Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Texto 01
Employee Experience, pessoas e tecnologia. Qual o caminho tomar?

Disponível em: https://vocesa.abril.com.br. Acesso em: 27 jul. 2023. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura do texto.
I - A presença das aspas, no primeiro parágrafo, indica o uso de citações diretas.
II - O itálico assinala o uso de estrangeirismos, os quais ocorrem ao longo do texto.
III - A linguagem conotativa é empregada de forma reiterada no decorrer do texto.
IV - O uso de verbos na primeira pessoa marca a presença de subjetividade no texto.
V - O texto, por suas características, apresenta-se como dissertativo-argumentativo.
Estão CORRETAS as afirmativas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
'Empresas já leem nossas mentes e vão saber ainda mais com neurotecnologia', diz pesquisadora
Alguns anos atrás, a ideia de "ameaça à privacidade de pensamento" estava mais para 1984, de George Orwell, e para o terreno da ficção científica distópica.
Para Nita Farahany, professora da Universidade Duke (EUA) que se especializou em pesquisar as consequências das novas tecnologias e suas implicações éticas, essa ameaça já é presente hoje e deve ser levada a sério.
A iraniana-americana lançou neste ano o livro The Battle for your Brain: Defending the Right to Think Freely in the Age of Neurotechnology ("A Batalha pelo seu Cérebro: Defendendo o Direito de Pensar Livremente na Era da Neurotecnologia", em tradução livre, sem edição brasileira).
Mas como é possível ler o nosso cérebro? Bem, de fato ainda não existe — como na ficção — uma supermáquina que entra na cabeça de uma pessoa e entrega uma lista completa de ideias e conceitos.
Na verdade, explica Farahany, as defesas da nossa privacidade de pensamento começaram a ser derrubadas sem a necessidade de examinar diretamente o cérebro.
Isso foi possível com a vasta quantidade de dados pessoais compartilhada em redes sociais e outros apps, que é analisada por algoritmos e depois monetizada.
Hoje as companhias de tecnologia detêm informações importantes sobre nós: quem são nossos amigos, qual conteúdo gera emoção (e, importante, que tipo de emoção), as preferências políticas, em quais produtos clicamos, por onde circulamos ao longo do dia e algumas das transações financeiras.
"Tudo isso está sendo usado por empresas para criar perfis muito precisos sobre quem somos e assim entender nossas preferências e nossos desejos", diz Farahany em entrevista à BBC News Brasil. "É importante as pessoas entenderem que elas já estão em um mundo onde mentes são lidas."
Outra fronteira do nosso funcionamento interno começa a ser explorada com a popularização de smartwatches (relógios inteligentes), que reúnem dados sobre batimento cardíaco, níveis de estresse, qualidade do sono e muito mais.
Mas o avanço da neurotecnologia, com equipamentos em contato direto com a cabeça, leva tudo isso a um novo patamar, com mais dados e mais precisão.
Ela explica que sensores cerebrais são justamente parecidos com sensores de frequência cardíaca encontrados nos smartwatches ou em anéis que medem a temperatura do corpo quando captam atividade elétrica no cérebro.
"E toda vez que você pensa, ou toda vez que sente algo, os neurônios disparam em seu cérebro, emitindo pequenas descargas elétricas. Padrões característicos podem ser usados para tirar conclusões", afirma.
"Por exemplo, se você vê uma propaganda e sente alegria ou estresse ou raiva, tédio, envolvimento... todas essas reações podem ser captadas por meio da atividade elétrica em seu cérebro e decodificadas com a inteligência artificial mais avançada."
Ou seja, esses sinais cerebrais transmitem o que sentimos, observamos, imaginamos ou pensamos.
Farahany afirma que as pessoas precisam compreender e aceitar que o cérebro "não é inteiramente delas".
Essa situação leva a própria filosofia a questionar o conceito de livre arbítrio, ou seja, o poder de um indivíduo de optar por suas ações.
"Imagine que você se proponha no começo da semana a não passar mais de uma hora por dia nas redes sociais. Aí você descobre no final que você gastou quatro horas por dia. O que aconteceu?", pondera a professora de Direito e Filosofia na Duke.
"Se existem algoritmos projetados para te capturar quando você quer se desconectar, se existem notificações quando você fica muito tempo fora do celular, se você quer assistir a só um episódio da série e o próximo começa automaticamente, você usou seu livre arbítrio? São ferramentas e técnicas projetadas para prejudicar aquilo com que você se comprometeu."
