Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3574588 Português
Employee Experience, pessoas e tecnologia. Qual o caminho tomar? 
Disponível em: https://vocesa.abril.com.br. Acesso em: 27 jul. 2023. Adaptado. 
A ideia a que o texto se refere ao afirmar que “Há muitas versões para essa ideia tão simples [...]” é 
Alternativas
Q3574560 Português
Employee Experience, pessoas e tecnologia. Qual o caminho tomar? 



Disponível em: https://vocesa.abril.com.br. Acesso em: 27 jul. 2023. Adaptado.  
Analise as afirmativas tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto 01.
I - Na contemporaneidade, as mudanças são muito rápidas e repentinas.
II - Na realidade atual, é necessário ter grande capacidade de adaptação.
III - Diante de uma realidade de incertezas, a melhor opção é aquietar-se.
IV - Nesses tempos, os desafios a serem enfrentados são de vários tipos.
V - Hoje, a realidade exige do mundo corporativo profissionais experientes.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3574311 Português
Startup PLD Space faz contagem regressiva para testar lançamento de foguete da Europa

A startup espanhola PLD Space fará um teste de lançamento de seu foguete reutilizável Miura-1 na manhã de sábado, liderando uma nova geração de "microlançadores" após uma tentativa frustrada em junho.

O foguete deve decolar em sua missão de teste suborbital às 2h de sábado no horário espanhol (21h de sexta-feira, no horário de Brasília) de Huelva, no sudoeste da Espanha, marcando o que seus projetistas dizem que será o primeiro lançamento de foguete totalmente privado da Europa.

Uma primeira tentativa de lançamento em maio foi abortada devido aos fortes ventos de alta altitude e uma tentativa em junho falhou quando os cabos umbilicais na baía de aviônicos não foram liberados a tempo, interrompendo a decolagem enquanto fumaça e chamas eram expelidas do foguete.

O espaço aéreo, áreas marítimas e estradas foram fechados em torno do local de alta segurança. Foram montados pontos de observação públicos.

"Chegou o dia", escreveu Raul Torres, presidente-executivo e cofundador da PLD Space, na plataforma de rede social X, anteriormente conhecida como Twitter.

Ele disse no início deste mês que testes exaustivos foram realizados no Miura, incluindo nas áreas que falharam em junho.

As iniciativas da Europa para desenvolver capacidades para enviar pequenos satélites ao espaço estão em foco após o lançamento fracassado de um foguete orbital pela Virgin Orbit a partir do Reino Unido em janeiro. Esse sistema envolveu a liberação do lançador de um Boeing 747 convertido.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2023/10/startup-pld-space-faz-contage mregressiva-para-testar-lancamento-de-foguete-da-europa/
Qual é o nome dado ao foguete reutilizável desenvolvido pela startup espanhola?
Alternativas
Q3574310 Português
Por que se exercitar na chuva pode ser benéfico para o seu corpo

Quando o tempo fecha, o normal é correr parar um local coberto. Mas alguns correm por diversão.

Os benefícios de se exercitar na chuva — seja correndo, caminhando ou fazendo treinamento de força — muitas vezes superam as irritações, dizem os especialistas, se você for estratégico tanto no seu treino quanto na sua mentalidade.

Aprender a se mover através de obstáculos, tanto mentais quanto físicos, é fundamental para o treinamento atlético, diz Trisha Steidl, treinadora de corrida para atletas olímpicos em Washington (Estados Unidos) e presidente do Seattle Running Club. "Estar em condições desagradáveis é uma maneira fantástica de se sentir confortável estando desconfortável".

Se você está intrigado com o desafio de um treino molhado ou simplesmente espera seguir seu plano de treinamento ao ar livre, independentemente da previsão do tempo, aqui está a razão, e maneiras, de se exercitar na chuva.

Por que você pode se exercitar em tempo chuvoso

Não há muita pesquisa científica específica sobre se exercitar na chuva, mas os especialistas dizem que alguns benefícios podem ser inferidos. Para começar, percorrer um caminho escorregadio e encharcado requer agilidade e foco, construindo força e equilíbrio com músculos não usados normalmente, afirma Ben Fung, fisioterapeuta em San Diego que gosta de caminhar em ritmo acelerado usando uma mochila pesada na chuva.

"Não é um ambiente controlado", diz ele, o que o preparará melhor para outros desafios físicos do que treinar apenas em uma academia.

Exercitar-se com outras pessoas em condições desagradáveis também é uma ótima maneira de se conectar, sugere Ben Delaney, diretor de programas de treinamento do New York Road Runners.

E não, exercitar-se na chuva não aumenta suas chances de pegar um resfriado, afirma Cindy Lin, professora de medicina esportiva no Centro Médico da Universidade de Washington. "Pelo contrário, há evidências de que o exercício de intensidade moderada, seja na chuva ou não, fortalece nosso sistema imunológico".

Como aproveitar ao máximo

Aproveite o ambiente ao seu redor. Os especialistas recomendam evitar ruas da cidade e optar por um parque, se possível. "As árvores são um guarda-chuva natural", diz Sestoso. 

