”. IV- a desconexão com a natureza. V- o ritmo acelerado da vida.
Estão CORRETOS apenas os itens 
Alternativas
Q4263519 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]



Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Considere a passagem “No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla.” De acordo com o texto, a ecopsicologia é uma área que
I- estabelece relação entre o ser humano e o meio ambiente. II- postula que basta estar na natureza para se integrar a ela. III- relaciona a saúde emocional à integração com a natureza. IV- defende que o ser humano e o ambiente são inseparáveis. V- gera a interdisciplinaridade, pois une ecologia e psicologia.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
Alternativas
Q4263270 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão.


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026. 



Assinale a passagem do texto 1 que estabelece relação discursiva com o texto 02.

Alternativas
Q4262972 Português

Leia o texto para responder a questão.


SEGURANÇA PÚBLICA: SAIBA POR QUE ELA É IMPORTANTE PARA A POPULAÇÃO


por Grupo Editores Blog


 

    A Segurança Pública tem sido assunto de muito debate, especialmente desde as eleições de 2018. Mas o que, afinal, é Segurança Pública e por que ela é importante para a população? Neste texto, iremos falar um pouco mais sobre este assunto. Quer saber mais? Acompanhe conosco.


    O que é Segurança Pública?


    O conceito de Segurança Pública está relacionado a um estado de normalidade social que permite aos cidadãos usufruir de seus direitos e cumprir com seus deveres, tudo isso sem correr riscos de sofrer atentados à sua integridade física ou ao patrimônio público e privado. Na prática, é poder viver sem medo de ser assaltado, roubado, morto, agredido, furtado ou violado de alguma maneira. Por isso, é de fundamental importância que a Segurança Pública seja levada a sério pelos gestores públicos de nível municipal, estadual e federal.



    Garantia de lei e da ordem


    Políticas de Segurança Pública tem várias finalidades na realidade de uma população. Uma delas é garantir que as leis sejam cumpridas e que a ordem social seja mantida com o mínimo possível de conflitos. A Lei é o dispositivo máximo de proteção aos cidadãos e às instituições, por isso, se a lei está sendo ameaçada, o Estado utiliza seu aparato de proteção para assegurar que esta legislação seja cumprida, seja a partir de patrulhamento, retenção de liberdade, repressão ou outros dispositivos. Diferentemente do que pensa muita gente, a Segurança Pública não tem a função de punir cidadãos transgressores. Quem faz isso é a Justiça através de penalidades que vão de multa à reclusão. Entretanto, em casos nos quais a ação de transgressores ameace a ordem, a integridade física de cidadãos ou de agentes de Segurança Pública, é aceitável que estes servidores (policiais civis e militares, guardas e outros) atuem de maneira preventiva e neutralizem a ameaça.


    Proteção à vida


    Um dos motivos pelos quais a Segurança Pública é fundamental é a proteção à vida. É muito importante que os cidadãos tenham a confiança de que podem viver, sair para trabalhar ou para lazer com a certeza de que retornarão para casa em segurança, sem sofrer atentados ou ameaças. Cabe ao aparato de Segurança Pública agir para garantir este integridade, trazendo tranquilidade à rotina da população.


    Proteção ao patrimônio


    A Segurança Pública também é importante para assegurar a inviolabilidade do patrimônio dos cidadãos. Garantir que imóveis, veículos, dinheiro e outros bens valiosos não sejam furtados, roubados ou danificados. O patrimônio público também deve ser protegido. Prédios, veículos oficiais e estrutura de transporte público, postes, placas, iluminação e outros bens que pertencem à população integram os esforços de Segurança Pública.


    Produtividade e qualidade de vida


    A Segurança Pública é uma das atribuições do Estado para garantir à população as condições de produtividade, qualidade de vida e confiança para trabalhar, empreender, investir, gastar, construir a própria carreira, constituir família e viver uma vida feliz. Segurança Pública de qualidade passa por políticas bem projetadas, gestão pública eficiente e transparente, além de investimentos em pessoal e infraestrutura.



Disponível em https://blogdoaftm.com.br/seguranca-publica-saiba-por-que-ela-e importante-para-a-populacao/ 

Assinale a alternativa cujo trecho reescrito esteja no mesmo sentido do trecho seguinte: “Quem faz isso é a Justiça através de penalidades que vão de multa à reclusão.” 
Alternativas
Q4262963 Português

Leia o texto para responder a questão.


SEGURANÇA PÚBLICA: SAIBA POR QUE ELA É IMPORTANTE PARA A POPULAÇÃO


por Grupo Editores Blog


 

    A Segurança Pública tem sido assunto de muito debate, especialmente desde as eleições de 2018. Mas o que, afinal, é Segurança Pública e por que ela é importante para a população? Neste texto, iremos falar um pouco mais sobre este assunto. Quer saber mais? Acompanhe conosco.


    O que é Segurança Pública?


    O conceito de Segurança Pública está relacionado a um estado de normalidade social que permite aos cidadãos usufruir de seus direitos e cumprir com seus deveres, tudo isso sem correr riscos de sofrer atentados à sua integridade física ou ao patrimônio público e privado. Na prática, é poder viver sem medo de ser assaltado, roubado, morto, agredido, furtado ou violado de alguma maneira. Por isso, é de fundamental importância que a Segurança Pública seja levada a sério pelos gestores públicos de nível municipal, estadual e federal.



    Garantia de lei e da ordem


    Políticas de Segurança Pública tem várias finalidades na realidade de uma população. Uma delas é garantir que as leis sejam cumpridas e que a ordem social seja mantida com o mínimo possível de conflitos. A Lei é o dispositivo máximo de proteção aos cidadãos e às instituições, por isso, se a lei está sendo ameaçada, o Estado utiliza seu aparato de proteção para assegurar que esta legislação seja cumprida, seja a partir de patrulhamento, retenção de liberdade, repressão ou outros dispositivos. Diferentemente do que pensa muita gente, a Segurança Pública não tem a função de punir cidadãos transgressores. Quem faz isso é a Justiça através de penalidades que vão de multa à reclusão. Entretanto, em casos nos quais a ação de transgressores ameace a ordem, a integridade física de cidadãos ou de agentes de Segurança Pública, é aceitável que estes servidores (policiais civis e militares, guardas e outros) atuem de maneira preventiva e neutralizem a ameaça.


    Proteção à vida


    Um dos motivos pelos quais a Segurança Pública é fundamental é a proteção à vida. É muito importante que os cidadãos tenham a confiança de que podem viver, sair para trabalhar ou para lazer com a certeza de que retornarão para casa em segurança, sem sofrer atentados ou ameaças. Cabe ao aparato de Segurança Pública agir para garantir este integridade, trazendo tranquilidade à rotina da população.


    Proteção ao patrimônio


    A Segurança Pública também é importante para assegurar a inviolabilidade do patrimônio dos cidadãos. Garantir que imóveis, veículos, dinheiro e outros bens valiosos não sejam furtados, roubados ou danificados. O patrimônio público também deve ser protegido. Prédios, veículos oficiais e estrutura de transporte público, postes, placas, iluminação e outros bens que pertencem à população integram os esforços de Segurança Pública.


    Produtividade e qualidade de vida


    A Segurança Pública é uma das atribuições do Estado para garantir à população as condições de produtividade, qualidade de vida e confiança para trabalhar, empreender, investir, gastar, construir a própria carreira, constituir família e viver uma vida feliz. Segurança Pública de qualidade passa por políticas bem projetadas, gestão pública eficiente e transparente, além de investimentos em pessoal e infraestrutura.



Disponível em https://blogdoaftm.com.br/seguranca-publica-saiba-por-que-ela-e importante-para-a-populacao/ 

De acordo com o texto, é possível afirmar que

Alternativas
Q4262915 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem. Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela. 


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Entre as críticas ao comportamento do homem presentes no texto, estão
I- a substituição do natural pelo artificial.
II- a visão negativa do descanso.
III- o hábito dos “banhos de floresta”.
IV- a desconexão com a natureza.
V- o ritmo acelerado da vida.
Estão CORRETOS apenas os itens 
Alternativas
Q4262880 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 


Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto 02.


I- O hábito de frequentar as redes sociais constitui um obstáculo para o hábito de leitura.


II- A promessa de foco indica a tentativa de corrigir uma falha de propósito de uma década.


