Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3877407 Português

Leia o texto a seguir:



A floresta em pé: como a COP 30 revolucionou as finanças climáticas



Silvia Pinheiro



    Para os que acompanharam as COPs e não acreditavam que um dia empresas e bancos pudessem se interessar na floresta em pé, ao invés de no chão, a COP 30, em Belém, surpreendeu.


    Fundos de investimento, corretoras, bancos, empresas mineradoras nacionais e internacionais, frigoríficos, indústrias do petróleo, papel e celulose entraram “com os dois pés” no ecossistema das finanças climáticas.


    Os cortes nas doações e o negacionismo ambiental do governo Trump II, somados à timidez de uma Europa, com prioridades na defesa, interromperam projetos importantes para o desenvolvimento sustentável em regiões do sul global.


    Investimentos chineses em tecnologias para a redução de emissões e de transição energética chamaram a atenção para este novo ator do capitalismo global, que desafia paradigmas no campo da sustentabilidade.


    É nesse contexto de mudanças que mecanismos de mercado foram criados para solucionar os complexos desafios climáticos de dimensão planetária.


    Lançados em 1992, na primeira COP, a Rio 92, no Rio de Janeiro, sofisticaram-se e agora estiveram nos discursos e falas do setor privado e mídias de comunicação na COP, em Belém. Porém, as soluções de mercado não são as “balas de prata” que irão conter o desmatamento e reduzir emissões globalmente. Ao contrário, sozinhas, podem trazer riscos.


    Chama-se atenção para o afastamento do Estado no exercício de suas atribuições e para o enfraquecimento de políticas públicas, de reconhecimento de áreas de proteção, demarcação de territórios indígenas e assentamentos da reforma agrária.


    Tais políticas que regulam destinações de florestas em abandono são conquistas de pequenos agricultores e moradores das florestas, de anos de luta e de atuações conjuntas com as organizações não governamentais, com o apoio de setores da Igreja Católica.


    Chama a atenção, também, a tentativa de transformação dos povos originários, das populações tradicionais e dos moradores das florestas em prestadores de serviços. Seus serviços são “valorados” por terceiros e por hectares de florestas precificados por metodologias que, possivelmente, desconsideram aspectos inerentes às suas culturas e aos seus modos de vida.


    Pesquisa recente realizada com grupos comunitários, indígenas, extrativistas e agricultores em projetos de assentamento aponta que, da totalidade dos entrevistados, 51 foram abordados por investidores em créditos de carbono. A maioria manifestou insegurança e a necessidade de obtenção de mais informações antes de firmar parcerias, ressaltando que a demarcação de seus territórios seria a prioridade e forma mais eficiente de combate ao desflorestamento. [...]


    Fora do espaço de negociação entre governos e empresas, estiveram os moradores das florestas dos nove países da bacia amazônica que tiveram, como reivindicação principal, a demarcação de territórios, a titulação e o reconhecimento legal de áreas de proteção.


    Foram demandas antigas sobre a homologação de áreas de floresta aos indígenas, ribeirinhos e quilombolas que apresentaram baixos índices de desmatamento, diferente das terras públicas devolutas, sem qualquer destinação.


    Sob a argumentação de escassez de recursos para preservação das florestas tropicais nos países mais pobres e em desenvolvimento, o governo do Brasil apostou no TFFF, sigla em inglês para o que significa “Fundo Florestas Tropicais para Sempre”. A justificativa, para a sua criação, é a da não dependência de doações que seriam intermitentes, sujeitas a interrupções. A tese é apostar na rentabilidade do fundo enquanto fonte perene de recursos voltados à manutenção das florestas tropicais do planeta, em pé. [...]


    Que as soluções de mercado não posterguem as dívidas sociais pendentes de soluções simples, e que a COP 30 seja reconhecida, por “mutirão” de atores públicos, privados e do terceiro setor, que ouviu dos povos originários e tradicionais suas alternativas e soluções de como lidar com os desafios climáticos e com a preservação das florestas.


FONTE: HTTPS://WWW.JB.COM.BR/BRASIL/OPINIAO/ARTIGOS/2025/11/1057780-A-

FLORESTA-EM-PE-COMO-A-COP-30-REVOLUCIONOU-AS-FINANÇAS-CLIMATICAS. HTML.  

TEXTO ADAPTADO. ACESSO EM 12/12/2025 

“Tais políticas que regulam destinações de florestas em abandono são conquistas de pequenos agricultores e moradores das florestas [...]” (8º parágrafo). As duas palavras em destaque são classificadas, respectivamente, como:
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Q3877214 Português
Natureza e gastronomia: saiba por que Manaus é tendência global em 2026

    O Brasil tem uma cidade entre os destinos que são tendências globais para este ano. Segundo a pesquisa anual "Previsões de Viagem", divulgada pela Booking.com, Manaus (AM) está entre os 10 lugares do mundo em alta para viajar em 2026.