Tente se exercitar em superfícies pavimentadas e evite se mover rapidamente na grama, lama ou folhas, que podem ficar escorregadias. E considere as poças como um curso de obstáculos natural — contorná-las pode "aumentar seu equilíbrio, aumentar sua agilidade e realmente trabalhar algumas dessas fibras musculares de contração rápida", diz Fung.

Não se esqueça de beber líquidos. Mesmo que você esteja encharcado, ainda precisa se hidratar para compensar o líquido que seu corpo está perdendo, diz N'Namdi Nelson, fisiologista do exercício no Centro de Desempenho Esportivo da NYU Langone.

"Quando está chovendo, é muito mais difícil avaliar a quantidade de suor que você está perdendo", diz Nelson. Certifique-se de beber líquidos antes, durante e após o treino, como faria em um clima mais seco. (Mas não exagere.)

Saiba quando buscar abrigo. "Fique em ambientes fechados se houver um alto risco de tempestades com trovoadas e raios", recomenda Sestoso, ou se houver ventos fortes, que podem derrubar linhas de energia e galhos de árvores. Ela também sugere manter uma toalha e uma muda de roupas secas por perto, para se aquecer após sua aventura chuvosa.

https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/por-que-se-exercitarna-chuva-pode-ser-benefico-para-o-seu-corpo.shtml
Qual é a recomendação dos especialistas em relação ao ambiente ideal para se exercitar em tempo chuvoso, de acordo com o texto?
Alternativas
Q3574309 Português
Por que se exercitar na chuva pode ser benéfico para o seu corpo

Quando o tempo fecha, o normal é correr parar um local coberto. Mas alguns correm por diversão.

Os benefícios de se exercitar na chuva — seja correndo, caminhando ou fazendo treinamento de força — muitas vezes superam as irritações, dizem os especialistas, se você for estratégico tanto no seu treino quanto na sua mentalidade.

Aprender a se mover através de obstáculos, tanto mentais quanto físicos, é fundamental para o treinamento atlético, diz Trisha Steidl, treinadora de corrida para atletas olímpicos em Washington (Estados Unidos) e presidente do Seattle Running Club. "Estar em condições desagradáveis é uma maneira fantástica de se sentir confortável estando desconfortável".

Se você está intrigado com o desafio de um treino molhado ou simplesmente espera seguir seu plano de treinamento ao ar livre, independentemente da previsão do tempo, aqui está a razão, e maneiras, de se exercitar na chuva.

Por que você pode se exercitar em tempo chuvoso

Não há muita pesquisa científica específica sobre se exercitar na chuva, mas os especialistas dizem que alguns benefícios podem ser inferidos. Para começar, percorrer um caminho escorregadio e encharcado requer agilidade e foco, construindo força e equilíbrio com músculos não usados normalmente, afirma Ben Fung, fisioterapeuta em San Diego que gosta de caminhar em ritmo acelerado usando uma mochila pesada na chuva.

"Não é um ambiente controlado", diz ele, o que o preparará melhor para outros desafios físicos do que treinar apenas em uma academia.

Exercitar-se com outras pessoas em condições desagradáveis também é uma ótima maneira de se conectar, sugere Ben Delaney, diretor de programas de treinamento do New York Road Runners.

E não, exercitar-se na chuva não aumenta suas chances de pegar um resfriado, afirma Cindy Lin, professora de medicina esportiva no Centro Médico da Universidade de Washington. "Pelo contrário, há evidências de que o exercício de intensidade moderada, seja na chuva ou não, fortalece nosso sistema imunológico".

Como aproveitar ao máximo

Aproveite o ambiente ao seu redor. Os especialistas recomendam evitar ruas da cidade e optar por um parque, se possível. "As árvores são um guarda-chuva natural", diz Sestoso. 

Tente se exercitar em superfícies pavimentadas e evite se mover rapidamente na grama, lama ou folhas, que podem ficar escorregadias. E considere as poças como um curso de obstáculos natural — contorná-las pode "aumentar seu equilíbrio, aumentar sua agilidade e realmente trabalhar algumas dessas fibras musculares de contração rápida", diz Fung.

Não se esqueça de beber líquidos. Mesmo que você esteja encharcado, ainda precisa se hidratar para compensar o líquido que seu corpo está perdendo, diz N'Namdi Nelson, fisiologista do exercício no Centro de Desempenho Esportivo da NYU Langone.

"Quando está chovendo, é muito mais difícil avaliar a quantidade de suor que você está perdendo", diz Nelson. Certifique-se de beber líquidos antes, durante e após o treino, como faria em um clima mais seco. (Mas não exagere.)

Saiba quando buscar abrigo. "Fique em ambientes fechados se houver um alto risco de tempestades com trovoadas e raios", recomenda Sestoso, ou se houver ventos fortes, que podem derrubar linhas de energia e galhos de árvores. Ela também sugere manter uma toalha e uma muda de roupas secas por perto, para se aquecer após sua aventura chuvosa.

https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/por-que-se-exercitarna-chuva-pode-ser-benefico-para-o-seu-corpo.shtml
Qual é um dos benefícios de se exercitar na chuva, de acordo com o texto? 
Alternativas
Q3574308 Português
Por que se exercitar na chuva pode ser benéfico para o seu corpo

Quando o tempo fecha, o normal é correr parar um local coberto. Mas alguns correm por diversão.

