Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4269713 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aspectos econômicos e culturais se associam à questão demográfica para acelerar o ritmo da deterioração dos recursos ambientais. A quantidade de resíduos sólidos produzidos pelas populações guarda relação não só com o nível de riqueza, refletido na capacidade econômica para consumir, mas também com os valores e hábitos de vida, determinantes do grau de disposição para a realização do consumo. É ilustrativa a comparação da cultura americana e japonesa: enquanto os primeiros geram cerca de dois quilogramas de resíduos sólidos urbanos (RSU) por habitante ao dia, os japoneses, também de elevado poder aquisitivo, apresentam comportamentos que resultam numa geração significativamente menor, pouco superior a um quilograma. Os brasileiros, apesar de possuírem renda per capita significativamente menor, ficam próximos aos níveis japoneses (ABRELPE, 2008). Essa simples comparação sinaliza para o alinhamento cultural do Brasil com os maiores níveis de geração de resíduos, quando ponderada a capacidade financeira da sociedade para tal. No Brasil, como em outros países em desenvolvimento, outros malefícios somam-se à questão ambiental, ocasionados por deficiências na gestão dos resíduos sólidos urbanos (GRU), como as doenças decorrentes da proliferação de vetores causadores de doenças e a emissão desnecessária de gases de efeito estufa, agravadores do aquecimento global. 


Godecke, M. V., Naime, R. H., & Figueiredo, J. A. S. (2013). O Consumismo e a Geração de Resíduos Sólidos Urbanos  Brasil. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, 8(8), 1700−1712.

No que se refere aos aspectos relacionados à sociedade e ao meio ambiente, de acordo com o texto, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4269712 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aspectos econômicos e culturais se associam à questão demográfica para acelerar o ritmo da deterioração dos recursos ambientais. A quantidade de resíduos sólidos produzidos pelas populações guarda relação não só com o nível de riqueza, refletido na capacidade econômica para consumir, mas também com os valores e hábitos de vida, determinantes do grau de disposição para a realização do consumo. É ilustrativa a comparação da cultura americana e japonesa: enquanto os primeiros geram cerca de dois quilogramas de resíduos sólidos urbanos (RSU) por habitante ao dia, os japoneses, também de elevado poder aquisitivo, apresentam comportamentos que resultam numa geração significativamente menor, pouco superior a um quilograma. Os brasileiros, apesar de possuírem renda per capita significativamente menor, ficam próximos aos níveis japoneses (ABRELPE, 2008). Essa simples comparação sinaliza para o alinhamento cultural do Brasil com os maiores níveis de geração de resíduos, quando ponderada a capacidade financeira da sociedade para tal. No Brasil, como em outros países em desenvolvimento, outros malefícios somam-se à questão ambiental, ocasionados por deficiências na gestão dos resíduos sólidos urbanos (GRU), como as doenças decorrentes da proliferação de vetores causadores de doenças e a emissão desnecessária de gases de efeito estufa, agravadores do aquecimento global. 


Godecke, M. V., Naime, R. H., & Figueiredo, J. A. S. (2013). O Consumismo e a Geração de Resíduos Sólidos Urbanos  Brasil. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, 8(8), 1700−1712.

Assinale a alternativa CORRETA que concorda com o disposto no texto.
Alternativas
Q4269551 Português
Uísque mais procurado do mundo é vendido por R$ 13 milhões


Para aqueles que apreciam destilados refinados, uma garrafa do "uísque escocês mais procurado do mundo" foi vendida por mais de £2,1 milhões (R$ 13,2 milhões) no sábado (18), na Sotheby's em Londres.

O Macallan 1926 é está entre as únicas 40 garrafas retiradas após envelhecer em barris de xerez por 60 anos, tornando-o o mais antigo vintage Macallan já produzido, segundo a casa de leilões.

A Sotheby's esperava arrecadar entre £750.000 e £1,2 milhões (R$ 4,5 milhões e R$ 7,3 milhões), mas ficou chocada quando a garrafa valiosa alcançou £2.187.500 (R$ 13,3 milhões), estabelecendo "um novo recorde para qualquer garrafa de destilado ou vinho leiloada," disse a casa de leilões à agência de notícias AFP.

Esta garrafa do Macallan 1926 é uma das 12 com rótulos criados pelo pintor italiano Valerio Adami. Antes do leilão, o chefe de uísque da Sotheby's, Jonny Fowle, disse à AFP que provou uma pequena amostra.

"Provei uma gota pequena − uma gota pequena − disso. É muito rico, tem muita fruta seca como você esperaria, muito tempero, muita madeira," disse ele, chamando-o de uísque "incrível" que não deve ser subestimado.

Das 40 garrafas preenchidas em 1986, nenhuma estava disponível para compra, sendo que algumas foram oferecidas aos principais clientes da Macallan, um luxo que aumenta seu apelo, como evidenciado em vendas anteriores das garrafas, acrescentou sua descrição no site da Sotheby's.

Em 2019, a Sotheby's vendeu uma garrafa do Macallan 1926 adornada com um dos 14 rótulos Fine and Rare por £1,5 milhão (R$ 9,2 milhões), tornando-a na época a garrafa de vinho ou destilado mais cara já leiloada.

A venda de sábado foi de uma das 12 garrafas cobertas com um rótulo projetado pelo pintor italiano Valerio Adami, uma das quais também acredita-se ter sido destruída durante o terremoto japonês de 2011.

Esta garrafa também é a primeira das garrafas do Macallan 1926 a ter passado por recondicionamento, realizado pela destilaria Macallan na Escócia antes do leilão. Outras 12 foram rotuladas pelo artista pop Sir Peter Blake, enquanto as duas restantes foram lançadas sem rótulo.

Das não rotuladas, uma foi pintada à mão pelo artista irlandês Michael Dillon e se tornou a primeira garrafa de uísque a ultrapassar £1 milhão (R$ 6,8 milhões) quando foi vendida em 2018 por £1,2 milhão (R$ 7,3 milhões), disse a casa de leilões em seu site.


https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/uisquemais-procurado-do-mundo-e-vendido-por-r-13-milhoes/
 O que torna a garrafa do Macallan 1926 leiloada tão especial, de acordo com o texto?
Alternativas
Q4269550 Português
Uísque mais procurado do mundo é vendido por R$ 13 milhões


Para aqueles que apreciam destilados refinados, uma garrafa do "uísque escocês mais procurado do mundo" foi vendida por mais de £2,1 milhões (R$ 13,2 milhões) no sábado (18), na Sotheby's em Londres.

O Macallan 1926 é está entre as únicas 40 garrafas retiradas após envelhecer em barris de xerez por 60 anos, tornando-o o mais antigo vintage Macallan já produzido, segundo a casa de leilões.

A Sotheby's esperava arrecadar entre £750.000 e £1,2 milhões (R$ 4,5 milhões e R$ 7,3 milhões), mas ficou chocada quando a garrafa valiosa alcançou £2.187.500 (R$ 13,3 milhões), estabelecendo "um novo recorde para qualquer garrafa de destilado ou vinho leiloada," disse a casa de leilões à agência de notícias AFP.

