"O quanto a absorção da virada decolonial, esse 'novo consenso', tem alimentado com
nova e extraordinária eficácia, em consonância com a ideologia neoliberal progressista, um
antirracismo racialista, identitário e representativo, em uma perspectiva fetichista, ofensiva
e defensiva do pertencimento identitário nas esferas institucionais. [...] Nesse processo de
esvaziamento e despolitização, as singularidades são convertidas em diferença. E a
diferença é incorporada com um valor na arte contemporânea." Fonte: JORDÃO, Fabrícia.
Arte contemporânea, virada decolonial e neoliberalismo progressista. ARS, São Paulo, v.
23, 2025. Dossiê Deslocamentos da História e da Crítica de Arte: 1970-2020. Considerando o
argumento da autora sobre os limites e riscos da "virada decolonial" nos museus de arte
contemporânea, assinale a alternativa CORRETA: