Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
É possível evitar os microplásticos?
Os microplásticos estão presentes em praticamente todos os ambientes do planeta — no gelo da Antártida, em animais marinhos, na água potável e até no sangue humano. Um estudo das universidades Columbia e Rutgers revelou que a água engarrafada contém, em média, duzentos e quarenta mil partículas de nanoplástico por litro, grande parte vinda da própria embalagem. A OMS já alertou que fragmentos menores que dez micrômetros podem ser absorvidos pelo organismo, embora ainda faltem pesquisas conclusivas sobre os riscos à saúde.
O problema também alcança a agricultura. Pesquisas indicam que o uso de lodo de esgoto como fertilizante e outros processos contaminam extensas áreas de cultivo nos Estados Unidos e na Europa, o que faz com que fragmentos de plástico cheguem aos alimentos. Em geral, eles se acumulam nas raízes, afetando mais vegetais como cenouras e nabos do que folhosos como a alface.
As alternativas propostas — como plásticos biodegradáveis ou a substituição por garrafas de vidro — também trazem desafios ambientais, já que esses materiais se decompõem lentamente ou demandam recursos que causam impacto. Além disso, microplásticos estão presentes no sal, na cerveja e na água da torneira, principalmente por fibras têxteis.
Apesar da disseminação, há pesquisas promissoras: fungos, bactérias e insetos capazes de degradar plásticos, técnicas de filtragem, tratamentos químicos e até ímãs sendo testados. Assim, embora os microplásticos façam parte de nosso cotidiano, a ciência busca caminhos para reduzir seus efeitos.
Fonte:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1wwzx2lzgo.adaptado
O texto discute a presença dos microplásticos em diferentes ambientes, abordando não apenas sua disseminação na água, nos alimentos e até no corpo humano, mas também as limitações das alternativas propostas e os esforços científicos para enfrentar o problema.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Com base nas ideias do texto CG2A1 relativas às áreas impactadas pela IA, é correto afirmar que
Abramovay et al. (2012) declaram que muitos fatores revelaram-se como ingredientes importantes para criação e manutenção de um clima de insegurança na escola. A presença de armas, por exemplo, gera o temor de que confrontos mais sérios possam acontecer. De acordo com os entrevistados na obra Conversando sobre violência e convivência nas escolas, as armas mais recorrentes na escola são as “armas brancas”.
Segundo o texto, na escola, algumas “armas brancas” mencionadas pelos entrevistados foram:
Abramovay et al. (2012) afirmam que na escola “as ameaças surgem como forma de ‘questionar’
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece, há décadas, o surgimento de variedades de bactérias resistentes a esses medicamentos, causadoras de infecções cada vez mais difíceis de combater. O resultado é a morte de centenas de m ilhares de pessoas todos os anos no mundo. O total de óbitos atribuídos ao adoecimento por bactérias que não sucumbem aos antibióticos disponíveis passou de 1,06 milhão por ano, em 1990, para 1,14 milhão, em 2021, de acordo com a mais ampla e recente estimativa do problema, conduzida em um estudo.
O cenário projetado para o futuro próximo, levando em conta o crescimento e o envelhecimento da população, é sombrio: as mortes por infecções bacterianas resistentes a antibióticos devem aumentar no mundo todo até 2050 e chegar a 1,91 milhão de óbitos ao ano. Se o quadro geral continuar o mesmo e não surgirem novos antibióticos capazes de matar essas bactérias nem forem adotadas medidas eficazes (e já conhecidas) para evitar infecções, 39,1 milhões de pessoas podem morrer de 2025 a 2050 como resultado de infecções por microrganismos resistentes aos antibióticos – quase 10% desses óbitos devem ocorrer na América Latina e no Caribe.
Parte do aumento registrado entre 1990 e 2021 nos óbitos causados pelas bactérias resistentes é consequência do crescimento da população e da mudança no perfil etário. Os mais velhos são mais suscetíveis a infecções por terem o sistema imune mais frágil, além de mais doenças crônicas, que podem complicar a guerra contra as bactérias.
(Mariana Ceci. “Bactérias resistentes podem matar 39 milhões de pessoas até 2050”, 20.03.2025. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece, há décadas, o surgimento de variedades de bactérias resistentes a esses medicamentos, causadoras de infecções cada vez mais difíceis de combater. O resultado é a morte de centenas de m ilhares de pessoas todos os anos no mundo. O total de óbitos atribuídos ao adoecimento por bactérias que não sucumbem aos antibióticos disponíveis passou de 1,06 milhão por ano, em 1990, para 1,14 milhão, em 2021, de acordo com a mais ampla e recente estimativa do problema, conduzida em um estudo.