'Tecnologia em si raramente é o problema'
Farahany, ao contrário do que se possa pensar, é uma grande entusiasta dos avanços da neurotecnologia.
Ela enumera ao longo de The Battle for Your Brain uma longa lista de contextos em que o monitoramento cerebral poderia melhorar a humanidade e salvar vidas.
"O que eu proponho é um equilíbrio. É tanto uma forma de as pessoas enxergarem os aspectos positivos da tecnologia, mas também de estarem protegidas contra os riscos mais significativos", diz.
"Para chegar lá, é necessário mudar a forma como pensamos a nossa relação com a tecnologia. A tecnologia raramente é o problema. Quase sempre é o mau uso."
"Não se trata de encampar posições absolutas do tipo 'tudo isso é ruim' ou 'tudo isso é ótimo', mas tentar definir quais são as funcionalidades dessa tecnologia para o bem comum e quais são os riscos de uso indevido."
Esses cenários de um futuro não tão distante, no entanto, são complexos, cheios de facas de dois gumes.
A neurotecnologia poderá reduzir o número de acidentes fatais ao acompanhar os graus de desatenção e, principalmente, de fadiga que atingem caminhoneiros e condutores de trem/metrô, por exemplo.
Essa mesma funcionalidade pode ser abusada por uma empresa ou escola em busca da produtividade total, em que momentos de distração de um empregado ou aluno são vigiados, registrados e eventualmente punidos.
Uma pulseira que capta ondas eletromagnéticas enviadas pelo cérebro para movimentar braços e mãos poderá transformar esses impulsos em sinais eletrônicos e tornar experiências digitais ou de realidade virtual muito mais intuitivas e integradas.
E há um potencial ainda mais importante nesse dispositivo: o de detectar os estágios iniciais de uma doença neurodegenerativa. A análise das atividades cerebrais como um todo poderá representar um salto imenso para a medicina e a longevidade.
Por outro lado, escreve Farahany no livro, a mesma pulseira também perceberá "se você está envolvido em uma atividade íntima usando suas mãos em seu quarto".
E todos esses dados nas mãos de governos?
Mas para a professora iraniana-americana a grande preocupação em relação à privacidade individual está em governos de posse de uma gama cada mais ampla de dados pessoais.
Ela relata que o Departamento de Defesa dos EUA financiou uma empresa que desenvolveu um sistema biométrico que combina dados de ondas cerebrais, estados cognitivos, reconhecimento facial, análise das pupilas dos olhos e mudanças na quantidade de suor produzido.
Já na China, uma reportagem de 2018 do jornal South China Morning Post contava que trabalhadores de diversos ramos e integrantes de forças militares do país já usavam monitores de ondas cerebrais para detectar picos emocionais como depressão, ansiedade ou raiva.
Além do uso para melhorar performances e assim o resultado financeiro de empresas, a reportagem dizia que outro objetivo era "manter a estabilidade social" chinesa.
Farahany afirma que, na maioria dos países, as leis sobre privacidade não contemplam explicitamente o direito à privacidade mental.
"Acredito que as Nações Unidas precisam avançar no sentido de reconhecer o que chamo de 'direito à liberdade cognitiva'. Um direito universal que nos direcionaria a uma atualização da privacidade, que diga explicitamente que há direito à privacidade mental, um direito de estar protegido contra interferências na maneira como pensamos e sentimos."
Ela diz que "liberdade de pensamento" é hoje aplicada e entendida como sendo estritamente a respeito de liberdade de religião e de crença.
"Acho que precisamos expandir esse entendimento para haver uma proteção contra a interferência, a manipulação e a punição contra o pensamento."
O problema é que a tecnologia se desenvolve sempre mais rápido que o debate e a aprovação de uma legislação, e empresas e governos se aproveitam dos vazios de legalidade.
"Trata-se realmente de tentar descobrir o quanto antes, e também conforme a tecnologia evolui, quais são seus benefícios e riscos. E depois esclarecer o que está em jogo e desenvolver um regime regulatório que aborde isso. Nem sempre é fácil de fazer", reconhece Farahany.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88jmpl902lo
(ABAURRE, Maria Luiza M. et al. Produção de Texto. Interlocução e Gêneros. Moderna. S. Paulo. Cap.3.)
