Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3613589 Português
Sobre a Matriz de Referência de Língua Portuguesa do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) do 5° ano do ensino fundamental, assinale a alternativa correta em relação ao tópico: procedimentos de leitura:
Alternativas
Q3613586 Português
Considere as afirmativas relacionadas aos descritores da Matriz de Referência de Língua Portuguesa do SAEB do 5º ano do Ensino Fundamental pertencente ao tópico: Relações entres Recursos Expressivos e Efeitos de Sentido, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Um dos seus descritores visa identificar as marcas linguísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto.
(__)Um dos seus descritores visa identificar o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações.
(__)Um dos seus descritores visa estabelecer relação causa/consequência entre partes e elementos do texto.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA: 
Alternativas
Q3613580 Português
Considerando os descritores da Matriz de Referência de Língua Portuguesa do SAEB do 5º ano do Ensino Fundamental pertence ao tópico "coerência e coesão no processamento do texto":
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Videira - SC Provas: FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Médico | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Fiscal de Obras | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Fiscal de Tributos Municipal | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Fisioterapeuta | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Fonoaudiólogo | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Instrutor de Dança | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Médico Cardiologista | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Médico Ginecologista Obstetra | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Médico Pediatra | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Médico Psiquiatra | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Psicólogo | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Terapeuta Ocupacional | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Analista de Atividades Turísticas e Culturais | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Analista de Nível Superior | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Arquiteto e Urbanista | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Assistente Social | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Bioquímico Farmacêutico | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Contador | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Enfermeiro | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Engenheiro Agrimensor | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Engenheiro Civil | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Engenheiro Eletricista | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Engenheiro Sanitarista e Ambiental | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Farmacêutico | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Nutricionista | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Odontólogo | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Procurador Municipal |
Q3613062 Português
Texto 1

Videira está entre os 20 municípios catarinenses com maior movimento econômico

A Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC) divulgou os dados estimados do Índice de Participação dos Municípios (IPM) na arrecadação de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o próximo ano. Os números são baseados no valor adicionado (VA) de cada município em 2020, e Videira aparece entre os 20 municípios com maior participação no Estado.

Videira aparece na 19ª colocação entre os municípios com maior participação no IPM (0,93%), logo após São Bento do Sul (0,98%), e à frente de Balneário Camboriú (0,90%), voltando a figurar entre as maiores economias do estado, o que trará mais representatividade para o município e para região. Esses números reforçam a importância de Videira no cenário econômico estadual. Em relação à região Oeste, Videira aparece entre os cinco municípios com maior movimento econômico, resultado da força do trabalho videirense e do empenho da administração municipal e dos investimentos por parte da classe empresarial.

O IPM é calculado anualmente pela SEF/SC, que considera como principal critério o movimento econômico, também conhecido como valor adicionado (VA), para compartilhar com as cidades o ICMS recolhido pelo Estado. A lei regulamenta que o Governo do Estado deve repassar 25% da arrecadação de ICMS aos municípios, sendo que 15% desse total são divididos igualmente entre os 295 e 85% são distribuídos de acordo com o VA, que em 2020 foi de R$ 258.228.517.190,34. […]


Disponível em: https://aciav.org.br/videira-esta-entre-os-20- municipios-catarinenses-com-maior-movimento-economico/ Acesso em: 02 de dez. 2022. Publicado em 15 de dez. 2021. Adaptado.
O texto 1 caracteriza-se como tipologia:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Videira - SC Provas: FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Médico | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Fiscal de Obras | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Fiscal de Tributos Municipal | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Fisioterapeuta | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Fonoaudiólogo | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Instrutor de Dança | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Médico Cardiologista | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Médico Ginecologista Obstetra | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Médico Pediatra | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Médico Psiquiatra | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Psicólogo | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Terapeuta Ocupacional | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Analista de Atividades Turísticas e Culturais | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Analista de Nível Superior | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Arquiteto e Urbanista | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Assistente Social | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Bioquímico Farmacêutico | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Contador | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Enfermeiro | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Engenheiro Agrimensor | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Engenheiro Civil | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Engenheiro Eletricista | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Engenheiro Sanitarista e Ambiental | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Farmacêutico | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Nutricionista | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Odontólogo | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Videira - SC - Procurador Municipal |
Q3613061 Português
Texto 1