O cenário projetado para o futuro próximo, levando em conta o crescimento e o envelhecimento da população, é sombrio: as mortes por infecções bacterianas resistentes a antibióticos devem aumentar no mundo todo até 2050 e chegar a 1,91 milhão de óbitos ao ano. Se o quadro geral continuar o mesmo e não surgirem novos antibióticos capazes de matar essas bactérias nem forem adotadas medidas eficazes (e já conhecidas) para evitar infecções, 39,1 milhões de pessoas podem morrer de 2025 a 2050 como resultado de infecções por microrganismos resistentes aos antibióticos – quase 10% desses óbitos devem ocorrer na América Latina e no Caribe.
Parte do aumento registrado entre 1990 e 2021 nos óbitos causados pelas bactérias resistentes é consequência do crescimento da população e da mudança no perfil etário. Os mais velhos são mais suscetíveis a infecções por terem o sistema imune mais frágil, além de mais doenças crônicas, que podem complicar a guerra contra as bactérias.
(Mariana Ceci. “Bactérias resistentes podem matar 39 milhões de pessoas até 2050”, 20.03.2025. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece, há décadas, o surgimento de variedades de bactérias resistentes a esses medicamentos, causadoras de infecções cada vez mais difíceis de combater. O resultado é a morte de centenas de m ilhares de pessoas todos os anos no mundo. O total de óbitos atribuídos ao adoecimento por bactérias que não sucumbem aos antibióticos disponíveis passou de 1,06 milhão por ano, em 1990, para 1,14 milhão, em 2021, de acordo com a mais ampla e recente estimativa do problema, conduzida em um estudo.
O cenário projetado para o futuro próximo, levando em conta o crescimento e o envelhecimento da população, é sombrio: as mortes por infecções bacterianas resistentes a antibióticos devem aumentar no mundo todo até 2050 e chegar a 1,91 milhão de óbitos ao ano. Se o quadro geral continuar o mesmo e não surgirem novos antibióticos capazes de matar essas bactérias nem forem adotadas medidas eficazes (e já conhecidas) para evitar infecções, 39,1 milhões de pessoas podem morrer de 2025 a 2050 como resultado de infecções por microrganismos resistentes aos antibióticos – quase 10% desses óbitos devem ocorrer na América Latina e no Caribe.
Parte do aumento registrado entre 1990 e 2021 nos óbitos causados pelas bactérias resistentes é consequência do crescimento da população e da mudança no perfil etário. Os mais velhos são mais suscetíveis a infecções por terem o sistema imune mais frágil, além de mais doenças crônicas, que podem complicar a guerra contra as bactérias.
(Mariana Ceci. “Bactérias resistentes podem matar 39 milhões de pessoas até 2050”, 20.03.2025. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
Leia a tira a seguir para responder à questão.

(Charles M. Schulz. Minduim, 13.03.2025. Disponível em: www.estadao.com.br)
Leia o excerto a seguir, extraído de Iavelberg (2011):
“Os monitores contribuem para evitar brigas quando atuam com ética e promovem ___________ para ajudar as crianças a lidar com as divergências e os desentendimentos. Quanto mais os monitores souberem ____________, mais eles se sentirão parceiros na Educação dos alunos e atuarão como tal”.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do excerto.
I - ALTO é sinônimo de BAIXO e ALEGRE é sinônimo de FELIZ.
II - CARO é antônimo de BARATO e BÊBADO é sinônimo SÓBRIO.
III - LEVE é antônimo de PESADO e GUERRA é sinônimo de BATALHA.
IV - QUENTE é antônimo de FRIO e TRISTE é sinônimo de MELANCÓLICO.
Está CORRETO o que se afirma em:
Sabendo disso, associe as duas colunas, relacionando os SINÔNIMOS.
1. Amigo. 2. Forte 3. Delicioso 4. Rápido 5. Falar
( ) Musculoso ( ) Gostoso ( ) Companheiro ( ) Conversar ( ) Veloz
A sequência CORRETA dessa associação é:
O bilhete é uma forma de comunicação simples, formado por uma mensagem curta.
Leia o bilhete abaixo e depois responda à pergunta:
Beatriz,
Fui ao supermercado comprar carne e leite.
A chave da porta está com a Dona Carmem, nossa vizinha.
O Francisco já foi para a escola.
Beijos,
Vovó Sônia
22 de outubro de 2024
Quem escreveu o bilhete?