Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Ano: 2022 Banca: CESGRANRIO Órgão: ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR Provas: CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Administrador | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Assistente Social | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Biólogo | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Contador | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Economista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Advogado | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Análise Probabilística de Segurança | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Civil | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Ambiental | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Designer | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Analista - Comunicação Social | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Produção | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Segurança do Trabalho | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Eletrônico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Mecânico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Telecomunicações | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Nuclear | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Eletricista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Metalúrgico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Arquivista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Analista de Sistemas - Aplicação e Segurança de TIC | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Químico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Físico - A | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Pedagogo | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Químico |
Q1915132 Português
A palavra destacada está adequada ao contexto da frase, de acordo com o seu significado dicionarizado, em:
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Ano: 2022 Banca: CESGRANRIO Órgão: ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR Provas: CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Administrador | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Assistente Social | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Biólogo | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Contador | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Economista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Advogado | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Análise Probabilística de Segurança | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Civil | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Ambiental | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Designer | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Analista - Comunicação Social | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Produção | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Segurança do Trabalho | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Eletrônico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Mecânico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Telecomunicações | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Nuclear | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Eletricista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Metalúrgico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Arquivista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Analista de Sistemas - Aplicação e Segurança de TIC | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Químico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Físico - A | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Pedagogo | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Químico |
Q1915123 Português
No texto, os dois primeiros parágrafos estabelecem entre si a seguinte relação:
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Ano: 2022 Banca: CESGRANRIO Órgão: ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR Provas: CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Administrador | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Assistente Social | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Biólogo | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Contador | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Economista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Advogado | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Análise Probabilística de Segurança | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Civil | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Ambiental | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Designer | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Analista - Comunicação Social | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Produção | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Segurança do Trabalho | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Eletrônico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Mecânico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Telecomunicações | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Nuclear | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Eletricista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Metalúrgico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Arquivista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Analista de Sistemas - Aplicação e Segurança de TIC | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Químico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Físico - A | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Pedagogo | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Químico |
Q1915122 Português
A obsolescência perspectiva é definida no texto como a(o)
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Ano: 2022 Banca: CESGRANRIO Órgão: ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR Provas: CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Administrador | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Assistente Social | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Biólogo | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Contador | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Economista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Advogado | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Análise Probabilística de Segurança | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Civil | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Ambiental | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Designer | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Analista - Comunicação Social | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Produção | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Segurança do Trabalho | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Eletrônico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Mecânico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Telecomunicações | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Nuclear | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Eletricista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Metalúrgico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Arquivista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Analista de Sistemas - Aplicação e Segurança de TIC | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Químico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Físico - A | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Pedagogo | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Químico |
Q1915121 Português
Com base no conteúdo desenvolvido e na sua forma de apresentação, conclui-se que o texto tem o objetivo de
Alternativas
Ano: 2022 Banca: CESGRANRIO Órgão: ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR Provas: CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Administrador | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Assistente Social | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Biólogo | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Contador | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Economista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Advogado | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Análise Probabilística de Segurança | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Civil | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Ambiental | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Designer | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Analista - Comunicação Social | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Produção | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Segurança do Trabalho | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Eletrônico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Mecânico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro de Telecomunicações | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Nuclear | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Eletricista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Metalúrgico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Arquivista | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Analista de Sistemas - Aplicação e Segurança de TIC | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Engenheiro Químico | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Físico - A | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Pedagogo | CESGRANRIO - 2022 - ELETROBRAS-ELETRONUCLEAR - Químico |
Q1915120 Português
Em seu desenvolvimento temático, depois de se referir ao estudo da ONU sobre a função das novas tecnologias no mundo globalizado, o texto desenvolve a ideia de que
Alternativas
Q1914932 Português
Na guerra, se proteger de ataque hacker também é
uma forma de salvar vidas.