Videira está entre os 20 municípios catarinenses com maior movimento econômico

A Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC) divulgou os dados estimados do Índice de Participação dos Municípios (IPM) na arrecadação de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o próximo ano. Os números são baseados no valor adicionado (VA) de cada município em 2020, e Videira aparece entre os 20 municípios com maior participação no Estado.

Videira aparece na 19ª colocação entre os municípios com maior participação no IPM (0,93%), logo após São Bento do Sul (0,98%), e à frente de Balneário Camboriú (0,90%), voltando a figurar entre as maiores economias do estado, o que trará mais representatividade para o município e para região. Esses números reforçam a importância de Videira no cenário econômico estadual. Em relação à região Oeste, Videira aparece entre os cinco municípios com maior movimento econômico, resultado da força do trabalho videirense e do empenho da administração municipal e dos investimentos por parte da classe empresarial.

O IPM é calculado anualmente pela SEF/SC, que considera como principal critério o movimento econômico, também conhecido como valor adicionado (VA), para compartilhar com as cidades o ICMS recolhido pelo Estado. A lei regulamenta que o Governo do Estado deve repassar 25% da arrecadação de ICMS aos municípios, sendo que 15% desse total são divididos igualmente entre os 295 e 85% são distribuídos de acordo com o VA, que em 2020 foi de R$ 258.228.517.190,34. […]


Disponível em: https://aciav.org.br/videira-esta-entre-os-20- municipios-catarinenses-com-maior-movimento-economico/ Acesso em: 02 de dez. 2022. Publicado em 15 de dez. 2021. Adaptado.
Sobre o texto 1, é correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3611552 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais


Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.

A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.

Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.

Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.

Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.

Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos.

Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado. 
Uma nova geração de drogas mais difíceis de serem detectadas circula no mercado ilegal. Novos entorpecentes aumentam os motivos de preocupação dos policiais.
Assinale a opção CORRETA de acordo com o texto base.
Alternativas
Q3611400 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Minha obra foi copiada por inteligência artificial mais do que a de Picasso


A inteligência artificial tem mudado a realidade como a conhecemos, mas para o artista digital Greg Rutkowski, tem causado grandes problemas. Ele disse que seu nome havia sido usado mais de quatrocentas mil vezes como prompt em ferramentas de inteligência artificial que geram arte desde o ano passado, mas sem o seu consentimento.

Prompts são os comandos enviados ao sistema de inteligência artificial para que ele gere a resposta almejada. Quando ele checou, disse que seu nome havia sido utilizado como prompt mais vezes do que os nomes dos artistas Pablo Picasso e Leonardo da Vinci.

Nascido na Polônia, Greg teve suas obras usadas em games como Dungeons and Dragons e Magic: The Gathering, mas tem receio de que a popularidade recém-descoberta neste mundo artificial afete trabalhos futuros.

Sites como Midjourney, Dall.E, NightCafe e Stable Diffusion são conhecidos como plataformas de inteligência artificial generativa. Eles são capazes de criar obras de arte geradas artificialmente em segundos a partir dos prompts que os usuários digitam.

As ferramentas aprenderam a coletar bilhões de imagens existentes na internet. E os artistas reclamam que isso é feito sem o consentimento deles. "Logo no primeiro mês que descobri, percebi que isso afetaria claramente minha carreira, e eu não seria capaz de reconhecer e encontrar meus próprios trabalhos na internet", diz Greg.

