Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3507964 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

CULTURA LOCAL

A valorização da cultura local é o ato de reconhecer, preservar e promover as tradições, costumes, expressões artísticas e patrimônios culturais de uma comunidade. Isso fortalece a identidade do local e contribui para seu desenvolvimento social, econômico e turístico.

Valorizar a cultura é essencial para criar uma sociedade mais inclusiva e consciente de sua história. Ao manter vivas as tradições, reforça-se a autoestima da população e o sentimento de pertencimento, além de garantir a transmissão desses saberes às próximas gerações.

A cultura local também movimenta a economia, especialmente por meio do turismo cultural, que atrai visitantes, gera empregos e amplia a renda da comunidade.
Preservar o patrimônio cultural — tanto os bens materiais como monumentos e objetos, quanto os imateriais como festas e danças — mantém viva a memória coletiva e reforça a identidade local, promovendo o respeito à diversidade.

Esse processo também está ligado ao desenvolvimento sustentável, pois estimula a economia sem degradar o meio ambiente. O turismo cultural é um bom exemplo de atividade econômica de baixo impacto. 

Quando a identidade cultural de uma comunidade é valorizada, seus moradores se sentem mais conectados ao lugar onde vivem. Isso fortalece os laços sociais e ajuda a construir uma sociedade mais justa, que respeita e celebra as diferenças.

Por Natanael Rocha, historiador
Qual é o principal objetivo da valorização da cultura local, segundo o texto "CULTURA LOCAL"?
Alternativas
Q3507963 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

CULTURA LOCAL

A valorização da cultura local é o ato de reconhecer, preservar e promover as tradições, costumes, expressões artísticas e patrimônios culturais de uma comunidade. Isso fortalece a identidade do local e contribui para seu desenvolvimento social, econômico e turístico.

Valorizar a cultura é essencial para criar uma sociedade mais inclusiva e consciente de sua história. Ao manter vivas as tradições, reforça-se a autoestima da população e o sentimento de pertencimento, além de garantir a transmissão desses saberes às próximas gerações.

A cultura local também movimenta a economia, especialmente por meio do turismo cultural, que atrai visitantes, gera empregos e amplia a renda da comunidade.
Preservar o patrimônio cultural — tanto os bens materiais como monumentos e objetos, quanto os imateriais como festas e danças — mantém viva a memória coletiva e reforça a identidade local, promovendo o respeito à diversidade.

Esse processo também está ligado ao desenvolvimento sustentável, pois estimula a economia sem degradar o meio ambiente. O turismo cultural é um bom exemplo de atividade econômica de baixo impacto. 

Quando a identidade cultural de uma comunidade é valorizada, seus moradores se sentem mais conectados ao lugar onde vivem. Isso fortalece os laços sociais e ajuda a construir uma sociedade mais justa, que respeita e celebra as diferenças.

Por Natanael Rocha, historiador
De que forma a valorização da cultura local contribui para o desenvolvimento econômico, segundo o texto "CULTURA LOCAL"? 
Alternativas
Q3507962 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

CULTURA LOCAL

A valorização da cultura local é o ato de reconhecer, preservar e promover as tradições, costumes, expressões artísticas e patrimônios culturais de uma comunidade. Isso fortalece a identidade do local e contribui para seu desenvolvimento social, econômico e turístico.

Valorizar a cultura é essencial para criar uma sociedade mais inclusiva e consciente de sua história. Ao manter vivas as tradições, reforça-se a autoestima da população e o sentimento de pertencimento, além de garantir a transmissão desses saberes às próximas gerações.

A cultura local também movimenta a economia, especialmente por meio do turismo cultural, que atrai visitantes, gera empregos e amplia a renda da comunidade.
Preservar o patrimônio cultural — tanto os bens materiais como monumentos e objetos, quanto os imateriais como festas e danças — mantém viva a memória coletiva e reforça a identidade local, promovendo o respeito à diversidade.

Esse processo também está ligado ao desenvolvimento sustentável, pois estimula a economia sem degradar o meio ambiente. O turismo cultural é um bom exemplo de atividade econômica de baixo impacto. 

Quando a identidade cultural de uma comunidade é valorizada, seus moradores se sentem mais conectados ao lugar onde vivem. Isso fortalece os laços sociais e ajuda a construir uma sociedade mais justa, que respeita e celebra as diferenças.