Analise o que se informa a seguir:
“Este tipo de texto é jornalístico e geralmente aparece no início das colunas. Diferente dos outros textos que compõem um jornal, de caráter informativo, eles são textos opinativos. (...) Para produzir este tipo de texto, inicialmente é necessário conhecer os assuntos que serão abordados no meio de comunicação. Feito isso, faça uma síntese de todo esse conteúdo para que ele seja apresentado para o público leitor. Embora apresente a estrutura básica do texto dissertativo, ele pode não seguir o padrão proposto. Este tipo de texto é subjetivo, mas pode aparecer com aspectos objetivos. (Por: Daniela Diana. Professora de Letras. Equipe Brasil Escola)
As características da informação estão coerentes com gênero discursivo denominado:
A variação linguística é um interessante aspecto da língua portuguesa. Pode ser compreendida por meio das influências históricas e regionais sobre os falares. Tais variações implicam em aspectos diversos, a exemplo da linguagem.
(https://www.portugues.com.br/redacao/variacao-linguistica-lingua-movimento.html)
Nessa dimensão, analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) oi F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.
I - Linguagem é toda forma que o ser humano usa para se comunicar; inclui a língua que, por sua vez, é um sistema convencionado pelos homens e utilizado por grupos.
II - A linguagem não é um simples conteúdo escolar, mas uma atividade humana, histórica e social, portanto, seu estudo deve contribuir para auxiliar a solução de problemas cotidianos, propiciar o acesso aos bens culturais acumulados pela humanidade e familiarizar o aluno com os diferentes gêneros que circulam nos diversos campos de atividade humana (jornalístico-midiático, artístico-literário, campo de atuação na vida pública e das práticas de estudo e pesquisa).
III - As variações acontecem porque o princípio fundamental da língua é a comunicação, então é compreensível que seus falantes façam rearranjos de acordo com suas necessidades comunicativas.
IV - Os diferentes falares devem ser considerados como variações, e não como erros. Quando tratamos as variações como erro, incorremos no preconceito linguístico que associa, erroneamente, a língua ao status.
Arte é palavra derivada do termo latino “ars”, que significa arranjo ou habilidade. A arte pode ser composta pela linguagem não verbal (por meio de imagens, sons, gestos, etc.) ou, ainda, pela linguagem verbal, formada por palavras escritas. Normalmente, a literatura é produzida pela linguagem verbal, cerne das obras literárias, que tem seus períodos representados pelos Movimentos literários ou Escolas Literárias com suas características próprias. Neste sentido, podese entender a noção de arte como um meio de criação, produção de novas técnicas e perspectivas. Há diferentes visões artísticas, mas todas possuem em comum a intenção de, simbolicamente, representar a realidade, sendo assim, resultado de valores, experiências e culturas de um povo em um determinado momento cultural ou contexto histórico.
(https://descomplica.com.br/d/vs/aula/arte-e-literatura-conceitos-iniciais/)
Nessa dimensão, marque a alternativa com informação incorreta.
(https://www.portalsaofrancisco.com.br/sociologia/interdisciplinaridade#) – (Adaptado)
Nessa perspectiva, analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série que pode ser associada coerentemente à “Interdisciplinaridade”.
I - É importante enfatizar que a interdisciplinaridade supõe um eixo integrador, que pode ser o objeto de conhecimento, um projeto de investigação, um plano de intervenção.
II - No sentido que supõe um eixo integrador, a interdisciplinaridade deve partir da necessidade sentida pelas escolas, professores e alunos de explicar, compreender, intervir, mudar, prever, algo que desafia uma disciplina isolada e atrai a atenção de mais de um olhar, talvez vários.
III - Deve-se ressaltar que a interdisciplinaridade tem por objetivo geral embricar as disciplinas para contextualizá-las pedagogicamente.
IV - A interdisciplinaridade é uma interação que pode ir da simples comunicação de ideias à integração mútua dos conceitos diretores da epistemologia, da metodologia, dos procedimentos, dos dados e da organização referentes ao ensino e à pesquisa.
(https://moodle.educacao.rs.gov.br/mod/book/view.php?id=7294&chapterid=1101#)
Nessa dimensão, analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.
I - A comunicação atua de forma transversal nos processos diários da vida, daí entendermos que as mídias têm participação significativa na construção da cultura e da educação, logo, a comunicação é algo indissociável no campo da educação.
II - A presença das mídias ocorre de forma interdisciplinar, surgindo daí a necessidade de uma educação integrada.
III - Na perspectiva de uma educação integrada, deve-se ressaltar sempre a importância da Educomunicação.
