Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
Foram encontradas 27.127 questões
Leia o texto a seguir, extraído da seção “O que a Folha pensa”:
PJ aquece mercado de trabalho, mas impõe desafios
Folha de São Paulo
Os números do trabalho no Brasil passaram por mudanças relevantes desde a grande recessão de 2014-16, em parte influenciadas pela reforma da CLT aprovada em 2017.
Termos como terceirização e pejotização entraram no centro dos debates político e econômico. Depois de uma década, o cenário demanda que se discutam regulação do trabalho, impostos e contribuições previdenciárias.
Reportagem nesta Folha apresentou dados — oriundos de pesquisa de Nelson Marconi, da Escola de Administração de São Paulo da FGV — que revelam a redução da parcela dos ocupados em contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho.
Ademais, pessoas empregadas por conta própria, segundo a terminologia do IBGE, e com CNPJ têm rendimentos superiores aos daqueles que trabalham nos mesmos setores como celetistas.
Uma pista para explicar tal diferença é o fato de que entre os por conta própria formalizados há pessoas de maior qualificação. A redução do custo tributário e a flexibilidade levaram pessoas a optar por esse regime ou a serem para ele levadas por empresas que as empregavam.
A parcela dos empregados em contratos da CLT era de 39,2% em 2012; chegou ao pico de 41% do total dos ocupados em 2014. A taxa dos que trabalhavam por conta própria flutuou pouco em torno de 22,5% de 2012 a 2014, indo a 24,1% no final de 2016. Atualmente, os celetistas são 38,1%, e os por conta própria, 25,2%.
Note-se que, desde 2019, quase todo o crescimento dos primeiros se deu naquela categoria dos que têm registro de CNPJ, com rendimentos mais altos.
Ainda que possa favorecer trabalhadores, a transformação não deixa de trazer questões problemáticas. Os regimes de tributação do Simples e do Microempreendedor Individual (MEI), que facilitam ou incentivam a pejotização — tornarse pessoa jurídica, ou PJ — com isenções fiscais, também provocam a redução da receita de impostos e contribuições previdenciárias.
Por exemplo, em 2012, o gasto tributário com o Simples equivalia a 0,66% do Produto Interno Bruto; em 2025, a 0,98%.
Tais impactos se somam ao envelhecimento da população como motivos de subfinanciamento da Previdência Social. No caso federal, a receita do INSS passou do patamar de 4,7% do PIB na virada do século para uma média de 5,6% entre 2009 e 2024, ora em 5,5%. Já a despesa cresceu de 5,7% do PIB para 8% do PIB hoje.
A correta reforma de 2017 tornou a CLT menos rígida e obsoleta, facilitando a criação de vagas formais. A legislação trabalhista precisa continuar se adaptando às mudanças no mercado, que incluem ainda o emprego por aplicativos. Igualmente, as normas previdenciárias, alteradas em 2019, precisarão de aperfeiçoamento contínuo nos anos por vir.
Recalibrar a tributação de salários e lucros e delimitar o alcance do Simples e do MEI são temas a serem tratados desde já.
Fonte:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/pjaquece-mercado-de-trabalho-mas-impoedesafios.shtml. Acesso em 12/08/2025
“Note-se que, desde 2019, quase todo o crescimento dos primeiros se deu naquela categoria dos que têm registro de CNPJ, com rendimentos mais altos” (7º parágrafo). Nesse trecho, as palavras em destaque são classificadas, respectivamente, como:
O verbo “poder” acrescenta determinado sentido ao verbo “cair”. Esse sentido é análogo ao de determinada palavra quando empregada como advérbio.
Essa palavra é:
Com o passar dos anos, novos estudos revelaram que pessoas que são submetidas à adultização têm mais chance de sofrer de ansiedade, depressão, dificuldade de socialização, falta de empatia, problemas no processo de aprendizagem e atenção dispersa. (3º parágrafo)
Na frase, uma palavra que se classifica como substantivo é:
Leia o texto para responder a questão.
Ultraprocessados sob análise: estudo com 200 mil adultos nos
EUA revela perigos ocultos
Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de
vilões cardiovasculares
Por The New York Times
Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.
Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.
"É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.
Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.
Um risco geral dos alimentos ultraprocessados
O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.
Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.
O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.
Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.
Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]
Disponível em https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/noticia/2025/09/04/ultraprocessadossob-analise-estudo-com-200-mil-adultos-nos-eua-revela-perigosocultos.ghtml
Texto: O TRABALHO HUMANO ESCONDIDO ATRÁS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Uma busca por fotos de um labrador com a língua de fora ou um pedido de informação por voz a um assistente digital no celular são exemplos simples de como a inteligência artificial faz parte do nosso cotidiano. Pouco se sabe, ou se divulga, que por trás da ação do computador em tarefas desse tipo existe o trabalho de pessoas de carne e osso. Ao redor do mundo, existem milhões de indivíduos realizando tarefas, chamadas de “microtrabalhos”, que os computadores ainda não têm capacidade de executar.
Mas não é apenas essa a questão: em muitas situações, os humanos simplesmente custam mais barato. “Usar um humano para fazer o trabalho permite que você pule uma porção de desafios técnicos e de negócios”, declarou Gregory Koberger, CEO da ReadMe, empresa criadora de um aplicativo de produção de documentos técnicos. De acordo com Rafael Grohmann, pesquisador do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho da USP, a prioridade desse trabalho é, basicamente, alimentar a inteligência artificial. “Eu teria dificuldade de encontrar uma empresa que se vende como sendo de inteligência artificial e que não dependesse muito ou profundamente de ‘trabalho fantasma’ para gerar seu principal produto”, afirmou Mary Gray, pesquisadora da Microsoft e autora do livro Ghost work [“Trabalho fantasma”, em português].
“Acesse uma força de trabalho global, sob demanda, 24 horas por dia, sete dias por semana”, anuncia logo na entrada o site Mechanical Turk [“turco mecânico”, em português], da gigante de varejo Amazon. Nele, tanto usuários se candidatam a trabalhos digitais como empresas buscam pessoas para tarefas específicas. O nome dessa feira de trabalhos da Amazon é irônico. O “mechanical turk” original era uma fraude do século 18, em que um autômato que supostamente sabia jogar xadrez de forma brilhante era na verdade manipulado por um enxadrista escondido sob o móvel do tabuleiro. Esses sites incluem atividades como preencher formulários, responder a pesquisas ou redigir textos descritivos para produtos em sites. Mas a maior parte das tarefas está mesmo ligada à inteligência artificial, como identificação de imagens, melhoria do desempenho da assistente digital Alexa, reservas em restaurantes, além da elaboração de conjuntos de dados (preenchimento dos campos em tabelas de maneira que depois possam ser lidas e interpretadas por programas de computador, uma das tarefas mais utilizadas por empresas de tecnologia).
As atribuições costumam ser de curta duração, algumas levam meros segundos. O motivo é que são, em geral, divididas em fragmentos pequenos, como uma espécie de linha de montagem digital em que cada trabalhador cuida de um parafuso específico. Os valores pagos também são baixos: há inúmeras atividades que rendem 10 centavos de dólar de pagamento. Não há necessidade de supervisão direta, e não costuma haver contato com outro ser humano. Dos cerca de 200 países do mundo, a plataforma Mechanical Turk só aceita trabalhadores de 49. Cerca de 50% são dos Estados Unidos e 40% da Índia, de acordo com um levantamento americano de 2018.
À primeira vista, os sites que oferecem esse tipo de trabalho parecem uma mina de oportunidades. Apesar de existir há mais de uma década, trata-se de um contexto de trabalho muito pouco regulado ao redor do mundo. No Brasil, não há legislação que contemple a modalidade. A necessidade de criar um arcabouço legal para o setor é uma demanda de especialistas que estudam o tema. Na França, pesquisadores do projeto Diplab, que levanta e produz dados sobre a área, consideram prioritário o fortalecimento da proteção social, “às vezes inexistente” dessa força de trabalho. “Como garantir que a contribuição dos trabalhadores para a inovação tecnológica seja reconhecida em seu valor real?”, indagam.