Por Natanael Rocha, historiador
De acordo com o texto "CULTURA LOCAL", por que a cultura local está relacionada ao desenvolvimento sustentável?
Alternativas
Q3507961 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HIGIENE E PRODUTIVIDADE

O desempenho dos profissionais é influenciado por fatores como temperatura, organização, ruído, espaço e, principalmente, limpeza e higiene no ambiente de trabalho. Esses aspectos impactam diretamente a saúde, o bem-estar e a produtividade da equipe. Após a pandemia da COVID-19, a importância da higiene ficou ainda mais evidente.

Ambientes limpos promovem saúde física, bem-estar emocional, motivação e segurança. Segundo alguns psicólogos, atender às necessidades básicas, como higiene, é essencial para a produtividade. A limpeza também previne acidentes, preserva equipamentos e melhora o ambiente organizacional.

A falta de higiene pode causar doenças, queda na qualidade de vida, desmotivação, baixa produtividade, desgaste de equipamentos e até prejuízo à imagem da empresa. Ambientes desorganizados geram desconforto e reduzem o desempenho.

A manutenção da limpeza é responsabilidade de todos. Pequenas atitudes diárias fazem diferença. Nesse sentido, o método 5S é uma ferramenta eficaz para organizar e manter a higiene nos espaços corporativos, contribuindo para melhores resultados e um ambiente de trabalho mais saudável.

Por Profª. Maria Rosa Machado, MSc
De acordo com o texto "HIGIENE E PRODUTIVIDADE", qual é uma consequência direta da falta de higiene no ambiente de trabalho?
Alternativas
Q3507959 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HIGIENE E PRODUTIVIDADE

O desempenho dos profissionais é influenciado por fatores como temperatura, organização, ruído, espaço e, principalmente, limpeza e higiene no ambiente de trabalho. Esses aspectos impactam diretamente a saúde, o bem-estar e a produtividade da equipe. Após a pandemia da COVID-19, a importância da higiene ficou ainda mais evidente.

Ambientes limpos promovem saúde física, bem-estar emocional, motivação e segurança. Segundo alguns psicólogos, atender às necessidades básicas, como higiene, é essencial para a produtividade. A limpeza também previne acidentes, preserva equipamentos e melhora o ambiente organizacional.

A falta de higiene pode causar doenças, queda na qualidade de vida, desmotivação, baixa produtividade, desgaste de equipamentos e até prejuízo à imagem da empresa. Ambientes desorganizados geram desconforto e reduzem o desempenho.

A manutenção da limpeza é responsabilidade de todos. Pequenas atitudes diárias fazem diferença. Nesse sentido, o método 5S é uma ferramenta eficaz para organizar e manter a higiene nos espaços corporativos, contribuindo para melhores resultados e um ambiente de trabalho mais saudável.

Por Profª. Maria Rosa Machado, MSc
Segundo o texto "HIGIENE E PRODUTIVIDADE", qual é o principal fator que influencia a produtividade no ambiente de trabalho?
Alternativas
Q3507958 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HIGIENE E PRODUTIVIDADE

O desempenho dos profissionais é influenciado por fatores como temperatura, organização, ruído, espaço e, principalmente, limpeza e higiene no ambiente de trabalho. Esses aspectos impactam diretamente a saúde, o bem-estar e a produtividade da equipe. Após a pandemia da COVID-19, a importância da higiene ficou ainda mais evidente.

Ambientes limpos promovem saúde física, bem-estar emocional, motivação e segurança. Segundo alguns psicólogos, atender às necessidades básicas, como higiene, é essencial para a produtividade. A limpeza também previne acidentes, preserva equipamentos e melhora o ambiente organizacional.

A falta de higiene pode causar doenças, queda na qualidade de vida, desmotivação, baixa produtividade, desgaste de equipamentos e até prejuízo à imagem da empresa. Ambientes desorganizados geram desconforto e reduzem o desempenho.

A manutenção da limpeza é responsabilidade de todos. Pequenas atitudes diárias fazem diferença. Nesse sentido, o método 5S é uma ferramenta eficaz para organizar e manter a higiene nos espaços corporativos, contribuindo para melhores resultados e um ambiente de trabalho mais saudável.