"Os resultados serão associados ao meu nome, mas não será a minha imagem. Não será criada por mim. Logo, os resultados confundirão as pessoas que descobrem meu trabalho. Tudo em que trabalhamos por tantos anos foi tirado de nós com muita facilidade pela inteligência artificial", acrescentou. "É bem difícil dizer se isso mudará toda a indústria a ponto de os artistas humanos se tornarem obsoletos. Acredito que meu trabalho e futuro estão sob um grande ponto de interrogação."

Embora os problemas sejam claros, há certas formas de as ferramentas de inteligência artificial serem usadas para beneficiar os artistas, de acordo com o animador Harry Hambley, artista que é a força criativa por trás do personagem Ketnipz, uma sensação da internet. "Acho que, para mim, a principal coisa que a arte generativa resolve é o tédio", diz ele. "Mas pode ser assustador, pois a internet já é um lugar selvagem, e misturar inteligência artificial com isso... não sabemos aonde vai dar."

"Se eu acho que meu trabalho será sacrificado pela inteligência artificial ou que esta fará melhor do que eu? Acredito que não. "Há mais na arte do que sua aparência. No fim das contas, há uma razão maior pela qual as pessoas se envolveram com o Ketnipz, e não acredito que seja apenas a sua mera estética".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqq42vdygqxo. Adaptado.
"Logo no primeiro mês que descobri, percebi que isso afetaria claramente minha carreira, e eu não seria capaz de reconhecer e encontrar meus próprios trabalhos na internet", diz Greg.
Assinale a opção que contenha a nova pontuação CORRETA em alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3611397 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Minha obra foi copiada por inteligência artificial mais do que a de Picasso


A inteligência artificial tem mudado a realidade como a conhecemos, mas para o artista digital Greg Rutkowski, tem causado grandes problemas. Ele disse que seu nome havia sido usado mais de quatrocentas mil vezes como prompt em ferramentas de inteligência artificial que geram arte desde o ano passado, mas sem o seu consentimento.

Prompts são os comandos enviados ao sistema de inteligência artificial para que ele gere a resposta almejada. Quando ele checou, disse que seu nome havia sido utilizado como prompt mais vezes do que os nomes dos artistas Pablo Picasso e Leonardo da Vinci.

Nascido na Polônia, Greg teve suas obras usadas em games como Dungeons and Dragons e Magic: The Gathering, mas tem receio de que a popularidade recém-descoberta neste mundo artificial afete trabalhos futuros.

Sites como Midjourney, Dall.E, NightCafe e Stable Diffusion são conhecidos como plataformas de inteligência artificial generativa. Eles são capazes de criar obras de arte geradas artificialmente em segundos a partir dos prompts que os usuários digitam.

As ferramentas aprenderam a coletar bilhões de imagens existentes na internet. E os artistas reclamam que isso é feito sem o consentimento deles. "Logo no primeiro mês que descobri, percebi que isso afetaria claramente minha carreira, e eu não seria capaz de reconhecer e encontrar meus próprios trabalhos na internet", diz Greg.

"Os resultados serão associados ao meu nome, mas não será a minha imagem. Não será criada por mim. Logo, os resultados confundirão as pessoas que descobrem meu trabalho. Tudo em que trabalhamos por tantos anos foi tirado de nós com muita facilidade pela inteligência artificial", acrescentou. "É bem difícil dizer se isso mudará toda a indústria a ponto de os artistas humanos se tornarem obsoletos. Acredito que meu trabalho e futuro estão sob um grande ponto de interrogação."

Embora os problemas sejam claros, há certas formas de as ferramentas de inteligência artificial serem usadas para beneficiar os artistas, de acordo com o animador Harry Hambley, artista que é a força criativa por trás do personagem Ketnipz, uma sensação da internet. "Acho que, para mim, a principal coisa que a arte generativa resolve é o tédio", diz ele. "Mas pode ser assustador, pois a internet já é um lugar selvagem, e misturar inteligência artificial com isso... não sabemos aonde vai dar."