IV - A construção partilhada do conhecimento só ocorre mediada por relações dialéticas entre os homens e o mundo, permitindo comprovar que a educação é um processo da comunicação.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pesquisa: 89% de entrevistados que usam app de namoro defendem conversas sobre saúde mental
Uma pesquisa conduzida pelo aplicativo de relacionamentos Bumble indicou que 89% dos entrevistados julgam extremamente importante discutir questões ligadas à saúde mental com potenciais parceiros. O levantamento consultou mais de 3.300 usuários da plataforma no país.
O objetivo da consulta, segundo informações divulgadas pelo Bumble, era investigar o papel do autocuidado e da saúde mental no cenário do namoro.
De acordo com os dados, 55% dos participantes afirmam fazer terapia como prática regular de autocuidado.
O Ministério da Saúde recomenda como práticas para a manutenção da saúde mental, além dos tratamentos terapêuticos adequados:
Não se isolar;
Consultar o médico regularmente;
Manter o físico e o intelectual ativos;
Praticar atividades físicas;
Ter uma alimentação saudável;
Reforçar os laços familiares e de amizades.
Fundado em 2014, o Bumble é um aplicativo de relacionamentos conhecido pelo fato de as mulheres decidirem com quem querem conversar. Na plataforma, uma vez dado match, ou seja, combinado interesse com outro usuário, apenas as mulheres podem iniciar o bate-papo.
Além de encontros românticos, o aplicativo também fornece opções para quem busca amizades (Bumble BFF) e networking profissional (Bumble Bizz).
Segundo a pesquisa, 1 em cada 3 entrevistados diz estar mais aberto a aceitar um segundo encontro se o potencial parceiro falar abertamente sobre temas de saúde mental e terapia no primeiro encontro.
Ainda em relação à importância do autocuidado, as mulheres se mostraram mais preocupadas com a maneira com que os parceiros lidam com essas questões do que os homens: 40% do público feminino entrevistado compartilhou que não está disposto a namorar quem não priorize esses tópicos, contra 27% dos homens.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pesquisa-89-de-entrevistados-queusam-app-de-namoro-defendem-conversas-sobre-saude-mental/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quer ter sucesso? Primeiro, aprenda a falhar, diz professora de Harvard
Quando Sara Blakely, fundadora da marca de roupas modeladoras Spanx, era criança, seu pai fazia uma pergunta incomum a ela e ao irmão durante o jantar: "Como você falhou esta semana?", questionava ele. "Ele nos incentivava a falhar e não ter medo disso", diz ela. "Se não tivéssemos algo para contar a ele naquela semana, ele ficaria desapontado."
Mas a maioria de nós tenta evitar o fracasso e se envergonha quando as coisas dão errado, afirma Amy Edmondson, professora de liderança na Harvard Business School e autora de "Right Kind of Wrong: The Science of Failing Well" (O tipo certo de errado: a ciência de fracassar bem, em tradução livre). Ela descreveu maneiras de processar nossos erros e aprender com eles.
COLOQUE SEU FRACASSO EM CONTEXTO
Quando falhamos, nossos cérebros tendem a "catastrofizar" e "acabamos com a resposta fisiológica e emocional do medo real", diz Edmondson. Mas é possível reenquadrar seus fracassos como experiências de vida necessárias.
Pergunte a si mesmo: "O que eu pretendia fazer? O que realmente aconteceu?"essas perguntas não se tratam de focar em como você "estragou tudo", diz ela. É sobre examinar os fatos de forma imparcial. É possível se redimir ou corrigir o curso? Explorar essas questões pode evitar que você entre em pânico ou exagere o tamanho da sua falha, afirma.
APRENDA A MUDAR DE DIREÇÃO
Em vez de se lamentar depois de um revés, concentre-se no que você pode fazer para seguir em frente ou mudar de direção. Reconheça as maneiras pelas quais você pode conseguir se adaptar, sugere Edmondson. Se, por exemplo, um relacionamento fracassou, você pode experimentar um novo aplicativo de namoro, fazer uma festa de divórcio ou dar um tempo de namorar e se reagrupar. Meça seu sucesso pelo progresso e aprendizado. "Um fracasso é um fim, mas uma mudança de direção olha para frente, em vez de para trás", diz ela.
COMPARTILHE DE FRACASSOS
Humildade e honestidade são dois ingredientes essenciais da mentalidade de "fracassar bem", pontua Edmondson. E compartilhar nossos fracassos com os outros, indica , minimiza a vergonha, incentiva a sinceridade e oferece às pessoas a chance de aprender com os erros uns dos outros.