    Com mais de dois milhões de habitantes, a capital amazonense é descrita pela plataforma como uma cidade única, que pulsa energia urbana e que, ao mesmo tempo, é ponto de partida para conhecer a natureza exuberante da Amazônia.

     Cercada pela maior floresta tropical do mundo e banhada por rios volumosos, a cidade tem um centro histórico que preserva características do ciclo da borracha e apresenta uma gastronomia cheia de sabores frescos da floresta e das águas. Esses são alguns dos pontos que ajudam a entender a popularidade de Manaus entre viajantes nacionais e estrangeiros.

     Um dos passeios imperdíveis é o encontro das águas, onde o Rio Negro, de águas escuras, e o Rio Solimões, de águas claras, se encontram sem se misturar. Isso acontece devido às diferenças entre temperatura, acidez e densidade das águas, além da velocidade de suas correntezas.

     A capital também conta com o Teatro Amazonas, cartão-postal e símbolo arquitetônico e cultural do estado. Finalizado em 1896, o teatro guarda a pompa da elite do auge do ciclo da borracha. Rosado, o exterior chama a atenção pelas grandes proporções. Já o interior tem uma riqueza imensurável de detalhes, com mais de 700 lugares e peças de várias partes da Europa. O teatro pode ser visitado de terça a domingo, pela manhã e pela tarde, por R$ 20 (inteira) para não amazonenses.

     Outro ponto importante é a Feira Manaus Moderna, onde é possível sentir e degustar os aromas dos peixes e dos frutos amazônicos. Quer provar tucupi e "peixes ticados"? É lá que você deve ir. O Mercado Municipal, de estilo "art nouveau", também merece a visita, cheio de vendinhas que oferecem geleias, doces, cachaças e souvenirs. Não se esqueça de procurar por pratos típicos, como o X-Caboquinho, que leva queijo coalho, banana-da-terra e tucumã; além de peixes como tambaqui e pirarucu.

     Entre os restaurantes, alguns nomes se destacam, como o Banzeiro, o Caxiri, o Biatüwi e o Shin Suzuran. A poucos passos do Teatro Amazonas, o Hotel Villa Amazônia e o Juma Ópera são algumas das principais hospedagens da capital. Neste ano, a cidade pode ganhar um novo hotel: o Tropical Hotel da Amazônia, a Tribute Portfolio Hotel, vizinho da Praia de Ponta Negra, às margens do Rio Negro.

     Manaus foi um dos destinos da terceira temporada do CNN Viagem & Gastronomia. A apresentadora Daniela Filomeno conheceu construções históricas, realizou passeios por rios e degustou a surpreendente culinária local.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/natureza-e-gastronomia-saibapor-que-manaus-e-tendencia-global-em-2026/#goog_rewarded
Assinale a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: É lá que você deve ir. 
Alternativas
Q3877208 Português
Natureza e gastronomia: saiba por que Manaus é tendência global em 2026

    O Brasil tem uma cidade entre os destinos que são tendências globais para este ano. Segundo a pesquisa anual "Previsões de Viagem", divulgada pela Booking.com, Manaus (AM) está entre os 10 lugares do mundo em alta para viajar em 2026.

    Com mais de dois milhões de habitantes, a capital amazonense é descrita pela plataforma como uma cidade única, que pulsa energia urbana e que, ao mesmo tempo, é ponto de partida para conhecer a natureza exuberante da Amazônia.

     Cercada pela maior floresta tropical do mundo e banhada por rios volumosos, a cidade tem um centro histórico que preserva características do ciclo da borracha e apresenta uma gastronomia cheia de sabores frescos da floresta e das águas. Esses são alguns dos pontos que ajudam a entender a popularidade de Manaus entre viajantes nacionais e estrangeiros.

     Um dos passeios imperdíveis é o encontro das águas, onde o Rio Negro, de águas escuras, e o Rio Solimões, de águas claras, se encontram sem se misturar. Isso acontece devido às diferenças entre temperatura, acidez e densidade das águas, além da velocidade de suas correntezas.

     A capital também conta com o Teatro Amazonas, cartão-postal e símbolo arquitetônico e cultural do estado. Finalizado em 1896, o teatro guarda a pompa da elite do auge do ciclo da borracha. Rosado, o exterior chama a atenção pelas grandes proporções. Já o interior tem uma riqueza imensurável de detalhes, com mais de 700 lugares e peças de várias partes da Europa. O teatro pode ser visitado de terça a domingo, pela manhã e pela tarde, por R$ 20 (inteira) para não amazonenses.