"Se eu acho que meu trabalho será sacrificado pela inteligência artificial ou que esta fará melhor do que eu? Acredito que não. "Há mais na arte do que sua aparência. No fim das contas, há uma razão maior pela qual as pessoas se envolveram com o Ketnipz, e não acredito que seja apenas a sua mera estética".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqq42vdygqxo. Adaptado.
 O nome do artista Greg Rutkowski foi usado mais de quatrocentas mil vezes como prompt em ferramentas de inteligência artificial que geram arte - sem o seu consentimento.
Assinale a opção CORRETA de acordo com o texto base.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Fundação CETREDE Órgão: CPSMCR - CE Provas: Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Enfermeiro | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Farmacêutico | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Médico Especialista em Endocrinologia | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Médico Especialista em Gastroenterologia - Colonoscopia e Retossigmoidoscopia | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Médico Especialista em Neurologia | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Médico Especialista em Pediatria | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Médico Especialista em Radiologia - Diagnóstico por Imagem ou Ultrassonografia | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Fisioterapeuta | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Nutricionista | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Fonoaudiólogo | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Médico Especialista em Gastroenterologia | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Médico Especialista em Gastroenterologia - Endoscopia Digestiva | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Odontólogo Bucomaxilo Facial | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Odontólogo Endodontista | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Médico Especialista em Ginecologia | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Odontólogo Ortodontista | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Odontólogo Pacientes Especiais | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Odontólogo Periodontista | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Odontólogo Protesista | Fundação CETREDE - 2023 - CPSMCR - CE - Psicólogo |
Q3611181 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Avanço da inteligência artificial abre debate sobre riscos da tecnologia


Descobertas preocupam empresas e governos, geram forte reação da sociedade e levam pesquisadores a buscar novas formas de controle.


Por Alessandro Giannini – Publicado em 7 abr 2023.


O bioquímico e escritor de ficção científica russo-americano Isaac Asimov (1920-1992) foi responsável por antecipar e popularizar, em meados do século XX, o conceito de inteligência artificial – IA na literatura. Influenciado pela emergente corrida espacial e pela ebulição tecnológica de seu tempo, Asimov explorou temas como moralidade, ética e as consequências da inovação para a humanidade. No livro Eu, Robô, lançado em 1950, ele reúne nove contos que mostram a evolução dos autômatos ao longo do tempo. Os enredos se passam em um mundo no qual uma série de regras, chamadas “Três Leis da Robótica”, protegem os seres humanos das máquinas. Visionário, Asimov anteviu em sua obra os temores expressos na carta divulgada há alguns dias pelo Future of Life Institute, organização que busca reduzir o risco de grandes tecnologias para a humanidade. Com milhares de assinaturas, a missiva pede aos laboratórios de pesquisa que parem imediatamente o desenvolvimento dos modelos de inteligência artificial – IA, que estariam se tornando perigosamente ativos na realização de tarefas mais complexas. “Esses sistemas só devem progredir quando estivermos confiantes de que seus efeitos serão positivos e seus riscos, gerenciáveis”, adverte o texto.

Subscrito por nomes insuspeitos do mundo digital, como Elon Musk, dono da Tesla e do Twitter, e Steve Wozniak, um dos fundadores da Apple, o documento se tornou um grande sinal de alerta. Entre os riscos descritos na mensagem estão a disseminação de propaganda falsa e desinformação, a potencial obsolescência humana e a perda do controle da civilização. Além do caráter alarmista, surpreende o fato de personagens cuja trajetória está diretamente ligada à inovação — Musk e Wozniak em especial — desejarem deter o avanço tecnológico. Se eles estão apreensivos com o desabrochar da inteligência artificial, imagina-se que algo realmente danoso possa nos atingir.