"Isso normaliza a realidade do fracasso para todos nós e cria uma conexão profunda", diz ela.
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/quer-ter-sucessoprimeiro-aprenda-a-falhar-diz-professora-de-harvard.shtml
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quer ter sucesso? Primeiro, aprenda a falhar, diz professora de Harvard
Quando Sara Blakely, fundadora da marca de roupas modeladoras Spanx, era criança, seu pai fazia uma pergunta incomum a ela e ao irmão durante o jantar: "Como você falhou esta semana?", questionava ele. "Ele nos incentivava a falhar e não ter medo disso", diz ela. "Se não tivéssemos algo para contar a ele naquela semana, ele ficaria desapontado."
Mas a maioria de nós tenta evitar o fracasso e se envergonha quando as coisas dão errado, afirma Amy Edmondson, professora de liderança na Harvard Business School e autora de "Right Kind of Wrong: The Science of Failing Well" (O tipo certo de errado: a ciência de fracassar bem, em tradução livre). Ela descreveu maneiras de processar nossos erros e aprender com eles.
COLOQUE SEU FRACASSO EM CONTEXTO
Quando falhamos, nossos cérebros tendem a "catastrofizar" e "acabamos com a resposta fisiológica e emocional do medo real", diz Edmondson. Mas é possível reenquadrar seus fracassos como experiências de vida necessárias.
Pergunte a si mesmo: "O que eu pretendia fazer? O que realmente aconteceu?"essas perguntas não se tratam de focar em como você "estragou tudo", diz ela. É sobre examinar os fatos de forma imparcial. É possível se redimir ou corrigir o curso? Explorar essas questões pode evitar que você entre em pânico ou exagere o tamanho da sua falha, afirma.
APRENDA A MUDAR DE DIREÇÃO
Em vez de se lamentar depois de um revés, concentre-se no que você pode fazer para seguir em frente ou mudar de direção. Reconheça as maneiras pelas quais você pode conseguir se adaptar, sugere Edmondson. Se, por exemplo, um relacionamento fracassou, você pode experimentar um novo aplicativo de namoro, fazer uma festa de divórcio ou dar um tempo de namorar e se reagrupar. Meça seu sucesso pelo progresso e aprendizado. "Um fracasso é um fim, mas uma mudança de direção olha para frente, em vez de para trás", diz ela.
COMPARTILHE DE FRACASSOS
Humildade e honestidade são dois ingredientes essenciais da mentalidade de "fracassar bem", pontua Edmondson. E compartilhar nossos fracassos com os outros, indica , minimiza a vergonha, incentiva a sinceridade e oferece às pessoas a chance de aprender com os erros uns dos outros.
"Isso normaliza a realidade do fracasso para todos nós e cria uma conexão profunda", diz ela.
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/quer-ter-sucessoprimeiro-aprenda-a-falhar-diz-professora-de-harvard.shtml
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Dengue se tornará ameaça aos EUA, Europa e África, diz OMS
Doença tem sido um flagelo em grande parte da Ásia e da América Latina, causando cerca de 20 mil mortes por ano.
A dengue se tornará uma grande ameaça no sul dos Estados Unidos, no sul da Europa e em novas partes da África nesta década, disse um especialista da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma vez que as temperaturas mais altas criam as condições para que os mosquitos transmissores da infecção se espalhem.
A doença tem sido um flagelo em grande parte da Ásia e da América Latina, causando cerca de 20 mil mortes por ano. As taxas da doença já têm aumentado oito vezes em todo o mundo desde 2000, impulsionadas em grande parte pelas mudanças climáticas, bem como pelo aumento da movimentação de pessoas e da urbanização.
Muitos casos não são registrados, mas em 2022 foram notificados 4,2 milhões de casos em todo o mundo e as autoridades de saúde pública alertaram que são esperados níveis quase recordes de transmissão neste ano. Bangladesh está passando atualmente pelo pior surto de todos os tempos, com mais de 1.000 mortes.
Precisamos falar muito mais proativamente sobre a dengue", disse Jeremy Farrar, especialista em doenças infecciosas que entrou para a OMS em maio deste ano, à Reuters. "Precisamos realmente preparar os países para lidar com a pressão adicional que virá... no futuro, em muitas cidades grandes."