Esta garrafa do Macallan 1926 é uma das 12 com rótulos criados pelo pintor italiano Valerio Adami. Antes do leilão, o chefe de uísque da Sotheby's, Jonny Fowle, disse à AFP que provou uma pequena amostra.

"Provei uma gota pequena − uma gota pequena − disso. É muito rico, tem muita fruta seca como você esperaria, muito tempero, muita madeira," disse ele, chamando-o de uísque "incrível" que não deve ser subestimado.

Das 40 garrafas preenchidas em 1986, nenhuma estava disponível para compra, sendo que algumas foram oferecidas aos principais clientes da Macallan, um luxo que aumenta seu apelo, como evidenciado em vendas anteriores das garrafas, acrescentou sua descrição no site da Sotheby's.

Em 2019, a Sotheby's vendeu uma garrafa do Macallan 1926 adornada com um dos 14 rótulos Fine and Rare por £1,5 milhão (R$ 9,2 milhões), tornando-a na época a garrafa de vinho ou destilado mais cara já leiloada.

A venda de sábado foi de uma das 12 garrafas cobertas com um rótulo projetado pelo pintor italiano Valerio Adami, uma das quais também acredita-se ter sido destruída durante o terremoto japonês de 2011.

Esta garrafa também é a primeira das garrafas do Macallan 1926 a ter passado por recondicionamento, realizado pela destilaria Macallan na Escócia antes do leilão. Outras 12 foram rotuladas pelo artista pop Sir Peter Blake, enquanto as duas restantes foram lançadas sem rótulo.

Das não rotuladas, uma foi pintada à mão pelo artista irlandês Michael Dillon e se tornou a primeira garrafa de uísque a ultrapassar £1 milhão (R$ 6,8 milhões) quando foi vendida em 2018 por £1,2 milhão (R$ 7,3 milhões), disse a casa de leilões em seu site.


https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/uisquemais-procurado-do-mundo-e-vendido-por-r-13-milhoes/
 O que o chefe de uísque da Sotheby's, Jonny Fowle, disse sobre o sabor do Macallan 1926?
Alternativas
Q4269549 Português
Uísque mais procurado do mundo é vendido por R$ 13 milhões


Para aqueles que apreciam destilados refinados, uma garrafa do "uísque escocês mais procurado do mundo" foi vendida por mais de £2,1 milhões (R$ 13,2 milhões) no sábado (18), na Sotheby's em Londres.

O Macallan 1926 é está entre as únicas 40 garrafas retiradas após envelhecer em barris de xerez por 60 anos, tornando-o o mais antigo vintage Macallan já produzido, segundo a casa de leilões.

A Sotheby's esperava arrecadar entre £750.000 e £1,2 milhões (R$ 4,5 milhões e R$ 7,3 milhões), mas ficou chocada quando a garrafa valiosa alcançou £2.187.500 (R$ 13,3 milhões), estabelecendo "um novo recorde para qualquer garrafa de destilado ou vinho leiloada," disse a casa de leilões à agência de notícias AFP.

Esta garrafa do Macallan 1926 é uma das 12 com rótulos criados pelo pintor italiano Valerio Adami. Antes do leilão, o chefe de uísque da Sotheby's, Jonny Fowle, disse à AFP que provou uma pequena amostra.

"Provei uma gota pequena − uma gota pequena − disso. É muito rico, tem muita fruta seca como você esperaria, muito tempero, muita madeira," disse ele, chamando-o de uísque "incrível" que não deve ser subestimado.

Das 40 garrafas preenchidas em 1986, nenhuma estava disponível para compra, sendo que algumas foram oferecidas aos principais clientes da Macallan, um luxo que aumenta seu apelo, como evidenciado em vendas anteriores das garrafas, acrescentou sua descrição no site da Sotheby's.

Em 2019, a Sotheby's vendeu uma garrafa do Macallan 1926 adornada com um dos 14 rótulos Fine and Rare por £1,5 milhão (R$ 9,2 milhões), tornando-a na época a garrafa de vinho ou destilado mais cara já leiloada.

A venda de sábado foi de uma das 12 garrafas cobertas com um rótulo projetado pelo pintor italiano Valerio Adami, uma das quais também acredita-se ter sido destruída durante o terremoto japonês de 2011.

Esta garrafa também é a primeira das garrafas do Macallan 1926 a ter passado por recondicionamento, realizado pela destilaria Macallan na Escócia antes do leilão. Outras 12 foram rotuladas pelo artista pop Sir Peter Blake, enquanto as duas restantes foram lançadas sem rótulo.

Das não rotuladas, uma foi pintada à mão pelo artista irlandês Michael Dillon e se tornou a primeira garrafa de uísque a ultrapassar £1 milhão (R$ 6,8 milhões) quando foi vendida em 2018 por £1,2 milhão (R$ 7,3 milhões), disse a casa de leilões em seu site.


https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/uisquemais-procurado-do-mundo-e-vendido-por-r-13-milhoes/
Quanto a Sotheby's esperava arrecadar com a venda da garrafa do Macallan 1926, e quanto ela realmente alcançou no leilão?
Alternativas
Q4269547 Português
Curiosidades sobre a sucuri, uma das cobras mais populares do Brasil


Grandes, perigosas, temidas e populares. Os adjetivos que cercam as sucuris são vários, já que essa é uma espécie de serpente que se tornou bem conhecida no Brasil. Típica da região tropical da América do Sul, como explica a Encyclopædia Britannica (plataforma de conhecimento do Reino Unido), a sucuri é uma serpente do tipo Eunectes.

Muita gente pode achar que "anaconda" é uma outra serpente, também famosa (e que até virou até tema de filme), mas este é outro dos nomes pelos quais a sucuri é conhecida, entre várias outras denominações de origem indígena.

Segundo o Instituto Butantan (instituição brasileira de pesquisa científica e produção de imunobiológicos que pertence ao governo do estado de São Paulo e estuda répteis, anfíbios e outros animais desde desde 1901), as sucuris pertencem ao gênero Eunectes e fazem parte da família Boidae, grupo que também engloba as jiboias, salamantas e periquitamboias (também conhecida como cobra-papagaio).

Portanto, o nome popular "sucuri" não engloba uma única espécie, mas, sim, um conjunto de quatro espécies que habitam as regiões tropicais da América do Sul (sendo que três delas vivem em território brasileiro). Elas têm hábitos semiaquáticos, por isso costumam viver próximas de rios, brejos e pântanos, conforme explica o site Animal Diversity Web (ADW) − enciclopédia online mantida pelo Museu de Zoologia da Universidade de Michigan, dos Estados Unidos.

Considerando outras cobras e serpentes, o gênero das sucuris (Eunectes) possui poucas espécies. São quatro diferentes sucuris existentes na natureza: Eunectes murinus (sucuri-verde), Eunectes notaeus (sucuri-amarela), Eunectes beniensis (sucuri-de-beni) e Eunectes deschauenseei (sucuri-malhada). Dentre essas espécies, a única que nunca foi observada no Brasil é a sucuri-de-beni. A que é mais comumente encontrada, tem maior tamanho e é a mais estudada pela ciência é justamente a sucuri-verde, a Eunectes murinus, como explica o Butantan.

