Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3572290 Português

Texto 04



Disponível em: https://www.pensador.com/frase/NDE1/. Acesso em: 27 jul. 2023. 

De acordo com o texto 04, é CORRETO afirmar que 
Alternativas
Q3572286 Português

Texto 02



Disponível em: http://bichinhosdejardim.com/page/4/. Acesso em: 27 jul. 2023.

O ditado popular que se relaciona ao texto tendo em vista, inclusive, a fala final da personagem é 
Alternativas
Q3572285 Português

Texto 02



Disponível em: http://bichinhosdejardim.com/page/4/. Acesso em: 27 jul. 2023.

Tendo em vista o contexto em que foi empregada, infere-se que a palavra workaholics foi usada com significado de 
Alternativas
Q3572284 Português

Texto 01


Com quem você quer trabalhar? 


A alternativa em que se verifica que o verbo ter poderia ser substituído pelo verbo haver é 
Alternativas
Q3572283 Português

Texto 01


Com quem você quer trabalhar? 


Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto 01.

I - O sentimento que se tem sobre o trabalho depende tanto das relações interpessoais que nele se desenvolvem quanto da função que nele se exerce.
II - Os profissionais, normalmente, preocupam-se mais com o tipo de trabalho que irão realizar.
III - As consequências negativas da pandemia para as relações interpessoais no ambiente de trabalho são claramente observadas no período pós-pandemia.
IV - Os futuros profissionais, de uma forma geral, traçam, prioritariamente, os perfis das pessoas com quem gostariam de trabalhar.
V - As amizades no ambiente de trabalho não são bem-vindas, uma vez que provocam distrações que interferem negativamente na produtividade.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3572192 Português

A função social da escola é fornecer educação e instrução formal para os alunos, permitindo que eles desenvolvam habilidades e conhecimentos que serão úteis para suas vidas pessoais e profissionais. Além disso, a escola tem um papel importante na socialização dos alunos, ensinando-lhes valores éticos e morais, e preparando-os para participar da sociedade de forma ativa e consciente. A escola também tem como função social promover a igualdade de oportunidades, oferecendo um ensino de qualidade para todos os alunos, independentemente de sua origem social ou econômica. Dessa forma, a escola contribui para a redução das desigualdades sociais e para ______.



(Entenda qual é a função social da escola no desenvolvimento dos alunos - Inspira Rede de Educadores (redeinspiraeducadores.com.br)) − (Adaptado)



Marque a alternativa com a expressão coerente para completar o enunciado.

Alternativas
Q3572188 Português

Segundo a Dra. Maristela, os problemas neurológicos mais comuns entre crianças e adolescentes na escola são: dislexia, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), déficit de processamento auditivo (DPA) e as chamadas discalculias − que interferem na capacidade de calcular e no raciocínio lógico da criança. (...) − (Dra. Maristela. Médica Neurologista)



(https://www.hcor.com.br/imprensa/noticias/problemas-de -aprendizagem-e-baixo-rendimento-escolar-podem-ser -indicio-de-problemas-neurologicos/).



Nessa dimensão, analise as assertivas com o código V (Verdadeiro) ou F (Falso):



(__)Dificuldade de concentração, hiperatividade ou verdadeiros bloqueios na hora de aprender. Para muitos pais e professores, problemas como esses podem ser solucionados apenas com empenho e disciplina por parte da criança.


(__)Nem sempre todos esses fatores são gerados apenas por preguiça, vontade de fazer bagunça ou falta de interesse nas aulas. "Alguns desses comportamentos podem estar associados a doenças neurológicas que prejudicam o desempenho escolar e trazem prejuízos à vida adulta, caso não sejam tratadas o quanto antes".


(__)Cada um desses distúrbios aparece em diferentes intensidades. Quanto mais sutis, mais difíceis de ser identificados.


(__)Com a devida orientação, pais e professores podem aprender a detectá-los, ajudar o desenvolvimento de crianças e adolescentes, durante o ano letivo, e evitar estigmas".



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:

Alternativas
Q3572175 Português

Observe os excertos abaixo:


Excerto I.Novos desafios se colocam para a escola, pois, a mesma tem que incluir digitalmente os alunos, entretanto, ela precisa valer-se desses recursos e, na medida de suas possibilidades, submetê-los aos seus propósitos educativos. Há que se considerar que a multiplicação dos meios de comunicação e informação nas sociedades de mercado em que vivemos contribui fortemente para disseminar entre as crianças, jovens e população, em geral, o excessivo apelo ao consumo e uma visão de mundo fragmentada, que induz à banalização dos acontecimentos e à indiferença quanto aos problemas humanos e sociais.