     Outro ponto importante é a Feira Manaus Moderna, onde é possível sentir e degustar os aromas dos peixes e dos frutos amazônicos. Quer provar tucupi e "peixes ticados"? É lá que você deve ir. O Mercado Municipal, de estilo "art nouveau", também merece a visita, cheio de vendinhas que oferecem geleias, doces, cachaças e souvenirs. Não se esqueça de procurar por pratos típicos, como o X-Caboquinho, que leva queijo coalho, banana-da-terra e tucumã; além de peixes como tambaqui e pirarucu.

     Entre os restaurantes, alguns nomes se destacam, como o Banzeiro, o Caxiri, o Biatüwi e o Shin Suzuran. A poucos passos do Teatro Amazonas, o Hotel Villa Amazônia e o Juma Ópera são algumas das principais hospedagens da capital. Neste ano, a cidade pode ganhar um novo hotel: o Tropical Hotel da Amazônia, a Tribute Portfolio Hotel, vizinho da Praia de Ponta Negra, às margens do Rio Negro.

     Manaus foi um dos destinos da terceira temporada do CNN Viagem & Gastronomia. A apresentadora Daniela Filomeno conheceu construções históricas, realizou passeios por rios e degustou a surpreendente culinária local.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/natureza-e-gastronomia-saibapor-que-manaus-e-tendencia-global-em-2026/#goog_rewarded
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido: Segundo a pesquisa anual "Previsões de Viagem", divulgada pela Booking.com, Manaus (AM) está entre os 10 lugares do mundo em alta para viajar em 2026. 
Alternativas
Q3877207 Português
Natureza e gastronomia: saiba por que Manaus é tendência global em 2026

    O Brasil tem uma cidade entre os destinos que são tendências globais para este ano. Segundo a pesquisa anual "Previsões de Viagem", divulgada pela Booking.com, Manaus (AM) está entre os 10 lugares do mundo em alta para viajar em 2026.

    Com mais de dois milhões de habitantes, a capital amazonense é descrita pela plataforma como uma cidade única, que pulsa energia urbana e que, ao mesmo tempo, é ponto de partida para conhecer a natureza exuberante da Amazônia.

     Cercada pela maior floresta tropical do mundo e banhada por rios volumosos, a cidade tem um centro histórico que preserva características do ciclo da borracha e apresenta uma gastronomia cheia de sabores frescos da floresta e das águas. Esses são alguns dos pontos que ajudam a entender a popularidade de Manaus entre viajantes nacionais e estrangeiros.

     Um dos passeios imperdíveis é o encontro das águas, onde o Rio Negro, de águas escuras, e o Rio Solimões, de águas claras, se encontram sem se misturar. Isso acontece devido às diferenças entre temperatura, acidez e densidade das águas, além da velocidade de suas correntezas.

     A capital também conta com o Teatro Amazonas, cartão-postal e símbolo arquitetônico e cultural do estado. Finalizado em 1896, o teatro guarda a pompa da elite do auge do ciclo da borracha. Rosado, o exterior chama a atenção pelas grandes proporções. Já o interior tem uma riqueza imensurável de detalhes, com mais de 700 lugares e peças de várias partes da Europa. O teatro pode ser visitado de terça a domingo, pela manhã e pela tarde, por R$ 20 (inteira) para não amazonenses.

     Outro ponto importante é a Feira Manaus Moderna, onde é possível sentir e degustar os aromas dos peixes e dos frutos amazônicos. Quer provar tucupi e "peixes ticados"? É lá que você deve ir. O Mercado Municipal, de estilo "art nouveau", também merece a visita, cheio de vendinhas que oferecem geleias, doces, cachaças e souvenirs. Não se esqueça de procurar por pratos típicos, como o X-Caboquinho, que leva queijo coalho, banana-da-terra e tucumã; além de peixes como tambaqui e pirarucu.

     Entre os restaurantes, alguns nomes se destacam, como o Banzeiro, o Caxiri, o Biatüwi e o Shin Suzuran. A poucos passos do Teatro Amazonas, o Hotel Villa Amazônia e o Juma Ópera são algumas das principais hospedagens da capital. Neste ano, a cidade pode ganhar um novo hotel: o Tropical Hotel da Amazônia, a Tribute Portfolio Hotel, vizinho da Praia de Ponta Negra, às margens do Rio Negro.

     Manaus foi um dos destinos da terceira temporada do CNN Viagem & Gastronomia. A apresentadora Daniela Filomeno conheceu construções históricas, realizou passeios por rios e degustou a surpreendente culinária local.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/natureza-e-gastronomia-saibapor-que-manaus-e-tendencia-global-em-2026/#goog_rewarded
Analise as afirmações e assinale a alternativa CORRETA:
I - A palavra características é acentuada por ser uma proparoxítona.
II - A palavra vendinhas possui sufixo.
III - O termo em destaque no período “Manaus foi um dos destinos da terceira temporada do CNN Viagem & Gastronomia.” é um numeral. 
Alternativas
Q3877206 Português
Natureza e gastronomia: saiba por que Manaus é tendência global em 2026

    O Brasil tem uma cidade entre os destinos que são tendências globais para este ano. Segundo a pesquisa anual "Previsões de Viagem", divulgada pela Booking.com, Manaus (AM) está entre os 10 lugares do mundo em alta para viajar em 2026.

