Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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TEXTO I
RIQUEZA BIOLÓGICA SOB PRESSÕES CONVERGENTES
O Brasil abriga seis biomas continentais — Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal —, além de extensos ambientes costeiros e marinhos. Essa variedade de ecossistemas sustenta uma das maiores biodiversidades do planeta e inclui numerosas espécies endêmicas, isto é, encontradas naturalmente apenas em determinadas áreas. O ICMBio realiza a avaliação do risco de extinção da fauna brasileira, enquanto o IBAMA atua, entre outras frentes, na fiscalização ambiental e no combate a infrações.
A abundância biológica, contudo, não torna os ecossistemas invulneráveis. Perda e fragmentação de habitats, espécies exóticas invasoras, poluição, exploração ilegal e mudanças climáticas podem atuar simultaneamente, agravando riscos para espécies e serviços ecossistêmicos. Unidades de conservação, fiscalização, pesquisa científica e restauração ambiental são instrumentos complementares: nenhum deles, isoladamente, elimina todas as ameaças. Preservar esse patrimônio exige, portanto, ações coordenadas, contínuas e ajustadas às características de cada território.
(Texto elaborado com base em informações públicas sobre biodiversidade brasileira)
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
TEXTO I
RIQUEZA BIOLÓGICA SOB PRESSÕES CONVERGENTES
O Brasil abriga seis biomas continentais — Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal —, além de extensos ambientes costeiros e marinhos. Essa variedade de ecossistemas sustenta uma das maiores biodiversidades do planeta e inclui numerosas espécies endêmicas, isto é, encontradas naturalmente apenas em determinadas áreas. O ICMBio realiza a avaliação do risco de extinção da fauna brasileira, enquanto o IBAMA atua, entre outras frentes, na fiscalização ambiental e no combate a infrações.
A abundância biológica, contudo, não torna os ecossistemas invulneráveis. Perda e fragmentação de habitats, espécies exóticas invasoras, poluição, exploração ilegal e mudanças climáticas podem atuar simultaneamente, agravando riscos para espécies e serviços ecossistêmicos. Unidades de conservação, fiscalização, pesquisa científica e restauração ambiental são instrumentos complementares: nenhum deles, isoladamente, elimina todas as ameaças. Preservar esse patrimônio exige, portanto, ações coordenadas, contínuas e ajustadas às características de cada território.
(Texto elaborado com base em informações públicas sobre biodiversidade brasileira)
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
I. O conto simboliza a condição humana de eterna espera, sugerindo que o homem é definido pelo que busca e pelo que não tem coragem de possuir.
II. Elisa representa o mistério e a transitoriedade da vida, chegando de maneira inesperada e partindo quando as coisas se estabilizam.
III. O narrador demonstra um amadurecimento emocional ao longo das sucessivas visitas de Elisa, culminando na decisão de mudar de residência como uma estratégia consciente para romper sua paralisia.
IV. Cordélia exprime uma visão racionalista do mundo ao questionar por que o narrador não se declara e a eficácia da mudança de casa.
Está correto o que se afirma apenas em
Analise a citação e assinale a alternativa que corresponde a intenção do autor.
“O Brasil dava alguns ataques epilépticos e quase marcava, mas a bola voltava a ficar com eles.”
Leia o texto e responda a questão:
O menino maluquinho
A pipa que
o menino maluquinho soltava
era a mais maluca de todas
rabeava lá no céu
rodopiava adoidado
caía de ponta-cabeça
dava tranco e cabeçada
e sua linha cortava
mais que o afiado cerol.
E a pipa
quem fazia
era mesmo o menininho
pois ele havia aprendido
a amarrar linha e taquara
a colar papel de seda
e a fazer com polvilho
o grude para colar
a pipa triangular
como o papai
lhe ensinara
do jeito que havia
aprendido
com o pai
e o pai do pai
do papai...
(ZIRALDO. O menino maluquinho. 64. ed. Melhoramentos,1998. p.48-49. (fragmento)
Leia o texto e responda a questão:
O menino maluquinho
A pipa que
o menino maluquinho soltava
era a mais maluca de todas
rabeava lá no céu
rodopiava adoidado
caía de ponta-cabeça
dava tranco e cabeçada
e sua linha cortava
mais que o afiado cerol.
E a pipa
quem fazia
era mesmo o menininho
pois ele havia aprendido
a amarrar linha e taquara
a colar papel de seda
e a fazer com polvilho
o grude para colar
a pipa triangular
como o papai
lhe ensinara
do jeito que havia
aprendido
com o pai
e o pai do pai
do papai...
