Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Vẽnhkagta tỹ gĩr kype to jé
Isỹ inh vẽnhkagta tỹ ã kype jã ha
à tỹ tĩg há han jé, inh kósin
Ũri ã tỹ nãn kãmĩ vãnhkagta tỹ
vẽnhkype kỹ jãj mỹ
à tỹ tar há jãj mỹ inh kósin
Ũri ã tỹ nãn kãmĩ ã tỹ vẽnh jyjy tỹ
Vẽnhkri fi kỹ jãj mỹ inh kósin
Kósin ã tỹ tar há jã jé
Inh kósin ã pi vẽnhkaga kórég kãgmĩj mỹ
à tỹ tar há ja nĩ
Ne jé gĩr kype nẽ, vẽnhkagta tỹ? Alternativa tỹ ki hã ke nĩtón ra.
Krág jé
Pó gryngran, pó gryngran, pó gryngran.
Kryg gryg gryg, kryg gryg gryg.
Pó gryngran, pó gryngran. Kryg gryg gryg, kryg gryg gryg.
Kryg gryg gryg, kryg gryg gryg Mỹ hághá ra! Mỹ hághá ra!
Kryg gryg gryg, kryg gryg gyrg, kryg gryg gyrg Pó jugpó, goj jur mĩ.
Jy kutã kỹ tỹ inh mỹ há.
Kỹ isỹ ũ, inh kanhkã, ag mré vã, vãre kỹ.
Mĩ takã, tỹ inh mỹ, há tĩ hamã.
Pó gryn gran, pó gryngran, pó gryngran.
Kryg gryg gryg, kryg gryg gryg, kryg gryg gryg…(Adaptado de Nascimento, 2010).
Krág ti ne tỹ jén nẽ?
Kanhgág ag ga tỹ Nonoai
Fóg ag tóg Nonoai ki kanhgág ag ga vyn kãn ja nĩ vẽ, kỹ kanhgág ag tóg jag vẽnh mãn mũ, ẽmã ũ mĩ kanhgág ũ ag mré, ag tỹ to jykrén jé, ag tỹ hẽren kỹ fóg ag pan jé. Kỹ prỹg tỹ 1978 kã ag tóg ag tỹ nén to jykrén ja ẽn han mũ ser, kỹ ag tóg ser fóg ag pétãn mũ, ag pan mũ. Prỹg tag kã pã’i mág tỹ cacique vỹ tỹ Nelson Sỹgre ja nĩ. Tag kar, prỹg tỹ 1992 kã pã’i mág tỹ José Oreste do Nascimento, ag tỹ ũ to Zé Lopes que mũ ẽn tóg kanhgág ag vẽnhmãn mãn mũ, ag tỹ nãn mág kunũj jé gé, Parque Florestal ti, estado nigã. To vãmén kar ag tóg ũ tỹ guarda tỹ fóg ag tỹ kanhgág tỹ vẽnyn mũj fã ag pétãn mũ, kar ag tóg nãn mág kuju tá ag vãre nĩm mũ, kanhgág si ag vẽnh kej rã. Tá nỹtĩ ki ag tóg fóg tỹ pã’i tỹ ag mỹ to vãnh pẽ han ẽn tomẽg mũ. (Ação Saberes Indigenas na escola UFRGS, 2022, adaptado)
Texto tỹ ne kãmén nẽ?
Texto tojãn ra:
Nẽn kãra Karenh tóg Kagmũ fi mỹ vãn kam tĩ mũ, jãpã tỹ. Ti tỹ tá kãtĩg kỹ fi tóg ragro tỹ kykég mũ, kar fi tóg rygryg kỹ rẽrĩr ki vin mũ, ti kãgãg jé. Ti kãgãg kar fi tóg jugjẽn kỹ fi ĩn kãra gem mũ. Kỹ fi tóg vãhã kẽj han mũ, vãfy kegé. Kar fi tóg ẽmĩn tá ônibus jãvãnh tĩ mũ, fi tỹ cidade ra fóg mỹ fi vãfy gég tĩg jé. Jãnkamũ ve kỹ fi tỹ nén ũ kar gég tĩ fi krã mỹ.
Texto tag tỹ ne kãmén nẽ? Alternativa tỹ ki hã ke nĩtón ra.