    Com mais de dois milhões de habitantes, a capital amazonense é descrita pela plataforma como uma cidade única, que pulsa energia urbana e que, ao mesmo tempo, é ponto de partida para conhecer a natureza exuberante da Amazônia.

     Cercada pela maior floresta tropical do mundo e banhada por rios volumosos, a cidade tem um centro histórico que preserva características do ciclo da borracha e apresenta uma gastronomia cheia de sabores frescos da floresta e das águas. Esses são alguns dos pontos que ajudam a entender a popularidade de Manaus entre viajantes nacionais e estrangeiros.

     Um dos passeios imperdíveis é o encontro das águas, onde o Rio Negro, de águas escuras, e o Rio Solimões, de águas claras, se encontram sem se misturar. Isso acontece devido às diferenças entre temperatura, acidez e densidade das águas, além da velocidade de suas correntezas.

     A capital também conta com o Teatro Amazonas, cartão-postal e símbolo arquitetônico e cultural do estado. Finalizado em 1896, o teatro guarda a pompa da elite do auge do ciclo da borracha. Rosado, o exterior chama a atenção pelas grandes proporções. Já o interior tem uma riqueza imensurável de detalhes, com mais de 700 lugares e peças de várias partes da Europa. O teatro pode ser visitado de terça a domingo, pela manhã e pela tarde, por R$ 20 (inteira) para não amazonenses.

     Outro ponto importante é a Feira Manaus Moderna, onde é possível sentir e degustar os aromas dos peixes e dos frutos amazônicos. Quer provar tucupi e "peixes ticados"? É lá que você deve ir. O Mercado Municipal, de estilo "art nouveau", também merece a visita, cheio de vendinhas que oferecem geleias, doces, cachaças e souvenirs. Não se esqueça de procurar por pratos típicos, como o X-Caboquinho, que leva queijo coalho, banana-da-terra e tucumã; além de peixes como tambaqui e pirarucu.

     Entre os restaurantes, alguns nomes se destacam, como o Banzeiro, o Caxiri, o Biatüwi e o Shin Suzuran. A poucos passos do Teatro Amazonas, o Hotel Villa Amazônia e o Juma Ópera são algumas das principais hospedagens da capital. Neste ano, a cidade pode ganhar um novo hotel: o Tropical Hotel da Amazônia, a Tribute Portfolio Hotel, vizinho da Praia de Ponta Negra, às margens do Rio Negro.

     Manaus foi um dos destinos da terceira temporada do CNN Viagem & Gastronomia. A apresentadora Daniela Filomeno conheceu construções históricas, realizou passeios por rios e degustou a surpreendente culinária local.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/natureza-e-gastronomia-saibapor-que-manaus-e-tendencia-global-em-2026/#goog_rewarded
Assinale a alternativa na qual as duas palavras pertençam a mesma classe gramatical: 
Alternativas
Q3876959 Português
Ataque a tiros durante enterro deixa um morto e um ferido na Bahia


    Um jovem de 25 anos foi morto e um homem ficou ferido, na última segunda-feira (1º), após um ataque a tiros durante um enterro em Juazeiro, no Sertão da Bahia. O grupo acompanhava o cortejo fúnebre de Juan Carlos Dantas Vargas, de 21 anos, quando foi surpreendido por disparos nas imediações do cemitério municipal.

    Segundo a PMBA (Polícia Militar da Bahia), Douglas Vinícius da Silva Costa, morto na segunda-feira, chegou a ser socorrido por moradores da região. Em nota, a corporação informou que, quando os militares chegaram ao local, foram avisados de que a vítima havia sido levada por populares para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos.

    De acordo com a PCBA, outro homem, de 44 anos, também baleado no enterro, sofreu um ferimento na boca. Ele foi levado ao Hospital Regional, porém fugiu da unidade antes de concluir o atendimento.

    A Delegacia de Homicídios de Juazeiro investiga se o ataque durante o enterro tem relação com o crime que vitimou o próprio Juan Carlos na noite anterior. No último domingo (30), Juan e Ítalo Alisson Lima da Silva, 29 anos, foram mortos enquanto seguiam pelo bairro Santo Antônio, em Juazeiro, acompanhados de outras três pessoas. O grupo foi surpreendido por um homem armado em uma motocicleta, que efetuou os disparos. Os sobreviventes foram socorridos e encaminhados ao Hospital Universitário de Petrolina, no Sertão de Pernambuco.

