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Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 129.329 questões

Q4151426 Português
Texto para a questão.


Texto I


CONSUMO X CONSUMISMO 


    Para entender se você consome ou se é consumista, primeiramente é preciso entender a diferença existente entre consumo e consumismo. No consumo, o ato de compra está ligado à necessidade, à sobrevivência, coisas indispensáveis à vida e ao bem-estar: água, comida, energia. Por meio das práticas de consumo, é que dizemos para o mundo quem nós somos, quem nós não somos, quem gostaríamos de ser. Consumo é identidade. Já o consumismo rompe essa relação de necessidade, pois o indivíduo está adquirindo algo que não precisa. O consumismo está, pois, veiculado ao gasto de produtos sem utilidade imediata, ou seja, supérfluos, como: mais um sapato, um anel de ouro.

    Se entendido isso, pergunte-se: Necessito? Quero? Tenho dinheiro? Se eu passar no cartão de crédito, terei como pagar depois? Eu realmente vou usar este produto? Preciso de mais uma bolsa? Esta necessidade de colocar na balança existe, não só para avaliar determinada relação de consumo em sentido individualizado, mas, principalmente, para o consumidor se instruir e incrementar a formação de seu espírito crítico, de modo que este, possa bem se posicionar e enfrentar as circunstâncias do mercado de consumo.

    Quando o ato de comprar está vinculado diretamente à ansiedade e à satisfação, pode-se dizer que se trata de uma compulsão. Em alguns casos, isso pode representar grandes perdas em termos de relacionamento interpessoal e qualidade de vida. Para que seja considerado doentio, o consumismo precisa representar uma parcela significativa da vida e dos pensamentos da pessoa, de forma que sua saúde emocional, social e financeira estejam abaladas.

    Todos já nascem consumindo, e a fase criança é uma das que mais se consome; os estabelecimentos sabem disso. Sendo assim, as guloseimas ficam na altura certa da visão da criança para que ela peça aos pais, e na maioria das vezes, eles acabam comprando. Criança gosta muito de doce, criança gosta muito de consumir, vivencia-se uma era em que a criança é extremamente consumista.


Disponível em: https://empasa.pb.gov.br/procon/noticias/consumo-x-consumismo-voce-sabe-a-diferenca-as-motivacoes. Acesso em: 17 fev. 2026. Adaptado.
No trecho a seguir, os conectivos enumerados foram usados com o valor semântico de:

“Consumo é identidade. Já o consumismo rompe essa relação de necessidade, pois¹ o indivíduo está adquirindo algo que não precisa. O consumismo está, pois², veiculado ao gasto de produtos sem utilidade imediata”.
Alternativas
Q4151425 Português
Texto para a questão.


Texto I


CONSUMO X CONSUMISMO 


    Para entender se você consome ou se é consumista, primeiramente é preciso entender a diferença existente entre consumo e consumismo. No consumo, o ato de compra está ligado à necessidade, à sobrevivência, coisas indispensáveis à vida e ao bem-estar: água, comida, energia. Por meio das práticas de consumo, é que dizemos para o mundo quem nós somos, quem nós não somos, quem gostaríamos de ser. Consumo é identidade. Já o consumismo rompe essa relação de necessidade, pois o indivíduo está adquirindo algo que não precisa. O consumismo está, pois, veiculado ao gasto de produtos sem utilidade imediata, ou seja, supérfluos, como: mais um sapato, um anel de ouro.

    Se entendido isso, pergunte-se: Necessito? Quero? Tenho dinheiro? Se eu passar no cartão de crédito, terei como pagar depois? Eu realmente vou usar este produto? Preciso de mais uma bolsa? Esta necessidade de colocar na balança existe, não só para avaliar determinada relação de consumo em sentido individualizado, mas, principalmente, para o consumidor se instruir e incrementar a formação de seu espírito crítico, de modo que este, possa bem se posicionar e enfrentar as circunstâncias do mercado de consumo.

    Quando o ato de comprar está vinculado diretamente à ansiedade e à satisfação, pode-se dizer que se trata de uma compulsão. Em alguns casos, isso pode representar grandes perdas em termos de relacionamento interpessoal e qualidade de vida. Para que seja considerado doentio, o consumismo precisa representar uma parcela significativa da vida e dos pensamentos da pessoa, de forma que sua saúde emocional, social e financeira estejam abaladas.