Texto tojãn ra:
Kejẽn Mĩnká fi tóg ẽpỹ tá pého krãn tĩ mũ, hãra fi tóg tá pỹn vég mũ. Kỹ fi tóg kamẽg kỹ vẽnhvãg kãtĩ mũ, Nẽnkanh mỹ tó jé. Fi kur kagje fi tóg mũ, pỹn tỹ kren tũ nĩ jé, mỹr kanhgág si ag vãkre vẽ tag ti. Kỹ Nẽnkanh tóg pỹn ẽn tãnh tĩ mũ. Pó tỹ tóg pỹn pin kỹ tén mũ.(Adaptado de Wiesemann).
Pỹn tỹ kren tũ nĩn jé fi ne han ja?
Assim sendo, associe as duas colunas relacionando as etapas do método SBAR à descrição das ações desenvolvidas.
1. Situação (Situattion).
2. Contexto (Background).
3. Avaliação (Assessment).
4. Recomendação (Recomendation).
( ) Após a identificação do profissional que faz o relato e do nome completo do paciente ao qual se refere, relata brevemente o que está acontecendo com ele (paciente).
( ) O profissional detalha aspectos da condição clínica do paciente que permitam a avaliação do quadro, focando no que é mais relevante para a definição de uma conduta posterior, o que pode ser pautado nas informações fornecidas pelo paciente ou na percepção do profissional.
( ) O profissional expõe em uma frase qual a impressão clínica ou um possível diagnóstico.
( ) O profissional propõe uma sugestão, explica o que deve ser feito, como isso deve ser executado, incluindo suas considerações.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dessa associação.
“...ha’e va’e py mã oĩ yvy nhanderekoa regua...”
Ainda segundo o texto anterior “... yma gua arandu...” estão relacionados:
“.... ymã gua arandu/ tembikuaa nhandereko pygua mã omboaxa tekoa py ikuai va’e pe, nhande kuery he’ỹ vy jurua kuery voi, ha’e va’e py mã oĩ yvy nhanderekoa regua, amboae regua avi; oĩ avi ka’aguy gui mba’emõ recurso oĩ va’e jajajpo ha’e jaiporu kuaa aguã.” (SANTILLI, 2005, p. 192).
Segundo este autor “.... ymã gua arandu...”:
Projeto nhanhembo’eaty nhande kuery jareko va’e mã omombaraete ve’rã nhande direito jareko va’e, mba’emõ ojekovia pave ovy teĩ, nhambojerovia ve aguã nhandereko, teko nhanemba’e ha’e ymã guare arandu. (Ângelo, 2006, p.213)
Segundo esta autora, a escola indígena só terá valor:
“...Ha’e va’e mã nhanhopytyvõ-a rupi joupive-pive arandua re jaikuaa pota reve nhanhembo’ea” (Maher, 2006, p.18.)
Segundo essa expressão, o Ensino/aprendizagem nas aldeias:
Aȳ gui nhanderekoa rupi opy’i jareko va’e ma ȳmã guare rami ve’ȳ. Ymã ma je oipuru raka’e oo jokuaa rã guembepi. Ikora rã ma yvy omona va’ekue, e’ȳ vy yvyra gui ae ombokora. Opy’i hexakã aguã ma iraity gui, ei retãgue guigua.
Aȳ ma jaipuru karavo, haxa, karavo mbotaa ha’e kyxe guaxu. Ijao’ia voi aȳ jurua kuery mba’e gui guare meme ma. Ha’e rami vy nhaneramoĩ kuery ikuaiague rami ae nhandekuai opy’re. Oĩ nhemongueta, nhemonguera, kyrĩgue ha’e tujakue oporai aguã guive.
Mava'e re ete pa ijayvu texto:
Kaguijy ma nhande kuery rembi’u etei. Avaxi ikuai jave ojapoa va’e. Mba’eixapa jajapo’rã: Jajopy rã avaxi, nhamoĩ rã voxa py mboapy ara re yy py. Ha’e rire yy gui nhanoē ma vy kuaray py jaeja’rã ipiru aguã. Ha’e gui ma jajoxo rã, yrupē py nhambogua rã. Ha’e rire ma nhamboakytã’rã kaguijy rã. Nhambojy pa rire ma nhanoē oja gui jajapo aguã.