    Segundo a polícia, guias de perícia e remoção foram expedidas e diligências seguem em andamento para identificar os envolvidos.


Fonte: Ataque a tiros durante enterro deixa um morto e um ferido na Bahia | CNN Brasil 
Assinale a alternativa cuja letra s no final da palavra NÃO represente o seu plural: 
Alternativas
Q3876957 Português
Ataque a tiros durante enterro deixa um morto e um ferido na Bahia


    Um jovem de 25 anos foi morto e um homem ficou ferido, na última segunda-feira (1º), após um ataque a tiros durante um enterro em Juazeiro, no Sertão da Bahia. O grupo acompanhava o cortejo fúnebre de Juan Carlos Dantas Vargas, de 21 anos, quando foi surpreendido por disparos nas imediações do cemitério municipal.

    Segundo a PMBA (Polícia Militar da Bahia), Douglas Vinícius da Silva Costa, morto na segunda-feira, chegou a ser socorrido por moradores da região. Em nota, a corporação informou que, quando os militares chegaram ao local, foram avisados de que a vítima havia sido levada por populares para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos.

    De acordo com a PCBA, outro homem, de 44 anos, também baleado no enterro, sofreu um ferimento na boca. Ele foi levado ao Hospital Regional, porém fugiu da unidade antes de concluir o atendimento.

    A Delegacia de Homicídios de Juazeiro investiga se o ataque durante o enterro tem relação com o crime que vitimou o próprio Juan Carlos na noite anterior. No último domingo (30), Juan e Ítalo Alisson Lima da Silva, 29 anos, foram mortos enquanto seguiam pelo bairro Santo Antônio, em Juazeiro, acompanhados de outras três pessoas. O grupo foi surpreendido por um homem armado em uma motocicleta, que efetuou os disparos. Os sobreviventes foram socorridos e encaminhados ao Hospital Universitário de Petrolina, no Sertão de Pernambuco.

    Segundo a polícia, guias de perícia e remoção foram expedidas e diligências seguem em andamento para identificar os envolvidos.


Fonte: Ataque a tiros durante enterro deixa um morto e um ferido na Bahia | CNN Brasil 
Assinale a alternativa que apresente o tempo verbal do verbo em destaque no período:
O grupo foi surpreendido por um homem armado em uma motocicleta, que efetuou os disparo
Alternativas
Q3876514 Português
 O que são as engenhosas caixas de Ward e como elas transformaram a economia mundial


A história das descobertas científicas inclui criações que, motivadas por interesses pessoais, acabaram produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em busca de espécies exóticas.

Embora tenha se formado em medicina, Ward dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A Revolução Industrial havia transformado o ambiente urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.

A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao observar uma crisálida mantida em um recipiente de vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de evaporação e condensação, criando um microambiente estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira, capaz de proteger plantas do ar contaminado.

Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward percebeu que sua invenção podia resolver outro problema recorrente: o transporte de plantas em longas viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado aplicações domésticas e médicas para seu invento, não antecipou o impacto que ele teria sobre a economia global.

As caixas de Ward revolucionaram o transporte de plantas entre continentes. Importadores passaram a relatar índices de sobrevivência muito superiores aos anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu. Potências imperiais logo perceberam seu valor estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para romper o monopólio chinês do chá, permitindo o contrabando de mudas e a implantação de grandes plantações na Índia.

Processo semelhante ocorreu com a borracha. Sementes da seringueira amazônica foram transportadas em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e, depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil perdeu sua posição central no comércio mundial do produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.

Outros impérios também recorreram à invenção. A Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando a expansão europeia nos trópicos. O cacau, originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado para Madagascar.

Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas estruturas simples. O que começou como uma solução engenhosa para um problema pessoal acabou reconfigurando cadeias produtivas, mercados e paisagens, deixando uma marca profunda na geografia botânica e na economia mundial.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
No século 19, esse interesse encontrava terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em busca de espécies exóticas.
Assinale a alternativa correta quanto às classes de palavras e ao valor semântico dos vocábulos destacados na frase.
Alternativas
Q3876224 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

CZT: o incrível material que está gerando uma revolução tecnológica (e por que é tão difícil de obter)

Submeter-se a exames de tomografia pulmonar costumava exigir que pacientes permanecessem imóveis por até quarenta e cinco minutos dentro de grandes máquinas. Com a introdução de novos equipamentos, esse tempo foi reduzido para quinze minutos, resultado tanto do avanço no processamento de imagens quanto do uso de um material especial conhecido como CZT, sigla para telureto de cádmio e zinco.