Segundo a Encyclopædia Britannica a sucuri-verde é encontrada em todas as planícies tropicais da América do Sul, sendo comum na bacia do rio Amazonas, no Brasil, na bacia do Orinoco, no leste da Colômbia, e nas pastagens sazonalmente inundadas de Llanos, na Venezuela.

Outros países onde elas podem ser vistas são Equador, Paraguai, Bolívia, Argentina, Guianas, Peru, Suriname e Trinidad e Tobago. Existe também no estado da Flórida, nos Estados Unidos.

Todas as sucuris possuem grande porte, mas a sucuri-verde, em especial, é considerada a maior serpente em massa corporal do mundo, conforme explica o Instituto Butantan.

Já em relação ao comprimento, a sucuri-verde só perde para a píton-reticulada (Malayopython reticulatus), que habita o sudeste asiático.

A grande e impressionante sucuri-verde pode atingir até sete metros de comprimento e pesar mais de 130 quilos. No entanto, animais com mais de cinco metros são raros de serem encontrados.

Essa espécie de serpente é perigosa e pode matar sua presa, mas não por inocular veneno − como faz a surucucu, por exemplo. Apesar de ter uma picada bem dolorida, a sucuri não é peçonhenta. Elas são predadores oportunistas, alimentando-se de qualquer presa que possam matar e engolir.

É uma espécie carnívora que caça suas presas próximo de seu habitat natural: à beira da água. Quando encontra um animal para se alimentar, ela enrola seu grande corpo ao redor da presa e aperta com força sua vítima até a morte. Sua dieta inclui vertebrados aquáticos e terrestres, como peixes, répteis, anfíbios, aves e mamíferos, como conta o site ADW.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2023/11/as-4-curiosi dades-sobre-a-sucuri-uma-das-cobras-mais-populares-do-brasil
Por que a sucuri é considerada uma predadora perigosa, apesar de não ser peçonhenta?
Alternativas
Q4269416 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como ter um "melhor amigo do trabalho" pode ajudar a sua carreira


Passamos cerca de 90.000 horas no trabalho ao longo da vida. No debate sobre socializar com colegas de trabalho, existem extremos: alguns veem as amizades no local de trabalho como desnecessárias, enquanto outros socializam principalmente dentro de seu círculo profissional. Ambas as abordagens têm suas limitações.

Embora seja benéfico criar uma rede de contatos (e ser amigável) com seus colegas, ter um grande círculo de amigos no trabalho pode complicar as dinâmicas profissionais devido a possíveis conflitos de interesse e ao desafio de manter inúmeras conexões profundas. É por isso que é importante priorizar a qualidade em vez de quantidade no contexto de amizades no trabalho. Uma abordagem focada nos relacionamentos no ambiente profissional, como ter um "melhor amigo do trabalho", pode oferecer uma combinação única de apoio e compreensão, contribuindo positivamente para a carreira e a satisfação geral no trabalho.

A seguir, veja duas maneiras em que ter um amigo próximo no trabalho ajuda não apenas a lidar com dias difíceis, mas também ativamente pode aprimorar seu crescimento profissional.

A síndrome do impostor, um fenômeno psicológico no qual as pessoas duvidam de suas realizações e temem ser expostas como "fraudes", é comum no ambiente de trabalho. Um estudo de 2019 mostra que a condição afeta um amplo número de pessoas, desde adolescentes até profissionais em cargos avançados, e muitas vezes está relacionada à depressão e à ansiedade. Sentir-se deslocado entre colegas pode prejudicar significativamente o desempenho no trabalho, a satisfação profissional e levar ao esgotamento.

Uma pessoa próxima em quem você confia e que conhece seu local de trabalho tão bem quanto você pode ser fundamental para combater esses sentimentos. Ao oferecer um espaço de apoio para compartilhar suas realizações, marcos ou desafios, o amigo no trabalho pode ajudá-lo a reconhecer e internalizar seus sucessos e contextualizar suas falhas.

Bons confidentes possuem duas características marcantes, ambas capazes de ajudá-lo a navegar no ambiente de trabalho. Em primeiro lugar, são excelentes ouvintes com forte intuição, o que os ajuda a perceber sua saúde emocional. Se você estiver mostrando sinais de esgotamento, ansiedade ou pensamentos depressivos, pode ter certeza de que um melhor amigo do trabalho será seu fiel sistema de alerta. Isso permitirá que você tome medidas para enfrentar esses desafios antes que eles se agravem. Ter um aliado tão confiável e empático não apenas aumenta sua confiança, mas também o incentiva a adotar uma abordagem mais resiliente em relação à sua carreira e bem-estar pessoal.

Em segundo lugar, excelentes confidentes conseguem equilibrar entre ser assertivos e dar apoio, fornecendo feedbacks honestos e construtivos, ao mesmo tempo em que incentivam suas habilidades e conquistas. Esse equilíbrio é crucial em um ambiente de trabalho, onde o crescimento muitas vezes advém de interações desafiadoras, mas solidárias.

Eles podem incentivá-lo a ampliar suas habilidades e assumir novos desafios, garantindo ao mesmo tempo que você se sinta valorizado e capaz. Essa combinação de assertividade e apoio de um melhor amigo do trabalho pode ser um poderoso catalisador para o desenvolvimento profissional, ajudando-o a evoluir em sua carreira com confiança e clareza.

As mudanças no local profissional devido à pandemia destacaram o valor de ter amizades próximas no trabalho. Dados recentes da Gallup mostram que os funcionários com um melhor amigo consistentemente relatam níveis mais altos de satisfação no emprego em todos os aspectos.

Em 2020, o ano de significativas disrupções no ambiente profissional, a presença de um melhor amigo do trabalho correspondia a um aumento de 6% na satisfação no emprego, passando de 33% em 2019 para 39%.

Para aqueles sem tal relacionamento no trabalho, os dados da Gallup refletem uma diminuição na satisfação no trabalho de 23% em 2021 para 15% em 2022. Esse declínio sugere que a ausência de uma amizade profissional pode ter se tornado mais sentida à medida que os locais de trabalho se ajustavam às novas normas.

Tudo isso para dizer que ter um confidente próximo no trabalho é importante. Essa pessoa pode ajudar a manter e potencialmente aumentar a satisfação no trabalho durante momentos desafiadores.

A evidência é clara: cultivar um relacionamento de "melhor amigo do trabalho" é mais do que apenas um benefício — é uma estratégia de carreira que gera retornos.

Desde mitigar os impactos da síndrome do impostor até melhorar significativamente a satisfação no trabalho durante momentos de mudança, uma amizade dessa natureza pode ser sua arma secreta no ambiente profissional.


https://forbes.com.br/carreira/2023/11/como-ter-um-melhor-amigo-do-trabalho-pode-ajudar-a-sua-carreira/
Por que ter um "melhor amigo do trabalho" é destacado como benéfico no texto?
Alternativas
Q4269415 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como ter um "melhor amigo do trabalho" pode ajudar a sua carreira


Passamos cerca de 90.000 horas no trabalho ao longo da vida. No debate sobre socializar com colegas de trabalho, existem extremos: alguns veem as amizades no local de trabalho como desnecessárias, enquanto outros socializam principalmente dentro de seu círculo profissional. Ambas as abordagens têm suas limitações.