Excerto II. É importante que a escola contribua para transformar os alunos em consumidores críticos dos produtos oferecidos por esses meios, ao mesmo tempo em que se vale dos recursos midiáticos como instrumentos relevantes no processo de aprendizagem, o que também pode favorecer o diálogo e a comunicação entre professores e alunos.


Fonte: Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013.



Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3572120 Português

Texto 04


T04.png (704×148)


Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia Completa. São Paulo: Nova Aguilar, 2002. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto 04.

I - A simplicidade da linguagem do poema reforça a ideia da vida simples do passado que é retratada.
II - A afirmação de que as “cartas custavam a chegar” expressa uma crítica dessa forma de comunicação comparada à rapidez das formas existentes hoje.
III - Os medos e os perigos, “no mundo antigo”, não eram significativos, em comparação ao mundo moderno.
IV - A passagem “nem sempre podia usar vestido novo” revela uma nítida valorização dos bens materiais.
V - A vida em contato e em harmonia com a natureza ficou no passado, e hoje se encontram guardadas na memória.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3572064 Português

Mais do que endorfina: como a atividade física pode alavancar sua carreira


Pesquisas sugerem que a atividade física, especialmente quando praticada pela manhã, está relacionada ao bem-estar, à felicidade e a melhores relações interpessoais. Exercitar-se no início do dia também traz benefícios voltados para a carreira, como aumento da produtividade, da satisfação no trabalho e até do salário, e, consequentemente, menores chances de deixar o emprego.

O poder da atividade física

É importante começar sabendo que fazer exercício, não importa a hora do dia, traz efeitos positivos. A atividade física reduz a depressão e a ansiedade e aumenta níveis de felicidade e bem-estar. Quanto mais você se exercitar, mais feliz vai se sentir, de acordo com um estudo da Universidade de Michigan. Mesmo pequenas sessões de exercício tiveram consequências positivas.

Independentemente da sua idade, o exercício vai te fazer bem. Ele aumentou a felicidade de alunos do Ensino Médio, de acordo com um estudo da West Virginia University. E melhorou a motivação, a cognição e a memória de idosos, segundo uma pesquisa da Universidade de Iowa.

Aumente sua produtividade e desempenho

O exercício matinal gera os efeitos mais significativos. Pessoas que se exercitavam de manhã tinham 129% mais probabilidade de se sentirem produtivas − 69% relataram que eram produtivas no trabalho, em comparação com 61% dos praticantes de exercícios noturnos que disseram o mesmo −, de acordo com dados da companhia norte-americana de bicicletas elétricas Velotric Bike de 2023.

Além disso, aqueles que praticavam exercício pela manhã tinham maior probabilidade de estarem satisfeitos com seus trabalhos − 73%, contra 61% para os que faziam à noite. Com uma lógica parecida, os que se exercitavam durante a noite também eram 46% mais propensos a considerar deixar seus empregos nos próximos seis meses.

Os dados da Velotric também mostraram que quem fazia exercício de manhã tinha uma probabilidade 44% maior de ocupar cargos gerenciais e uma renda superior à dos que se exercitavam em outros horários do dia. Além disso, 53% dos que praticam exercício pela manhã receberam um aumento no último ano, em comparação com 44% dos que se exercitam à noite.

Produtividade, realização e satisfação estão frequentemente relacionadas com motivação, esforço e energia, e parece que a corrida é um esporte com potencial de promover esses fatores. Correr melhora o humor e a função cognitiva, com base em um estudo da Universidade de Tsukuba, no Japão, e publicado pela revista científica Nature. Ou seja, esse esporte cria sentimentos de positividade e felicidade, segundo pesquisas da Universidade de Montreal, do Canadá.

Menos estresse, mais bem-estar

As pessoas que se exercitam pela manhã também têm mais benefícios em diversos medidores de bem-estar, com 73% dos praticantes relatando saúde e bem-estar geral, em comparação com 60% que sentiam o mesmo e se exercitam em outros horários do dia. O primeiro grupo também tende a se sentir melhor em relação ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional − 47% em comparação com 37% -, segundo a pesquisa da Velotric.