Os benefícios de se exercitar na chuva — seja correndo, caminhando ou fazendo treinamento de força — muitas vezes superam as irritações, dizem os especialistas, se você for estratégico tanto no seu treino quanto na sua mentalidade.

Aprender a se mover através de obstáculos, tanto mentais quanto físicos, é fundamental para o treinamento atlético, diz Trisha Steidl, treinadora de corrida para atletas olímpicos em Washington (Estados Unidos) e presidente do Seattle Running Club. "Estar em condições desagradáveis é uma maneira fantástica de se sentir confortável estando desconfortável".

Se você está intrigado com o desafio de um treino molhado ou simplesmente espera seguir seu plano de treinamento ao ar livre, independentemente da previsão do tempo, aqui está a razão, e maneiras, de se exercitar na chuva.

Por que você pode se exercitar em tempo chuvoso

Não há muita pesquisa científica específica sobre se exercitar na chuva, mas os especialistas dizem que alguns benefícios podem ser inferidos. Para começar, percorrer um caminho escorregadio e encharcado requer agilidade e foco, construindo força e equilíbrio com músculos não usados normalmente, afirma Ben Fung, fisioterapeuta em San Diego que gosta de caminhar em ritmo acelerado usando uma mochila pesada na chuva.

"Não é um ambiente controlado", diz ele, o que o preparará melhor para outros desafios físicos do que treinar apenas em uma academia.

Exercitar-se com outras pessoas em condições desagradáveis também é uma ótima maneira de se conectar, sugere Ben Delaney, diretor de programas de treinamento do New York Road Runners.

E não, exercitar-se na chuva não aumenta suas chances de pegar um resfriado, afirma Cindy Lin, professora de medicina esportiva no Centro Médico da Universidade de Washington. "Pelo contrário, há evidências de que o exercício de intensidade moderada, seja na chuva ou não, fortalece nosso sistema imunológico".

Como aproveitar ao máximo

Aproveite o ambiente ao seu redor. Os especialistas recomendam evitar ruas da cidade e optar por um parque, se possível. "As árvores são um guarda-chuva natural", diz Sestoso. 

Tente se exercitar em superfícies pavimentadas e evite se mover rapidamente na grama, lama ou folhas, que podem ficar escorregadias. E considere as poças como um curso de obstáculos natural — contorná-las pode "aumentar seu equilíbrio, aumentar sua agilidade e realmente trabalhar algumas dessas fibras musculares de contração rápida", diz Fung.

Não se esqueça de beber líquidos. Mesmo que você esteja encharcado, ainda precisa se hidratar para compensar o líquido que seu corpo está perdendo, diz N'Namdi Nelson, fisiologista do exercício no Centro de Desempenho Esportivo da NYU Langone.

"Quando está chovendo, é muito mais difícil avaliar a quantidade de suor que você está perdendo", diz Nelson. Certifique-se de beber líquidos antes, durante e após o treino, como faria em um clima mais seco. (Mas não exagere.)

Saiba quando buscar abrigo. "Fique em ambientes fechados se houver um alto risco de tempestades com trovoadas e raios", recomenda Sestoso, ou se houver ventos fortes, que podem derrubar linhas de energia e galhos de árvores. Ela também sugere manter uma toalha e uma muda de roupas secas por perto, para se aquecer após sua aventura chuvosa.

https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/por-que-se-exercitarna-chuva-pode-ser-benefico-para-o-seu-corpo.shtml
Apesar de não haver muita pesquisa científica, quais vantagens pra saúde humana podem ser verificadas em correr na chuva de acordo com os especialistas citados no texto?
Alternativas
Q3574270 Português
'Empresas já leem nossas mentes e vão saber ainda mais com neurotecnologia', diz pesquisadora


Alguns anos atrás, a ideia de "ameaça à privacidade de pensamento" estava mais para 1984, de George Orwell, e para o terreno da ficção científica distópica.


Para Nita Farahany, professora da Universidade Duke (EUA) que se especializou em pesquisar as consequências das novas tecnologias e suas implicações éticas, essa ameaça já é presente hoje e deve ser levada a sério.


A iraniana-americana lançou neste ano o livro The Battle for your Brain: Defending the Right to Think Freely in the Age of Neurotechnology ("A Batalha pelo seu Cérebro: Defendendo o Direito de Pensar Livremente na Era da Neurotecnologia", em tradução livre, sem edição brasileira).


Mas como é possível ler o nosso cérebro? Bem, de fato ainda não existe — como na ficção — uma supermáquina que entra na cabeça de uma pessoa e entrega uma lista completa de ideias e conceitos.


Na verdade, explica Farahany, as defesas da nossa privacidade de pensamento começaram a ser derrubadas sem a necessidade de examinar diretamente o cérebro.


Isso foi possível com a vasta quantidade de dados pessoais compartilhada em redes sociais e outros apps, que é analisada por algoritmos e depois monetizada.


Hoje as companhias de tecnologia detêm informações importantes sobre nós: quem são nossos amigos, qual conteúdo gera emoção (e, importante, que tipo de emoção), as preferências políticas, em quais produtos clicamos, por onde circulamos ao longo do dia e algumas das transações financeiras.