Alessandra Montini
01/05/2022 - 04h00 

   No célebre livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu, um dos principais trechos afirma que a "suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar". Ou seja, em muitos casos é preferível evitar o confronto direto a buscar outros métodos para superar os problemas/adversários. 
   Essa máxima foi escrita no século IV antes de Cristo, mas continua válida mesmo em tempos de aceleração digital. Afinal, se grande parte das relações sociais já acontecem virtualmente, era inevitável que a guerra e os confrontos militares seguissem pelo mesmo caminho.
   O conflito entre Ucrânia e Rússia, que se arrasta desde fevereiro, é apenas o exemplo mais recente de como a guerra pode se desenrolar na esfera digital. Bancos estatais ucranianos e o próprio Ministério da Defesa sofreram ataques cibernéticos, principalmente no início da invasão.
   Ataques DDoS (negação de serviço) são constantes em serviços essenciais numa tentativa de paralisá-los para prejudicar a população local, para dificultar a comunicação e até mesmo para evitar possíveis reações militares.
  Em tempos de guerra, uma das principais medidas adotadas é atacar pontos estratégicos do adversário, atualmente, isso envolve também o ambiente digital.
   Como os dados são o "novo petróleo" e servem de matéria-prima para soluções e aplicações tecnológicas que moldam nossas vidas, é evidente que se tornam em alvo mais visado. Em bombardeios "reais", os ataques visam fábricas e suprimentos; nos "virtuais", os bombardeios buscam inutilizar aquilo que facilita o dia a dia das pessoas e empresas.
   A segurança cibernética, portanto, assume o protagonismo não apenas em tempos de paz, mas sobretudo em situações de guerra.
   Proteger as informações digitais é uma estratégia necessária para preservar a vida "real" da população.
   Já imaginou se o inimigo tivesse acesso a todos os hábitos dos civis, incluindo informações médicas e transações financeiras? Pois é, o prejuízo poderia ser incalculável.
[...]
  Nos últimos anos, ficou claro para todos que as guerras sempre contam com derramamento de sangue, mas que agora também envolvem a troca de bytes e não apenas de tiros.
   Só no Brasil, o medo de ataques fez com que 83% das empresas gastassem mais com ferramentas desse tipo, de acordo com a pesquisa PwC Digital Trust Insights 2022. Isso antes mesmo de um conflito armado irromper no leste europeu e colocar o mundo de sobreaviso.
  Diante da aceleração digital, provocada pela pandemia de covid-19, e da própria evolução da tecnologia em diferentes setores, cedo ou tarde a segurança cibernética assumiria o controle no debate público. 
   O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas reforçar a importância e necessidade do assunto. Porque a proteção dos dados digitais revelou-se imprescindível quando tudo está em paz; mas é literalmente uma questão de sobrevivência em tempos de guerra.

(Veja mais em https://www.uol.com.br/tilt/colunas /alessandramontini/2022/05/01/seguranca-cibernetica-internet-guerra-digital-governos-empresa-ucrania.htm? cmpid=copiaecolaeja)
No período: “O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas reforçar a importância e necessidade do assunto”, o vocábulo assunto faz referência a: 
Alternativas
Q1914931 Português
Na guerra, se proteger de ataque hacker também é
uma forma de salvar vidas.

Alessandra Montini
01/05/2022 - 04h00 

   No célebre livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu, um dos principais trechos afirma que a "suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar". Ou seja, em muitos casos é preferível evitar o confronto direto a buscar outros métodos para superar os problemas/adversários. 
   Essa máxima foi escrita no século IV antes de Cristo, mas continua válida mesmo em tempos de aceleração digital. Afinal, se grande parte das relações sociais já acontecem virtualmente, era inevitável que a guerra e os confrontos militares seguissem pelo mesmo caminho.
   O conflito entre Ucrânia e Rússia, que se arrasta desde fevereiro, é apenas o exemplo mais recente de como a guerra pode se desenrolar na esfera digital. Bancos estatais ucranianos e o próprio Ministério da Defesa sofreram ataques cibernéticos, principalmente no início da invasão.
   Ataques DDoS (negação de serviço) são constantes em serviços essenciais numa tentativa de paralisá-los para prejudicar a população local, para dificultar a comunicação e até mesmo para evitar possíveis reações militares.
  Em tempos de guerra, uma das principais medidas adotadas é atacar pontos estratégicos do adversário, atualmente, isso envolve também o ambiente digital.
   Como os dados são o "novo petróleo" e servem de matéria-prima para soluções e aplicações tecnológicas que moldam nossas vidas, é evidente que se tornam em alvo mais visado. Em bombardeios "reais", os ataques visam fábricas e suprimentos; nos "virtuais", os bombardeios buscam inutilizar aquilo que facilita o dia a dia das pessoas e empresas.
   A segurança cibernética, portanto, assume o protagonismo não apenas em tempos de paz, mas sobretudo em situações de guerra.
   Proteger as informações digitais é uma estratégia necessária para preservar a vida "real" da população.
   Já imaginou se o inimigo tivesse acesso a todos os hábitos dos civis, incluindo informações médicas e transações financeiras? Pois é, o prejuízo poderia ser incalculável.
[...]
  Nos últimos anos, ficou claro para todos que as guerras sempre contam com derramamento de sangue, mas que agora também envolvem a troca de bytes e não apenas de tiros.
   Só no Brasil, o medo de ataques fez com que 83% das empresas gastassem mais com ferramentas desse tipo, de acordo com a pesquisa PwC Digital Trust Insights 2022. Isso antes mesmo de um conflito armado irromper no leste europeu e colocar o mundo de sobreaviso.
  Diante da aceleração digital, provocada pela pandemia de covid-19, e da própria evolução da tecnologia em diferentes setores, cedo ou tarde a segurança cibernética assumiria o controle no debate público. 
   O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas reforçar a importância e necessidade do assunto. Porque a proteção dos dados digitais revelou-se imprescindível quando tudo está em paz; mas é literalmente uma questão de sobrevivência em tempos de guerra.