Esse material permite a produção de imagens tridimensionais altamente detalhadas dos pulmões, ampliando a precisão diagnóstica. Médicos relatam que os resultados obtidos representam um avanço significativo na área de imagem médica. Embora pouco conhecido fora do meio científico, o CZT vem sendo apontado como responsável por uma verdadeira transformação tecnológica, com aplicações que vão além da medicina, alcançando telescópios de raios X, detectores de radiação e sistemas de segurança em aeroportos. 

Uma das principais vantagens do uso do CZT é a alta sensibilidade dos mecanismos, que permite reduzir a quantidade de substâncias radioativas utilizadas nos exames. Isso é particularmente relevante em investigações clínicas que buscam identificar coágulos sanguíneos muito pequenos ou alterações difíceis de detectar por métodos tradicionais.

Apesar de já existir há décadas, o CZT só recentemente passou a ser empregado em equipamentos de grande porte. Sua produção é extremamente complexa e demorada, envolvendo processos longos de aquecimento, fusão e solidificação até a formação de cristais perfeitamente alinhados. O resultado é um semicondutor capaz de detectar fótons de raios X e raios gama com grande precisão, convertendo diretamente esses sinais em imagens digitais detalhadas, em um único passo, diferentemente das tecnologias anteriores.

Esse grau de precisão possibilita, inclusive, a geração de imagens capazes de diferenciar materiais e tecidos, o que amplia significativamente o campo de aplicação do material. Atualmente, o CZT já é utilizado em sistemas de inspeção de bagagens e em equipamentos de pesquisa científica avançada, e há expectativa de que seu uso se expanda ainda mais nos próximos anos.

No entanto, a elevada demanda e a dificuldade de fabricação tornam o material escasso. Pesquisadores de diversas áreas dependem de peças muito específicas, muitas vezes extremamente finas, o que nem sempre é possível atender. Essa limitação afeta desde estudos astronômicos até grandes centros de pesquisa que utilizam raios X para analisar materiais em nível microscópico.

Mesmo assim, projetos científicos de grande porte continuam a apostar no CZT, especialmente diante da necessidade de sensores mais sensíveis para acompanhar o aumento da intensidade das fontes de raios X modernas. Apesar dos desafios, o material segue como peça central de importantes inovações, consolidando-se como uma solução estratégica para enfrentar limites tecnológicos atuais e impulsionar avanços na medicina, na ciência e na indústria.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y2zd0lx7yo.adaptado.
O resultado é um "semicondutor" capaz de detectar fótons de raios X e raios gama com grande "precisão".

Em relação à estrutura e à formação das palavras destacadas, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3875859 Português
 O que são as engenhosas caixas de Ward e como elas transformaram a economia mundial


A história das descobertas científicas inclui criações que, motivadas por interesses pessoais, acabaram produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em busca de espécies exóticas.

Embora tenha se formado em medicina, Ward dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A Revolução Industrial havia transformado o ambiente urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.

A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao observar uma crisálida mantida em um recipiente de vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de evaporação e condensação, criando um microambiente estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira, capaz de proteger plantas do ar contaminado.

Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward percebeu que sua invenção podia resolver outro problema recorrente: o transporte de plantas em longas viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado aplicações domésticas e médicas para seu invento, não antecipou o impacto que ele teria sobre a economia global.

As caixas de Ward revolucionaram o transporte de plantas entre continentes. Importadores passaram a relatar índices de sobrevivência muito superiores aos anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu. Potências imperiais logo perceberam seu valor estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para romper o monopólio chinês do chá, permitindo o contrabando de mudas e a implantação de grandes plantações na Índia.

Processo semelhante ocorreu com a borracha. Sementes da seringueira amazônica foram transportadas em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e, depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil perdeu sua posição central no comércio mundial do produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.

Outros impérios também recorreram à invenção. A Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando a expansão europeia nos trópicos. O cacau, originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado para Madagascar.

Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas estruturas simples. O que começou como uma solução engenhosa para um problema pessoal acabou reconfigurando cadeias produtivas, mercados e paisagens, deixando uma marca profunda na geografia botânica e na economia mundial.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
Já a baunilha, após o transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado para Madagascar.
Considerando aspectos de morfossintaxe no período, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3875786 Português
O que são as engenhosas caixas de Ward e como elas transformaram a economia mundial


A história das descobertas científicas inclui criações que, motivadas por interesses pessoais, acabaram produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em busca de espécies exóticas.

Embora tenha se formado em medicina, Ward dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A Revolução Industrial havia transformado o ambiente urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.

A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao observar uma crisálida mantida em um recipiente de vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de evaporação e condensação, criando um microambiente estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira, capaz de proteger plantas do ar contaminado.

Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward percebeu que sua invenção podia resolver outro problema recorrente: o transporte de plantas em longas viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado aplicações domésticas e médicas para seu invento, não antecipou o impacto que ele teria sobre a economia global.

