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Questões de Concurso Sobre morfologia em português

Foram encontradas 27.127 questões

Q3693634 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando o uso do vocábulo “crucial” (l. 05), analise as assertivas que seguem:

I. Considerando o contexto, poderia ser substituído tanto por “essencial” quanto por “fundamental”, mantendo-se o sentido original.
II. É classificado como adjetivo, funcionando na frase como adjunto adnominal.
III. Caso ocorresse a pluralização da palavra “fase” (l. 05), o vocábulo “crucial” também deveria sofrer alteração de número, além de outras alterações no período.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693394 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
No verso “Sou a criatura do que vejo”, o processo de formação da palavra em destaque é:
Alternativas
Q3693362 Português

Observe a imagem abaixo para responder à questão.



Texto V






Disponível em:

<https://www.google.com/search?q=placas+com+erros+de+portugu%C3%AAs&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR1167&oq=placas+com+erros+de+&gs_lcrp=EgZja

HJvbWUqBwgCEAAYgAQyBggAEEUYOzIHCAE>,. Acesso em: 24 ago. 2025.

No enunciado “Lavagem com preta em sima e baxo”, de acordo com o contexto e a situação de uso, as partes sublinhadas, na sequência, são classificadas como:
Alternativas
Q3693360 Português

Observe ao texto a seguir para responder à questão.



Texto IV





Disponível em: <(https://www.google.com/search?q=charge+sobre+o+ser+professor&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR1167&oq=charge+sobre+o+ser+professor&gs_lcrp= >. Acesso em: 06 jul. 2025.

Atente às informações a seguir, com base no Texto IV, e responda ao que se pede.



I- O ponto de vista da personagem Mafalda (fala do segundo quadrinho) é que o fato de o ano ser bom ou ruim depende diretamente do comportamento humano, isto é, das nossas atitudes a serem tomadas.


II- No texto do segundo quadrinho (fala de Mafalda), apresenta-se apenas um adjetivo.


III- No texto do segundo quadrinho (fala de Mafalda), apresentam-se dois adjetivos.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3693358 Português

Atente às imagens a seguir para responder à questão.



Texto II 



Disponível em: https://www.google.com/search?q=charge+sobre+varia%C3%A7%C3%A3o +lingu%C3%ADstica&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR1167&oq=charge+sobr e+variacao+lingu%C3%. Acesso em: 21 ago/2025.



Texto III




Disponível em:

<https://www.google.com/search?q=charge+sobre+varia%C3%A7%C3%A3o+

lingu%C3%ADstica&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR1167&oq=charge+sobre+v

ariacao+lingu%C3%>. Acesso em: 21 ago/2025. 

Em “Manda essa bichinha prá ” a palavra sublinhada se classifica morfologicamente como: 
Alternativas
Q3693351 Português

Leia com atenção o Texto I abaixo para responder à questão.



Texto I





Fonte: <letras.mus.br/flavio-leandro/chuva-de-honestidade> Acesso em: 10/08/2025.

Atente ao verso a seguir e responda ao que se pede. “Israel é mais seco que o Nordeste”. Sobre as palavras sublinhadas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3693350 Português

Leia com atenção o Texto I abaixo para responder à questão.



Texto I





Fonte: <letras.mus.br/flavio-leandro/chuva-de-honestidade> Acesso em: 10/08/2025.

Leia com atenção cada uma das afirmações abaixo e, em seguida, responda ao que se pede.

I- Em “Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente” temos dois substantivos e um pronome pessoal do caso reto.
II- Em “Fez progressos e teve evolução” temos dois verbos e dois substantivos.
III- Em “Essa forma de vida tão medonha” as palavras sublinhadas se classificam morfologicamente, na sequência, como adjetivo e advérbio.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693113 Português

Padrões de beleza: as consequências do encaixe na sociedade 


Uma série de parâmetros que indica quem se encaixa nos padrões de beleza traz consequências sérias



    Desde a antiguidade há a formação de padrões. Conforme o passar do tempo, os conceitos de beleza também mudaram. Algo que sempre integrou o imaginário social, esses padrões influenciaram a forma como muitas pessoas enxergam a si mesmas e, assim, trazem inúmeras consequências para a sociedade. 


    Na atualidade, os padrões de beleza possuem variedades locais, mas costumam envolver pessoas altas, magras e loiras. O grande problema é que muitos consideram a aparência divulgada nas redes sociais, em revistas e na TV como o modelo ideal de beleza a ser seguido. No entanto, essas imagens não refletem a completa realidade, porque muitas vezes possuem edições, filtros e efeitos. Assim, muitas pessoas começam a se inspirar em algo que é apenas uma ilusão, ou uma realidade criada com os recursos de mídia. A visão dos padrões 


    As pessoas passam cada vez mais a buscar e se encaixar nesses padrões e, muitas vezes, sequer reconhecem a existência dele. Começa, nesse ponto, a confusão entre gosto e os padrões de beleza. 


    Gosto é algo que varia de pessoa para pessoa e depende de suas vivências e experiências, já os padrões envolvem algo comum entre todos da sociedade. Quanto às aparências mais valorizadas, as que não são reconhecidas pela existência dos padrões de beleza, ganham mais valor por serem do gosto de cada um. O que impressiona é que, para ser uma particularidade, esse gosto é muito parecido entre todas as pessoas, e então dá-se o ciclo de padrões. 