(Veja mais em https://www.uol.com.br/tilt/colunas /alessandramontini/2022/05/01/seguranca-cibernetica-internet-guerra-digital-governos-empresa-ucrania.htm? cmpid=copiaecolaeja)
A leitura do texto, em especial sua conclusão, permite-nos deduzir que:
Alternativas
Q1914930 Português
Na guerra, se proteger de ataque hacker também é
uma forma de salvar vidas.

Alessandra Montini
01/05/2022 - 04h00 

   No célebre livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu, um dos principais trechos afirma que a "suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar". Ou seja, em muitos casos é preferível evitar o confronto direto a buscar outros métodos para superar os problemas/adversários. 
   Essa máxima foi escrita no século IV antes de Cristo, mas continua válida mesmo em tempos de aceleração digital. Afinal, se grande parte das relações sociais já acontecem virtualmente, era inevitável que a guerra e os confrontos militares seguissem pelo mesmo caminho.
   O conflito entre Ucrânia e Rússia, que se arrasta desde fevereiro, é apenas o exemplo mais recente de como a guerra pode se desenrolar na esfera digital. Bancos estatais ucranianos e o próprio Ministério da Defesa sofreram ataques cibernéticos, principalmente no início da invasão.
   Ataques DDoS (negação de serviço) são constantes em serviços essenciais numa tentativa de paralisá-los para prejudicar a população local, para dificultar a comunicação e até mesmo para evitar possíveis reações militares.
  Em tempos de guerra, uma das principais medidas adotadas é atacar pontos estratégicos do adversário, atualmente, isso envolve também o ambiente digital.
   Como os dados são o "novo petróleo" e servem de matéria-prima para soluções e aplicações tecnológicas que moldam nossas vidas, é evidente que se tornam em alvo mais visado. Em bombardeios "reais", os ataques visam fábricas e suprimentos; nos "virtuais", os bombardeios buscam inutilizar aquilo que facilita o dia a dia das pessoas e empresas.
   A segurança cibernética, portanto, assume o protagonismo não apenas em tempos de paz, mas sobretudo em situações de guerra.
   Proteger as informações digitais é uma estratégia necessária para preservar a vida "real" da população.
   Já imaginou se o inimigo tivesse acesso a todos os hábitos dos civis, incluindo informações médicas e transações financeiras? Pois é, o prejuízo poderia ser incalculável.
[...]
  Nos últimos anos, ficou claro para todos que as guerras sempre contam com derramamento de sangue, mas que agora também envolvem a troca de bytes e não apenas de tiros.
   Só no Brasil, o medo de ataques fez com que 83% das empresas gastassem mais com ferramentas desse tipo, de acordo com a pesquisa PwC Digital Trust Insights 2022. Isso antes mesmo de um conflito armado irromper no leste europeu e colocar o mundo de sobreaviso.
  Diante da aceleração digital, provocada pela pandemia de covid-19, e da própria evolução da tecnologia em diferentes setores, cedo ou tarde a segurança cibernética assumiria o controle no debate público. 
   O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas reforçar a importância e necessidade do assunto. Porque a proteção dos dados digitais revelou-se imprescindível quando tudo está em paz; mas é literalmente uma questão de sobrevivência em tempos de guerra.