As caixas de Ward revolucionaram o transporte de plantas entre continentes. Importadores passaram a relatar índices de sobrevivência muito superiores aos anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu. Potências imperiais logo perceberam seu valor estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para romper o monopólio chinês do chá, permitindo o contrabando de mudas e a implantação de grandes plantações na Índia.

Processo semelhante ocorreu com a borracha. Sementes da seringueira amazônica foram transportadas em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e, depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil perdeu sua posição central no comércio mundial do produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.

Outros impérios também recorreram à invenção. A Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando a expansão europeia nos trópicos. O cacau, originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado para Madagascar.

Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas estruturas simples. O que começou como uma solução engenhosa para um problema pessoal acabou reconfigurando cadeias produtivas, mercados e paisagens, deixando uma marca profunda na geografia botânica e na economia mundial.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
As caixas de Ward revolucionaram o transporte de plantas entre continentes.
Considerando os processos de formação de palavras relacionados aos vocábulos destacados no período, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3875667 Português
Juca, o “catedrático”: a lenda do bar que nunca fechou em Curitiba


    Uma vida no balcão com cara de casa para os frequentadores. O Bar do Juca, entre os bairros Juvevê e Hugo Lange, em Curitiba, é patrimônio da cidade em que a autenticidade do ambiente e das histórias se cruzam ali todos os dias. Na esquina da Atílio Bório com a Doutor Goulin, o bar se impõe com o imóvel clássico e imponente, uma espécie de “Coliseu do Gole”.

    Atrás daquele balcão refrigerado e sem funcionamento, está o próprio guardião. José Lopes Izar, o Juca, 94 anos, dono do bar desde 1953, advogado de formação, natural de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Filho de Abrão e Tâmara, Juca nunca se afastou do balcão que hoje é extensão do seu corpo e do seu espírito. “O bar é a vida”, ele diz. E basta observar um pouco para entender que não é força de expressão.

    Juca é daqueles que deixa a vida levar como uma folha. Acorda cedo, faz a limpeza do boteco, ajeita as coisas no seu ritmo e abre as portas, do bar que funciona 365 dias por ano. “Faz falta os amigos, e faz o meu corpo os músculos e a cabeça funcionarem”, afirmou o senhor de 94 anos. No fim da tarde, ainda tem tempo para colocar para os pombos e passarinhos que passam pela rua, migalhas de pão e água.

    As prateleiras de madeira são as mesmas da fundação, resistentes ao tempo e os inúmeros objetos expostos como garrafas, capacetes, discos antigos e tantos outros itens doados pelos clientes.

    Dentro do bar, amigos de longa data aparecem durante o dia para conversar e tomar um negocinho. O clima é de pura alegria, apelidos, tiração de onda com muita honestidade. Os fregueses costumam pegar a bebida diretamente no freezer, sem anotar o pedido. Aliás, um gole conhecido no Bar do Juca é a batida de maracujá, clássico dos botecos. Ali é chamado de Maracujuca, sem segredo e glamour, conforme manda o “figurino”. “É fácil de fazer e fácil de vender”, brincou Juca, um sábio dos bares.

    Durante anos, circulou a lenda de que só entrava no Bar do Juca quem fosse conhecido. O próprio Juca descarta essa fama que avançou no bairro. “Aqui entra todo mundo. O bom é quando vem estranho, daí nós pegamos o dinheiro emprestado”, ri o proprietário da bodega.

    No Juca, conhecidos do mundo político, musical e esportivo passaram pelo balcão.Ney Braga, prefeito de Curitiba, deputado federal, senador e governador do Paraná fazia questão de dar uma passadinha. Ivo do Blindagem fazia a festa da turma e Evangelino da Costa Neves, eterno presidente campeão do Coritiba de 1985, era figura carimbada na região. “Era muito meu amigo o Evangelino. Pessoal cobrava ele aqui quando o Coxa estava mal”, recordou Juca que sempre recebe a visita do Xixo, proprietário do famoso espetinho da cidade.

    E quando pergunto ao Juca se ele sente saudade de outros tempos, a resposta é daquele que conhece da vida “Das mulheres”, completou esse mestre dos botecos do Brasil.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/blogs/cacador-de-boteco/juca-o-catedratico-a-lenda-do-barque-nunca-fechou-em-curitiba/
Assinale a alternativa que apresente a classe gramatical das palavras em destaque no período: José Lopes Izar, o Juca, 94 anos, dono do bar desde 1953, advogado de formação, natural de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. 
Alternativas
Q3875661 Português
Juca, o “catedrático”: a lenda do bar que nunca fechou em Curitiba


    Uma vida no balcão com cara de casa para os frequentadores. O Bar do Juca, entre os bairros Juvevê e Hugo Lange, em Curitiba, é patrimônio da cidade em que a autenticidade do ambiente e das histórias se cruzam ali todos os dias. Na esquina da Atílio Bório com a Doutor Goulin, o bar se impõe com o imóvel clássico e imponente, uma espécie de “Coliseu do Gole”.