Texto mã ijayvu:
Guyrapa ete ma, mba’emo jajuka aguã ri vy ma jajou’rã yvyra hatã va’e. Hery ma guajayvi, jaxy inhepytũ jave’rã jajaya ixĩgua’yĩ e’ȳ aguã.
Mba’ere tu yvyra jaiporavo’rã jajapo aguã hu’y porã ovare va’e ‘rã, texto py ijayvua rami vy?
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
As escolas indígenas e quilombolas do RS e sua relação com a educação ambiental
[...]
A educação ambiental naturalmente está integrada ao currículo das escolas indígenas, já que a relação com a natureza faz parte da vivência dos povos de todas as etnias. “A gente ensina e aprende debaixo da árvore, com o som dos pássaros, com o vento. Isso é, para nós, a escola verdadeira. Para estudar Língua Portuguesa, a gente vai embaixo da árvore. Na disciplina de Geografia, a gente vai na trilha, tirando foto, fazendo mapa da aldeia. Então eu acho que aqui, na escola e na aldeia, a natureza está sempre fazendo parte dessa construção de conhecimento. A escola começa na natureza”, reforça Karai.
Adaptado de: https://novaescola.org.br/conteudo/22146/escolas-indigenas-quilombolas-rs-relacao-com-a-educacao-ambiental?utm_source=chatgpt.com
Assinale a alternativa que preenche a lacuna do excerto a seguir mantendo o sentido presente no Texto 2:
“A gente ensina e aprende ___________ árvore, com o som dos pássaros, com o vento.”
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
As escolas indígenas e quilombolas do RS e sua relação com a educação ambiental
[...]
A educação ambiental naturalmente está integrada ao currículo das escolas indígenas, já que a relação com a natureza faz parte da vivência dos povos de todas as etnias. “A gente ensina e aprende debaixo da árvore, com o som dos pássaros, com o vento. Isso é, para nós, a escola verdadeira. Para estudar Língua Portuguesa, a gente vai embaixo da árvore. Na disciplina de Geografia, a gente vai na trilha, tirando foto, fazendo mapa da aldeia. Então eu acho que aqui, na escola e na aldeia, a natureza está sempre fazendo parte dessa construção de conhecimento. A escola começa na natureza”, reforça Karai.
Adaptado de: https://novaescola.org.br/conteudo/22146/escolas-indigenas-quilombolas-rs-relacao-com-a-educacao-ambiental?utm_source=chatgpt.com
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
As escolas indígenas e quilombolas do RS e sua relação com a educação ambiental
[...]
A educação ambiental naturalmente está integrada ao currículo das escolas indígenas, já que a relação com a natureza faz parte da vivência dos povos de todas as etnias. “A gente ensina e aprende debaixo da árvore, com o som dos pássaros, com o vento. Isso é, para nós, a escola verdadeira. Para estudar Língua Portuguesa, a gente vai embaixo da árvore. Na disciplina de Geografia, a gente vai na trilha, tirando foto, fazendo mapa da aldeia. Então eu acho que aqui, na escola e na aldeia, a natureza está sempre fazendo parte dessa construção de conhecimento. A escola começa na natureza”, reforça Karai.
Adaptado de: https://novaescola.org.br/conteudo/22146/escolas-indigenas-quilombolas-rs-relacao-com-a-educacao-ambiental?utm_source=chatgpt.com
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
As escolas indígenas e quilombolas do RS e sua relação com a educação ambiental
[...]
A educação ambiental naturalmente está integrada ao currículo das escolas indígenas, já que a relação com a natureza faz parte da vivência dos povos de todas as etnias. “A gente ensina e aprende debaixo da árvore, com o som dos pássaros, com o vento. Isso é, para nós, a escola verdadeira. Para estudar Língua Portuguesa, a gente vai embaixo da árvore. Na disciplina de Geografia, a gente vai na trilha, tirando foto, fazendo mapa da aldeia. Então eu acho que aqui, na escola e na aldeia, a natureza está sempre fazendo parte dessa construção de conhecimento. A escola começa na natureza”, reforça Karai.
Adaptado de: https://novaescola.org.br/conteudo/22146/escolas-indigenas-quilombolas-rs-relacao-com-a-educacao-ambiental?utm_source=chatgpt.com