III- A promessa de que a mudança do hábito ocorrerá dessa vez se revela um autoengano.


IV- A persistência da falta de foco indica que houve uma superestimação da própria disciplina.


V- O hábito que se quer abandonar se mostra mais forte que a força de vontade declarada.


Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q4262875 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01 


Atenção é vida 


    Você sente que está sempre ocupado, mas nem sempre com o que importa? A promessa da vida digital era facilitar, ganhar tempo e aproximar. Mas, na prática, para muita gente, ela tem feito o contrário: acelera, fragmenta e ocupa espaços que antes eram de presença, descanso e silêncio.

    A forma como você usa o seu celular diz muito sobre quem você acredita que precisa ser. Se você sente que precisa responder a todas as solicitações na hora, talvez esteja carregando a crença de que disponibilidade é sinônimo de valor. Se não consegue ficar offline, pode estar confundindo conexão com pertencimento. Se acorda e dorme com o celular na mão, talvez esteja terceirizando o próprio ritmo.

    Simplificar a vida digital não começa no aparelho. Começa na sua atualização de identidade. Porque toda mudança sustentável exige, na prática, uma faxina interna. E essa faxina passa por três frentes: crenças, emoções e relacionamentos. 

    Quais crenças te mantêm refém do excesso? A ideia de que “se eu não fizer, ninguém faz”? Ou de que “descansar é perder tempo”? Quais emoções você evita quando se distrai rolando a tela? Ansiedade, solidão, medo de ficar de fora? E quais relações digitais já perderam o sentido, mas continuam ocupando espaço: grupos silenciados, conteúdos que não agregam, conversas que drenam mais do que nutrem?

    A vida não fica mais leve quando você organiza o celular. Ela simplifica quando você organiza a si mesmo. Na prática, isso pede decisões simples e profundas. Não levar o celular para a cama, porque ele não é companhia, é estímulo. Não se sentar à mesa com notificações abertas, porque presença não se divide. Escolher em quais grupos estar, porque acesso não significa vínculo. Usar o modo “não perturbe” como limite saudável, não como luxo.

    Parece pouca coisa, mas não é. Cada pequena escolha, cada faxina, reorganiza sua atenção. E atenção é vida. A verdade é que não falta tempo. Faltam clareza e coragem para eliminar relações, hábitos e estímulos que já não fazem sentido.

    Quando você sabe o que importa, fica mais fácil dizer não para o que só ocupa espaço. E isso vale para o digital e para a vida. Porque a mesma pessoa que se perde nas telas, muitas vezes, também se perde nas decisões, nos excessos e nas expectativas. Você não precisa de mais tempo. Precisa reconhecer quem você é hoje e se está investindo energia em relações que fazem sentido.


Fonte: CAMARGO, Izabella. Atenção é vida. Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. de 2026. Adaptado. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as hipóteses que são levantadas no texto como causas para os excessos da vida digital cometidos por muitas pessoas.
I- Medo de sentimentos negativos, como a solidão, e de estar perdendo algo.
II- Julgamento de que é mais eficiente e indispensável na realização de tarefas.
III- Pensamento de que reservar um tempo para o descanso é perda de tempo.
IV- Crença de que é mais valorizado pela disponibilidade para as respostas.
V- Consideração de que tem mais tempo para o descanso e para a vida social.
Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q4262874 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01 


Atenção é vida 


    Você sente que está sempre ocupado, mas nem sempre com o que importa? A promessa da vida digital era facilitar, ganhar tempo e aproximar. Mas, na prática, para muita gente, ela tem feito o contrário: acelera, fragmenta e ocupa espaços que antes eram de presença, descanso e silêncio.

    A forma como você usa o seu celular diz muito sobre quem você acredita que precisa ser. Se você sente que precisa responder a todas as solicitações na hora, talvez esteja carregando a crença de que disponibilidade é sinônimo de valor. Se não consegue ficar offline, pode estar confundindo conexão com pertencimento. Se acorda e dorme com o celular na mão, talvez esteja terceirizando o próprio ritmo.

    Simplificar a vida digital não começa no aparelho. Começa na sua atualização de identidade. Porque toda mudança sustentável exige, na prática, uma faxina interna. E essa faxina passa por três frentes: crenças, emoções e relacionamentos. 

