Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.277 questões
1. A República, para mim, exige atenção!
2. Cada macaco no seu galho, mas meu galho é melhor do que o seu!
3. A voz do povo é a voz de Deus, mas Deus anda meio calado ultimamente.
4. Água mole em cabeça dura tanto bate até que, finalmente, esclarece.
Há intertextualidade em qual(ais) sentença(s):
Examine a tirinha Os Bichos, de Fred Wagner, abaixo:

Sobre a intertextualidade, assinale qual a classificação correta.
Leia os trechos abaixo:
Via-Láctea – Olavo Bilac
“Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto…

A intertextualidade assinala a conversa, o diálogo entre textos, no qual haverá um texto-fonte, que servirá como referência. A relação de intertextualidade ocorre de forma explícita ou implícita e não se restringe apenas a textos verbais, uma vez que pode acontecer em outras linguagens, como filmes, músicas, pinturas.
Assinale a alternativa correta sobre os trechos acima.

1. Após o acidente, ele tornou-se órfão de pai e mãe aos sete anos.
2. Desde que o professor se aposentou, a turma ficou órfã de bons debates.
3. O código estava cheio de tags órfãs que não se conectavam a nenhum estilo.
4. Evite deixar linhas órfãs no final da página para manter a estética do texto.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.




1. A crônica é gênero efêmero que emprega situações do cotidiano.
2. A crônica tem total compromisso com a realidade, com o factual, e busca a análise profunda do comportamento humano.
3. A crônica emprega linguagem simples, coloquial, a fim de aproximar o leitor.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Analise o texto abaixo:
É proibida a circulação de cães e gatos nas áreas comuns a todos, principalmente para fazerem suas necessidades fisiológicas na praça do condomínio.
No texto ocorrem, respectivamente, as seguintes figuras de linguagem:
Camargo (2009) afirma que o autor do bullying tem algumas características gerais, como sentir-se inseguro, não confiar em suas próprias qualidades, resolver conflitos de forma agressiva.
Além dessas características, a autora destaca também que o autor do bullying, geralmente,
Monlevade (2012) faz uma gênese histórica retomando aspectos sobre a composição do quadro de funcionários de escolas, desde a época em que os jesuítas chegaram ao Brasil.
Comentando as mudanças que ocorreram desde aqueles tempos até os dias atuais, o autor menciona o aparecimento das associações e dos sindicatos, as novas regras legais e a questão da profissionalização, afirmando que, com isso, os funcionários precisam
Carolina Camargo, em seu artigo “O que é bullying?” (2009), descreve dez características desse fenômeno, como a intencionalidade e o local.
Além destas, segundo a autora, são também características do bullying
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Ainda há pouco eu vinha para casa a pé, feliz da minha vida e faltavam dez minutos para meia-noite. Perto da praça General Osório, olhei para o lado e vi, junto à parede, antes da esquina, algo que me pareceu uma trouxa de roupa, um saco de lixo. Alguns passos mais e pude ver que era um menino.
Deitado de lado, braços dobrados como dois gravetos, as mãos protegendo a cabeça. Tinha os gambitos também encolhidos e enfiados dentro da camisa de meia esburacada, para se defender contra o frio da noite. Estava dormindo, como podia estar morto.
Quem nunca viu um menor abandonado? Segundo as estatísticas, como ele existem nada menos que 25 milhões no Brasil, que se pode fazer? Qual seria a reação do menino se eu o acordasse para lhe dar todo o dinheiro que trazia no bolso? Resolveria o seu problema? O problema do menor abandonado? A injustiça social?