Embora seja benéfico criar uma rede de contatos (e ser amigável) com seus colegas, ter um grande círculo de amigos no trabalho pode complicar as dinâmicas profissionais devido a possíveis conflitos de interesse e ao desafio de manter inúmeras conexões profundas. É por isso que é importante priorizar a qualidade em vez de quantidade no contexto de amizades no trabalho. Uma abordagem focada nos relacionamentos no ambiente profissional, como ter um "melhor amigo do trabalho", pode oferecer uma combinação única de apoio e compreensão, contribuindo positivamente para a carreira e a satisfação geral no trabalho.

A seguir, veja duas maneiras em que ter um amigo próximo no trabalho ajuda não apenas a lidar com dias difíceis, mas também ativamente pode aprimorar seu crescimento profissional.

A síndrome do impostor, um fenômeno psicológico no qual as pessoas duvidam de suas realizações e temem ser expostas como "fraudes", é comum no ambiente de trabalho. Um estudo de 2019 mostra que a condição afeta um amplo número de pessoas, desde adolescentes até profissionais em cargos avançados, e muitas vezes está relacionada à depressão e à ansiedade. Sentir-se deslocado entre colegas pode prejudicar significativamente o desempenho no trabalho, a satisfação profissional e levar ao esgotamento.

Uma pessoa próxima em quem você confia e que conhece seu local de trabalho tão bem quanto você pode ser fundamental para combater esses sentimentos. Ao oferecer um espaço de apoio para compartilhar suas realizações, marcos ou desafios, o amigo no trabalho pode ajudá-lo a reconhecer e internalizar seus sucessos e contextualizar suas falhas.

Bons confidentes possuem duas características marcantes, ambas capazes de ajudá-lo a navegar no ambiente de trabalho. Em primeiro lugar, são excelentes ouvintes com forte intuição, o que os ajuda a perceber sua saúde emocional. Se você estiver mostrando sinais de esgotamento, ansiedade ou pensamentos depressivos, pode ter certeza de que um melhor amigo do trabalho será seu fiel sistema de alerta. Isso permitirá que você tome medidas para enfrentar esses desafios antes que eles se agravem. Ter um aliado tão confiável e empático não apenas aumenta sua confiança, mas também o incentiva a adotar uma abordagem mais resiliente em relação à sua carreira e bem-estar pessoal.

Em segundo lugar, excelentes confidentes conseguem equilibrar entre ser assertivos e dar apoio, fornecendo feedbacks honestos e construtivos, ao mesmo tempo em que incentivam suas habilidades e conquistas. Esse equilíbrio é crucial em um ambiente de trabalho, onde o crescimento muitas vezes advém de interações desafiadoras, mas solidárias.

Eles podem incentivá-lo a ampliar suas habilidades e assumir novos desafios, garantindo ao mesmo tempo que você se sinta valorizado e capaz. Essa combinação de assertividade e apoio de um melhor amigo do trabalho pode ser um poderoso catalisador para o desenvolvimento profissional, ajudando-o a evoluir em sua carreira com confiança e clareza.

As mudanças no local profissional devido à pandemia destacaram o valor de ter amizades próximas no trabalho. Dados recentes da Gallup mostram que os funcionários com um melhor amigo consistentemente relatam níveis mais altos de satisfação no emprego em todos os aspectos.

Em 2020, o ano de significativas disrupções no ambiente profissional, a presença de um melhor amigo do trabalho correspondia a um aumento de 6% na satisfação no emprego, passando de 33% em 2019 para 39%.

Para aqueles sem tal relacionamento no trabalho, os dados da Gallup refletem uma diminuição na satisfação no trabalho de 23% em 2021 para 15% em 2022. Esse declínio sugere que a ausência de uma amizade profissional pode ter se tornado mais sentida à medida que os locais de trabalho se ajustavam às novas normas.

Tudo isso para dizer que ter um confidente próximo no trabalho é importante. Essa pessoa pode ajudar a manter e potencialmente aumentar a satisfação no trabalho durante momentos desafiadores.

A evidência é clara: cultivar um relacionamento de "melhor amigo do trabalho" é mais do que apenas um benefício — é uma estratégia de carreira que gera retornos.

Desde mitigar os impactos da síndrome do impostor até melhorar significativamente a satisfação no trabalho durante momentos de mudança, uma amizade dessa natureza pode ser sua arma secreta no ambiente profissional.


https://forbes.com.br/carreira/2023/11/como-ter-um-melhor-amigo-do-trabalho-pode-ajudar-a-sua-carreira/
Como as mudanças no ambiente profissional devido à pandemia impactaram as relações de amizade no trabalho, de acordo com o texto? 
Alternativas
Q4269414 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como ter um "melhor amigo do trabalho" pode ajudar a sua carreira


Passamos cerca de 90.000 horas no trabalho ao longo da vida. No debate sobre socializar com colegas de trabalho, existem extremos: alguns veem as amizades no local de trabalho como desnecessárias, enquanto outros socializam principalmente dentro de seu círculo profissional. Ambas as abordagens têm suas limitações.

Embora seja benéfico criar uma rede de contatos (e ser amigável) com seus colegas, ter um grande círculo de amigos no trabalho pode complicar as dinâmicas profissionais devido a possíveis conflitos de interesse e ao desafio de manter inúmeras conexões profundas. É por isso que é importante priorizar a qualidade em vez de quantidade no contexto de amizades no trabalho. Uma abordagem focada nos relacionamentos no ambiente profissional, como ter um "melhor amigo do trabalho", pode oferecer uma combinação única de apoio e compreensão, contribuindo positivamente para a carreira e a satisfação geral no trabalho.

A seguir, veja duas maneiras em que ter um amigo próximo no trabalho ajuda não apenas a lidar com dias difíceis, mas também ativamente pode aprimorar seu crescimento profissional.

A síndrome do impostor, um fenômeno psicológico no qual as pessoas duvidam de suas realizações e temem ser expostas como "fraudes", é comum no ambiente de trabalho. Um estudo de 2019 mostra que a condição afeta um amplo número de pessoas, desde adolescentes até profissionais em cargos avançados, e muitas vezes está relacionada à depressão e à ansiedade. Sentir-se deslocado entre colegas pode prejudicar significativamente o desempenho no trabalho, a satisfação profissional e levar ao esgotamento.

Uma pessoa próxima em quem você confia e que conhece seu local de trabalho tão bem quanto você pode ser fundamental para combater esses sentimentos. Ao oferecer um espaço de apoio para compartilhar suas realizações, marcos ou desafios, o amigo no trabalho pode ajudá-lo a reconhecer e internalizar seus sucessos e contextualizar suas falhas.