"Tudo isso está sendo usado por empresas para criar perfis muito precisos sobre quem somos e assim entender nossas preferências e nossos desejos", diz Farahany em entrevista à BBC News Brasil.


"É importante as pessoas entenderem que elas já estão em um mundo onde mentes são lidas."


Outra fronteira do nosso funcionamento interno começa a ser explorada com a popularização de smartwatches (relógios inteligentes), que reúnem dados sobre batimento cardíaco, níveis de estresse, qualidade do sono e muito mais.


Mas o avanço da neurotecnologia, com equipamentos em contato direto com a cabeça, leva tudo isso a um novo patamar, com mais dados e mais precisão.


Ela explica que sensores cerebrais são justamente parecidos com sensores de frequência cardíaca encontrados nos smartwatches ou em anéis que medem a temperatura do corpo quando captam a atividade elétrica no cérebro.


"E toda vez que você pensa, ou toda vez que sente algo, os neurônios disparam em seu cérebro, emitindo pequenas descargas elétricas. Padrões característicos podem ser usados para tirar conclusões", afirma.


"Por exemplo, se você vê uma propaganda e sente alegria ou estresse ou raiva, tédio, envolvimento... todas essas reações podem ser captadas por meio da atividade elétrica em seu cérebro e decodificadas com a inteligência artificial mais avançada."


Ou seja, esses sinais cerebrais transmitem o que sentimos, observamos, imaginamos ou pensamos.


Farahany afirma que as pessoas precisam compreender e aceitar que o cérebro "não é inteiramente delas".


Essa situação leva a própria filosofia a questionar o conceito de livre arbítrio, ou seja, o poder de um indivíduo de optar por suas ações.


"Imagine que você se proponha no começo da semana a não passar mais de uma hora por dia nas redes sociais. Aí você descobre no final que você gastou quatro horas por dia. O que aconteceu?", pondera a professora de Direito e Filosofia na Duke.


"Se existem algoritmos projetados para te capturar quando você quer se desconectar, se existem notificações quando você fica muito tempo fora do celular, se você quer assistir a só um episódio da série e o próximo começa automaticamente, você usou seu livre arbítrio? São ferramentas e técnicas projetadas para prejudicar aquilo com que você se comprometeu."


'Tecnologia em si raramente é o problema'


Farahany, ao contrário do que se possa pensar, é uma grande entusiasta dos avanços da neurotecnologia.


Ela enumera ao longo de The Battle for Your Brain uma longa lista de contextos em que o monitoramento cerebral poderia melhorar a humanidade e salvar vidas.


"O que eu proponho é um equilíbrio. É tanto uma forma de as pessoas enxergarem os aspectos positivos da tecnologia, mas também de estarem protegidas contra os riscos mais significativos", diz.


"Para chegar lá, é necessário mudar a forma como pensamos a nossa relação com a tecnologia. A tecnologia raramente é o problema. Quase sempre é o mau uso."


"Não se trata de encampar posições absolutas do tipo 'tudo isso é ruim' ou 'tudo isso é ótimo', mas tentar definir quais são as funcionalidades dessa tecnologia para o bem comum e quais são os riscos de uso indevido."


Esses cenários de um futuro não tão distante, no entanto, são complexos, cheios de facas de dois gumes.


A neurotecnologia poderá reduzir o número de acidentes fatais ao acompanhar os graus de desatenção e, principalmente, de fadiga que atingem caminhoneiros e condutores de trem/metrô, por exemplo.


Essa mesma funcionalidade pode ser abusada por uma empresa ou escola em busca da produtividade total, em que momentos de distração de um empregado ou aluno são vigiados, registrados e eventualmente punidos.


Uma pulseira que capta ondas eletromagnéticas enviadas pelo cérebro para movimentar braços e mãos poderá transformar esses impulsos em sinais eletrônicos e tornar experiências digitais ou de realidade virtual muito mais intuitivas e integradas.


E há um potencial ainda mais importante nesse dispositivo: o de detectar os estágios iniciais de uma doença neurodegenerativa. A análise das atividades cerebrais como um todo poderá representar um salto imenso para a medicina e a longevidade.


Por outro lado, escreve Farahany no livro, a mesma pulseira também perceberá "se você está envolvido em uma atividade íntima usando suas mãos em seu quarto".


E todos esses dados nas mãos de governos?


Mas para a professora iraniana-americana a grande preocupação em relação à privacidade individual está em governos de posse de uma gama cada mais ampla de dados pessoais.


Ela relata que o Departamento de Defesa dos EUA financiou uma empresa que desenvolveu um sistema biométrico que combina dados de ondas cerebrais, estados cognitivos, reconhecimento facial, análise das pupilas dos olhos e mudanças na quantidade de suor produzido.


Já na China, uma reportagem de 2018 do jornal South China Morning Post contava que trabalhadores de diversos ramos e integrantes de forças militares do país já usavam monitores de ondas cerebrais para detectar picos emocionais como depressão, ansiedade ou raiva.


Além do uso para melhorar performances e assim o resultado financeiro de empresas, a reportagem dizia que outro objetivo era "manter a estabilidade social" chinesa.


Farahany afirma que, na maioria dos países, as leis sobre privacidade não contemplam explicitamente o direito à privacidade mental.