25 milhões de menores – um dado abstrato, que a imaginação não alcança. Um menino sem pai nem mãe, sem o que comer nem onde dormir – isto é um menor abandonado. Para entender, só mesmo imaginando meu filho largado no mundo aos seis, oito, dez anos de idade, sem ter para onde ir nem para quem apelar. Imagino que ele venha a ser um desses que se escondem como ratos em torno aos botequins e lanchonetes e nos importunam cutucando-nos de leve – gesto que nos desperta mal contida irritação – para nos pedir um trocado.
Pode ser. Mas a verdade é que hoje eu vi meu filho dormindo na rua, exposto ao frio da noite, e além de nada ter feito por ele, ainda o confundi com um monte de lixo.
(Fernando Sabino. Protesto tímido. https://cronicabrasileira.org.br, 1980. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Ainda há pouco eu vinha para casa a pé, feliz da minha vida e faltavam dez minutos para meia-noite. Perto da praça General Osório, olhei para o lado e vi, junto à parede, antes da esquina, algo que me pareceu uma trouxa de roupa, um saco de lixo. Alguns passos mais e pude ver que era um menino.
Deitado de lado, braços dobrados como dois gravetos, as mãos protegendo a cabeça. Tinha os gambitos também encolhidos e enfiados dentro da camisa de meia esburacada, para se defender contra o frio da noite. Estava dormindo, como podia estar morto.
Quem nunca viu um menor abandonado? Segundo as estatísticas, como ele existem nada menos que 25 milhões no Brasil, que se pode fazer? Qual seria a reação do menino se eu o acordasse para lhe dar todo o dinheiro que trazia no bolso? Resolveria o seu problema? O problema do menor abandonado? A injustiça social?
25 milhões de menores – um dado abstrato, que a imaginação não alcança. Um menino sem pai nem mãe, sem o que comer nem onde dormir – isto é um menor abandonado. Para entender, só mesmo imaginando meu filho largado no mundo aos seis, oito, dez anos de idade, sem ter para onde ir nem para quem apelar. Imagino que ele venha a ser um desses que se escondem como ratos em torno aos botequins e lanchonetes e nos importunam cutucando-nos de leve – gesto que nos desperta mal contida irritação – para nos pedir um trocado.
Pode ser. Mas a verdade é que hoje eu vi meu filho dormindo na rua, exposto ao frio da noite, e além de nada ter feito por ele, ainda o confundi com um monte de lixo.
(Fernando Sabino. Protesto tímido. https://cronicabrasileira.org.br, 1980. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Ainda há pouco eu vinha para casa a pé, feliz da minha vida e faltavam dez minutos para meia-noite. Perto da praça General Osório, olhei para o lado e vi, junto à parede, antes da esquina, algo que me pareceu uma trouxa de roupa, um saco de lixo. Alguns passos mais e pude ver que era um menino.
Deitado de lado, braços dobrados como dois gravetos, as mãos protegendo a cabeça. Tinha os gambitos também encolhidos e enfiados dentro da camisa de meia esburacada, para se defender contra o frio da noite. Estava dormindo, como podia estar morto.
Quem nunca viu um menor abandonado? Segundo as estatísticas, como ele existem nada menos que 25 milhões no Brasil, que se pode fazer? Qual seria a reação do menino se eu o acordasse para lhe dar todo o dinheiro que trazia no bolso? Resolveria o seu problema? O problema do menor abandonado? A injustiça social?
25 milhões de menores – um dado abstrato, que a imaginação não alcança. Um menino sem pai nem mãe, sem o que comer nem onde dormir – isto é um menor abandonado. Para entender, só mesmo imaginando meu filho largado no mundo aos seis, oito, dez anos de idade, sem ter para onde ir nem para quem apelar. Imagino que ele venha a ser um desses que se escondem como ratos em torno aos botequins e lanchonetes e nos importunam cutucando-nos de leve – gesto que nos desperta mal contida irritação – para nos pedir um trocado.
Pode ser. Mas a verdade é que hoje eu vi meu filho dormindo na rua, exposto ao frio da noite, e além de nada ter feito por ele, ainda o confundi com um monte de lixo.
(Fernando Sabino. Protesto tímido. https://cronicabrasileira.org.br, 1980. Adaptado)