(Veja mais em https://www.uol.com.br/tilt/colunas /alessandramontini/2022/05/01/seguranca-cibernetica-internet-guerra-digital-governos-empresa-ucrania.htm? cmpid=copiaecolaeja)
Segundo o texto:
Alternativas
Q1914871 Português
Texto I


Fonte: Fiocruz. Disponível em: https://pensesus.fiocruz.br/humanizacao - adaptado

De acordo com o Texto I, responda à questão.
O objetivo da criação da Política Nacional de Humanização, em 2003, pelo Ministério da Saúde, foi: 
Alternativas
Q1914870 Português
Texto I


Fonte: Fiocruz. Disponível em: https://pensesus.fiocruz.br/humanizacao - adaptado

De acordo com o Texto I, responda à questão.
O conceito de ética, no campo da saúde, está relacionado ao comprometimento e à corresponsabilidade porque: 
Alternativas
Q1914593 Português
Separação (fragmento) 

        Voltou-se e mirou-a como se fosse pela última vez, como quem repete um gesto imemorialmente irremediável. No íntimo, preferia não tê-lo feito; mas ao chegar à porta sentiu que nada poderia evitar a reincidência daquela cena tantas vezes contada na história do amor, que é história do mundo. Ela o olhava com um olhar intenso, onde existia uma incompreensão e um anelo, como a pedir-lhe, ao mesmo tempo, que não fosse e que não deixasse de ir, por isso que era tudo impossível entre eles. 

(MORAES, Vinicius de. Para viver um grande amor. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 24)
O texto aborda o tema da separação. Na perspectiva do enunciador, trata-se de algo que: 
Alternativas
Q1914589 Português
É proibido chorar 

        Em um dos meus textos em que eu falava sobre as dificuldades de lançar meu livro e, ao mesmo tempo, de suportar as dores diárias da sobrevivência, muita gente se identificou com a minha luta.   
           
         Nenhuma surpresa nisso, pois desde que nascemos as pedras espreitam nosso caminho. 
           
         E a briga pelo leite, o choro, já era o nosso grito de que não aceitaríamos tudo calados.   
         
        Infelizmente, alguns deixaram de gritar, por isso, choram até hoje. Não tenho dó de quem sofre, tenho raiva de quem faz sofrer.   
       
        Sei de vários que estão na luta e merecem o meu e o nosso respeito: são os quixotes da periferia.   

       Não só os da periferia geográfica, mas todos os que vivem no centro do esquecimento da humanidade, quer seja artista (?), ou não. Aliás, ser artista neste país não é um privilégio, e sim um castigo, não sei por que tem tanta gente metida a besta só por conta disso.   
   
         Tristes figuras. Às vezes, os vejo por aí, os guerreiros, correndo atrás de sonhos e também me vejo neles, sou um deles também, nunca deixei de sonhar, coleciono pedras, mas também semeio quimeras. Vejo e me identifico com a luta, outras vezes, observo-os em silêncio e penso no que será que eles estão pensando, ou como deve ser a casa deles, e, na maioria das vezes, quantos inimigos devem ter. E a única coisa da qual tenho certeza e sei é sobre o que eles comem: poeira e lama. Seja procurando um emprego no centro da cidade, um CD demo debaixo do braço, uns poemas numas folhas de sulfite amareladas e sujas ou um simples bico de pedreiro, boa parte desses guerreiros passa a vida lutando e não se importa com as portas pesadas que cada vez se fecham mais para a nossa gente, que nasce sem as chaves certas e programadas.   

           A chave de tudo é não desistir, não há outra saída que não a ousadia, a perseverança e a teimosia. [...]

(VAZ, Sérgio. Literatura, pão e poesia: histórias de um povo lindo e inteligente. São Paulo: Global Editora, 2020, p. 39-40)
Ao afirmar que “desde que nascemos as pedras espreitam nosso caminho” (2º§), o autor: 
Alternativas
Q1914585 Português
É proibido chorar 

        Em um dos meus textos em que eu falava sobre as dificuldades de lançar meu livro e, ao mesmo tempo, de suportar as dores diárias da sobrevivência, muita gente se identificou com a minha luta.   
           