Bons confidentes possuem duas características marcantes, ambas capazes de ajudá-lo a navegar no ambiente de trabalho. Em primeiro lugar, são excelentes ouvintes com forte intuição, o que os ajuda a perceber sua saúde emocional. Se você estiver mostrando sinais de esgotamento, ansiedade ou pensamentos depressivos, pode ter certeza de que um melhor amigo do trabalho será seu fiel sistema de alerta. Isso permitirá que você tome medidas para enfrentar esses desafios antes que eles se agravem. Ter um aliado tão confiável e empático não apenas aumenta sua confiança, mas também o incentiva a adotar uma abordagem mais resiliente em relação à sua carreira e bem-estar pessoal.

Em segundo lugar, excelentes confidentes conseguem equilibrar entre ser assertivos e dar apoio, fornecendo feedbacks honestos e construtivos, ao mesmo tempo em que incentivam suas habilidades e conquistas. Esse equilíbrio é crucial em um ambiente de trabalho, onde o crescimento muitas vezes advém de interações desafiadoras, mas solidárias.

Eles podem incentivá-lo a ampliar suas habilidades e assumir novos desafios, garantindo ao mesmo tempo que você se sinta valorizado e capaz. Essa combinação de assertividade e apoio de um melhor amigo do trabalho pode ser um poderoso catalisador para o desenvolvimento profissional, ajudando-o a evoluir em sua carreira com confiança e clareza.

As mudanças no local profissional devido à pandemia destacaram o valor de ter amizades próximas no trabalho. Dados recentes da Gallup mostram que os funcionários com um melhor amigo consistentemente relatam níveis mais altos de satisfação no emprego em todos os aspectos.

Em 2020, o ano de significativas disrupções no ambiente profissional, a presença de um melhor amigo do trabalho correspondia a um aumento de 6% na satisfação no emprego, passando de 33% em 2019 para 39%.

Para aqueles sem tal relacionamento no trabalho, os dados da Gallup refletem uma diminuição na satisfação no trabalho de 23% em 2021 para 15% em 2022. Esse declínio sugere que a ausência de uma amizade profissional pode ter se tornado mais sentida à medida que os locais de trabalho se ajustavam às novas normas.

Tudo isso para dizer que ter um confidente próximo no trabalho é importante. Essa pessoa pode ajudar a manter e potencialmente aumentar a satisfação no trabalho durante momentos desafiadores.

A evidência é clara: cultivar um relacionamento de "melhor amigo do trabalho" é mais do que apenas um benefício — é uma estratégia de carreira que gera retornos.

Desde mitigar os impactos da síndrome do impostor até melhorar significativamente a satisfação no trabalho durante momentos de mudança, uma amizade dessa natureza pode ser sua arma secreta no ambiente profissional.


https://forbes.com.br/carreira/2023/11/como-ter-um-melhor-amigo-do-trabalho-pode-ajudar-a-sua-carreira/
Quais são as características de bons confidentes mencionadas no texto?
Alternativas
Q4269413 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?


O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração.

O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.

A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta), como explica um artigo da National Geographic Estados Unidos intitulado "The twisted transatlantic tale of American jack-o'-lanterns" ("A distorcida história transatlântica das abóboras", em tradução livre).


Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos de quem já morreu iriam se misturar com os vivos. Em resposta ao medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas, por exemplo, segundo o artigo.

Outra história associada à escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis "passar a perna" no diabo e acabou castigado por isso.

De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, há uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o demônio com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.

No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma.

Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. 

Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico das comemorações do Halloween.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2023/11/napoleao-bo naparte-e-josephine-a-verdade-por-tras-de-uma-turbulenta-historia-de-amor
Por que as abóboras são usadas para representar o Halloween, de acordo com o texto?
Alternativas
Q4269412 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?


O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração.

O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.

A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta), como explica um artigo da National Geographic Estados Unidos intitulado "The twisted transatlantic tale of American jack-o'-lanterns" ("A distorcida história transatlântica das abóboras", em tradução livre).


Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos de quem já morreu iriam se misturar com os vivos. Em resposta ao medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas, por exemplo, segundo o artigo.

Outra história associada à escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis "passar a perna" no diabo e acabou castigado por isso.

De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, há uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o demônio com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.

No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma.

Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. 

Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico das comemorações do Halloween.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2023/11/napoleao-bo naparte-e-josephine-a-verdade-por-tras-de-uma-turbulenta-historia-de-amor
Qual é o significado histórico por trás da prática de esculpir rostos aterrorizantes em abóboras durante o Halloween?
Alternativas
Q4269386 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Após 20 anos, mulher volta a falar com transplante de laringe na França


Pouco mais de 20 anos após perder a habilidade de falar, uma mulher recuperou sua voz graças a um transplante de laringe, na França.


Karine, que hoje tem 49 anos, perdeu a fala por complicações relacionadas a uma entubação feita após ter sofrido uma parada cardíaca em 1996. Ela desenvolveu estenose de laringe, um "aperto" gradual da garganta que dificulta a passagem de ar para os pulmões.


O quadro dela foi piorando e, há mais de duas décadas, Karine respirava apenas por traqueostomia — procedimento que realiza uma abertura frontal na traqueia para permitir a passagem do ar — e não conseguia falar.


A cirurgia de transplante de laringe foi realizada no início de setembro por uma equipe de 12 cirurgiões em um hospital de Lyon, na França, e durou cerca de 27 horas.


Poucos dias depois do transplante, Karine já conseguiu falar algumas palavras. Ela segue fazendo exercícios de recuperação das cordas vocais e da respiração, e os médicos preveem que, em alguns meses, ela deve conseguir se comunicar com uma voz normal.


"Eu queria fazer um transplante, há cerca de dez anos, para voltar à vida normal, para poder fazer atividades com os meus filhos, para poder comunicar, para ser independente. Hoje parece estranho falar novamente. Minhas filhas nunca tinham me ouvido! Quanto ao meu marido, ele havia esquecido o som da minha voz!", disse Karine.


O transplante de laringe feito em Karine foi apenas o quarto procedimento do tipo realizado no mundo.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/apos-20-anos-mulher-volta-a-falarcom-transplante-de-laringe-na-franca/

Quantos transplantes de laringe foram realizados no mundo até o momento do texto?
Alternativas
Q4269385 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Após 20 anos, mulher volta a falar com transplante de laringe na França


Pouco mais de 20 anos após perder a habilidade de falar, uma mulher recuperou sua voz graças a um transplante de laringe, na França.


Karine, que hoje tem 49 anos, perdeu a fala por complicações relacionadas a uma entubação feita após ter sofrido uma parada cardíaca em 1996. Ela desenvolveu estenose de laringe, um "aperto" gradual da garganta que dificulta a passagem de ar para os pulmões.


O quadro dela foi piorando e, há mais de duas décadas, Karine respirava apenas por traqueostomia — procedimento que realiza uma abertura frontal na traqueia para permitir a passagem do ar — e não conseguia falar.


A cirurgia de transplante de laringe foi realizada no início de setembro por uma equipe de 12 cirurgiões em um hospital de Lyon, na França, e durou cerca de 27 horas.


Poucos dias depois do transplante, Karine já conseguiu falar algumas palavras. Ela segue fazendo exercícios de recuperação das cordas vocais e da respiração, e os médicos preveem que, em alguns meses, ela deve conseguir se comunicar com uma voz normal.