    Todos já nascem consumindo, e a fase criança é uma das que mais se consome; os estabelecimentos sabem disso. Sendo assim, as guloseimas ficam na altura certa da visão da criança para que ela peça aos pais, e na maioria das vezes, eles acabam comprando. Criança gosta muito de doce, criança gosta muito de consumir, vivencia-se uma era em que a criança é extremamente consumista.


Disponível em: https://empasa.pb.gov.br/procon/noticias/consumo-x-consumismo-voce-sabe-a-diferenca-as-motivacoes. Acesso em: 17 fev. 2026. Adaptado.
A repetição da palavra “criança”, especialmente no último período do excerto, indica um(a):

“Todos já nascem consumindo, e a fase criança é uma das que mais se consome; os estabelecimentos sabem disso. Sendo assim, as guloseimas ficam na altura certa da visão da criança para que ela peça aos pais, e na maioria das vezes, eles acabam comprando. Criança gosta muito de doce, criança gosta muito de consumir, vivencia-se uma era em que a criança é extremamente consumista.” 
Alternativas
Q4151423 Português
Texto para a questão.


Texto I


CONSUMO X CONSUMISMO 


    Para entender se você consome ou se é consumista, primeiramente é preciso entender a diferença existente entre consumo e consumismo. No consumo, o ato de compra está ligado à necessidade, à sobrevivência, coisas indispensáveis à vida e ao bem-estar: água, comida, energia. Por meio das práticas de consumo, é que dizemos para o mundo quem nós somos, quem nós não somos, quem gostaríamos de ser. Consumo é identidade. Já o consumismo rompe essa relação de necessidade, pois o indivíduo está adquirindo algo que não precisa. O consumismo está, pois, veiculado ao gasto de produtos sem utilidade imediata, ou seja, supérfluos, como: mais um sapato, um anel de ouro.

    Se entendido isso, pergunte-se: Necessito? Quero? Tenho dinheiro? Se eu passar no cartão de crédito, terei como pagar depois? Eu realmente vou usar este produto? Preciso de mais uma bolsa? Esta necessidade de colocar na balança existe, não só para avaliar determinada relação de consumo em sentido individualizado, mas, principalmente, para o consumidor se instruir e incrementar a formação de seu espírito crítico, de modo que este, possa bem se posicionar e enfrentar as circunstâncias do mercado de consumo.

    Quando o ato de comprar está vinculado diretamente à ansiedade e à satisfação, pode-se dizer que se trata de uma compulsão. Em alguns casos, isso pode representar grandes perdas em termos de relacionamento interpessoal e qualidade de vida. Para que seja considerado doentio, o consumismo precisa representar uma parcela significativa da vida e dos pensamentos da pessoa, de forma que sua saúde emocional, social e financeira estejam abaladas.

    Todos já nascem consumindo, e a fase criança é uma das que mais se consome; os estabelecimentos sabem disso. Sendo assim, as guloseimas ficam na altura certa da visão da criança para que ela peça aos pais, e na maioria das vezes, eles acabam comprando. Criança gosta muito de doce, criança gosta muito de consumir, vivencia-se uma era em que a criança é extremamente consumista.


Disponível em: https://empasa.pb.gov.br/procon/noticias/consumo-x-consumismo-voce-sabe-a-diferenca-as-motivacoes. Acesso em: 17 fev. 2026. Adaptado.
O texto “Consumo x Consumismo” apresenta uma reflexão sobre hábitos de compra e seus impactos individuais e sociais. Ao longo do texto, o autor utiliza diferentes estratégias discursivas para influenciar o leitor. Assim sendo, um recurso que contribui diretamente para a mudança de comportamento do leitor é:
Alternativas
Q4151094 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?

Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens

Por Ivanir Ferreira

09/04/2026, atualizado 16/04/2026

Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária, conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.

A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas "alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.

Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria alimentícia".

O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares como primeira autora.

Comportamento multifatorial

Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.

Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a marca ou empresa responsável pelo produto.

Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais dos consumidores.
Assinale a análise CORRETA acerca dos usos dos elementos de coesão na reportagem.
Alternativas
Q4151091 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?

Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens

Por Ivanir Ferreira

09/04/2026, atualizado 16/04/2026

Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária, conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.

A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas "alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.

Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria alimentícia".

O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares como primeira autora.

Comportamento multifatorial

Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.

Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a marca ou empresa responsável pelo produto.

Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais dos consumidores.
Assinale a alternativa que sintetiza a resposta à pergunta realizada no título do texto.
Alternativas
Q4151090 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?

Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens

Por Ivanir Ferreira

09/04/2026, atualizado 16/04/2026

Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária, conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.

A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas "alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.

Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria alimentícia".

O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares como primeira autora.

Comportamento multifatorial

Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.

Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a marca ou empresa responsável pelo produto.

Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais dos consumidores.
Qual efeito de sentido o sinal de pontuação utilizado no título da reportagem produz? 
Alternativas
Q4151089 Português
Texto de apoio (adaptado do trabalho de Endo, 2009): "Paralelo entre Arte rupestre e as Pichações: Tanto a arte rupestre quanto as pichações são artes codificadas próprias de cada tribo e evidencia sua época, uma manifestação visual distinta, porém desenvolvidas com significados simbólicos e culturais para aqueles que faziam ou fazem parte de sua estética e linguagem. A principal característica das duas manifestações não é a contemplação estética, e sim demonstram processos ligados ao mesmo grupo social que transmitem mensagens e códigos cifrados para os que fazem parte do mesmo grupo social." (p. 10). "No Brasil, costuma-se estabelecer uma diferença conceitual entre o grafite e a pichação. [...] O grafite, em princípio, é bem mais elaborado e de maior interesse estético, sendo socialmente aceito como forma de expressão artística contemporânea. A pichação é considerada essencialmente transgressiva, predatória, visualmente agressiva, contribuindo para a degradação da paisagem urbana." (p. 7-8). FONTE: ENDO, Tatiana Sechler. A pintura rupestre da pré-história e o grafite dos novos tempos. São Paulo: CELACC / ECA / USP, 2009. p. 3-4, 7-8, 10. Considerando o paralelo proposto por Endo (2009) entre arte rupestre e pichação, bem como as distinções estabelecidas entre pichação e grafite, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4151088 Português
O músico alagoano Hermeto Pascoal (1936–2025) é reconhecido como uma das maiores contribuições do Brasil para a música mundial. Segundo um artigo sobre sua trajetória: "Hermeto costumava dizer que a teoria musical aprisiona a música, que a música deve ser livre. Isto, podemos atestar ao analisar as harmonias das suas músicas [...] Quem tenta compreender as composições de Hermeto a partir do que é ensinado nos livros de teoria ou mesmo nos diversos cursos de harmonia avançada não consegue entender como Pascoal chegou àquelas composições, cheias de acordes complexos e, para o músico médio, sem sentido lógico em suas progressões". Além disso, "o uso do próprio corpo, da barba, da água, e de objetos não musicais, como bule e panela, para fazer música é algo que intriga e fascina". Considerando a obra de Hermeto Pascoal, sua relação com a tradição musical erudita e popular, e os debates sobre inovação e norma na criação musical, assinale a alternativa CORRETA:  
Alternativas
Q4151077 Português
"O quanto a absorção da virada decolonial, esse 'novo consenso', tem alimentado com nova e extraordinária eficácia, em consonância com a ideologia neoliberal progressista, um antirracismo racialista, identitário e representativo, em uma perspectiva fetichista, ofensiva e defensiva do pertencimento identitário nas esferas institucionais. [...] Nesse processo de esvaziamento e despolitização, as singularidades são convertidas em diferença. E a diferença é incorporada com um valor na arte contemporânea." Fonte: JORDÃO, Fabrícia. Arte contemporânea, virada decolonial e neoliberalismo progressista. ARS, São Paulo, v. 23, 2025. Dossiê Deslocamentos da História e da Crítica de Arte: 1970-2020. Considerando o argumento da autora sobre os limites e riscos da "virada decolonial" nos museus de arte contemporânea, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4151032 Português