O temor tem crescido em intensidade e levou a reações em série de governos, empresas e organismos sociais. Na Europa, a Itália bloqueou o funcionamento do ChatGPT, aplicativo criado pela OpenAI que simula conversação humana. Segundo os italianos, o app viola a lei local de dados pessoais. França e Alemanha estão considerando seguir os mesmos passos do país vizinho. Na semana passada, o presidente americano Joe Biden se reuniu com seu conselho de consultores em ciência e tecnologia para debater os “riscos e oportunidades” envolvidos no campo da IA, agora aquecido pela competição aguerrida de conglomerados como as americanas Microsoft e Google e as chinesas Baidu e Tencent, entre outros gigantes. Uma das propostas na mesa seria regulamentar o setor. “A questão é que grupos relativamente pequenos, com recursos limitados, podem avançar a pesquisa nessas áreas”, disse a VEJA o brasileiro Marcelo Gleiser, físico, astrônomo e professor da Dartmouth College, nos EUA. “Portanto, a regulamentação torna-se muito complexa. Quem poderá garantir que as leis serão seguidas?”

A perspectiva histórica enriquece o debate. Quando se analisam com atenção as inovações do passado — as máquinas a vapor, a internet ou o sequenciamento de genomas, é importante observar que elas, especialmente em seu período de afirmação, foram alvo de questionamentos e consideradas perigosas para a humanidade. Contudo, todas se comportaram como o mito da Caixa de Pandora: uma vez aberta, seu conteúdo não pode mais ser contido. A mesma lógica vale para a inteligência artificial? Provavelmente, sim. 

[...] Duvidar do potencial das novas tecnologias é típico do espírito humano. Em 1943, o então presidente da IBM, Thomas Watson, disse algo que se tornou risível com o passar dos anos: “Eu acredito que há mercado para talvez cinco computadores”. Em 1946, Darryl Zanuck, fundador do estúdio 20th Century Fox, declarou que “a televisão não vai conseguir se segurar no mercado por mais de seis meses”.

É fácil criticar o passado com os olhos do presente. Mais difícil talvez seja compreender o potencial disruptivo de uma tecnologia e dimensionar seus riscos. Não são poucos os perigos associados à inteligência artificial. Entre os mais marcantes estão a concentração de poder nas mãos de poucas empresas, o desaparecimento de empregos pela automação de atividades, a disseminação descontrolada de ataques cibernéticos e o desenvolvimento de armas autônomas. [...] Mas há um aspecto vital que não pode ser ignorado: o econômico. O mercado de IA está avaliado em 142,3 bilhões de dólares e continua a avançar impulsionado pelo fluxo crescente dos investimentos que recebe. [...] Muitos cientistas, empresários e empreendedores argumentam que os benefícios da tecnologia superam os riscos embutidos nela. O bilionário e filantropo Bill Gates está entre os que pensam dessa maneira. Gates reconheceu e listou avanços gerados pela inteligência artificial que podem ser conquistados em campos como bem-estar social, educação e meio ambiente. Ao mesmo tempo, faz uma importante ponderação. Segundo ele, é imperativo garantir que todos — e não apenas os ricos — desfrutem da nova tecnologia.

Em linhas gerais, existem quatro níveis básicos de inteligência artificial. A primeira, a “fraca”, está associada a tarefas como trancar a porta do carro. No segundo patamar, chamado de “geral”, ela é aplicável a atividades automatizadas que quase não precisam de supervisão humana, como linhas de produção ou a gestão de lavouras. A terceira vertente, denominada “superinteligência artificial”, é usada em máquinas capazes de tomar decisões rápidas de forma quase autônoma, como os carros sem motorista. Recentemente, surgiu a “generativa”, capaz de criar textos, imagens, códigos de programação, vídeos ou qualquer outra linguagem natural, a partir de sistemas de aprendizado de máquina e grandes modelos de linguagem (LLM, na sigla em inglês). O aplicativo “aprende” a partir de buscas em bancos de dados abertos e também analisando os estímulos (“prompts”) alimentados pelos usuários.