"Eu queria fazer um transplante, há cerca de dez anos, para voltar à vida normal, para poder fazer atividades com os meus filhos, para poder comunicar, para ser independente. Hoje parece estranho falar novamente. Minhas filhas nunca tinham me ouvido! Quanto ao meu marido, ele havia esquecido o som da minha voz!", disse Karine.


O transplante de laringe feito em Karine foi apenas o quarto procedimento do tipo realizado no mundo.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/apos-20-anos-mulher-volta-a-falarcom-transplante-de-laringe-na-franca/

Qual foi o motivo que levou Karine a perder a capacidade de falar, de acordo com o texto?
Alternativas
Q4269384 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que você deveria incluir microverduras na dieta


Embora a dieta mediterrânea tenha sido tradicionalmente o principal padrão alimentar em inúmeros países, nos últimos 50 anos sofremos uma ocidentalização que foi refletida nos nossos pratos.


Todos conhecemos os benefícios das frutas e vegetais, mas apenas 40 países (representando 36% da população mundial) têm capacidade para consumir esses alimentos regularmente.


Diante do crescente interesse em seguir estilos de vida mais saudáveis, a indústria alimentar e a comunidade científica estão desenvolvendo novas opções que permitem diversificar o consumo e tornar esses alimentos saudáveis mais acessíveis.


E uma dessas alternativas são as microverduras (também conhecidas como microverdes ou "microgreens"), que estão cada vez mais em destaque. Embora antes estivessem disponíveis apenas em lojas especializadas ou online, agora podem ser encontradas cada vez mais em grandes lojas. 


As microverduras são obtidas de plantas aráveis, como vegetais ou cereais. São chamadas assim porque são coletadas entre o 7º e o 21º dia após a germinação da semente. Medem entre 3 e 10 centímetros e possuem apenas uma porção do caule, os cotilédones (folhas embrionárias) e as primeiras folhas verdadeiras da planta.


As microverduras são obtidas de plantas aráveis, como vegetais ou cereais. São chamadas assim porque são coletadas entre o 7º e o 21º dia após a germinação da semente. Medem entre 3 e 10 centímetros e possuem apenas uma porção do caule, os cotilédones (folhas embrionárias) e as primeiras folhas verdadeiras da planta.


Porque as microverduras não só são carregadas de micronutrientes como ferro, zinco, potássio, cálcio, manganês ou selênio, mas também contêm moléculas com capacidade bioativa (fitoquímicos), ou seja, com efeitos benéficos à saúde do consumidor. Os fitoquímicos mais abundantes nesses alimentos são ácido ascórbico, filoquinonas, alfa-tocoferol, betacaroteno, antioxidantes fenólicos, carotenóides, antocianinas e glucosinolatos.


Embora também possamos encontrar esses compostos em plantas adultas (as que normalmente consumimos), as quantidades presentes na fase microverdura são muito maiores. Por exemplo, o repolho roxo na versão "micro" possui 260 vezes mais betacaroteno e 6 vezes mais ácido ascórbico que a planta madura (quantidades por 100 gramas de alimento).


Outro dos aspectos nutricionais mais interessantes das microverduras é o seu conteúdo em antioxidantes fenólicos. Esses metabolitos secundários têm sido relacionados com uma melhoria da atividade metabólica (normalmente alterada em casos de desnutrição), uma vez que evitam o desencadeamento de reações de oxidação dos radicais livres e reduzem a inflamação. Nesse aspecto, o brócolis parece ser o vencedor, pois multiplica por 10 a quantidade de antioxidantes fenólicos presentes em outros vegetais.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgp0x995llo

O que diferencia as microverduras das plantas adultas, de acordo com o texto? 
Alternativas
Q4269383 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que você deveria incluir microverduras na dieta


Embora a dieta mediterrânea tenha sido tradicionalmente o principal padrão alimentar em inúmeros países, nos últimos 50 anos sofremos uma ocidentalização que foi refletida nos nossos pratos.


Todos conhecemos os benefícios das frutas e vegetais, mas apenas 40 países (representando 36% da população mundial) têm capacidade para consumir esses alimentos regularmente.


Diante do crescente interesse em seguir estilos de vida mais saudáveis, a indústria alimentar e a comunidade científica estão desenvolvendo novas opções que permitem diversificar o consumo e tornar esses alimentos saudáveis mais acessíveis.


E uma dessas alternativas são as microverduras (também conhecidas como microverdes ou "microgreens"), que estão cada vez mais em destaque. Embora antes estivessem disponíveis apenas em lojas especializadas ou online, agora podem ser encontradas cada vez mais em grandes lojas. 


As microverduras são obtidas de plantas aráveis, como vegetais ou cereais. São chamadas assim porque são coletadas entre o 7º e o 21º dia após a germinação da semente. Medem entre 3 e 10 centímetros e possuem apenas uma porção do caule, os cotilédones (folhas embrionárias) e as primeiras folhas verdadeiras da planta.


As microverduras são obtidas de plantas aráveis, como vegetais ou cereais. São chamadas assim porque são coletadas entre o 7º e o 21º dia após a germinação da semente. Medem entre 3 e 10 centímetros e possuem apenas uma porção do caule, os cotilédones (folhas embrionárias) e as primeiras folhas verdadeiras da planta.


Porque as microverduras não só são carregadas de micronutrientes como ferro, zinco, potássio, cálcio, manganês ou selênio, mas também contêm moléculas com capacidade bioativa (fitoquímicos), ou seja, com efeitos benéficos à saúde do consumidor. Os fitoquímicos mais abundantes nesses alimentos são ácido ascórbico, filoquinonas, alfa-tocoferol, betacaroteno, antioxidantes fenólicos, carotenóides, antocianinas e glucosinolatos.


Embora também possamos encontrar esses compostos em plantas adultas (as que normalmente consumimos), as quantidades presentes na fase microverdura são muito maiores. Por exemplo, o repolho roxo na versão "micro" possui 260 vezes mais betacaroteno e 6 vezes mais ácido ascórbico que a planta madura (quantidades por 100 gramas de alimento).


Outro dos aspectos nutricionais mais interessantes das microverduras é o seu conteúdo em antioxidantes fenólicos. Esses metabolitos secundários têm sido relacionados com uma melhoria da atividade metabólica (normalmente alterada em casos de desnutrição), uma vez que evitam o desencadeamento de reações de oxidação dos radicais livres e reduzem a inflamação. Nesse aspecto, o brócolis parece ser o vencedor, pois multiplica por 10 a quantidade de antioxidantes fenólicos presentes em outros vegetais.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgp0x995llo

Qual é a principal razão apresentada no texto para o interesse crescente nas microverduras?
Alternativas
Q4269382 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que você deveria incluir microverduras na dieta


Embora a dieta mediterrânea tenha sido tradicionalmente o principal padrão alimentar em inúmeros países, nos últimos 50 anos sofremos uma ocidentalização que foi refletida nos nossos pratos.


Todos conhecemos os benefícios das frutas e vegetais, mas apenas 40 países (representando 36% da população mundial) têm capacidade para consumir esses alimentos regularmente.


