Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3793988 Português
O que fazer em viagens longas?

    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?

    Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.

    Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 

    Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.

    “Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  

    Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.

    A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  

    No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 

                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
  
    
“[...] Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: ‘O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos.’ [...]” (3º parágrafo).
Nesse segmento do texto, há: 
Alternativas
Q3793952 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é viver nas cidades com tecnologia mais avançada do mundo


A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as fontes de energia verde deixam de ser exceções para se tornarem o padrão em escala global. A inovação avança em ritmo sem precedentes, e novas invenções, registradas em patentes, surgem continuamente em países e cidades de todos os continentes. Ainda assim, alguns centros urbanos se destacam por promoverem um progresso mais intenso e integrado.

O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais polos e países inovadores com base em critérios como investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de inovações e impacto socioeconômico. Segundo o relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta — que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de 70% do capital de risco e das patentes mundiais.

Para compreender como a tecnologia influencia a vida cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco principais polos de inovação do mundo, explorando de que forma esses ambientes transformam o cotidiano de quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras regiões.

O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado do aumento de patentes, do avanço científico e do investimento em capital de risco. Nessa região, a inovação é parte inseparável da vida diária.

O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três anos, relata que é possível visitar mercados de rua e encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR code ao lado de placas com preços escritos à mão. Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar pedidos de entrega. "A combinação do novo com o antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de testar coisas novas", comenta.

O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte público, transformou-se em ferramenta de pagamento para compras cotidianas, de máquinas automáticas a parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.

Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008, quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura tecnológica acessível.

O morador Leon Huang destaca que esses locais reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações, estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos, estabelecendo recorde mundial.

Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no Japão, responsável por mais de 10% das patentes internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente humano. Sensores de IA em lojas de conveniência, cartões integrados de transporte e máquinas automáticas são parte do cotidiano.

Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é realizado por robôs, o trem autônomo da linha Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.

Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício, concentra a maior quantidade de capital de risco do planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e atraindo empreendedores de diversas áreas.

O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy, afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é possível testar tecnologias que o resto do mundo só conhecerá meses depois — como os carros autônomos Waymo, amplamente usados na região.

A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em número de publicações científicas e se destaca por combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem. Aplicativos como Alipay e WeChat concentram pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa modernidade: "É um carro sem volante e completamente seguro."

Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por 5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática em investimentos de capital de risco. O morador Chris Oberman afirma que a busca pela inovação vem da escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo para crescer e não ficar para trás."

Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza, transporte autônomo e design urbano inteligente.

Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas representam o esforço da região em acompanhar o avanço tecnológico global, reforçando a presença latino-americana entre os cem principais polos de inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em número de publicações científicas e se destaca por combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem.

De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3793914 Português
Considerando as regras de concordância nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) É gostoso goiabada.
( ) Cachaça é perigoso para o fígado.
( ) Anexa à carta, enviei o documento.
( ) Durante a viagem, comprei roupas bastante.
Alternativas
Q3793910 Português
Procuram-se jumentos! 

    Quando Dom Pedro I deu o brado retumbante, ele estava montado em um jumento. Quase dois milênios antes, Jesus Cristo também teria montado em um para entrar em Jerusalém pela primeira vez. Napoleão, expedicionários da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais e até o fictício Sancho Pança dependiam do animal.

    Os bichos que chamamos de jumento (e de jegue ou de asno) são o Equus africanus asinus, uma subespécie de Equus africanus domesticada há 7 mil anos. São primos distantes da zebra e dos cavalos – até 2 milhões de anos atrás, todos compartilhavam um mesmo ancestral.

    Os jumentos viraram pets antes mesmo dos cavalos, cuja domesticação ocorreu há pouco menos de 5 mil anos. E fazia todo sentido: embora menores, os jumentos são mais resistentes.

     Do lado de cá do Atlântico, eles vieram com os europeus durante a colonização. Logo se tornaram o principal meio de transporte dos tropeiros, carregando mercadorias entre o litoral e as missões de expansão para o interior do País. [...]