Farrar disse que é provável que a infecção "decole" e se torne endêmica em partes dos EUA, Europa e África — todas as regiões onde já houve alguma transmissão local limitada — à medida que o aquecimento global torna novas áreas hospitaleiras para os mosquitos que a transmitem. Isso exercerá uma pressão aguda sobre os sistemas hospitalares em muitos países, alertou ele.
"O atendimento clínico é realmente intensivo e exige uma alta proporção de enfermeiros por paciente", disse. "Eu realmente me preocupo quando isso se tornar um grande problema na África Subsaariana."
A maioria das pessoas que contrai dengue não apresenta sintomas, o que significa que se acredita que as taxas de casos sejam muito mais altas do que os números relatados. Aqueles que apresentam podem ter febre, espasmos musculares e dores nas articulações tão fortes conhecidas como "febre de quebrar os ossos". Em casos graves − menos de 1% − pode ser fatal.
Não há tratamento específico para a dengue, embora haja uma vacina disponível. No início desta semana, a OMS recomendou a vacina Qdenga, da Takeda Pharmaceuticals, para crianças de 6 a 16 anos em áreas onde a infecção é um problema significativo de saúde pública.
Preparar novas regiões do mundo para lidar com a dengue significa garantir que quaisquer fundos de saúde pública sejam gastos nas áreas certas, disse Farrar, inclusive na melhor maneira de controlar o mosquito.
"Precisamos combinar diferentes setores que não estão acostumados a trabalhar juntos", disse ele.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dengue-se-tornara-ameaca -aos-eua-europa-e-africa-diz-oms/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A primeira multa por lixo espacial da história dos EUA
Pela primeira vez, o governo dos EUA multou uma empresa por deixar lixo espacial orbitando em torno da Terra.
A comissão de comunicações do governo americano (FCC) multou a Dish Network em US$ 150 mil (ou R$ 750 mil) por não deslocar um satélite antigo para longe de outros satélites em uso.
A empresa admitiu responsabilidade por seu satélite EchoStar-7 e concordou com um "plano de conformidade" junto à FCC.
O lixo espacial é composto por pedaços de dispositivos que estão em órbita ao redor da Terra, mas não estão mais em uso e trazem risco de colisões.
Isso inclui elementos como satélites antigos e partes de naves espaciais.
A FCC disse que o satélite da Dish representava um risco potencial para outros satélites que orbitam a Terra.
A Dish deveria ter movido o satélite para 300 km mais longe da Terra, mas no final de sua vida, em 2022, o moveu apenas 122 km após ficar sem combustível.
"À medida que as operações de satélite se tornam mais frequentes e a economia espacial acelera, precisamos ter certeza de que os operadores cumprem os seus compromissos", disse o chefe do departamento de fiscalização da FCC, Loyaan Egal.
"Este é um acordo inovador, que deixa muito claro que a FCC tem forte autoridade de fiscalização e capacidade para fazer cumprir suas regras de vital importância sobre detritos espaciais."
A multa de US$ 150 mil (R$ 750 mil) representa uma pequena proporção da receita geral da Dish, que foi de US$ 16,7 bilhões (R$ 86 bilhões) em 2022.
No entanto, a multa ainda pode ter impacto sobre outros operadores de satélite, de acordo com Megan Argo, professora de astrofísica na Universidade de Central Lancashire.
"O fato de terem usado seus poderes de regulamentação pela primeira vez certamente fará com que o resto da indústria preste atenção", disse Argo.
"Por que usar uma vez significa que provavelmente usarão novamente."
Estima-se que mais de 10 mil satélites tenham sido lançados no espaço desde o primeiro em 1957, sendo que mais de metade deles estão atualmente sem uso.
Segundo a Nasa, existem mais de 25 mil detritos espaciais com mais de 10 cm de comprimento.
O chefe da Nasa, Bill Nelson, disse à BBC em julho que o lixo espacial era um "grande problema", o que fez com que a Estação Espacial Internacional fosse retirada do caminho dos destroços que passavam.
"Mesmo uma lasca de tinta vindo na direção errada à velocidade orbital, que é de 28 mil km/h, [poderia] atingir um astronauta durante uma caminhada espacial. Isso pode ser fatal", disse ele.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3dvz37le5o
Leia com atenção as colunas abaixo:
Coluna 01
(__)Muitos brasileiros sofrem com patologias do fígado.
(__)Os países ao sul da Europa são conhecidos por serem regiões de ilhas.
(__)Todos exército tem as suas armas de guerra.