Por Profª. Maria Rosa Machado, MSc
Qual é o papel dos colaboradores na manutenção da higiene, conforme o texto "HIGIENE E PRODUTIVIDADE"? 
Alternativas
Q3507957 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HIGIENE E PRODUTIVIDADE

O desempenho dos profissionais é influenciado por fatores como temperatura, organização, ruído, espaço e, principalmente, limpeza e higiene no ambiente de trabalho. Esses aspectos impactam diretamente a saúde, o bem-estar e a produtividade da equipe. Após a pandemia da COVID-19, a importância da higiene ficou ainda mais evidente.

Ambientes limpos promovem saúde física, bem-estar emocional, motivação e segurança. Segundo alguns psicólogos, atender às necessidades básicas, como higiene, é essencial para a produtividade. A limpeza também previne acidentes, preserva equipamentos e melhora o ambiente organizacional.

A falta de higiene pode causar doenças, queda na qualidade de vida, desmotivação, baixa produtividade, desgaste de equipamentos e até prejuízo à imagem da empresa. Ambientes desorganizados geram desconforto e reduzem o desempenho.

A manutenção da limpeza é responsabilidade de todos. Pequenas atitudes diárias fazem diferença. Nesse sentido, o método 5S é uma ferramenta eficaz para organizar e manter a higiene nos espaços corporativos, contribuindo para melhores resultados e um ambiente de trabalho mais saudável.

Por Profª. Maria Rosa Machado, MSc
Por que ambientes limpos são considerados benéficos, segundo o texto "HIGIENE E PRODUTIVIDADE"?
Alternativas
Q3507866 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A ampliação dos critérios diagnósticos do autismo ao longo do tempo


A definição de autismo não permaneceu estática. Os primeiros estudos que descreveram o transtorno surgiram nas décadas de 1930 e 1940, segundo Francesca Happé, professora de neurociência cognitiva no King's College London, que pesquisa o tema desde 1988.


"As descrições originais falavam de crianças com grande necessidade de apoio, geralmente com fala muito tardia", afirma. "Algumas não falavam coisa alguma. E o foco era, principalmente, meninos."


Essa definição foi ampliada nos anos 1990, quando a síndrome de Asperger foi incorporada aos manuais de diagnóstico. Pessoas com Asperger passaram a ser consideradas no espectro autista por apresentarem dificuldades sociais e comportamentos repetitivos, embora tivessem linguagem fluente e inteligência preservada.


Para que alguém receba o diagnóstico de autismo, é necessário apresentar "dificuldades persistentes na vida social e na comunicação social", afirma Ginny Russell, professora associada de psiquiatria na University College London. Ela utiliza os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, conhecido como DSM.


O aumento de oito vezes nos novos diagnósticos apontado por Russell inclui os casos de Asperger, considerados um tipo específico de autismo. 


Outra categoria acrescentada aos manuais foi o "transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação" (PDD-NOS, na sigla em inglês), uma espécie de "diagnóstico guarda-chuva" que também contribuiu para a alta nas estatísticas.


Hoje, os manuais usam o termo transtorno do espectro autista (TEA), que abrange casos anteriormente classificados como Asperger ou PDD-NOS. Ou seja: a rede diagnóstica do autismo foi ampliada intensamente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce82r6zee0yo.adaptado


O texto aborda a evolução histórica e científica das classificações do autismo, destacando como o avanço nos critérios diagnósticos ampliou a compreensão sobre os diferentes perfis incluídos no espectro.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q3507863 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A ampliação dos critérios diagnósticos do autismo ao longo do tempo


A definição de autismo não permaneceu estática. Os primeiros estudos que descreveram o transtorno surgiram nas décadas de 1930 e 1940, segundo Francesca Happé, professora de neurociência cognitiva no King's College London, que pesquisa o tema desde 1988.


"As descrições originais falavam de crianças com grande necessidade de apoio, geralmente com fala muito tardia", afirma. "Algumas não falavam coisa alguma. E o foco era, principalmente, meninos."


Essa definição foi ampliada nos anos 1990, quando a síndrome de Asperger foi incorporada aos manuais de diagnóstico. Pessoas com Asperger passaram a ser consideradas no espectro autista por apresentarem dificuldades sociais e comportamentos repetitivos, embora tivessem linguagem fluente e inteligência preservada.


Para que alguém receba o diagnóstico de autismo, é necessário apresentar "dificuldades persistentes na vida social e na comunicação social", afirma Ginny Russell, professora associada de psiquiatria na University College London. Ela utiliza os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, conhecido como DSM.


O aumento de oito vezes nos novos diagnósticos apontado por Russell inclui os casos de Asperger, considerados um tipo específico de autismo. 


Outra categoria acrescentada aos manuais foi o "transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação" (PDD-NOS, na sigla em inglês), uma espécie de "diagnóstico guarda-chuva" que também contribuiu para a alta nas estatísticas.


Hoje, os manuais usam o termo transtorno do espectro autista (TEA), que abrange casos anteriormente classificados como Asperger ou PDD-NOS. Ou seja: a rede diagnóstica do autismo foi ampliada intensamente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce82r6zee0yo.adaptado


A evolução das classificações sobre o autismo mostra como o avanço da medicina e da psiquiatria tem ampliado o entendimento sobre os transtornos do neurodesenvolvimento, incluindo variações antes não reconhecidas como parte do espectro.


De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q3507859 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Atum em óleo ou em água: qual a escolha mais saudável para o seu prato 


O atum enlatado é uma opção prática e nutritiva, rica em proteínas de alta qualidade, ômega-3, vitaminas do complexo B e minerais essenciais. As versões em óleo e em água mantêm esses benefícios, mas diferem em calorias, sabor e textura. O atum em óleo é mais saboroso e saciante devido à gordura adicionada, porém tem mais calorias e contém óleos menos saudáveis. Já o atum em água tem menos gordura e calorias, sendo ideal para quem busca controlar o peso, embora possa ser menos saboroso e ter textura mais seca. Especialistas recomendam o atum em água para uma alimentação com menor ingestão calórica, mas ressaltam que ambas as versões podem ser incluídas em uma dieta equilibrada, desde que se observe o tipo de óleo, os conservantes e o teor de sódio presente no produto. A escolha ideal depende do objetivo nutricional de cada pessoa.


https://encr.pw/4rDvU.adaptado

 O texto compara o atum enlatado em óleo e em água, destacando suas diferenças nutricionais, calóricas e de sabor, e reforça que a escolha entre eles deve considerar os objetivos alimentares individuais.


De acordo com o texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3507858 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Atum em óleo ou em água: qual a escolha mais saudável para o seu prato 


O atum enlatado é uma opção prática e nutritiva, rica em proteínas de alta qualidade, ômega-3, vitaminas do complexo B e minerais essenciais. As versões em óleo e em água mantêm esses benefícios, mas diferem em calorias, sabor e textura. O atum em óleo é mais saboroso e saciante devido à gordura adicionada, porém tem mais calorias e contém óleos menos saudáveis. Já o atum em água tem menos gordura e calorias, sendo ideal para quem busca controlar o peso, embora possa ser menos saboroso e ter textura mais seca. Especialistas recomendam o atum em água para uma alimentação com menor ingestão calórica, mas ressaltam que ambas as versões podem ser incluídas em uma dieta equilibrada, desde que se observe o tipo de óleo, os conservantes e o teor de sódio presente no produto. A escolha ideal depende do objetivo nutricional de cada pessoa.


https://encr.pw/4rDvU.adaptado

 O atum enlatado é um dos alimentos mais populares por sua praticidade e valor nutricional. Suas variações em água ou óleo apresentam características distintas que influenciam o sabor, entre outros.


De acordo com o texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3507854 Português
Leia o texto a seguir.
“A escravidão se enraizou de tal forma no Brasil, que costumes e palavras ficaram por ela marcados. Se a casa-grande delimitava a fronteira entre a área social e a de serviços, a mesma arquitetura simbólica permaneceria presente nas casas e edifícios, onde, até os dias que correm, elevador de serviço não é só para a carga, mas também e, sobretudo, para os empregados que guardam a marca do passado africano na cor.”
SCHWARCZ, Lilia Mortiz; STARLING, Heloísa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

De acordo com o texto acima, um dos legados da escravidão para a sociedade brasileira é a
Alternativas
Q3507741 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


EPIDEMIOLOGIA DO CRIME


 A gestão eficaz de um município depende de informações atualizadas sobre sua realidade. A análise de dados é uma ferramenta essencial para embasar decisões e direcionar ações do Executivo, especialmente no enfrentamento da criminalidade e da desordem urbana.