         Nenhuma surpresa nisso, pois desde que nascemos as pedras espreitam nosso caminho. 
           
         E a briga pelo leite, o choro, já era o nosso grito de que não aceitaríamos tudo calados.   
         
        Infelizmente, alguns deixaram de gritar, por isso, choram até hoje. Não tenho dó de quem sofre, tenho raiva de quem faz sofrer.   
       
        Sei de vários que estão na luta e merecem o meu e o nosso respeito: são os quixotes da periferia.   

       Não só os da periferia geográfica, mas todos os que vivem no centro do esquecimento da humanidade, quer seja artista (?), ou não. Aliás, ser artista neste país não é um privilégio, e sim um castigo, não sei por que tem tanta gente metida a besta só por conta disso.   
   
         Tristes figuras. Às vezes, os vejo por aí, os guerreiros, correndo atrás de sonhos e também me vejo neles, sou um deles também, nunca deixei de sonhar, coleciono pedras, mas também semeio quimeras. Vejo e me identifico com a luta, outras vezes, observo-os em silêncio e penso no que será que eles estão pensando, ou como deve ser a casa deles, e, na maioria das vezes, quantos inimigos devem ter. E a única coisa da qual tenho certeza e sei é sobre o que eles comem: poeira e lama. Seja procurando um emprego no centro da cidade, um CD demo debaixo do braço, uns poemas numas folhas de sulfite amareladas e sujas ou um simples bico de pedreiro, boa parte desses guerreiros passa a vida lutando e não se importa com as portas pesadas que cada vez se fecham mais para a nossa gente, que nasce sem as chaves certas e programadas.   

           A chave de tudo é não desistir, não há outra saída que não a ousadia, a perseverança e a teimosia. [...]

(VAZ, Sérgio. Literatura, pão e poesia: histórias de um povo lindo e inteligente. São Paulo: Global Editora, 2020, p. 39-40)
O texto apresenta um posicionamento sobre o trabalho artístico. A esse respeito, é correto afirmar que o autor: 
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Q1914548 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

SE ÉS CAPAZ

(1º§) A longa lista de desafios - Se és capaz, se és capaz, se és capaz - intimidava-me e, ao mesmo tempo, exercia sobre mim o maior dos fascínios. E, muitas vezes, ficava a sonhar com feitos assim tão extraordinários: o próximo me julgaria com crueldade e eu teria para ele o melhor dos pensamentos. Se me batessem num lado da face, imediatamente ofereceria outro...
(2º§) E quando estourassem aquelas greves políticas que eu tanto amava - a escola ferveria em pleno clima revolucionário sob o tacão da ditadura - eu teria que ficar à margem, porque estava escrito que, quando todos em redor perdessem a cabeça, eu devia conservar serenamente a minha.
(3º§) Estava escrito. E foi daí por diante que eu comecei a perceber então que de nada vale decorar máximas que ficam gravadas na memória, mas não ficam no coração.
(4º§) Sim, diariamente, eu lia poemas antes de sair. Para ir fazendo tudo ao contrário em seguida: se me atacavam, eu respondia, se me faziam esperar, eu me desesperava, se me odiavam, eu odiava mais ainda, e no dia em que o meu professor de latim me deu zero, porque pensou que eu colara na prova, fui falar com ele em meio dos maiores protestos, ai! - A cólera da injustiça doendo na carne, embora me lembrasse muito bem que colara no exame anterior e que, portanto, o castigo viera meio fora de tempo, mas merecido.
(5º§) Isso vai valer para quando eu for mais velha, pensei, tirando o poema da parede. E até hoje ainda o conservo no fundo da minha gaveta, um belo trabalho literário e tipográfico, sem dúvida alguma.
(6º§) Mas quando eu topo com ele, não posso deixar de sorrir. Mas então, senhor Kipling? De que material somos feitos? Hein?
(7º§) Devemos é confessar humildemente nossa frágil condição humana, não, não somos deuses, nem semideuses, nem santos. A gente faz o que pode. E embora nossa alma - que tem o toque de Deus - continue intacta, apesar de tudo, intacta, no comportamento falhamos como pobres bichos frágeis que nós somos tão vulneráveis, tão sem defesa.
(8º§) Se nós somos capazes de tantas maravilhas? Não, não somos. Às vezes, temos gestos e pensamentos de anjo. Mas eu disse, às vezes!