A tentativa de desconstrução dos padrões de beleza 


    É preocupante também que, na tentativa de desconstruir essa busca incessante por seguir aos padrões, muitos caem na armadilha de reforçá-los. Isso ocorre, por exemplo, quando as pessoas afirmam que o importante é a beleza interior, e não exterior. 


    Esse discurso, embora seja em parte muito rico, por mostrar que as características psicológicas e emocionais são mais importantes do que a aparência, acaba encerrando o debate sobre os padrões e, de certa forma, enfatizando-os. Isso acontece porque pressupõe que existem pessoas mais bonitas do que outras, mas que isso não deve ser tão levado em consideração.


    Enquanto todas essas afirmações se propagam, os padrões de beleza são cada vez mais disseminados e passam a afetar a realidade de mais e mais pessoas. 


Consequências das tentativas de encaixe


    Como primeira consequência, podemos apontar a redução da autoestima, afinal, muitos começam a se comparar com pessoas consideradas bonitas e passam a questionar a própria beleza. Assim, podem passar a não gostar do que enxergam no espelho e a buscar se modificar para ficar mais próximo aos padrões. Maquiagens, intervenções estéticas, mudanças no cabelo e até mais edições nas próprias fotos.


    Tudo isso começa a ter dimensões gigantes, e a grande maioria passa a tentar seguir esses padrões, fazendo o necessário para isso. O que muitos não conseguem notar é que essa prática, inúmeras vezes, ocasiona a perda da singularidade, pois é evidente que, ao seguir um mesmo modelo, todos passam a ficar, de certa maneira, parecidos. 


    Isso se agrava ainda mais quando as tentativas por se encaixar naquilo que é considerado bonito passam a afetar a saúde mental e física. Um exemplo são os transtornos alimentares, que refletem justamente a forma como a busca por um corpo “perfeito” pode prejudicar gravemente a saúde e a vida de uma pessoa.


    Nesse cenário, a beleza é associada a um padrão, o que significa que algumas características são valorizadas e outras menosprezadas, fazendo com que alguns se encaixem mais e outros menos. E o que mais impressiona é que muitas pessoas insistem em negar a existência dos padrões e de seus aspectos negativos ao invés de questioná-los. 


    Então, fica a reflexão: não seria melhor lutar para desconstruir esses padrões de beleza do que continuar nessa busca insana por seguir um modelo ilusório que aprisiona e dita como as pessoas devem ser? 


Por Camille Magri Garabosky – Fala! Cásper – Em 07/07/2021

https://falauniversidades.com.br/opiniao-padroes-de-beleza-as-consequencias-do-encaixe-na-sociedade/ 

Em “Assim, podem passar não gostar do que enxergam no espelho e buscar se modificar para ficar mais próximo aos³ padrões”, os termos em destaque são classificados morfologicamente como 
Alternativas
Q3692997 Português
Assinale a alternativa onde todas as grafias estão corretas. 
Alternativas
Q3692491 Português
“A vida é repleta de desafios. Buscamos respostas para nossas angústias e somos surpreendidos a todo instante com momentos ora inesquecíveis, ora que não queremos nunca mais lembrar”.
Analisando esse trecho e a palavra destacada, pode-se afirmar que a mesma:
Alternativas
Q3692480 Português
“Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar”.
CORTELLA, Mario Sérgio
A classe de palavras pertencentes a essas destacadas, de acordo com o contexto são, respectivamente:
Alternativas
Q3692297 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras pertencem à classe dos substantivos coletivos:
Alternativas
Q3692296 Português
Analise o texto abaixo:

“Maria é uma menina muito querida, inteligente e feliz.”

Assinale a alternativa que indica corretamente a classe gramatical das palavras destacadas.
Alternativas
Q3692295 Português
Analise a tirinha abaixo:
Imagem associada para resolução da questão Fonte: https://tirinhasdogarfield.blogspot.com/2010/06/

Assinale a alternativa que identifica corretamente o(s) substantivo(s) próprio(s) presente(s) na tirinha:
Alternativas
Q3692294 Português
Assinale a alternativa em que a palavra é um substantivo do tipo feminino:
Alternativas
Q3692293 Português
Assinale a expressão que emprega corretamente o uso do plural.
Alternativas
Q3692292 Português
Assinale a alternativa que corresponde corretamente ao gênero feminino do adjetivo “mau”. 
Alternativas
Q3692290 Português
Leia o trecho abaixo:
“Todas as manhãs, João e seu cãozinho passeavam pelas ruas da vila para ouvir o canto dos passarinhos. Os dois moravam em uma pequena casa na Rua das Canções.”
Assinale a alternativa que indica corretamente quantos substantivos estão escritos no diminutivo.
Alternativas
Q3691717 Português
Identifique em qual das sentenças a seguir ocorre numeral multiplicativo.
Alternativas
Respostas
3281: E
3282: E
3283: A
3284: C
3285: E
3286: B
3287: D
3288: A
3289: A
3290: A
3291: A
3292: C
3293: E
3294: B
3295: C
3296: A
3297: D
3298: A
3299: B
3300: B