Os praticantes de exercícios no começo do dia também disseram que sentiram menos estresse no trabalho − 42% relataram baixos níveis de estresse, em comparação com 34% dos que se exercitam à noite. E os treinos matinais também foram associados a mais saúde mental e maiores níveis de motivação e energia.

Conheça pessoas

Uma das melhores maneiras de criar e manter uma vida feliz é através de relacionamentos fortes com familiares, amigos e colegas de trabalho − e praticar exercícios também está relacionado a criar vínculos positivos com outras pessoas. 75% dos que se exercitavam pela manhã relataram ter um ótimo relacionamento com a família e amigos, em comparação com 68% das pessoas que faziam exercícios à noite. O primeiro grupo também tem melhores relacionamentos românticos (65% em comparação com 55%) e vidas sexuais (58% em comparação com 46%), segundo a Velotric.

As pessoas tendem a sentir maior alegria quando se envolvem em atividades que compartilham com outras, de acordo com um estudo publicado pela Associação Americana de Psicologia. Suar com um amigo contribui para essa felicidade.

A amizade também tem um efeito reforçador para o exercício. Aqueles que treinam juntos têm 45% mais probabilidade de continuar sua rotina de exercícios e 63% mais chance de manter essa atividade física por 12 meses ou mais, de acordo com dados do aplicativo de atividades fitness ClassPass.

Os dados são convincentes: o exercício faz a diferença em tudo, da produtividade ao salário, bem-estar e os relacionamentos.


https://forbes.com.br/carreira/2023/10/felicidade-produtividade-e-bem-e star-o-poder-da-atividade-fisica-na-carreira/

De acordo com a pesquisa da Velotric, quais são os benefícios adicionais relatados pelas pessoas que se exercitam pela manhã em comparação com as que se exercitam em outros horários do dia? 

Alternativas
Q3571976 Português
Leia o texto para responder a questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


        “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

        Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

         A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

      Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

      Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

       E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

     Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

      E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

     Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

       Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

       Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

     Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/ 
“Matar dois coelhos” é uma expressão 
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Q3571939 Português
Cortar completamente carne e laticínios faz bem à saúde? O que diz a ciência


Mais e mais pessoas estão comendo refeições vegetarianas e veganas — e parte do motivo é que isso é visto como mais saudável. A BBC buscou as evidências sobre o impacto na saúde.

O número de pessoas que diminuíram o consumo de carnes e laticínios ou cortaram completamente esses alimentos de suas dietas tem aumentado na última década.

Em 2018, segundo o Ibope, 30 milhões de brasileiros não comiam nenhuma carne — em áreas metropolitanas, o percentual de brasileiros vegetarianos havia saltado de 8%, em 2012, para 16% em 2018, segundo o instituto. Já no Reino Unido, segundo pesquisa da The Vegan Society, o número de veganos quadruplicou entre 2006 e 2018.

Uma motivação comum para quem decide deixar o bife para trás são os benefícios à saúde. A dieta vegana é geralmente considerada mais rica em fibras e tem índices menores de colesterol, proteínas, cálcio e sal do que a dieta onívora.

Mas ainda existem conceitos equivocados e a eliminação completa de carne, peixe, ovos e laticínios de nossas dietas gera preocupações.

Uma delas é se uma dieta vegana fornece vitamina B12 suficiente. Essa vitamina ajuda a prevenir danos no sistema nervoso e é encontrada em carnes, peixes, ovos e laticínios, mas não em frutas ou vegetais.

Recomenda-se que os adultos consumam 1,5 microgramas de vitamina B12 por dia.

"A deficiência de B12 pode levar a sintomas neurológicos irreversíveis se a deficiência se prolongar muito", diz Janet Cade, do Grupo de Epidemiologia Nutricional da Escola de Ciência e Nutrição Alimentar da Universidade de Leeds, no Reino Unido.

Um estudo recente com 48 mil pessoas com mais de 18 anos comparou a saúde de quem come carne, pescetarianos (aqueles que comem peixes, ovos e laticínios, mas não carne de outros animais) e vegetarianos, incluindo alguns veganos (aqueles que não consomem nenhum tipo de carne, nem produtos derivados de animais, como mel, leite, gelatina ou ovos).

Eles descobriram que as pessoas com dietas veganas e vegetarianas têm menor risco de doença cardíaca, mas maior risco de derrame, em parte, possivelmente, devido à falta de vitamina B12.

Os pesquisadores descobriram que aqueles que não comiam carne registraram 10 casos a menos de doenças cardíacas e três derrames a mais a cada mil pessoas, em comparação com carnívoros.



Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/02/23/cortar-complet amente-carne-e-laticinios-faz-bem-a-saude-o-que-diz-a-ciencia.ghtml. Acesso em 26.10.2023
Leia a afirmações a seguir a respeito do uso de pronomes no texto como recurso coesivo e assinale a afirmativa correta em relação a elas:

I.Na sentença "Uma delas é se uma dieta vegana fornece vitamina B12 suficiente." (5º parágrafo) - as palavras sublinhadas retomam a palavra PREOCUPAÇÕES (4º parágrafo).

II.Também no quarto parágrafo, a expressão ESSA VITAMINA - "Essa vitamina ajuda a prevenir danos no sistema nervoso [...]" - refere-se à vitamina B12.

III.No trecho "Eles descobriram que as pessoas com dietas veganas e vegetarianas têm menor risco de doença cardíaca [...]." (9º parágrafo), o pronome ELES refere-se aos pesquisadores do Grupo de Epidemiologia Nutricional da Escola de Ciência e Nutrição Alimentar da Universidade de Leeds.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3571377 Português

Leia com atenção o texto a seguir:



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O texto acima é um exemplo de anúncio classificado. Qual é o tipo do texto lido?

Alternativas
Q3571376 Português

Animais podem dar à luz gêmeos?



Pergunte a qualquer pessoa com filhos: receber um novo bebê na família é emocionante, mas dá muito trabalho. E quando a nova adição é um par de bebês — gêmeos — os pais realmente têm muito trabalho.


Para muitas espécies animais é normal ter vários bebês ao mesmo tempo. Uma ninhada de leitões pode ter até 11 ou mais filhotes.


Somos membros do corpo docente da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Estadual do Mississippi. Estivemos presentes no nascimento de muitos cachorrinhos e gatinhos ao longo dos anos — e as mães dos animais quase sempre dão à luz múltiplos bebês.


Mas todos aqueles irmãos que compartilham o mesmo aniversário são gêmeos?


Gêmeos idênticos e fraternos


Gêmeos são definidos como dois filhos da mesma gravidez.


Eles podem ser idênticos, o que significa que um único espermatozoide fertilizou um único óvulo que se dividiu em duas células separadas, que se tornaram dois bebês idênticos. Eles compartilham o mesmo DNA e é por isso que os dois gêmeos são quase indistinguíveis um do outro.


Gêmeos também podem ser fraternos. Isso acontece quando dois óvulos separados são fertilizados individualmente ao mesmo tempo. Cada gêmeo tem seu próprio conjunto de genes da mãe e do pai. Um pode ser homem e outro pode ser mulher. Gêmeos fraternos são basicamente tão semelhantes quanto qualquer conjunto de irmãos.


Aproximadamente 3% das gestações humanas nos Estados Unidos produzem gêmeos. A maioria deles são fraternos — aproximadamente um em cada três pares de gêmeos é idêntico.


Cada tipo de animal tem seu próprio número padrão de filhotes por nascimento. As pessoas tendem a saber mais sobre as espécies domesticadas que são mantidas como animais de estimação ou de fazenda.


Um estudo que pesquisou o tamanho de mais de 10 mil ninhadas entre cães de raça pura descobriu que o número médio de filhotes variava de acordo com o tamanho da raça do cão. Cães de raças miniatura — como chihuahuas e poodles toy, geralmente pesando menos de 4,5 quilos — tinham em média 3,5 filhotes por ninhada.


Cães de raças gigantes — como mastins e grandes dinamarqueses, normalmente com mais de 45 quilos — tinham em média mais de sete filhotes por ninhada.


Quando uma ninhada de cães, por exemplo, consiste em apenas dois filhotes, as pessoas tendem a se referir aos dois filhotes como gêmeos. Gêmeos são o resultado da gravidez mais comum em cabras, embora as mães cabras também possam dar à luz um único filho ou ninhadas maiores. As ovelhas frequentemente têm gêmeos, mas cordeiros nascidos únicos são mais comuns.


Cavalos, que ficam prenhes de 11 a 12 meses, e vacas, que ficam prenhes de nove a 10 meses, tendem a ter apenas um potro ou bezerro por vez — mas podem ocorrer gêmeos. Veterinários e pecuaristas há muito acreditam que seria financeiramente benéfico encorajar a concepção de gêmeos em bovinos leiteiros e de corte. Basicamente, o agricultor receberia dois bezerros pelo preço de uma gestação.