(ZIRALDO. O menino maluquinho. 64. ed. Melhoramentos,1998. p.48-49. (fragmento)
Leia o texto e responda a questão:
O menino maluquinho
A pipa que
o menino maluquinho soltava
era a mais maluca de todas
rabeava lá no céu
rodopiava adoidado
caía de ponta-cabeça
dava tranco e cabeçada
e sua linha cortava
mais que o afiado cerol.
E a pipa
quem fazia
era mesmo o menininho
pois ele havia aprendido
a amarrar linha e taquara
a colar papel de seda
e a fazer com polvilho
o grude para colar
a pipa triangular
como o papai
lhe ensinara
do jeito que havia
aprendido
com o pai
e o pai do pai
do papai...
(ZIRALDO. O menino maluquinho. 64. ed. Melhoramentos,1998. p.48-49. (fragmento)
Texto para a questão.
Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana
A presença crescente de microplásticos no meio ambiente deixou de ser apenas uma preocupação ecológica para se transformar em um problema de saúde pública e de gestão global de resíduos. Estudos recentes identificaram partículas plásticas microscópicas em pulmões, sangue, placentas e tecidos cardíacos humanos, evidenciando que a poluição plástica ultrapassou os limites dos oceanos e passou a integrar o cotidiano biológico das populações. Além disso, pesquisadores alertam que essas partículas podem transportar substâncias tóxicas, provocar inflamações celulares e ampliar desequilíbrios ambientais já existentes.
A expansão do consumo descartável e a dependência econômica de materiais sintéticos intensificaram a circulação de resíduos plásticos em escala mundial. Em grandes centros urbanos, o descarte inadequado de embalagens e produtos industrializados favorece a fragmentação do plástico em partículas invisíveis, posteriormente disseminadas pelo ar, pela água e pelos alimentos. Ainda que campanhas de conscientização ambiental tenham se tornado mais frequentes, especialistas observam que a resposta institucional permanece insuficiente diante da velocidade com que a contaminação avança.
Outro aspecto preocupante relaciona-se aos impactos econômicos e sociais decorrentes da poluição plástica. Setores ligados à pesca, ao turismo e à produção agrícola vêm registrando prejuízos associados à contaminação de ecossistemas e à redução da biodiversidade. Paralelamente, pesquisadores defendem a necessidade de políticas públicas capazes de ampliar sistemas de reciclagem, estimular alternativas biodegradáveis e fortalecer mecanismos de fiscalização ambiental. Nesse cenário, o debate sobre microplásticos deixou de ocupar espaço exclusivamente científico e passou a integrar discussões estratégicas sobre sustentabilidade, saúde coletiva e responsabilidade socioambiental.
Fonte: FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana. Revista Pesquisa FAPESP, São Paulo, out. 2023. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-impactos-dos-microplasticos-sobre-a-saude-humana. Acesso em: 11 maio 2026.
Texto para a questão.
Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana
A presença crescente de microplásticos no meio ambiente deixou de ser apenas uma preocupação ecológica para se transformar em um problema de saúde pública e de gestão global de resíduos. Estudos recentes identificaram partículas plásticas microscópicas em pulmões, sangue, placentas e tecidos cardíacos humanos, evidenciando que a poluição plástica ultrapassou os limites dos oceanos e passou a integrar o cotidiano biológico das populações. Além disso, pesquisadores alertam que essas partículas podem transportar substâncias tóxicas, provocar inflamações celulares e ampliar desequilíbrios ambientais já existentes.
A expansão do consumo descartável e a dependência econômica de materiais sintéticos intensificaram a circulação de resíduos plásticos em escala mundial. Em grandes centros urbanos, o descarte inadequado de embalagens e produtos industrializados favorece a fragmentação do plástico em partículas invisíveis, posteriormente disseminadas pelo ar, pela água e pelos alimentos. Ainda que campanhas de conscientização ambiental tenham se tornado mais frequentes, especialistas observam que a resposta institucional permanece insuficiente diante da velocidade com que a contaminação avança.
Outro aspecto preocupante relaciona-se aos impactos econômicos e sociais decorrentes da poluição plástica. Setores ligados à pesca, ao turismo e à produção agrícola vêm registrando prejuízos associados à contaminação de ecossistemas e à redução da biodiversidade. Paralelamente, pesquisadores defendem a necessidade de políticas públicas capazes de ampliar sistemas de reciclagem, estimular alternativas biodegradáveis e fortalecer mecanismos de fiscalização ambiental. Nesse cenário, o debate sobre microplásticos deixou de ocupar espaço exclusivamente científico e passou a integrar discussões estratégicas sobre sustentabilidade, saúde coletiva e responsabilidade socioambiental.
Fonte: FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana. Revista Pesquisa FAPESP, São Paulo, out. 2023. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-impactos-dos-microplasticos-sobre-a-saude-humana. Acesso em: 11 maio 2026.