    Quais crenças te mantêm refém do excesso? A ideia de que “se eu não fizer, ninguém faz”? Ou de que “descansar é perder tempo”? Quais emoções você evita quando se distrai rolando a tela? Ansiedade, solidão, medo de ficar de fora? E quais relações digitais já perderam o sentido, mas continuam ocupando espaço: grupos silenciados, conteúdos que não agregam, conversas que drenam mais do que nutrem?

    A vida não fica mais leve quando você organiza o celular. Ela simplifica quando você organiza a si mesmo. Na prática, isso pede decisões simples e profundas. Não levar o celular para a cama, porque ele não é companhia, é estímulo. Não se sentar à mesa com notificações abertas, porque presença não se divide. Escolher em quais grupos estar, porque acesso não significa vínculo. Usar o modo “não perturbe” como limite saudável, não como luxo.

    Parece pouca coisa, mas não é. Cada pequena escolha, cada faxina, reorganiza sua atenção. E atenção é vida. A verdade é que não falta tempo. Faltam clareza e coragem para eliminar relações, hábitos e estímulos que já não fazem sentido.

    Quando você sabe o que importa, fica mais fácil dizer não para o que só ocupa espaço. E isso vale para o digital e para a vida. Porque a mesma pessoa que se perde nas telas, muitas vezes, também se perde nas decisões, nos excessos e nas expectativas. Você não precisa de mais tempo. Precisa reconhecer quem você é hoje e se está investindo energia em relações que fazem sentido.


Fonte: CAMARGO, Izabella. Atenção é vida. Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. de 2026. Adaptado. 

De acordo com o texto, diminuir os excessos da vida digital está relacionado à decisão de 
Alternativas
Q4262873 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01 


Atenção é vida 


    Você sente que está sempre ocupado, mas nem sempre com o que importa? A promessa da vida digital era facilitar, ganhar tempo e aproximar. Mas, na prática, para muita gente, ela tem feito o contrário: acelera, fragmenta e ocupa espaços que antes eram de presença, descanso e silêncio.

    A forma como você usa o seu celular diz muito sobre quem você acredita que precisa ser. Se você sente que precisa responder a todas as solicitações na hora, talvez esteja carregando a crença de que disponibilidade é sinônimo de valor. Se não consegue ficar offline, pode estar confundindo conexão com pertencimento. Se acorda e dorme com o celular na mão, talvez esteja terceirizando o próprio ritmo.

    Simplificar a vida digital não começa no aparelho. Começa na sua atualização de identidade. Porque toda mudança sustentável exige, na prática, uma faxina interna. E essa faxina passa por três frentes: crenças, emoções e relacionamentos. 

    Quais crenças te mantêm refém do excesso? A ideia de que “se eu não fizer, ninguém faz”? Ou de que “descansar é perder tempo”? Quais emoções você evita quando se distrai rolando a tela? Ansiedade, solidão, medo de ficar de fora? E quais relações digitais já perderam o sentido, mas continuam ocupando espaço: grupos silenciados, conteúdos que não agregam, conversas que drenam mais do que nutrem?

    A vida não fica mais leve quando você organiza o celular. Ela simplifica quando você organiza a si mesmo. Na prática, isso pede decisões simples e profundas. Não levar o celular para a cama, porque ele não é companhia, é estímulo. Não se sentar à mesa com notificações abertas, porque presença não se divide. Escolher em quais grupos estar, porque acesso não significa vínculo. Usar o modo “não perturbe” como limite saudável, não como luxo.

    Parece pouca coisa, mas não é. Cada pequena escolha, cada faxina, reorganiza sua atenção. E atenção é vida. A verdade é que não falta tempo. Faltam clareza e coragem para eliminar relações, hábitos e estímulos que já não fazem sentido.

    Quando você sabe o que importa, fica mais fácil dizer não para o que só ocupa espaço. E isso vale para o digital e para a vida. Porque a mesma pessoa que se perde nas telas, muitas vezes, também se perde nas decisões, nos excessos e nas expectativas. Você não precisa de mais tempo. Precisa reconhecer quem você é hoje e se está investindo energia em relações que fazem sentido.