A análise criminal identifica padrões de delitos e áreas vulneráveis, apoiando tanto o trabalho policial quanto o planejamento de políticas públicas em segurança, mobilidade, urbanismo e desenvolvimento social. Com base em dados sociodemográficos, espaciais e temporais, ela permite alocar recursos de forma estratégica e eficaz.


Diferente da inteligência ou da investigação policial, a análise criminal tem um foco sistêmico, buscando compreender tendências gerais e propor soluções baseadas em evidências. O analista criminal atua como um "epidemiologista do crime ", estudando sua disseminação e propondo medidas preventivas.


No contexto urbano, essa análise também ajuda a combater a desordem, como sugere a teoria das janelas quebradas, que liga sinais de negligência à percepção de insegurança. Intervenções no espaço público, baseadas em dados e na análise criminal, podem melhorar a segurança e a qualidade de vida.


Ao identificar áreas críticas, os gestores podem tomar decisões mais assertivas sobre infraestrutura, serviços e investimentos, promovendo territórios mais seguros e organizados.


Por Prof. Antônio Calado, M.Sc. 

Qual teoria é mencionada no texto "EPIDEMIOLOGIA DO CRIME" como explicação para a relação entre desordem urbana e aumento da criminalidade?
Alternativas
Q3507740 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


EPIDEMIOLOGIA DO CRIME


 A gestão eficaz de um município depende de informações atualizadas sobre sua realidade. A análise de dados é uma ferramenta essencial para embasar decisões e direcionar ações do Executivo, especialmente no enfrentamento da criminalidade e da desordem urbana.


A análise criminal identifica padrões de delitos e áreas vulneráveis, apoiando tanto o trabalho policial quanto o planejamento de políticas públicas em segurança, mobilidade, urbanismo e desenvolvimento social. Com base em dados sociodemográficos, espaciais e temporais, ela permite alocar recursos de forma estratégica e eficaz.


Diferente da inteligência ou da investigação policial, a análise criminal tem um foco sistêmico, buscando compreender tendências gerais e propor soluções baseadas em evidências. O analista criminal atua como um "epidemiologista do crime ", estudando sua disseminação e propondo medidas preventivas.


No contexto urbano, essa análise também ajuda a combater a desordem, como sugere a teoria das janelas quebradas, que liga sinais de negligência à percepção de insegurança. Intervenções no espaço público, baseadas em dados e na análise criminal, podem melhorar a segurança e a qualidade de vida.


Ao identificar áreas críticas, os gestores podem tomar decisões mais assertivas sobre infraestrutura, serviços e investimentos, promovendo territórios mais seguros e organizados.


Por Prof. Antônio Calado, M.Sc. 

Por que o analista criminal é comparado a um epidemiologista no texto "EPIDEMIOLOGIA DO CRIME"?
Alternativas
Q3507739 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


EPIDEMIOLOGIA DO CRIME


 A gestão eficaz de um município depende de informações atualizadas sobre sua realidade. A análise de dados é uma ferramenta essencial para embasar decisões e direcionar ações do Executivo, especialmente no enfrentamento da criminalidade e da desordem urbana.


A análise criminal identifica padrões de delitos e áreas vulneráveis, apoiando tanto o trabalho policial quanto o planejamento de políticas públicas em segurança, mobilidade, urbanismo e desenvolvimento social. Com base em dados sociodemográficos, espaciais e temporais, ela permite alocar recursos de forma estratégica e eficaz.


Diferente da inteligência ou da investigação policial, a análise criminal tem um foco sistêmico, buscando compreender tendências gerais e propor soluções baseadas em evidências. O analista criminal atua como um "epidemiologista do crime ", estudando sua disseminação e propondo medidas preventivas.


No contexto urbano, essa análise também ajuda a combater a desordem, como sugere a teoria das janelas quebradas, que liga sinais de negligência à percepção de insegurança. Intervenções no espaço público, baseadas em dados e na análise criminal, podem melhorar a segurança e a qualidade de vida.


Ao identificar áreas críticas, os gestores podem tomar decisões mais assertivas sobre infraestrutura, serviços e investimentos, promovendo territórios mais seguros e organizados.


Por Prof. Antônio Calado, M.Sc. 