(Lygia Fagundes Telles. "Se és capaz" Apud Wagner Ribeiro. Antologia Luso-brasileira. Editora FTD. 1964. São Paulo.)
Analise as assertivas com V, para verdadeiro, ou F, para falso:

(  )O título do texto está escrito com ideia condicional.
(  )A preposição usada na frase: "A longa lista de desafios" é imposta pela regência nominal.
(  )A frase: "A gente faz o que pode". - está escrita com verbos de segunda conjugação na terceira pessoa do singular do presente do modo indicativo.
(  )A expressão: "intimidava-me" tem o mesmo sentido de "causava-me medo".

Marque a alternativa com a série CORRETA.
Alternativas
Q1914409 Português

          A atividade política, para os antigos, estava associada à prática das virtudes e à busca por uma ordem moral duradoura. A corrupção, por sua vez, era identificada com vícios como a ambição, a ganância pelo poder, a covardia etc., ou seja, tudo aquilo que causa caos social, desordem e violência.

         Essa noção de corrupção associada ao desvirtuamento e à falta de cuidado com o bem comum atravessaria a Idade Média e chegaria até o início da modernidade com os teóricos políticos do Renascimento. Contudo, com a ampliação das relações comerciais decorrentes das grandes navegações, o crescimento urbano, o advento da indústria, a ascensão da burguesia como classe política — por meio de revoluções como a inglesa (1640-1668) e a francesa (1789-1799) —, o sistema político começou a ser pensado de forma diferente.

          A concepção antiga das virtudes como guias da política não funcionava mais na modernidade. Era necessária uma concepção de política que levasse em conta os interesses individuais e as ambições, que faziam parte do mundo moderno. Mas como fazer isso sem deixar que tais interesses e ambições degenerassem o sistema político? Montesquieu foi quem ofereceu o melhor modelo, que, em grande parte, ainda se faz presente até hoje nos regimes democráticos.

         Segundo Montesquieu, para que os interesses pessoais dos governantes não triunfassem sobre o bem público e para que o corpo político não se corrompesse, seriam necessárias as leis positivas, isto é, um conjunto de medidas jurídicas que se ajustassem à realidade dos interesses de determinada sociedade e impusesse controle sobre ela, sendo capaz de intermediar os homens e suas necessidades.

          Esse modelo foi seguido pelas democracias liberais do século XIX. No entanto, desde a transição do século XIX para o século XXI, o mundo ficou cada vez mais integrado, tanto econômica quanto politicamente, sobretudo após as guerras mundiais. Essa integração, apesar de ter trazido inúmeros benefícios, também trouxe grandes dificuldades.

Internet:<https://brasilescola.uol.com.br> (com adaptações)


Julgue o item que se segue, relativos às ideias e a aspectos linguísticos do texto anterior.


No último período do terceiro parágrafo, o vocábulo “que” remete ao modelo de política de Montesquieu, qualificado como “o melhor” no texto.

Alternativas
Q1914407 Português

          A atividade política, para os antigos, estava associada à prática das virtudes e à busca por uma ordem moral duradoura. A corrupção, por sua vez, era identificada com vícios como a ambição, a ganância pelo poder, a covardia etc., ou seja, tudo aquilo que causa caos social, desordem e violência.

         Essa noção de corrupção associada ao desvirtuamento e à falta de cuidado com o bem comum atravessaria a Idade Média e chegaria até o início da modernidade com os teóricos políticos do Renascimento. Contudo, com a ampliação das relações comerciais decorrentes das grandes navegações, o crescimento urbano, o advento da indústria, a ascensão da burguesia como classe política — por meio de revoluções como a inglesa (1640-1668) e a francesa (1789-1799) —, o sistema político começou a ser pensado de forma diferente.

          A concepção antiga das virtudes como guias da política não funcionava mais na modernidade. Era necessária uma concepção de política que levasse em conta os interesses individuais e as ambições, que faziam parte do mundo moderno. Mas como fazer isso sem deixar que tais interesses e ambições degenerassem o sistema político? Montesquieu foi quem ofereceu o melhor modelo, que, em grande parte, ainda se faz presente até hoje nos regimes democráticos.