    Atrás daquele balcão refrigerado e sem funcionamento, está o próprio guardião. José Lopes Izar, o Juca, 94 anos, dono do bar desde 1953, advogado de formação, natural de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Filho de Abrão e Tâmara, Juca nunca se afastou do balcão que hoje é extensão do seu corpo e do seu espírito. “O bar é a vida”, ele diz. E basta observar um pouco para entender que não é força de expressão.

    Juca é daqueles que deixa a vida levar como uma folha. Acorda cedo, faz a limpeza do boteco, ajeita as coisas no seu ritmo e abre as portas, do bar que funciona 365 dias por ano. “Faz falta os amigos, e faz o meu corpo os músculos e a cabeça funcionarem”, afirmou o senhor de 94 anos. No fim da tarde, ainda tem tempo para colocar para os pombos e passarinhos que passam pela rua, migalhas de pão e água.

    As prateleiras de madeira são as mesmas da fundação, resistentes ao tempo e os inúmeros objetos expostos como garrafas, capacetes, discos antigos e tantos outros itens doados pelos clientes.

    Dentro do bar, amigos de longa data aparecem durante o dia para conversar e tomar um negocinho. O clima é de pura alegria, apelidos, tiração de onda com muita honestidade. Os fregueses costumam pegar a bebida diretamente no freezer, sem anotar o pedido. Aliás, um gole conhecido no Bar do Juca é a batida de maracujá, clássico dos botecos. Ali é chamado de Maracujuca, sem segredo e glamour, conforme manda o “figurino”. “É fácil de fazer e fácil de vender”, brincou Juca, um sábio dos bares.

    Durante anos, circulou a lenda de que só entrava no Bar do Juca quem fosse conhecido. O próprio Juca descarta essa fama que avançou no bairro. “Aqui entra todo mundo. O bom é quando vem estranho, daí nós pegamos o dinheiro emprestado”, ri o proprietário da bodega.

    No Juca, conhecidos do mundo político, musical e esportivo passaram pelo balcão.Ney Braga, prefeito de Curitiba, deputado federal, senador e governador do Paraná fazia questão de dar uma passadinha. Ivo do Blindagem fazia a festa da turma e Evangelino da Costa Neves, eterno presidente campeão do Coritiba de 1985, era figura carimbada na região. “Era muito meu amigo o Evangelino. Pessoal cobrava ele aqui quando o Coxa estava mal”, recordou Juca que sempre recebe a visita do Xixo, proprietário do famoso espetinho da cidade.

    E quando pergunto ao Juca se ele sente saudade de outros tempos, a resposta é daquele que conhece da vida “Das mulheres”, completou esse mestre dos botecos do Brasil.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/blogs/cacador-de-boteco/juca-o-catedratico-a-lenda-do-barque-nunca-fechou-em-curitiba/
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelos termos em destaque no período: No fim da tarde, ainda tem tempo para colocar para os pombos e passarinhos que passam pela rua, migalhas de pão e água. 
Alternativas
Q3875193 Português
Quanto à concordância nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) “Segue anexa a declaração.” está correto.
( ) “Seguem anexos os documentos.” está errado.
( ) “Segue anexo os documentos.” está correto.
Alternativas
Q3875192 Português
Quanto à flexão, analisar os itens.

I. “Pão-duro” admite plural apenas no primeiro elemento.
II. “Surdo-mudo” admite plural nos dois elementos.
III. O adjetivo “azul-marinho” é invariável.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3875191 Português
Avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Em “Não fui à reunião porque estava doente.”, o uso de porque está correto, introduzindo explicação.
( ) Em “Queria sair, mais estava chovendo.”, o emprego de mais está correto, indicando oposição.
( ) Em “Por quê ninguém o avisou antes?”, o uso de por quê está correto, introduzindo frase interrogatória.
Alternativas
Q3875078 Português

Relacione o verbo (Coluna 1) com o substantivo (Coluna 2).


Coluna 1


(1) Correr


(2) Dirigir


(3) Ensinar


(4) Cozinhar


Coluna 2


(__) - Cozinheiro


(__) - Corredor


(__) - Professor


(__) - Motorista


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses? 

Alternativas
Respostas
2281: C
2282: A
2283: D
2284: B
2285: C
2286: B
2287: B
2288: A
2289: B
2290: A
2291: B
2292: B
2293: C
2294: C
2295: D
2296: C
2297: B
2298: A
2299: C
2300: B