Como a análise de dados pode contribuir para a gestão de um município, conforme o texto "EPIDEMIOLOGIA DO CRIME"?
Alternativas
Q3507737 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


EPIDEMIOLOGIA DO CRIME


 A gestão eficaz de um município depende de informações atualizadas sobre sua realidade. A análise de dados é uma ferramenta essencial para embasar decisões e direcionar ações do Executivo, especialmente no enfrentamento da criminalidade e da desordem urbana.


A análise criminal identifica padrões de delitos e áreas vulneráveis, apoiando tanto o trabalho policial quanto o planejamento de políticas públicas em segurança, mobilidade, urbanismo e desenvolvimento social. Com base em dados sociodemográficos, espaciais e temporais, ela permite alocar recursos de forma estratégica e eficaz.


Diferente da inteligência ou da investigação policial, a análise criminal tem um foco sistêmico, buscando compreender tendências gerais e propor soluções baseadas em evidências. O analista criminal atua como um "epidemiologista do crime ", estudando sua disseminação e propondo medidas preventivas.


No contexto urbano, essa análise também ajuda a combater a desordem, como sugere a teoria das janelas quebradas, que liga sinais de negligência à percepção de insegurança. Intervenções no espaço público, baseadas em dados e na análise criminal, podem melhorar a segurança e a qualidade de vida.


Ao identificar áreas críticas, os gestores podem tomar decisões mais assertivas sobre infraestrutura, serviços e investimentos, promovendo territórios mais seguros e organizados.


Por Prof. Antônio Calado, M.Sc. 

Após ler o texto "EPIDEMIOLOGIA DO CRIME", analise as proposições a seguir sobre inteligência, análise criminal e investigação policial:


I. A inteligência coleta dados sistêmicos e socioculturais para resolver crimes antigos ou prescritos.


II. A análise criminal foca em tendências gerais e utiliza dados temporais e espaciais.


III. A investigação policial analisa tendências criminais amplas em regiões ou períodos.


Qual(ais) das afirmativas anteriores está(ão) CORRETA(S), de acordo com o texto?

Alternativas
Q3507664 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um país que envelhece mal


    Em 2023, pelo quinto ano seguido, o Brasil registrou queda no número de nascimentos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram registrados 2,5 milhões de nascimentos em cartórios País afora, uma queda de 0,7% em relação a 2022. Não bastasse isso, o índice de registros foi o menor desde 1976.


    No mundo desenvolvido, a queda de nascimentos e o envelhecimento da população representam um desafio para a gestão dos sistemas previdenciário, de educação e saúde, entre outros. No Brasil, um país marcado pela baixa produtividade no trabalho e pelo mau desempenho dos estudantes em exames nacionais e internacionais de aprendizagem, a questão ganha contornos ainda mais dramáticos.


    Tal padrão já é realidade em países como o Japão, bem como em outros da União Europeia. Ao contrário do Brasil, porém, esses países já alcançaram um alto padrão de desenvolvimento, educação e prosperidade econômica e social. Tanto japoneses quanto europeus desfrutam de índices de produtividade no trabalho superiores aos brasileiros, além de ostentarem níveis médios de desempenho educacional bem melhores do que os nossos. Por isso, estão mais preparados para lidar com o desafio da queda da natalidade acompanhada do envelhecimento populacional e podem lidar melhor com ferramentas tecnológicas, como a inteligência artificial (IA), seja para manter, seja para aprimorar a produtividade. Ademais, a tecnologia não raro é empregada para criar serviços para uma população que envelhece.


    Levantamento recente do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) mostrou que 29% dos brasileiros entre 15 e 64 anos são analfabetos funcionais, ou seja, mesmo escolarizados não conseguem interpretar textos ou fazer contas ligeiramente mais complexas. É imperativo melhorar a qualidade da educação brasileira, além de criar condições para que os cidadãos sejam digitalmente letrados. Só assim o País poderá ampliar sua produtividade e assegurar um crescimento econômico sustentado.


    Sem solidez econômica, o País dificilmente conseguirá promover as adequações necessárias na área da saúde, por exemplo. A longevidade humana é uma extraordinária conquista civilizatória, mas exige preparo para lidar não apenas com as enfermidades que acometem os mais velhos, como também com as limitações impostas pela idade mais avançada.