      Existe uma caça aos jumentos em curso. Um mercado bilionário promove o abate em busca da sua pele. Muitos acabam traficados por uma pechincha e são mortos sem nenhum tipo de cuidado com higiene ou bem-estar animal.

Fonte: Revista Superinteressante. Adaptado.
Os adjetivos são uma classe de palavras que estabelece característica, qualidade a um nome. Nesse sentido, assinalar a palavra que, no texto, NÃO tem função adjetiva.
Alternativas
Q3793818 Português
Assinale a alternativa cuja frase apresenta um numeral fracionário.
Alternativas
Q3793782 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza


O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado.

Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou.

Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo".

O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos.

Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético.

Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas.

A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações.

Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta.

Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas.

O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses.

Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado.
O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou.

De acordo com as regras de concordância nominal, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3793777 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza


O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado.

Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou.

Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo".

O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos.

Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético.

Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas.

A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações.

Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta.

Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas.

O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses.

Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado.
Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio.

De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3793724 Português
“___ medida que os convidados iam chegando ___ praça para ___ cerimônia, o celebrante ia fazendo um convite ___ cada casal chamando para ocupar ___ primeiras fileiras.”

Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente as lacunas acima, na mesma ordem.
Alternativas
Q3793689 Português
Assinale a alternativa em que a preposição destacada possui o sentido de causa.
Alternativas
Q3793300 Português
Assinale a alternativa cuja frase apresenta um numeral fracionário.
Alternativas
Q3793264 Português
Q10.png (316×221)
CAZO. Trânsito... Disponível em .<https://blogdoaftm.com.br/charge-transito-2/>.

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta das expressões utilizadas na charge acima. 
Alternativas
Q3793261 Português
Assinale a alternativa que apresenta o emprego correto da palavra destacada.
Alternativas
Q3793224 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente, entre parênteses, o sentido expresso pela interjeição destacada na frase.
Alternativas
Q3793193 Português
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada se encontra no tempo presente. 
Alternativas
Q3793191 Português
Assinale a alternativa em que a expressão destacada apresenta função adjetiva, qualificando um ser.
Alternativas
Q3793190 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente, entre parênteses, o sentido expresso pela preposição destacada.
Alternativas
Q3793189 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada indica modo de uma ação, e não qualidade de um ser.
Alternativas
Q3793188 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada possui o sentido coletivo.
Alternativas
Q3793187 Português
“Dizem que sorte é encontrar alguém que enxergue longe; eu digo que sorte maior é caminhar ao lado dele – porque ele é O cara!”

Em relação ao emprego da palavra destacada no período acima, é correto afirmar que há:
Alternativas
Q3793177 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Rara flor


    Existia uma linda flor no alto de uma montanha, e nunca ninguém havia conseguido chegar até lá para apreciar a beleza daquela flor. Houve uma competição de príncipes que queriam presentear as princesas com aquela rara flor. Apenas um príncipe conseguiu retirar a flor da montanha e entregar à princesa; porém, a viagem foi muito longa... Quando o príncipe chegou em seu castelo, encontrou a princesa com saudades... A princesa lhe questionou pela flor, o príncipe desesperado mostrou a flor já em estado seco, o que motivou a tristeza daquela princesa... E assim a flor perdeu sua essência...


ALMEIDA, Kamila Tavares. Rara flor. Disponível em .<https://saladeleitura.no.comunidades.net/literodegustacao>. 
- “Existia uma linda flor no alto de uma montanha”
- “a viagem foi muito longa
- “o príncipe desesperado mostrou a flor”

Em relação a cada par de palavras destacadas nas frases acima, existe:
Alternativas
Respostas
3241: B
3242: D
3243: A
3244: B
3245: E
3246: C
3247: C
3248: E
3249: C
3250: E
3251: C
3252: E
3253: D
3254: B
3255: D
3256: A
3257: D
3258: E
3259: A
3260: E