Mas gêmeos em bovinos podem resultar em complicações no parto para a vaca e bezerros subdimensionados, com taxas de sobrevivência reduzidas. Riscos semelhantes surgem com gestações de gêmeos em cavalos, que tendem a levar ao nascimento de potros fracos e a complicações na gravidez que podem prejudicar a égua.


Resposta no DNA


Portanto, muitos animais podem dar à luz gêmeos. Uma questão mais complicada é se dois bebês animais nascidos juntos são gêmeos idênticos ou fraternos.


Cachorras e gatas ovulam vários óvulos ao mesmo tempo. A fertilização de óvulos individuais por espermatozoides distintos de um macho produz múltiplos embriões. Esse processo resulta em cachorrinhos ou gatinhos fraternos não-idênticos, embora possam parecer muito iguais.


Os biólogos acreditam que gêmeos idênticos na maioria dos animais são muito raros. A parte complicada é que muitos irmãos animais são muito, muito semelhantes e os pesquisadores precisam fazer um teste de DNA para confirmar se dois animais compartilham de fato todos os seus genes.


Apenas um caso documentado de cães gêmeos idênticos foi confirmado por testes de DNA. Mas ninguém sabe ao certo com que frequência os óvulos fertilizados de animais se dividem e se transformam em bebês gêmeos idênticos.


E a reprodução é diferente em vários animais. Por exemplo, tatus-galinha normalmente dão à luz quadrigêmeos idênticos. Depois que a mãe tatu libera um óvulo e ele é fertilizado, ele se divide em quatro células idênticas separadas que se tornam filhotes idênticos. O tatu-mirim, parente do tatu-galinha, pode dar à luz de sete a nove filhotes idênticos ao mesmo tempo.


Ainda há muitas coisas sobre as quais os cientistas não têm certeza quando se trata de gêmeos em outras espécies. Como os testes de DNA não são realizados em animais rotineiramente, ninguém sabe realmente com que frequência nascem gêmeos idênticos.


É possível − talvez até provável − que gêmeos idênticos tenham nascido em algumas espécies sem que ninguém soubesse.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/clld6j08ljyo

O que diferencia os gêmeos idênticos dos gêmeos fraternos? 

Alternativas
Q3571301 Português

Leia o texto para responder à questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


    “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

    Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

    A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

    Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

    Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

    E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

    Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

    E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

    Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

    Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

    Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

    Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/

Analise: “Por essas e outras, Collor acabou saindo.” E assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3571297 Português

Leia o texto para responder à questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


    “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

    Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

    A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

    Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

    Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

    E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

    Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

    E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

    Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

    Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

    Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

    Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/

“A inflação só fez acelerar” é uma expressão que utiliza qual figura de linguagem?
Alternativas
Q3571295 Português

Leia o texto para responder à questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


    “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

    Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

    A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

    Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

    Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

    E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

    Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

    E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

    Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

    Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

    Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

    Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/

Pela visão do texto, o que é possível inferir sobre Itamar? 
Alternativas
Q3571293 Português

Leia o texto para responder à questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


    “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

    Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

    A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

    Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

    Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

    E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

    Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

    E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

    Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

    Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

    Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

    Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/

De acordo com o texto, é possível afirmar que
Alternativas
Q3571157 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 05 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 05


10.jpg (815×483)



Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto.



I. As propagandas na TV são as que mais influenciam as crianças ao consumo.


II. A maioria das crianças exerce alguma influência nas compras realizadas pelos pais.


III. Os brinquedos são os produtos que mais influenciam as crianças a consumir.


IV. A minoria das crianças participa das decisões das compras feitas pelos pais.


V. A embalagem do produto influencia mais o consumo das crianças que a marca.



Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q3571156 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 04


9.jpg (491×515)


Disponível em: http://ecoescolaesrp.blogspot.com/2012/03/reduzir-o-consumismo.html. Acesso em: 15 maio 2023.



Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto.



I. Os lixos que são jogados fora vão para algum lugar dentro do planeta.


II. A redução da quantidade de lixo é uma das soluções para o planeta.


III. A redução do consumo consequentemente gera redução de lixo.


IV. A reciclagem do lixo é mais eficaz do que a redução do consumo.


V. As compras não precisam ser reduzidas se o lixo for jogado fora.



Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Respostas
43641: A
43642: E
43643: C
43644: D
43645: B
43646: B
43647: B
43648: B
43649: D
43650: A
43651: B
43652: X
43653: D
43654: B
43655: C
43656: B
43657: C
43658: C
43659: C
43660: A