    E ainda há o desafio nada trivial da Previdência pública. Com menos brasileiros em idade de trabalho e mais cidadãos com direito à aposentadoria, o sistema atual prova-se cada vez menos sustentável.


(Editorial, https://www.estadao.com.br/, 19.05.2025. Adaptado)
Nas passagens “Não bastasse isso...” (1° parágrafo) e “Tal padrão já é realidade em países como o Japão...” (3° parágrafo), as expressões destacadas referem-se, correta e respectivamente, às seguintes informações:
Alternativas
Q3507663 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um país que envelhece mal


    Em 2023, pelo quinto ano seguido, o Brasil registrou queda no número de nascimentos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram registrados 2,5 milhões de nascimentos em cartórios País afora, uma queda de 0,7% em relação a 2022. Não bastasse isso, o índice de registros foi o menor desde 1976.


    No mundo desenvolvido, a queda de nascimentos e o envelhecimento da população representam um desafio para a gestão dos sistemas previdenciário, de educação e saúde, entre outros. No Brasil, um país marcado pela baixa produtividade no trabalho e pelo mau desempenho dos estudantes em exames nacionais e internacionais de aprendizagem, a questão ganha contornos ainda mais dramáticos.


    Tal padrão já é realidade em países como o Japão, bem como em outros da União Europeia. Ao contrário do Brasil, porém, esses países já alcançaram um alto padrão de desenvolvimento, educação e prosperidade econômica e social. Tanto japoneses quanto europeus desfrutam de índices de produtividade no trabalho superiores aos brasileiros, além de ostentarem níveis médios de desempenho educacional bem melhores do que os nossos. Por isso, estão mais preparados para lidar com o desafio da queda da natalidade acompanhada do envelhecimento populacional e podem lidar melhor com ferramentas tecnológicas, como a inteligência artificial (IA), seja para manter, seja para aprimorar a produtividade. Ademais, a tecnologia não raro é empregada para criar serviços para uma população que envelhece.


    Levantamento recente do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) mostrou que 29% dos brasileiros entre 15 e 64 anos são analfabetos funcionais, ou seja, mesmo escolarizados não conseguem interpretar textos ou fazer contas ligeiramente mais complexas. É imperativo melhorar a qualidade da educação brasileira, além de criar condições para que os cidadãos sejam digitalmente letrados. Só assim o País poderá ampliar sua produtividade e assegurar um crescimento econômico sustentado.


    Sem solidez econômica, o País dificilmente conseguirá promover as adequações necessárias na área da saúde, por exemplo. A longevidade humana é uma extraordinária conquista civilizatória, mas exige preparo para lidar não apenas com as enfermidades que acometem os mais velhos, como também com as limitações impostas pela idade mais avançada.


    E ainda há o desafio nada trivial da Previdência pública. Com menos brasileiros em idade de trabalho e mais cidadãos com direito à aposentadoria, o sistema atual prova-se cada vez menos sustentável.


(Editorial, https://www.estadao.com.br/, 19.05.2025. Adaptado)
Considere as passagens:

•  No Brasil, [...] a questão ganha contornos ainda mais dramáticos. (2° parágrafo)
•  Tanto japoneses quanto europeus desfrutam de índices de produtividade no trabalho superiores aos brasileiros... (3° parágrafo)
•  Ademais, a tecnologia não raro é empregada para criar serviços para uma população que envelhece. (3° parágrafo)
•  E ainda há o desafio nada trivial da Previdência pública. (6° parágrafo)

Sem prejuízo de sentido, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Q3507662 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um país que envelhece mal


    Em 2023, pelo quinto ano seguido, o Brasil registrou queda no número de nascimentos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram registrados 2,5 milhões de nascimentos em cartórios País afora, uma queda de 0,7% em relação a 2022. Não bastasse isso, o índice de registros foi o menor desde 1976.


    No mundo desenvolvido, a queda de nascimentos e o envelhecimento da população representam um desafio para a gestão dos sistemas previdenciário, de educação e saúde, entre outros. No Brasil, um país marcado pela baixa produtividade no trabalho e pelo mau desempenho dos estudantes em exames nacionais e internacionais de aprendizagem, a questão ganha contornos ainda mais dramáticos.