"Acredito que as Nações Unidas precisam avançar no sentido de reconhecer o que chamo de 'direito à liberdade cognitiva'. Um direito universal que nos direcionaria a uma atualização da privacidade, que diga explicitamente que há direito à privacidade mental, um direito de estar protegido contra interferências na maneira como pensamos e sentimos."


Ela diz que "liberdade de pensamento" é hoje aplicada e entendida como sendo estritamente a respeito de liberdade de religião e de crença.


"Acho que precisamos expandir esse entendimento para haver uma proteção contra a interferência, a manipulação e a punição contra o pensamento."


O problema é que a tecnologia se desenvolve sempre mais rápido que o debate e a aprovação de uma legislação, e empresas e governos se aproveitam dos vazios de legalidade.


"Trata-se realmente de tentar descobrir o quanto antes, e também conforme a tecnologia evolui, quais são seus benefícios e riscos. E depois esclarecer o que está em jogo e desenvolver um regime regulatório que aborde isso. Nem sempre é fácil de fazer", reconhece Farahany.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88jmpl902lo
Qual é a principal preocupação da professora Nita Farahany em relação à privacidade individual?
Alternativas
Q3574188 Português
Por que Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, é negra?


Encontrada no fundo do rio por três pescadores há mais de 300 anos, Nossa Senhora Aparecida se tornou símbolo de fé e carrega o título de Padroeira do Brasil. Por não haver registros em documentos oficiais da época, existem muitas dúvidas sobre o episódio de encontro da imagem. Uma das principais delas é: por que a padroeira do Brasil é negra?

Apesar de não haver comprovação oficial, historiadores têm duas principais hipóteses para isso. O único consenso é de que se tratava originalmente de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, que é branca e passou por um processo de enegrecimento.

A historiadora Tereza Pasin, autora do livro ‘História de Nossa Senhora Aparecida’, afirma que uma das principais hipóteses para a Santa ter o tom escurecido - mais precisamente cor de canela ou castanho escuro, segundo ela - são as velas que sempre cercaram a imagem. Ela conta que a imagem original se tratava de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal. Por isso, no Brasil Colônia foram produzidas muitas imagens de Conceição.

Pasin afirma que a confecção da imagem encontrada aconteceu em um mosteiro de Santana de Paranaíba, no interior de São Paulo, com barro paulista, por volta de 1.650, cerca de 70 anos antes de ter sido encontrada por pescadores no Rio Paraíba do Sul, em 1.717. “Ela ficava nos altares de fazendas e oratórios, cercada por velas, que foram escurecendo-a. A fuligem das velas é uma das principais hipóteses para ter deixado a cor negra”, explica a historiadora. Ainda de acordo com ela, a energia elétrica só foi chegar ao país perto de 1.880, ou seja, até mesmo depois de ter sido encontrada, a imagem passou muito tempo em contato com velas.

Não se sabe quanto tempo exatamente a imagem de Nossa Senhora ficou submersa no Rio Paraíba do Sul e nem como ela foi parar lá - a principal hipótese, nesse caso, é que tenha sido descartada por alguém por estar quebrada. Apesar disso, o fato do encontro ter acontecido no rio sustenta um outro motivo atribuído ao escurecimento da imagem. Segundo a historiadora e devota Rachel Abdala, o contato com a água fez a confecção perder boa parte da tinta.

“Não sabemos quanto tempo a imagem ficou no rio, mas é certo que foram anos. E todo esse tempo fez com que o contato direto com a água apagasse parte da tinta e a imagem voltasse à cor original do barro”, conta. Apesar de não ter sido algo intencional, a imagem negra foi aceita pelo país, formado por muitas pessoas negras, que se sentiram identificadas. Com isso,

Nossa Senhora Aparecida acabou se tornando também o símbolo de acolhimento. "A cor mais propriamente de canela foi muito aceita principalmente pelos povos negros, como os quilombos. Então ela nunca foi pintada e acabou mantida dessa maneira", diz Abdala.


Fonte: Por que Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, é negra? | Festa da Padroeira | G1 (globo.com)
Assinale a alternativa que apresente a temática principal do texto: 
Alternativas
Q3574058 Português
FLOR DE LIS - Djavan

Valei-me, Deus, é o fim do nosso amor
Perdoa, por favor
Eu sei que o erro aconteceu
Mas não sei o que fez tudo mudar de vez
Onde foi que eu errei?
Eu só sei que amei, que amei
Que amei, que amei
Será talvez que minha ilusão foi dar meu coração
Com toda força pra essa moça me fazer feliz?
 E o destino não quis me ver como raiz
De uma flor de lis
 E foi assim que eu vi nosso amor na poeira
Poeira
Morto na beleza fria de Maria
E o meu jardim da vida ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria, nem margarida nasceu
E o meu jardim da vida ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria, nem margarida nasceu


Djavan. Flor de Lis. A Voz, o Violão, a Música de Djavan. EMI-Odeon,
1976.
No trecho destacado da música Flor de Lis é perceptível o uso de uma figura de linguagem marcada pela ordenação progressiva de termos de modo a trazer intensidade ao texto. Qual é o nome desta figura de linguagem? 
Alternativas
Q3574057 Português

Economista especialista em disparidade de gênero ganha Nobel de Economia


A historiadora econômica norte-americana Claudia Goldin ganhou o prêmio Nobel de Economia de 2023 por seu trabalho que examina a *salarial entre homens e mulheres, informou a Academia Real de Ciências da Suécia nesta segunda-feira (9).