O Balé Stagium inovou ao propor uma relação diferente entre a técnica do balé e os temas abordados em suas coreografias. O coreógrafo Décio Otero afirmou: "Em 1971, a criação coreográfica brasileira era uma cópia pálida das fadas e príncipes mal-importados da Europa e dos Estados Unidos, e nossa originalidade foi olhada com espanto." Sobre a relação entre técnica e temática no trabalho do Stagium, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4151031 Português
Durante os anos mais autoritários do regime militar brasileiro, o Balé Stagium desenvolveu estratégias para levar a dança a diferentes públicos e, ao mesmo tempo, driblar a censura. A companhia é considerada ‘a primeira companhia de dança a percorrer todo o Brasil" e "suas apresentações poderiam ocorrer em praças públicas, teatros, igrejas, favelas, escolas ou clubes". Considerando essas informações, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4151029 Português
Järvinen (Revista Brasileira de Estudos em Dança, 2025.2) examina a construção histórica da figura do coreógrafo como autor-gênio individual, vinculando esse processo a hierarquias raciais e de gênero. A autora observa que "a autoria coreográfica distinguiu a dança que era arte da dança que não era arte, ajudando a reforçar hierarquias segundo as quais, apenas a dança artística merecia consideração filosófica (estética)". Sobre essa argumentação, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4151028 Português
O artigo de Hanna Järvinen (Revista Brasileira de Estudos em Dança, 2025.2) discute como certas práticas de dança são classificadas e valorizadas no campo artístico e acadêmico. A autora afirma que "embora todos os tipos de dança sejam 'contemporâneos' no sentido de ocorrerem no aqui e agora, apenas certas práticas artísticas (brancas) são definidas como 'dança contemporânea'". Considerando essa afirmação, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4151015 Português
No Extremo Oriente, a dança também ocupou lugar de destaque nas civilizações da China e do Japão antigos, com funções rituais, religiosas e sociais específicas. Na China antiga, a dança estava presente nas cortes imperiais e em celebrações como colheitas, casamentos e cultos aos deuses. Confúcio fazia com que todos cumprissem antigos ritos dos quais a dança fazia parte, como exemplifica PORTINARI (1989) com a dança em homenagem a Tsao-Chen, deus da comida, executada por mulheres carregando tigelas de arroz. No Japão, segundo os preceitos do xintoísmo, a dança surgiu com o mito de Amaterasu Omikani, a deusa do sol. Após uma briga com o irmão, a deusa escondeu-se em uma caverna, mergulhando o mundo na escuridão e no frio. Os demais deuses, para atraí-la para fora, começaram a dançar em frente à caverna. Curiosa, Amaterasu saiu do esconderijo, riu do ocorrido e o sol voltou a brilhar. Considerando essas informações, assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE as funções da dança na China e no Japão antigos, conforme apresentado no texto.
Alternativas
Q4151012 Português
Ao afirmar que a dança é "a mais antiga" das artes e que "o homem batia os pés e as mãos ritmicamente para aquecer e se comunicar" antes mesmo de polir pedras ou construir utensílios, PORTINARI (1989) estabelece uma relação direta entre a origem da dança e as necessidades fundamentais do ser humano. Considerando os estudos antropológicos e históricos sobre as primeiras manifestações dançadas, assinale a alternativa que melhor interpreta o pensamento do autor. 
Alternativas
Q4150587 Português
A educação contemporânea tem sido marcada por debates acerca da função social da escola, da autoridade docente e da relação entre conhecimento e emancipação humana. Assim, ao se discutir a crise da educação moderna, enfatiza-se a responsabilidade dos adultos pela apresentação do mundo às novas gerações. Nessa premissa, se criticam as práticas educativas que reduzem os estudantes à condição de receptores passivos do conhecimento, defendendo uma educação dialógica. Considerando essas atribuições, assinale a alternativa que mais se aproxima dessa realidade de maneira CORRETA: 
Alternativas
Q4150292 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

Internet: (com adaptações).
No segundo período do sétimo parágrafo do texto CG1A1, a expressão “leva em consideração” tem o mesmo sentido de
Alternativas
Q4150289 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

Internet: (com adaptações).
Sem prejuízo dos sentidos do texto CG1A1 e de sua correção gramatical, o vocábulo “resultante” (segundo parágrafo) poderia ser substituído por
Alternativas
Q4150287 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

Internet: (com adaptações).
Do oitavo e do nono parágrafos do texto CG1A1 depreende-se que
Alternativas
Q4150286 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

Internet: (com adaptações).
De acordo com o texto CG1A1, uma situação preponderante para a dificuldade de inclusão feminina nas áreas de STEM é
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Respostas
1481: E
1482: C
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