Sucesso desde que foi lançado, no fim do ano passado, o ChatGPT conquistou corações e mentes ao responder a estímulos escritos dos usuários como se fosse uma pessoa real. A despeito dos tropeços iniciais, o chatbot, como é chamada a ferramenta criada pela empresa americana OpenAI, ganhou tração popular e atraiu a atenção da Microsoft. [...] É importante reconhecer que esses modelos de linguagem não são perfeitos e têm limitações, como produzir respostas incorretas e sem sentido, além de possíveis vieses. 

Mais ou menos ao mesmo tempo, surgiram os geradores de imagens como DALL-E (também da OpenAI), Midjourney e Stable Diffusion, que produzem cenas realistas a partir de definições propostas pelos usuários. Os resultados são tão impressionantes que uma fotografia falsa do papa Francisco vestindo um sobretudo de tecido sintético acolchoado enganou até veículos especializados em moda. Imagens do ex-presidente americano Donald Trump sendo preso em Nova York e do presidente francês Emmanuel Macron atacando manifestantes em Paris rodaram a internet. [...] “Só há uma solução”, disse a VEJA o eng. de robótica israelense Hod Lipson, professor da Universidade Columbia e estudioso do assunto. “Você sempre pode gerar outra inteligência artificial para distinguir o real e o falso.” 

A despeito da evolução das tecnologias associadas à inteligência artificial, é consenso entre especialistas e pesquisadores que a natureza humana e sua integridade devem prevalecer. Criador do conceito de realidade virtual e ferrenho crítico das redes sociais, o cientista da computação americano Jaron Lanier declarou recentemente, em tom jocoso, que o maior perigo desses aplicativos não é seu potencial destrutivo, mas a possibilidade de que “nos deixem loucos”. Também signatário da carta que defende um freio de arrumação na inteligência artificial, o historiador e escritor israelense Yuval Noah Harari afirma que avançar na sofisticação dos computadores “pode servir apenas para fortalecer a estupidez natural dos humanos”. As possibilidades são infinitas e, de fato, algumas são assustadoras. Mas a verdade é que a inteligência artificial já está entre nós — e esse é um movimento irreversível.


Adaptado https://veja.abril.com.br/tecnologia/avanco-da-inteligencia-artificial-abredebate-sobre-riscos-da-tecnologia
No terceiro parágrafo, o autor afirma que

“[...] aquecido pela competição aguerrida de conglomerados como as americanas Microsoft e Google[...].”

A palavra que modifica o sentido do termo sublinhado nessa frase é
Alternativas
Q3610982 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO

(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.

(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.

(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.

(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".

(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.

(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".

(Revista Saber Acadêmico, Presidente Prudente, n. 27, p. 94-107, jan./jun. 2019. ISSN 1980-595) − In: (20200713161934.pdf (uniesp.edu.br) − (P.02/03) − (Adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO

(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".

(Revista Saber Acadêmico, Presidente Prudente, n. 27, p. 94-107, jan./jun. 2019. ISSN 1980-595) − In: (20200713161934.pdf (uniesp.edu.br) − (P.02/03) − (Adaptado)

Sabendo que a "função da linguagem" caracteriza a intenção do emissor da mensagem e que, no (1º§) a voz do texto informa sobre "Magistério", marque a função da linguagem que predomina no (1º§) do texto.
Alternativas
Q3610941 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO

(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.

(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.

(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.

(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".

(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.

(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".

(Revista Saber Acadêmico, Presidente Prudente, n. 27, p. 94-107, jan./jun. 2019. ISSN 1980-595) − In: (20200713161934.pdf (uniesp.edu.br) − (P.02/03) − (Adaptado)
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UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO

(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".