(__)As águas que nós consumimos são sem sabor.
Coluna 02
I.Bélicas.
II.Insulares.
III.Insípidas.
IV.Hepáticas.
Correlacione as colunas lidas e assinale a alternativa com a sequência correta da coluna 01:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Relógio no valor de R$ 1,2 milhão bate recorde por ter 12 meteoritos em mostrador
Pode se dizer que o relógio criado pela Les Ateliers Louis Moinet S.A., da Suíça, não é desse planeta. Ou pelo menos, partes deles não são. Neste ano, a criação da relojoaria ganhou o "Guinness World Record" de maior número de inserções de meteoritos em um relógio.
Segundo o "Guinness", o relógio, batizado de Cosmópolis, tem 12 meteoritos — fragmentos raros de rocha ou metal que caem do espaço para a Terra — presos ao seu mostrador, incluindo um vindo de Marte e outro da Lua. O mostrador representa uma galáxia no espaço.
O design final é composto por uma caixa de ouro rosa de 18 quilates com um diâmetro de quarenta milímetros e presa por uma pulseira preta. O "Guinness" explica que cada meteorito apresentou um desafio único devido às diferenças de fragilidade para evitar qualquer perda durante o processo de corte.
O especialista Daniel Haas cortou e moldou cuidadosamente cada um dos doze discos de meteoritos para atender às restrições técnicas. O CEO e diretor criativo Jean-Marie Schaller explicou que cada um deles foi meticulosamente colocado para melhor exibir e contrastar entre si.
O denominado "Dhofat 461", um raro espécime de meteorito lunar, foi colocado no centro do mostrador. Os outros foram imaginados por Schaller como "pequenos pedestais projetados para elevá-los, criando um arranjo misterioso no mostrador".
Les Ateliers Louis Moinet S.A. afirma que valor do relógio está em todo de 201.325 libras (aproximadamente R$ 1,2 milhão)
O site do "Guinness" conta que o nome da empresa vem de Louis Moinet, um famoso relojoeiro e inventor do cronógrafo. Ele também era um astrônomo ávido além de ser apaixonado por relógios, paixões compartilhadas com Schaller.
Para chegar a esse recorde, Schaller usou suas conexões com caçadores de meteoritos, especialistas conhecidos mundialmente, como Luc Labenne e Bruno Fectay. Além disso, a GMS Créations SARL, empresa especializada na venda de pedras e materiais preciosos, ajudou na aquisição dos meteoritos.
O "Guinness" conta que para verificar os meteoritos, cada um é autenticado por um certificado emitido por caçadores de meteoritos que fazem parte da Meteoritical Society.
"Para nós, alcançar o título do 'Guinness World Records' é um reconhecimento excepcional da nossa dedicação à relojoaria inovadora e à expansão dos limites da criatividade. É o culminar de anos de trabalho árduo e colaboração com parceiros excepcionais", afirmou Schaller.
Ele espera exibir o relógio recorde em algum museu para servir como um símbolo de inovação e artesanato.
https://www.cnnbrasil.com.br/lifestyle/relogio-no-valor-de-r-12-milhao -bate-recorde-por-ter-12-meteoritos-em-mostrador/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Dengue se tornará ameaça aos EUA, Europa e África, diz OMS
Doença tem sido um flagelo em grande parte da Ásia e da América Latina, causando cerca de 20 mil mortes por ano.
A dengue se tornará uma grande ameaça no sul dos Estados Unidos, no sul da Europa e em novas partes da África nesta década, disse um especialista da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma vez que as temperaturas mais altas criam as condições para que os mosquitos transmissores da infecção se espalhem.
A doença tem sido um flagelo em grande parte da Ásia e da América Latina, causando cerca de 20 mil mortes por ano. As taxas da doença já têm aumentado oito vezes em todo o mundo desde 2000, impulsionadas em grande parte pelas mudanças climáticas, bem como pelo aumento da movimentação de pessoas e da urbanização.
Muitos casos não são registrados, mas em 2022 foram notificados 4,2 milhões de casos em todo o mundo e as autoridades de saúde pública alertaram que são esperados níveis quase recordes de transmissão neste ano. Bangladesh está passando atualmente pelo pior surto de todos os tempos, com mais de 1.000 mortes.
"Precisamos falar muito mais proativamente sobre a dengue", disse Jeremy Farrar, especialista em doenças infecciosas que entrou para a OMS em maio deste ano, à Reuters. "Precisamos realmente preparar os países para lidar com a pressão adicional que virá... no futuro, em muitas cidades grandes."