         Segundo Montesquieu, para que os interesses pessoais dos governantes não triunfassem sobre o bem público e para que o corpo político não se corrompesse, seriam necessárias as leis positivas, isto é, um conjunto de medidas jurídicas que se ajustassem à realidade dos interesses de determinada sociedade e impusesse controle sobre ela, sendo capaz de intermediar os homens e suas necessidades.

          Esse modelo foi seguido pelas democracias liberais do século XIX. No entanto, desde a transição do século XIX para o século XXI, o mundo ficou cada vez mais integrado, tanto econômica quanto politicamente, sobretudo após as guerras mundiais. Essa integração, apesar de ter trazido inúmeros benefícios, também trouxe grandes dificuldades.

Internet:<https://brasilescola.uol.com.br> (com adaptações)


Julgue o item que se segue, relativos às ideias e a aspectos linguísticos do texto anterior.


Depreende-se dos dois primeiros períodos do terceiro parágrafo que a política, na modernidade, ao se afastar das virtudes, torna-se corrupta.

Alternativas
Q1914397 Português
          A preocupação com o desenvolvimento das indústrias criativas ocorre de forma não intuitiva e direcionada há muitos anos. Em 1918, o presidente dos Estados Unidos da América, Woodrow Wilson, promoveu a nascente indústria cinematográfica, considerando que “o comércio vai atrás dos filmes”, uma afirmação clássica sobre o fato de que as indústrias criativas têm um significado que vai muito além do seu impacto econômico imediato. O governo australiano publicou, em 1994, um documento chamado Creative Nation, no qual já apresentava alguns posicionamentos oficiais sobre a pauta. Nele, afirmava que “uma política cultural também é uma política econômica” e que “o nível de nossa criatividade determina substancialmente nossa capacidade de adaptação aos novos imperativos econômicos”.

         Após as eleições para primeiro-ministro do Reino Unido, em 1997, foi realizado o primeiro mapeamento concreto e aprofundado sobre a economia criativa em uma nação. Esse mapeamento causou polêmica quanto à conceituação de indústria criativa. De acordo com a definição do governo inglês, as indústrias criativas são aquelas atividades que têm origem na criatividade, na habilidade e no talento individual e que potencializam a geração de riqueza e empregos por meio da geração e da exploração da propriedade intelectual. Os críticos que analisaram o projeto de Tony Blair/DCMS consideraram que as colocações deixaram o contexto muito aberto, pois poderia englobar áreas como engenharia e indústria farmacêutica, que não têm conexão com a economia criativa.

       Como em qualquer área de pesquisa, alguns cientistas apresentam visões bem controversas. O pesquisador estadunidense Richard Florida, por exemplo, trouxe o conceito de classe criativa. Segundo Florida, regiões metropolitanas com alta concentração de trabalhadores ligados a tecnologia, artistas, músicos, lésbicas e gays e o grupo definido por high bohemians são áreas com alto potencial de crescimento neste milênio. Na visão de Florida, as cidades devem posicionar-se de forma diferente no novo milênio e virar todos os holofotes para a economia criativa.

Vinnie de Oliveira. Economia criativa 4.0: o mundo não gira ao contrário.
Edição do Kindle (com adaptações)

Julgue o item seguinte, no que diz respeito às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


Infere-se do texto a existência de uma relação estreita entre a economia criativa e o modelo econômico adotado a partir do século XX.  



Alternativas
Q1914396 Português
          A preocupação com o desenvolvimento das indústrias criativas ocorre de forma não intuitiva e direcionada há muitos anos. Em 1918, o presidente dos Estados Unidos da América, Woodrow Wilson, promoveu a nascente indústria cinematográfica, considerando que “o comércio vai atrás dos filmes”, uma afirmação clássica sobre o fato de que as indústrias criativas têm um significado que vai muito além do seu impacto econômico imediato. O governo australiano publicou, em 1994, um documento chamado Creative Nation, no qual já apresentava alguns posicionamentos oficiais sobre a pauta. Nele, afirmava que “uma política cultural também é uma política econômica” e que “o nível de nossa criatividade determina substancialmente nossa capacidade de adaptação aos novos imperativos econômicos”.