(Revista Saber Acadêmico, Presidente Prudente, n. 27, p. 94-107, jan./jun. 2019. ISSN 1980-595) − In: (20200713161934.pdf (uniesp.edu.br) − (P.02/03) − (Adaptado)

Marque os parágrafos do texto que apresentam elementos que expressão sentido cronológico:
Alternativas
Q3610939 Português
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UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO

(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.

(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.

(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.

(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".

(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.

(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".

(Revista Saber Acadêmico, Presidente Prudente, n. 27, p. 94-107, jan./jun. 2019. ISSN 1980-595) − In: (20200713161934.pdf (uniesp.edu.br) − (P.02/03) − (Adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO

(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".

(Revista Saber Acadêmico, Presidente Prudente, n. 27, p. 94-107, jan./jun. 2019. ISSN 1980-595) − In: (20200713161934.pdf (uniesp.edu.br) − (P.02/03) − (Adaptado)

Sobre a estrutura dos componentes textuais deste instrumento avaliativo, marque a alternativa que identifica corretamente a tipologia textual.
Alternativas
Q3610778 Português
No contexto de ESPAÇOS DE (CON)VIVÊNCIA, qual das alternativas abaixo está correta?
Alternativas
Q3610773 Português
Com relação a variação linguística no 5° ano do Ensino Fundamental, assinale a função correta:
Alternativas
Q3610770 Português
Em relação aos procedimentos de leitura no 5° ano do ensino fundamental, assinale a função correta:
Alternativas
Q3610767 Português
Tratando-se das PRÁTICAS DE LINGUAGEM do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, em relação à Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) avalie as proposições sobre seus objetos de conhecimento:
I.Reconstruir as condições de produção e recepção de textos.
II.Identificar as marcas linguísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto.
III.Diferenciar as partes principais das secundárias em um texto.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3609025 Português
Gêneros textuais são as diferentes formas de texto usadas para transmitir as mensagens que pretendemos enviar aos seus receptores. São exemplos de gêneros textuais: crônicas, contos, notícias, bilhetes, listas de compras e receitas.
(Gêneros Textuais - Toda Matéria (todamateria.com.br)).
Marque a alternativa que identifica corretamente o tipo de texto apresentado a seguir:
"Um grupo de professores da rede pública tem unido forças a fim de questionar as formas de ensino, consideradas tradicionais e ultrapassadas frente ao mundo contemporâneo. A iniciativa visa a construir conjuntamente alternativas para despertar novamente o interesse dos alunos na escola. Uma das possibilidades levantadas é aliar o uso das novas tecnologias do cotidiano (celulares, videogames etc) como ponto de partida para as aulas".
(Texto dissertativo: tipos, exemplos, como fazer - Mundo Educação (uol.com.br)).- Mundo Educação (uol.com.br)).
Alternativas
Q3609006 Português
Os descritores são declarações específicas que detalham o que os alunos devem saber e ser capazes de fazer em uma determinada disciplina e nível de ensino. Assim, avalie as proposições:
I.Sobre o tópico: procedimento de leitura, um dos seus descritores visa distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.
II.Sobre o tópico: a relação entre textos, um dos seus descritores visa identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados.
III.Sobre o tópico: as implicações do suporte, do gênero e/ou do enunciador na compreensão do texto, um dos seus descritores visa reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que tratam do mesmo tema.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3609003 Português
Qual dos tópicos a seguir corresponde a um dos descritores da Matriz de Referência de Língua Portuguesa do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) para o 5º ano do Ensino Fundamental em relação ao tópico coerência e coesão no processamento do texto:
Alternativas
Q3608904 Português
O tratamento das práticas leitoras compreende dimensões inter-relacionadas às práticas de uso e reflexão. Assinale a alternativa correta sobre as funções das práticas leitoras:
Alternativas
Respostas
43121: D
43122: D
43123: C
43124: B
43125: C
43126: D
43127: D
43128: A
43129: B
43130: C
43131: C
43132: B
43133: D
43134: B
43135: A
43136: A
43137: A
43138: B
43139: C
43140: B