Em 2022, aos 76 anos, Goldin foi reconhecida pela Forbes como uma das mulheres mais bem-sucedidas na maturidade, figurando na lista 50 Over 50.


O prestigioso prêmio Nobel, formalmente conhecido como Prêmio Sveriges Riksbank em Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel, é o último da safra de prêmios deste ano e vale 11 milhões de coroas suecas, ou pouco menos de US$ 1 milhão.


"A laureada deste ano em Ciências Econômicas, Claudia Goldin, forneceu o primeiro relato abrangente dos ganhos e da participação das mulheres no mercado de trabalho ao longo dos séculos", disse o órgão que concedeu o prêmio em um comunicado.


"Sua pesquisa revela as causas da mudança, bem como as principais fontes da disparidade de gênero remanescente."


O prêmio de Economia é a última parcela da safra de Nobéis deste ano, que viu prêmios serem concedidos a descobertas de vacinas contra a Covid-19, instantâneos atômicos e "pontos quânticos", bem como a um dramaturgo norueguês e uma ativista iraniana.


Goldin, que em 1990 se tornou a primeira mulher a ser titular do Departamento de Economia de Harvard, é apenas a terceira mulher a ganhar o prêmio Nobel de Economia.


"Ela ficou surpresa e muito, muito feliz", disse Hans Ellegren, secretário-geral da Academia Real Sueca de Ciências.


O livro de Goldin de 1990, "Understanding the Gender Gap: An Economic History of American Women" ("Entendendo a Disparidade de Gênero: Uma História Econômica das Mulheres Norte-Americanas", em tradução livre), foi um exame extremamente influente das raízes da desigualdade salarial.


Em seguida, ela realizou estudos sobre o impacto da pílula anticoncepcional nas decisões de carreira e casamento das mulheres, sobre o sobrenome das mulheres após o casamento como indicador social e sobre os motivos pelos quais as mulheres são hoje a maioria dos estudantes de graduação.


"As descobertas de Claudia Goldin têm vastas implicações sociais", disse Randi Hjalmarsson, membro do comitê do Prêmio de Economia. "Ao finalmente entender o problema e chamá-lo pelo nome certo, poderemos pavimentar um caminho melhor para o futuro."



https://forbes.com.br/forbes-mulher/2023/10/economista-especialista-e m-disparidade-de-genero-ganha-nobel-de-economia/

Qual foi o trabalho de Claudia Goldin que a levou a ganhar o prêmio Nobel de Economia de 2023? 
Alternativas
Q3574055 Português
Os robôs treinados para restaurar corais danificados pelo aquecimento global


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália.


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, pode ver todas essas espécies de corais e peixes tropicais."


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral podem cobrir apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta.


Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram mais sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento.


Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral (GCRMN, na sigla em inglês), um aumento de 1,5 °C da temperatura da água pode causar perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas acreditam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS, na sigla em inglês).


"Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas podem ter efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções."


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho pode ser lento e de alto custo — e apenas uma fração dos recifes ameaçados está recebendo ajuda.


Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster está testando um sistema que, segundo ela espera, irá fazer reviver os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. 


Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota."


Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas estão crescendo maravilhosamente."


"Estamos eliminando vários anos de crescimento por calcificação que são necessários para chegar ao tamanho daquela base", ela conta.


Foster formou uma startup chamada Coral Maker para cuidar do projeto. E ela espera que sua parceria com a empresa de software de engenharia Autodesk, sediada em São Francisco, nos Estados Unidos, acelere ainda mais o processo.


Os pesquisadores da Autodesk vêm treinando uma inteligência artificial para controlar robôs colaborativos ("cobots") que irão trabalhar ao lado das pessoas. "Alguns desses processos de propagação de corais são simplesmente tarefas repetitivas, de retirada e colocação, ideais para a automação robótica", explica Foster.


Um braço robótico pode enxertar ou colar fragmentos de coral aos suportes de cultivo. E outro braço coloca os suportes na base, usando sistemas de visão para tomar decisões sobre como manuseá-los.


"Cada pedaço de coral é diferente, mesmo que seja da mesma espécie, de forma que os robôs precisam reconhecer os fragmentos de coral e saber como devem manuseá-los", afirma Nic Carey, a principal cientista de pesquisas da Autodesk.


Segundo ela, "no momento, eles são muito bons para lidar com a variabilidade dos formatos de corais".


A etapa seguinte é retirar os robôs do laboratório, o que deve acontecer, segundo Foster, nos próximos 12 a 18 meses.


Mas o mundo real apresenta muitos desafios. Os corais vivos molhados precisam ser manuseados com delicadeza, possivelmente sobre um barco em movimento. E a água salgada pode danificar os circuitos eletrônicos.


"Precisamos ter certeza de conseguir proteger os componentes mais vulneráveis", destaca Carey.


Outra dificuldade é o alto custo da tecnologia. A Coral Maker aposta na demanda da indústria do turismo e planeja emitir créditos de biodiversidade, que funcionam de forma similar aos créditos de carbono.


Para Cathie Page, "ficar à frente dos demais e permitir que os recifes de coral sobrevivam a um futuro em aquecimento exige investimentos substanciais de tempo, dinheiro e capital humano".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c72j3n9x88zo
Como a startup Coral Maker planeja financiar o projeto de cultivo acelerado de corais? 
Alternativas
Q3573989 Português
Mortes de botos no Amazonas refletem problemas do ecossistema da região.


    A mortandade de botos no Lago Tefé, no interior do Amazonas, pode indicar que o ecossistema da região está afetado. “Por estarem no topo da cadeia alimentar, os botos são considerados sentinelas da saúde e da qualidade ambiental do ecossistema da região”, explica a pesquisadora Marina Galvāo Bueno, do Laboratório Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), que participa da força-tarefa que investiga a súbita mortandade dos botos, que “aponta que, possivelmente, todo o ecossistema já esteja afetado”.

    Mais de 150 animais foram encontrados sem vida na região que vem sofrendo as consequências de uma severa estiagem. O animal mais atingido é o boto vermelho, também conhecido como boto-cor-de-rosa, um dos principais símbolos da fauna amazônica. Os botos tucuxis, espécie de golfinho de água doce, também foram bastante afetados.

    A Operação Emergência Botos Tefé foi instaurada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, com apoio técnico do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, associado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.

    Ainda não há uma causa definida para o incidente. As amostras de tecidos e órgãos analisados até o momento pela força-tarefa não apontaram a presença de agentes infecciosos, como vírus e bactérias, capazes de justificar o elevado número de mortes.

    Instituições nacionais e internacionais estão divididas em grupos de trabalho dedicados ao recolhimento e necropsia de carcaças para análises. “Assim que as carcaças são localizadas, a equipe realiza as necropsias e documenta todas as lesões. O grupo está equipado com todas as medidas de biossegurança e materiais necessários para coleta de material biológico para avaliações histológicas, toxicológicas e de biologia molecular”, relata a pesquisadora. Além disso, os especialistas estão fazendo uma avaliação da qualidade da água e resgate e reabilitação de animais sobreviventes.

    O Amazonas enfrenta um período de forte seca e diversos focos de calor. A temperatura da água na região do Lago Tefé chegou a 39,1°C em medição realizada no dia 28 de setembro — muito acima do normal para a localidade, que é de cerca de 30°C.

    De acordo com o boletim de estiagem do estado nortista, divulgado em 15 de outubro, 50 dos 62 municípios do Amazonas estão em situação de emergência. “É uma situação que vai além da conservação da biodiversidade, que também é extremamente importante. Há muitas pessoas que moram na região e compartilham o mesmo ambiente que os botos, utilizando a água do rio Tefé para locomoção, alimentação e higiene pessoal. Elas estão expostas às mesmas condições que causaram a morte dos botos. Portanto, também é uma questão de saúde humana”, destaca Marina.


Fonte: Mortes de botos no Amazonas refletem problemas do ecossistema da região | CNN Brasil 
Assinale a alternativa que apresente a temática principal do texto: 
Alternativas
Q3573945 Português
Poema Ou isto ou aquilo Ou se tem chuva e não se tem sol, ou se tem sol e não se tem chuva! Ou se calça a luva e não se põe o anel, ou se põe o anel e não se calça a luva! Quem sobe nos ares não fica no chão, quem fica no chão não sobe nos ares.  É uma grande pena que não se possa estar ao mesmo tempo nos dois lugares! Ou guardo o dinheiro e não compro o doce, ou compro o doce e gasto o dinheiro. Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...  e vivo escolhendo o dia inteiro! Não sei se brinco, não sei se estudo, se saio correndo ou fico tranquilo. Mas não consegui entender ainda qual é melhor: se é isto ou aquilo.
Autora: Cecília Meireles.
O poema acima da escritora Cecília Meireles escrito ao público infantil relaciona-se à qual das alternativas abaixo? Marque a opção CORRETA.
Alternativas
Q3573942 Português
Analise os excertos abaixo:

Excerto I.O conceito de lúdico não precisa estar na pauta de reflexão diária do professor, pois ao mesmo é necessário que se possa apresentar um ensino tradicional e normatizado, que já tenha sido balizado por diversos autores, o qual não transforma o aprendido em novo conhecimento.
Excerto II.O trabalho realizado pelo professor no espaço escolar abre possibilidade de refletir sobre os procedimentos adotados no ato de ensinar, a convivência e observação adquiridas dentro dessa sociedade escolar, oportuniza apresentar o lúdico como alternativa dinamizadora do ensino, onde os sujeitos da aprendizagem poderão ter a oportunidade de experimentar procedimentos metodológicos que facilitem a compreensão de determinado conteúdo trabalhado pelo professor.
Fonte: Cordovil, R.V.; Souza, J. C.R.; Nascimento Filho, V.B. Lúdico: entre o conceito e a realidade educacional. VIII Fórum internacional de pedagogia.


Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3573938 Português
Uma coisa é certa: o caminho para que os limites sejam compreendidos e respeitados requer perseverança e insistência dos pais. E o estabelecimento de rotinas bem definidas e muito diálogo com a criança são fundamentais neste processo. Além disso, dar limites não é algo que facilita somente a vida dos pais, é um meio para o desenvolvimento da criança e seu bem-estar nos diferentes ambientes da sociedade. Caso contrário, com o passar dos anos, o convívio com outras pessoas dentro da escola e posteriormente na vida profissional pode ser um grande desafio que afeta o potencial em todos os sentidos.