         Após as eleições para primeiro-ministro do Reino Unido, em 1997, foi realizado o primeiro mapeamento concreto e aprofundado sobre a economia criativa em uma nação. Esse mapeamento causou polêmica quanto à conceituação de indústria criativa. De acordo com a definição do governo inglês, as indústrias criativas são aquelas atividades que têm origem na criatividade, na habilidade e no talento individual e que potencializam a geração de riqueza e empregos por meio da geração e da exploração da propriedade intelectual. Os críticos que analisaram o projeto de Tony Blair/DCMS consideraram que as colocações deixaram o contexto muito aberto, pois poderia englobar áreas como engenharia e indústria farmacêutica, que não têm conexão com a economia criativa.

       Como em qualquer área de pesquisa, alguns cientistas apresentam visões bem controversas. O pesquisador estadunidense Richard Florida, por exemplo, trouxe o conceito de classe criativa. Segundo Florida, regiões metropolitanas com alta concentração de trabalhadores ligados a tecnologia, artistas, músicos, lésbicas e gays e o grupo definido por high bohemians são áreas com alto potencial de crescimento neste milênio. Na visão de Florida, as cidades devem posicionar-se de forma diferente no novo milênio e virar todos os holofotes para a economia criativa.

Vinnie de Oliveira. Economia criativa 4.0: o mundo não gira ao contrário.
Edição do Kindle (com adaptações)

Julgue o item seguinte, no que diz respeito às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


A definição de “indústria criativa” apresentada pelo governo inglês, no mapeamento da economia criativa, foi rechaçada por alguns críticos.

Alternativas
Q1914395 Português
          A preocupação com o desenvolvimento das indústrias criativas ocorre de forma não intuitiva e direcionada há muitos anos. Em 1918, o presidente dos Estados Unidos da América, Woodrow Wilson, promoveu a nascente indústria cinematográfica, considerando que “o comércio vai atrás dos filmes”, uma afirmação clássica sobre o fato de que as indústrias criativas têm um significado que vai muito além do seu impacto econômico imediato. O governo australiano publicou, em 1994, um documento chamado Creative Nation, no qual já apresentava alguns posicionamentos oficiais sobre a pauta. Nele, afirmava que “uma política cultural também é uma política econômica” e que “o nível de nossa criatividade determina substancialmente nossa capacidade de adaptação aos novos imperativos econômicos”.

         Após as eleições para primeiro-ministro do Reino Unido, em 1997, foi realizado o primeiro mapeamento concreto e aprofundado sobre a economia criativa em uma nação. Esse mapeamento causou polêmica quanto à conceituação de indústria criativa. De acordo com a definição do governo inglês, as indústrias criativas são aquelas atividades que têm origem na criatividade, na habilidade e no talento individual e que potencializam a geração de riqueza e empregos por meio da geração e da exploração da propriedade intelectual. Os críticos que analisaram o projeto de Tony Blair/DCMS consideraram que as colocações deixaram o contexto muito aberto, pois poderia englobar áreas como engenharia e indústria farmacêutica, que não têm conexão com a economia criativa.

       Como em qualquer área de pesquisa, alguns cientistas apresentam visões bem controversas. O pesquisador estadunidense Richard Florida, por exemplo, trouxe o conceito de classe criativa. Segundo Florida, regiões metropolitanas com alta concentração de trabalhadores ligados a tecnologia, artistas, músicos, lésbicas e gays e o grupo definido por high bohemians são áreas com alto potencial de crescimento neste milênio. Na visão de Florida, as cidades devem posicionar-se de forma diferente no novo milênio e virar todos os holofotes para a economia criativa.

Vinnie de Oliveira. Economia criativa 4.0: o mundo não gira ao contrário.
Edição do Kindle (com adaptações)

Julgue o item seguinte, no que diz respeito às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


O texto informa que o termo “economia criativa” foi empregado pela primeira vez pelo governo inglês, no mapeamento que realizou sobre o assunto.

Alternativas
Q1914277 Português

Texto para o item.




Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Em relação à tipologia e às ideias do texto, julgue o item.


Conclui-se da leitura do texto que uma rotina diária de menos de 6 horas de sono contribui para o aumento dos níveis de estresse e ansiedade, o que pode provocar tensão muscular nas costas, nos ombros e no pescoço e, consequentemente, dor nas costas.  

Alternativas
Respostas
22881: D
22882: A
22883: B
22884: D
22885: B
22886: A
22887: B
22888: D
22889: D
22890: A
22891: D
22892: A
22893: B
22894: B
22895: C
22896: E
22897: C
22898: C
22899: E
22900: C