Farrar disse que é provável que a infecção "decole" e se torne endêmica em partes dos EUA, Europa e África — todas as regiões onde já houve alguma transmissão local limitada — à medida que o aquecimento global torna novas áreas hospitaleiras para os mosquitos que a transmitem. Isso exercerá uma pressão aguda sobre os sistemas hospitalares em muitos países, alertou ele.
"O atendimento clínico é realmente intensivo e exige uma alta proporção de enfermeiros por paciente", disse. "Eu realmente me preocupo quando isso se tornar um grande problema na África Subsaariana."
A maioria das pessoas que contrai dengue não apresenta sintomas, o que significa que se acredita que as taxas de casos sejam muito mais altas do que os números relatados. Aqueles que apresentam podem ter febre, espasmos musculares e dores nas articulações tão fortes conhecidas como "febre de quebrar os ossos". Em casos graves − menos de 1% − pode ser fatal.
Não há tratamento específico para a dengue, embora haja uma vacina disponível. No início desta semana, a OMS recomendou a vacina Qdenga, da Takeda Pharmaceuticals, para crianças de 6 a 16 anos em áreas onde a infecção é um problema significativo de saúde pública.
Preparar novas regiões do mundo para lidar com a dengue significa garantir que quaisquer fundos de saúde pública sejam gastos nas áreas certas, disse Farrar, inclusive na melhor maneira de controlar o mosquito.
"Precisamos combinar diferentes setores que não estão acostumados a trabalhar juntos", disse ele.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dengue-se-tornara-ameaca -aos-eua-europa-e-africa-diz-oms/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Economista especialista em disparidade de gênero ganha Nobel de Economia
A historiadora econômica norte-americana Claudia Goldin ganhou o prêmio Nobel de Economia de 2023 por seu trabalho que examina a desigualdade salarial entre homens e mulheres, informou a Academia Real de Ciências da Suécia nesta segunda-feira (9).
Em 2022, aos 76 anos, Goldin foi reconhecida pela Forbes como uma das mulheres mais bem-sucedidas na maturidade, figurando na lista 50 Over 50.
O prestigioso prêmio Nobel, formalmente conhecido como Prêmio Sveriges Riksbank em Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel, é o último da safra de prêmios deste ano e vale 11 milhões de coroas suecas, ou pouco menos de US$ 1 milhão.
"A laureada deste ano em Ciências Econômicas, Claudia Goldin, forneceu o primeiro relato abrangente dos ganhos e da participação das mulheres no mercado de trabalho ao longo dos séculos", disse o órgão que concedeu o prêmio em um comunicado.
"Sua pesquisa revela as causas da mudança, bem como as principais fontes da disparidade de gênero remanescente."
O prêmio de Economia é a última parcela da safra de Nobéis deste ano, que viu prêmios serem concedidos a descobertas de vacinas contra a Covid-19, instantâneos atômicos e "pontos quânticos", bem como a um dramaturgo norueguês e uma ativista iraniana.
Goldin, que em 1990 se tornou a primeira mulher a ser titular do Departamento de Economia de Harvard, é apenas a terceira mulher a ganhar o prêmio Nobel de Economia.
"Ela ficou surpresa e muito, muito feliz", disse Hans Ellegren, secretário-geral da Academia Real Sueca de Ciências.
O livro de Goldin de 1990, "Understanding the Gender Gap: An Economic History of American Women" ("Entendendo a Disparidade de Gênero: Uma História Econômica das Mulheres Norte-Americanas", em tradução livre), foi um exame extremamente influente das raízes da desigualdade salarial.
Em seguida, ela realizou estudos sobre o impacto da pílula anticoncepcional nas decisões de carreira e casamento das mulheres, sobre o sobrenome das mulheres após o casamento como indicador social e sobre os motivos pelos quais as mulheres são hoje a maioria dos estudantes de graduação.
"As descobertas de Claudia Goldin têm vastas implicações sociais", disse Randi Hjalmarsson, membro do comitê do Prêmio de Economia. "Ao finalmente entender o problema e chamá-lo pelo nome certo, poderemos pavimentar um caminho melhor para o futuro."
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2023/10/economista-especialista-em-disparidade-de-genero-ganha-nobel-de-economia/

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III - A linguagem conotativa é empregada de forma reiterada no decorrer do texto.
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Estão CORRETAS as afirmativas