Fonte: CAMARGO, Izabella. Atenção é vida. Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. de 2026. Adaptado. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as expectativas frustradas na vida digital, de acordo com o texto.
I- Maior economia de tempo.
II- Maior tempo para descanso.
III- Aproximação das pessoas.
IV- Respostas ágeis às solicitações.
V- Acesso rápido às notificações.
Estão CORRETOS apenas os itens 
Alternativas
Q4262738 Português
       A “Carta ao leitor” é a última seção a ser escrita, apesar de ser a primeira a aparecer na revista. E é a mais difícil de redigir. É oferecer-se ao julgamento dos outros – nosso inferno, como diria Jean Paul Sartre.

      Imaginar que alguém possa nos julgar – e condenar – por algo dito é assustador. Sempre comentei com colegas de magistério que, de todas as matérias, Redação é a mais complicada. A Matemática é exata, confiável. A História, factual (ou pelo menos costumava ser assim...). A Biologia também é segura. Há disputas entre criacionistas e evolucionistas, mas o pouquinho aprendido sempre foi terreno firme para caminhar.

       A Redação, por outro lado, só é exata em certa medida: mais do que se imagina; menos do que se gostaria. Há critérios que condicionam uma correção mais justa. Mas sempre há um quê de opinião de quem lê. [...] E, por maior que seja a competência e a habilidade de quem lê, ninguém convence o autor de que a correção não é pessoal. Em algumas vezes até pode ser. Mas nunca como se imagina. Redigir é, sem dúvida, difícil – não porque escrever seja difícil, mas porque o julgamento do outro pode ser duro demais.

      Se, nas escolas, onde existe certa relação de confiança entre discentes e docentes, é assim, como será [...] numa empresa? Por isso fizemos uma análise de como está o português dentro dos escritórios. É para “maximizar nosso trabalho”, já que isso “agrega”...

      Uma coisa que com certeza não “agrega” é a censura. O artigo de Milton Francisco trata desse forte método de controle [...] e de sua influência sobre a música. O tema continua na conversa que Andréa Neiva teve com o professor Osvaldo Cesquim, da Universidade de São Paulo, ainda que o foco seja o impacto da censura sobre a linguagem e a Educação no Brasil.

     Se a conversa a respeito de censura não causar polêmica, o perfil do gramático Napoleão Mendes de Almeida deve trazer a antiquíssima discussão sobre “erros” e “desvios” de volta às nossas páginas. Discutir, afinal, tem como premissa a existência de diferenças – equilibradas, pelo bem da harmonia, e respeitadas, pelo bem da civilidade. Só assim se trava o bom debate.


(SEGURA, Luciano Ricardo. Carta ao leitor. Discutindo Língua Portuguesa, ano 2, nº 9, p. 3, 200?. Com supressões e adaptações. Grifos nossos.) 
Assinale a alternativa em que o comentário sobre o uso de sinais de pontuação no texto está correto.   
Alternativas
Q4262716 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 02 



Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.


Por meio da linguagem verbal e não verbal, pode-se inferir que o termo “ring light”, usado no segundo quadro do texto 2, refere-se ao
Alternativas
Q4262715 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 02 



Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.


Analise as passagens do texto 01 a seguir, as quais estabelecem relação discursiva com o texto 02.
I- “Passamos a perseguir metas que parecem importantes porque são valorizadas por todos ao nosso redor, sem nos perguntar se elas também fazem sentido para nós.”
II- “Quando você sabe quem é e o que deseja, sua energia deixa de ser consumida com o que não conecta com o seu coração.”
III- “Em um mundo que nunca esteve tão conectado, talvez estejamos cada vez mais distantes de nós mesmos. A velocidade dos dias dificulta a escuta interior.”
IV- “Estamos tão acostumados a seguir roteiros prontos que muitas vezes confundimos admiração com desejo, influência com autoridade e aprovação com felicidade.”
V- “A todo momento somos atravessados por notícias, opiniões, tendências, expectativas e desejos que chegam de todos os lados. As redes sociais nos mostram vidas aparentemente perfeitas.”
Estão relacionadas discursivamente ao texto 02 apenas as passagens 
Alternativas
Respostas
281: B
282: B
283: A
284: D
285: E
286: A
287: C
288: B
289: B
290: C
291: A
292: C
293: B
294: E
295: A
296: C
297: A
298: D
299: E
300: C