    Tal padrão já é realidade em países como o Japão, bem como em outros da União Europeia. Ao contrário do Brasil, porém, esses países já alcançaram um alto padrão de desenvolvimento, educação e prosperidade econômica e social. Tanto japoneses quanto europeus desfrutam de índices de produtividade no trabalho superiores aos brasileiros, além de ostentarem níveis médios de desempenho educacional bem melhores do que os nossos. Por isso, estão mais preparados para lidar com o desafio da queda da natalidade acompanhada do envelhecimento populacional e podem lidar melhor com ferramentas tecnológicas, como a inteligência artificial (IA), seja para manter, seja para aprimorar a produtividade. Ademais, a tecnologia não raro é empregada para criar serviços para uma população que envelhece.


    Levantamento recente do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) mostrou que 29% dos brasileiros entre 15 e 64 anos são analfabetos funcionais, ou seja, mesmo escolarizados não conseguem interpretar textos ou fazer contas ligeiramente mais complexas. É imperativo melhorar a qualidade da educação brasileira, além de criar condições para que os cidadãos sejam digitalmente letrados. Só assim o País poderá ampliar sua produtividade e assegurar um crescimento econômico sustentado.


    Sem solidez econômica, o País dificilmente conseguirá promover as adequações necessárias na área da saúde, por exemplo. A longevidade humana é uma extraordinária conquista civilizatória, mas exige preparo para lidar não apenas com as enfermidades que acometem os mais velhos, como também com as limitações impostas pela idade mais avançada.


    E ainda há o desafio nada trivial da Previdência pública. Com menos brasileiros em idade de trabalho e mais cidadãos com direito à aposentadoria, o sistema atual prova-se cada vez menos sustentável.


(Editorial, https://www.estadao.com.br/, 19.05.2025. Adaptado)
Identifica-se o tom propositivo da informação na seguinte passagem do texto:
Alternativas
Q3507661 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um país que envelhece mal


    Em 2023, pelo quinto ano seguido, o Brasil registrou queda no número de nascimentos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram registrados 2,5 milhões de nascimentos em cartórios País afora, uma queda de 0,7% em relação a 2022. Não bastasse isso, o índice de registros foi o menor desde 1976.


    No mundo desenvolvido, a queda de nascimentos e o envelhecimento da população representam um desafio para a gestão dos sistemas previdenciário, de educação e saúde, entre outros. No Brasil, um país marcado pela baixa produtividade no trabalho e pelo mau desempenho dos estudantes em exames nacionais e internacionais de aprendizagem, a questão ganha contornos ainda mais dramáticos.


    Tal padrão já é realidade em países como o Japão, bem como em outros da União Europeia. Ao contrário do Brasil, porém, esses países já alcançaram um alto padrão de desenvolvimento, educação e prosperidade econômica e social. Tanto japoneses quanto europeus desfrutam de índices de produtividade no trabalho superiores aos brasileiros, além de ostentarem níveis médios de desempenho educacional bem melhores do que os nossos. Por isso, estão mais preparados para lidar com o desafio da queda da natalidade acompanhada do envelhecimento populacional e podem lidar melhor com ferramentas tecnológicas, como a inteligência artificial (IA), seja para manter, seja para aprimorar a produtividade. Ademais, a tecnologia não raro é empregada para criar serviços para uma população que envelhece.


    Levantamento recente do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) mostrou que 29% dos brasileiros entre 15 e 64 anos são analfabetos funcionais, ou seja, mesmo escolarizados não conseguem interpretar textos ou fazer contas ligeiramente mais complexas. É imperativo melhorar a qualidade da educação brasileira, além de criar condições para que os cidadãos sejam digitalmente letrados. Só assim o País poderá ampliar sua produtividade e assegurar um crescimento econômico sustentado.


    Sem solidez econômica, o País dificilmente conseguirá promover as adequações necessárias na área da saúde, por exemplo. A longevidade humana é uma extraordinária conquista civilizatória, mas exige preparo para lidar não apenas com as enfermidades que acometem os mais velhos, como também com as limitações impostas pela idade mais avançada.


    E ainda há o desafio nada trivial da Previdência pública. Com menos brasileiros em idade de trabalho e mais cidadãos com direito à aposentadoria, o sistema atual prova-se cada vez menos sustentável.


(Editorial, https://www.estadao.com.br/, 19.05.2025. Adaptado)
O título do texto afirma que o Brasil envelhece mal. Isso ocorre porque o país
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