Com uma força de trabalho pulverizada por vários pontos do mundo e raro contato físico entre contratados, é muito difícil se organizar para reivindicar melhorias. Na Índia, um grupo de trabalhadores do Mechanical Turk conseguiu pressionar a Amazon para que resolvesse uma falha no sistema de pagamentos. Nos Estados Unidos, “turkers” insatisfeitos conseguiram formar uma associação de trabalhadores de plataformas junto com acadêmicos, demandando pagamento melhor e maior diálogo com as empresas. É fato que a Amazon reagiu encerrando uma conta do grupo dentro do Mechanical Turk. Além de servir de locais para trocas de dicas e tarefas, essas associações também são usadas para organização. Se uma empresa rotulava incorretamente as tarefas (como pesquisa, por exemplo, mas era qualquer coisa menos isso), os trabalhadores faziam contato, pedindo ajuste.
CAMILO ROCHA
Adaptado de nexojornal.com.br, 28/12/2023.
Texto: O TRABALHO HUMANO ESCONDIDO ATRÁS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Uma busca por fotos de um labrador com a língua de fora ou um pedido de informação por voz a um assistente digital no celular são exemplos simples de como a inteligência artificial faz parte do nosso cotidiano. Pouco se sabe, ou se divulga, que por trás da ação do computador em tarefas desse tipo existe o trabalho de pessoas de carne e osso. Ao redor do mundo, existem milhões de indivíduos realizando tarefas, chamadas de “microtrabalhos”, que os computadores ainda não têm capacidade de executar.
Mas não é apenas essa a questão: em muitas situações, os humanos simplesmente custam mais barato. “Usar um humano para fazer o trabalho permite que você pule uma porção de desafios técnicos e de negócios”, declarou Gregory Koberger, CEO da ReadMe, empresa criadora de um aplicativo de produção de documentos técnicos. De acordo com Rafael Grohmann, pesquisador do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho da USP, a prioridade desse trabalho é, basicamente, alimentar a inteligência artificial. “Eu teria dificuldade de encontrar uma empresa que se vende como sendo de inteligência artificial e que não dependesse muito ou profundamente de ‘trabalho fantasma’ para gerar seu principal produto”, afirmou Mary Gray, pesquisadora da Microsoft e autora do livro Ghost work [“Trabalho fantasma”, em português].
“Acesse uma força de trabalho global, sob demanda, 24 horas por dia, sete dias por semana”, anuncia logo na entrada o site Mechanical Turk [“turco mecânico”, em português], da gigante de varejo Amazon. Nele, tanto usuários se candidatam a trabalhos digitais como empresas buscam pessoas para tarefas específicas. O nome dessa feira de trabalhos da Amazon é irônico. O “mechanical turk” original era uma fraude do século 18, em que um autômato que supostamente sabia jogar xadrez de forma brilhante era na verdade manipulado por um enxadrista escondido sob o móvel do tabuleiro. Esses sites incluem atividades como preencher formulários, responder a pesquisas ou redigir textos descritivos para produtos em sites. Mas a maior parte das tarefas está mesmo ligada à inteligência artificial, como identificação de imagens, melhoria do desempenho da assistente digital Alexa, reservas em restaurantes, além da elaboração de conjuntos de dados (preenchimento dos campos em tabelas de maneira que depois possam ser lidas e interpretadas por programas de computador, uma das tarefas mais utilizadas por empresas de tecnologia).
As atribuições costumam ser de curta duração, algumas levam meros segundos. O motivo é que são, em geral, divididas em fragmentos pequenos, como uma espécie de linha de montagem digital em que cada trabalhador cuida de um parafuso específico. Os valores pagos também são baixos: há inúmeras atividades que rendem 10 centavos de dólar de pagamento. Não há necessidade de supervisão direta, e não costuma haver contato com outro ser humano. Dos cerca de 200 países do mundo, a plataforma Mechanical Turk só aceita trabalhadores de 49. Cerca de 50% são dos Estados Unidos e 40% da Índia, de acordo com um levantamento americano de 2018.
À primeira vista, os sites que oferecem esse tipo de trabalho parecem uma mina de oportunidades. Apesar de existir há mais de uma década, trata-se de um contexto de trabalho muito pouco regulado ao redor do mundo. No Brasil, não há legislação que contemple a modalidade. A necessidade de criar um arcabouço legal para o setor é uma demanda de especialistas que estudam o tema. Na França, pesquisadores do projeto Diplab, que levanta e produz dados sobre a área, consideram prioritário o fortalecimento da proteção social, “às vezes inexistente” dessa força de trabalho. “Como garantir que a contribuição dos trabalhadores para a inovação tecnológica seja reconhecida em seu valor real?”, indagam.