Diante do crescente interesse em seguir estilos de vida mais saudáveis, a indústria alimentar e a comunidade científica estão desenvolvendo novas opções que permitem diversificar o consumo e tornar esses alimentos saudáveis mais acessíveis.


E uma dessas alternativas são as microverduras (também conhecidas como microverdes ou "microgreens"), que estão cada vez mais em destaque. Embora antes estivessem disponíveis apenas em lojas especializadas ou online, agora podem ser encontradas cada vez mais em grandes lojas. 


As microverduras são obtidas de plantas aráveis, como vegetais ou cereais. São chamadas assim porque são coletadas entre o 7º e o 21º dia após a germinação da semente. Medem entre 3 e 10 centímetros e possuem apenas uma porção do caule, os cotilédones (folhas embrionárias) e as primeiras folhas verdadeiras da planta.


As microverduras são obtidas de plantas aráveis, como vegetais ou cereais. São chamadas assim porque são coletadas entre o 7º e o 21º dia após a germinação da semente. Medem entre 3 e 10 centímetros e possuem apenas uma porção do caule, os cotilédones (folhas embrionárias) e as primeiras folhas verdadeiras da planta.


Porque as microverduras não só são carregadas de micronutrientes como ferro, zinco, potássio, cálcio, manganês ou selênio, mas também contêm moléculas com capacidade bioativa (fitoquímicos), ou seja, com efeitos benéficos à saúde do consumidor. Os fitoquímicos mais abundantes nesses alimentos são ácido ascórbico, filoquinonas, alfa-tocoferol, betacaroteno, antioxidantes fenólicos, carotenóides, antocianinas e glucosinolatos.


Embora também possamos encontrar esses compostos em plantas adultas (as que normalmente consumimos), as quantidades presentes na fase microverdura são muito maiores. Por exemplo, o repolho roxo na versão "micro" possui 260 vezes mais betacaroteno e 6 vezes mais ácido ascórbico que a planta madura (quantidades por 100 gramas de alimento).


Outro dos aspectos nutricionais mais interessantes das microverduras é o seu conteúdo em antioxidantes fenólicos. Esses metabolitos secundários têm sido relacionados com uma melhoria da atividade metabólica (normalmente alterada em casos de desnutrição), uma vez que evitam o desencadeamento de reações de oxidação dos radicais livres e reduzem a inflamação. Nesse aspecto, o brócolis parece ser o vencedor, pois multiplica por 10 a quantidade de antioxidantes fenólicos presentes em outros vegetais.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgp0x995llo

Por que as microverduras são destacadas no texto como uma opção interessante para melhorar a atividade metabólica?
Alternativas
Q4268966 Português
Leia o texto para responder as questões.

Fim do home office: por que Amazon está exigindo que funcionários trabalhem do escritório
Por Natalie Sherman

A Amazon está ordenando que os funcionários voltem ao escritório cinco dias por semana, à medida que encerra sua política de trabalho híbrido. A mudança vai entrar em vigor a partir de janeiro, segundo informou o CEO da companhia, Andy Jassy, em uma mensagem enviada aos funcionários na segunda-feira (16/9). "Decidimos que voltaremos a estar no escritório da mesma forma que estávamos antes do surgimento da covid-19", ele afirmou, acrescentando que isso ajudaria os funcionários a se sentirem "melhor preparados para inventar, colaborar e estarem conectados o suficiente uns com os outros".
    
Jassy é conhecido há muito tempo por ser cético em relação ao trabalho remoto, mas os funcionários da Amazon tinham permissão para trabalhar de casa dois dias por semana. A pressão da Amazon para levar a equipe corporativa de volta ao escritório tem sido uma fonte de tensão dentro da companhia, que emprega mais de 1,5 milhão de pessoas no mundo todo, em funções de tempo integral e meio período.
    
Funcionários que trabalham na sede da empresa, em Seattle, nos EUA, organizaram um protesto no ano passado, quando a companhia implementou mudanças na política de trabalho remoto que tinha entrado em vigor durante a pandemia de covid-19. A Amazon demitiu posteriormente o organizador do protesto, o que levou a alegações de retaliação injusta, uma disputa que foi levada às autoridades trabalhistas.
    
Em sua mensagem, Jassy disse estar preocupado com o fato de a Amazon — que sempre se orgulhou de ter preservado a intensidade de uma startup, à medida que se tornava uma gigante da tecnologia — estar vendo sua cultura corporativa ser diluída pelo trabalho flexível, e muitas camadas de burocracia. Jassy, que substituiu o fundador da Amazon, Jeff Bezos, como CEO em 2021, anunciou que havia criado um canal para que os funcionários fizessem reclamações sobre regras burocráticas desnecessárias, e que a empresa estava pedindo aos gerentes que se reorganizassem para supervisionar mais pessoas. A Amazon afirmou que essas mudanças podem levar a cortes de empregos.
    
Além de voltar ao escritório cinco dias por semana, a Amazon anunciou que vai encerrar o hot-desking (sistema em que os funcionários não têm uma mesa de trabalho fixa, sentando-se no local que estiver disponível) nos EUA. A empresa explicou que os funcionários ainda vão poder trabalhar de casa em circunstâncias excepcionais, como um filho doente ou uma emergência doméstica, como era o caso antes da pandemia. Mas, a menos que tenham recebido uma dispensa, Jassy afirmou: "Nossa expectativa é de que as pessoas estejam no escritório, fora em circunstâncias atenuantes".
   
A postura da Amazon contrasta com a abordagem de governos como o do Reino Unido, que prometeu tornar o trabalho flexível um direito padrão desde o primeiro dia, como parte de um novo projeto de lei de direitos trabalhistas, previsto para ser publicado no mês que vem. O secretário de Estado para Negócios e Comércio do Reino Unido, Jonathan Reynolds, disse ao jornal The Times que o governo quer acabar com a "cultura do presenteísmo" — e afirmou que havia "benefícios econômicos reais" para as pessoas que trabalham de casa. Segundo ele, havia um equilíbrio a ser alcançado, mas os esquemas de trabalho flexível podem ajudar as empresas a recrutar a partir de uma base mais ampla de candidatos.
[...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpv2zne2pe4o
Analise: “Jassy é conhecido muito tempo por ser cético em relação ao trabalho remoto” e assinale a alternativa que apresenta um termo que possa substituir o termo sublinhado neste trecho.
Alternativas
Q4268965 Português
Leia o texto para responder as questões.

Fim do home office: por que Amazon está exigindo que funcionários trabalhem do escritório
Por Natalie Sherman

A Amazon está ordenando que os funcionários voltem ao escritório cinco dias por semana, à medida que encerra sua política de trabalho híbrido. A mudança vai entrar em vigor a partir de janeiro, segundo informou o CEO da companhia, Andy Jassy, em uma mensagem enviada aos funcionários na segunda-feira (16/9). "Decidimos que voltaremos a estar no escritório da mesma forma que estávamos antes do surgimento da covid-19", ele afirmou, acrescentando que isso ajudaria os funcionários a se sentirem "melhor preparados para inventar, colaborar e estarem conectados o suficiente uns com os outros".
    
Jassy é conhecido há muito tempo por ser cético em relação ao trabalho remoto, mas os funcionários da Amazon tinham permissão para trabalhar de casa dois dias por semana. A pressão da Amazon para levar a equipe corporativa de volta ao escritório tem sido uma fonte de tensão dentro da companhia, que emprega mais de 1,5 milhão de pessoas no mundo todo, em funções de tempo integral e meio período.
    
Funcionários que trabalham na sede da empresa, em Seattle, nos EUA, organizaram um protesto no ano passado, quando a companhia implementou mudanças na política de trabalho remoto que tinha entrado em vigor durante a pandemia de covid-19. A Amazon demitiu posteriormente o organizador do protesto, o que levou a alegações de retaliação injusta, uma disputa que foi levada às autoridades trabalhistas.
    
Em sua mensagem, Jassy disse estar preocupado com o fato de a Amazon — que sempre se orgulhou de ter preservado a intensidade de uma startup, à medida que se tornava uma gigante da tecnologia — estar vendo sua cultura corporativa ser diluída pelo trabalho flexível, e muitas camadas de burocracia. Jassy, que substituiu o fundador da Amazon, Jeff Bezos, como CEO em 2021, anunciou que havia criado um canal para que os funcionários fizessem reclamações sobre regras burocráticas desnecessárias, e que a empresa estava pedindo aos gerentes que se reorganizassem para supervisionar mais pessoas. A Amazon afirmou que essas mudanças podem levar a cortes de empregos.
    
Além de voltar ao escritório cinco dias por semana, a Amazon anunciou que vai encerrar o hot-desking (sistema em que os funcionários não têm uma mesa de trabalho fixa, sentando-se no local que estiver disponível) nos EUA. A empresa explicou que os funcionários ainda vão poder trabalhar de casa em circunstâncias excepcionais, como um filho doente ou uma emergência doméstica, como era o caso antes da pandemia. Mas, a menos que tenham recebido uma dispensa, Jassy afirmou: "Nossa expectativa é de que as pessoas estejam no escritório, fora em circunstâncias atenuantes".
   
A postura da Amazon contrasta com a abordagem de governos como o do Reino Unido, que prometeu tornar o trabalho flexível um direito padrão desde o primeiro dia, como parte de um novo projeto de lei de direitos trabalhistas, previsto para ser publicado no mês que vem. O secretário de Estado para Negócios e Comércio do Reino Unido, Jonathan Reynolds, disse ao jornal The Times que o governo quer acabar com a "cultura do presenteísmo" — e afirmou que havia "benefícios econômicos reais" para as pessoas que trabalham de casa. Segundo ele, havia um equilíbrio a ser alcançado, mas os esquemas de trabalho flexível podem ajudar as empresas a recrutar a partir de uma base mais ampla de candidatos.
[...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpv2zne2pe4o
De acordo com o texto, o que é uma “circunstância atenuante”? 
Alternativas
Q4268963 Português
Leia o texto para responder as questões.

Fim do home office: por que Amazon está exigindo que funcionários trabalhem do escritório
Por Natalie Sherman

A Amazon está ordenando que os funcionários voltem ao escritório cinco dias por semana, à medida que encerra sua política de trabalho híbrido. A mudança vai entrar em vigor a partir de janeiro, segundo informou o CEO da companhia, Andy Jassy, em uma mensagem enviada aos funcionários na segunda-feira (16/9). "Decidimos que voltaremos a estar no escritório da mesma forma que estávamos antes do surgimento da covid-19", ele afirmou, acrescentando que isso ajudaria os funcionários a se sentirem "melhor preparados para inventar, colaborar e estarem conectados o suficiente uns com os outros".
    
Jassy é conhecido há muito tempo por ser cético em relação ao trabalho remoto, mas os funcionários da Amazon tinham permissão para trabalhar de casa dois dias por semana. A pressão da Amazon para levar a equipe corporativa de volta ao escritório tem sido uma fonte de tensão dentro da companhia, que emprega mais de 1,5 milhão de pessoas no mundo todo, em funções de tempo integral e meio período.
    
Funcionários que trabalham na sede da empresa, em Seattle, nos EUA, organizaram um protesto no ano passado, quando a companhia implementou mudanças na política de trabalho remoto que tinha entrado em vigor durante a pandemia de covid-19. A Amazon demitiu posteriormente o organizador do protesto, o que levou a alegações de retaliação injusta, uma disputa que foi levada às autoridades trabalhistas.
    
Em sua mensagem, Jassy disse estar preocupado com o fato de a Amazon — que sempre se orgulhou de ter preservado a intensidade de uma startup, à medida que se tornava uma gigante da tecnologia — estar vendo sua cultura corporativa ser diluída pelo trabalho flexível, e muitas camadas de burocracia. Jassy, que substituiu o fundador da Amazon, Jeff Bezos, como CEO em 2021, anunciou que havia criado um canal para que os funcionários fizessem reclamações sobre regras burocráticas desnecessárias, e que a empresa estava pedindo aos gerentes que se reorganizassem para supervisionar mais pessoas. A Amazon afirmou que essas mudanças podem levar a cortes de empregos.
    
Além de voltar ao escritório cinco dias por semana, a Amazon anunciou que vai encerrar o hot-desking (sistema em que os funcionários não têm uma mesa de trabalho fixa, sentando-se no local que estiver disponível) nos EUA. A empresa explicou que os funcionários ainda vão poder trabalhar de casa em circunstâncias excepcionais, como um filho doente ou uma emergência doméstica, como era o caso antes da pandemia. Mas, a menos que tenham recebido uma dispensa, Jassy afirmou: "Nossa expectativa é de que as pessoas estejam no escritório, fora em circunstâncias atenuantes".
   
A postura da Amazon contrasta com a abordagem de governos como o do Reino Unido, que prometeu tornar o trabalho flexível um direito padrão desde o primeiro dia, como parte de um novo projeto de lei de direitos trabalhistas, previsto para ser publicado no mês que vem. O secretário de Estado para Negócios e Comércio do Reino Unido, Jonathan Reynolds, disse ao jornal The Times que o governo quer acabar com a "cultura do presenteísmo" — e afirmou que havia "benefícios econômicos reais" para as pessoas que trabalham de casa. Segundo ele, havia um equilíbrio a ser alcançado, mas os esquemas de trabalho flexível podem ajudar as empresas a recrutar a partir de uma base mais ampla de candidatos.
[...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpv2zne2pe4o
De acordo com o texto, é possível afirmar que
Alternativas
Q4268878 Português

Cafeína pode ajudar na memória após privação de sono


Por Thais Szegö



(Disponível em: super.abril.com.br/saude/cafeina-pode-ajudar-na-memoria-apos-privacao-do-sono-sugere-

estudo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).  

Assinale a alternativa que apresenta um trecho sublinhado que NÃO veicule uma ideia relacionada a tempo.

Alternativas
Respostas
181: D
182: A
183: C
184: B
185: D
186: A
187: B
188: A
189: D
190: D
191: B
192: A
193: A
194: C
195: C
196: C
197: D
198: D
199: C
200: B