Elisabete Alhadas. A importância dos limites para o desenvolvimento infantil. Colégio Acadêmico Florença, 2022.

Portanto, no que se refere aos limites, julgue os itens a seguir:


I.Os limites somente devem ser estabelecidos diante de um comportamento inadequado da criança.

II.Os limites devem fazer parte da rotina da criança.

III.Os limites ensinados na infância contribuem para que o indivíduo cresça e tenha melhores estabelecimentos de relações familiares, sociais e profissionais.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3573935 Português
Essa brincadeira pode ser feita em ambientes internos, como salas de aula, ou externos, como parques e jardins. Nessa atividade, uma criança é vendada enquanto as outras escondem um objeto. Então, a criança escolhida passa a procurar tal objeto e recebe dicas dos colegas através de algumas palavras utilizadas que dão nome à essa brincadeira. Quanto mais perto se está de encontrar o objeto, usa-se uma palavra, ao passo que quanto mais longe, utiliza-se a outra palavra.


Toda matéria. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/brincadeiras -para-educacao-infantil/.

Para que os participantes tenham êxito nesse tipo de brincadeira, quais deverão ser os elementos fundamentais neles?


Marque a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3573934 Português
Essa brincadeira pode ser feita em ambientes internos, como salas de aula, ou externos, como parques e jardins. Nessa atividade, uma criança é vendada enquanto as outras escondem um objeto. Então, a criança escolhida passa a procurar tal objeto e recebe dicas dos colegas através de algumas palavras utilizadas que dão nome à essa brincadeira. Quanto mais perto se está de encontrar o objeto, usa-se uma palavra, ao passo que quanto mais longe, utiliza-se a outra palavra.


Toda matéria. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/brincadeiras -para-educacao-infantil/.
O texto refere-se à qual tipo de brincadeira? Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3573917 Português

O poder do "não" para a nossa saúde mental


Vivemos em um mundo em que ficou mais difícil dizer não. São tantas coisas bacanas pululando ao nosso redor, são tantas as demandas na vida e no trabalho que o "sim" acaba se impondo. É como se o que está fora − as redes sociais, os amigos, os colegas de trabalho, o parceiro ou parceira, a família − importasse mais. E se aquela pessoa ficar com raiva? E se nossa relação ficar abalada? E se eu ficar desatualizado, ficar de fora, perder o emprego, ficar marcado no trabalho? Dirigimos o olhar primeiro para o outro, esquecendo de olhar para nós mesmos. Não por acaso, muita gente acaba dizendo sim quando queria mesmo era dizer não.


Não por acaso, muita gente anda se sentindo sobrecarregada, ansiosa, esgotada ou, no caso do ambiente de trabalho, sofrendo com burnout. Responder apenas com o sim nos custa mental, física e emocionalmente. É cansativo.


Aprender a dizer não é um exercício diário e que começa conosco. Se uma pessoa não consegue falar não a si mesma, não conseguirá dizer não aos outros. É como aprender uma nova competência. Eventualmente, erraremos. Mas, com uma certa insistência, aprenderemos.


O segredo está em colocar na balança os nossos valores e prioridades na vida. Também está em estabelecer o que é mais importante, essencial no dia a dia. Isso vai permitir que você se mantenha mais focado, em vez de querer responder a tudo e a todos. Cada escolha implica em uma renúncia. Não se pode ter tudo.


Estamos mal acostumados a usar a palavra "egoísta". Colocar as nossas necessidades no topo da lista não tem nada de egoísmo. Ao contrário: é determinar que dá para fazer algo apenas quando se pode. Aprender a fazer escolhas, afinal, não só nos define como também define a vida que levamos. É preciso respeitar os nossos limites. Acrescentar essa palavra tão pequena ao nosso vocabulário diário é uma das grandes formas de autocuidado.



https://forbes.com.br/forbessaude/2023/10/arthur-guerra-o-poder-do-na o-para-a-nossa-saude-mental/

Qual é a importância de aprender a dizer "não" de acordo com o texto?
Alternativas
Q3573863 Português

Leia com atenção as colunas abaixo:


Coluna 01


(__)Adversidade.

(__)Oportunidade.

(__)Vantagem.

(__)Contratempo.


Coluna 02


I.Sinônimo.

II.Antônimo.


Correlacione as colunas acima de forma a identificar os sinônimos e os antônimos do termo Problema:

Alternativas
Q3573859 Português

Leia com atenção os dois períodos abaixo:


I.A água está gelada, com uma temperatura de 5 graus Celsius.

II.Seu olhar gelado cortou como uma lâmina afiada, deixando-me desconfortável e inseguro.


Em ambos os períodos o termo gelado está empregado. É correto afirmar que:

Alternativas
Respostas
43581: C
43582: A
43583: B
43584: D
43585: B
43586: A
43587: D
43588: C
43589: D
43590: C
43591: D
43592: E
43593: C
43594: B
43595: A
43596: A
43597: B
43598: D
43599: A
43600: B