Com uma força de trabalho pulverizada por vários pontos do mundo e raro contato físico entre contratados, é muito difícil se organizar para reivindicar melhorias. Na Índia, um grupo de trabalhadores do Mechanical Turk conseguiu pressionar a Amazon para que resolvesse uma falha no sistema de pagamentos. Nos Estados Unidos, “turkers” insatisfeitos conseguiram formar uma associação de trabalhadores de plataformas junto com acadêmicos, demandando pagamento melhor e maior diálogo com as empresas. É fato que a Amazon reagiu encerrando uma conta do grupo dentro do Mechanical Turk. Além de servir de locais para trocas de dicas e tarefas, essas associações também são usadas para organização. Se uma empresa rotulava incorretamente as tarefas (como pesquisa, por exemplo, mas era qualquer coisa menos isso), os trabalhadores faziam contato, pedindo ajuste.
CAMILO ROCHA
Adaptado de nexojornal.com.br, 28/12/2023.
A Vida nos Pequenos Instantes
Viver, para mim, é mais do que simplesmente existir. É sentir o vento bagunçar os cabelos, fechar os olhos para ouvir o som das ondas, encontrar beleza num café quente entre as mãos. É rir de algo bobo, receber um olhar que aquece por dentro, caminhar sem pressa, sabendo que a felicidade não está no destino, mas no percurso.
Não quero uma vida grandiosa aos olhos do mundo, quero uma que me transborde por dentro. Que me permita sentir, com toda a intensidade, a beleza do simples. Porque é nisso que mora o verdadeiro encanto da vida.
BORGES, Jorgeane. A vida nos pequenos instantes. Disponível em: https://www.pensador.com/pequenos_textos/2/ . Acesso em: 26 out. 2025.
I. “Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, [...]” (8º§) II. “[...] o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.” (5º§) III. “Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica [...]” (1º§) IV. “Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.” (3º§)
Assinale a alternativa correta.
Utilize o texto abaixo para responder a questão.
O genocídio armênio é a forma pela qual conhecemos o extermínio de populações armênias que habitavam o Império Otomano durante a Primeira Guerra Mundial. Esse genocídio foi conduzido pelo governo turco, sob o comando do Comitê de União e Progresso (CUP), entre 1915 e 1918, resultando na morte de cerca de um milhão de pessoas.
Algumas estimativas apontam que a quantidade de mortos pode ter chegado a 1,5 milhão, e estima-se que um milhão de armênios foram desalojados de suas terras. O genocídio ainda é um assunto bastante polêmico, pois não é reconhecido pela Turquia, país que surgiu como sucessor do Império Otomano, na década de 1920.
A questão é tão polêmica na Turquia que existe uma lei que pune com dois anos de prisão aqueles que reconhecerem publicamente o genocídio armênio. O genocídio armênio é o segundo mais estudado da história, ficando atrás apenas do Holocausto. Na época, o acontecimento gerou uma campanha internacional de apoio aos armênios.
(Adaptado de mundoeducacao.uol.com.br> Acesso em 19 de agosto de 2025).
As questões dizem respeito ao texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.

Primeira coluna: tipos
1.Derivação por prefixação
2.Derivação por sufixação
3.Derivação parassintética
4.Composição por justaposição
5.Composição por aglutinação
Segunda coluna: exemplos
(__)étnico-racial.
(__)coletividade.
(__)recuperar.
(__)sobreviventes.
(__)agricultura.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
"E a minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim."
(__)A expressão "contar mais uma história" se refere a uma vida com sentido, pois, para contar mais uma história é preciso viver, o que, de acordo com o texto, pede de nós movimento, vida em sociedade, sonhos.
(__)A palavra "sempre" é um advérbio, desempenhando a função de adjunto adverbial. No caso do excerto, ele modifica a locução verbal "poder contar", conferindo-lhe uma noção de constância, de continuidade. Essa construção estabelece o sentido pretendido por Krenak de que, contando mais uma história continuamente, adiamos o fim do mundo.
(__)A locução verbal "estaremos adiando" (estar + gerúndio) é comumente usada em textos orais, como é o caso da palestra. Ela poderia ser substituída por "adiaremos", mantendo o sentido do texto.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: