Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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(__)A leitura do texto literário, que ocupa o centro do trabalho no Ensino Fundamental, deve permanecer nuclear também no Ensino Médio.
(__)No campo das práticas de estudo e pesquisa ganham realce as habilidades relacionadas à análise, síntese, reflexão, problematização e pesquisa.
(__)O mantimento da complexidade dos textos lidos e produzidos em termos de temática, estruturação sintática, vocabulário, recursos estilísticos, orquestração de vozes e semioses.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO
(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".
(Revista Saber Acadêmico, Presidente Prudente, n. 27, p. 94-107, jan./jun. 2019. ISSN 1980-595) - In: (20200713161934.pdf (uniesp.edu.br) - (P.02/03) - (Adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO
(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".
(Revista Saber Acadêmico, Presidente Prudente, n. 27, p. 94-107, jan./jun. 2019. ISSN 1980-595) - In: (20200713161934.pdf (uniesp.edu.br) - (P.02/03) - (Adaptado)
Considere o texto abaixo:
"Colega de Nogueira, a professora Francirosy Campos Barbosa, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP e pesquisadora do Grupo de Antropologia em Contextos Islâmicos e Árabes, concorda que falta conhecimento sobre outros grupos religiosos não dominantes no Brasil. E, até mesmo, nos materiais didáticos usados nas escolas. Francirosy cita, como exemplo, o caso de livros de história que contam a revolta dos malês, negros muçulmanos que lutaram contra a escravidão no Brasil. Segundo a professora, a publicação não explica suficientemente bem a história desse povo, que possui apenas 'um parágrafo nos livros de história'".
(Fonte: Jornal da USP. Disponível em: <https://jornal.usp.br/atualidades/falta-de-conhecimento-sobre-outras-culturasagrava-intolerancia-religiosa-no-brasil/>. Acesso em: 02 de dezembro de 2023.)
Com base no texto, é correto afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO
(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO
(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".
Acerca da Matriz de Referência de Língua Portuguesa do SAEB considere as seguintes proposições acerca dos tópicos e descritores do 5º ano do Ensino Fundamental no tópico "procedimento de leitura":
I.Identificar um tópico do texto.
II. Localizar informações explícitas em um texto.
III.Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.
São descritores do procedimento de leitura:
Acerca da Matriz de Referência de Língua Portuguesa do SAEB considere as seguintes proposições acerca dos tópicos e descritores do 5º ano do Ensino Fundamental no tópico "relação entre textos":
I.Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, foto etc.).
II.Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros.
III.Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que tratam do mesmo tema, em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido.
São descritores da relação entre textos:
Acerca da Matriz de Referência de Língua Portuguesa do SAEB considere as seguintes proposições acerca dos tópicos e descritores do 5º ano do Ensino Fundamental no tópico "variação linguística":
I.Identificar as marcas linguísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto.
II.Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados.
III.Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações.
São descritores da variação linguística:
Acerca da Matriz de Referência de Língua Portuguesa do SAEB considere as seguintes proposições acerca dos tópicos e descritores do 5º ano do Ensino Fundamental no tópico "coerência e coesão no processamento do texto":
I.Estabelecer relações entre partes de um texto, identificando repetições ou substituições que contribuem para a continuidade de um texto.
II. Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa.
III. Estabelecer relação causa/consequência entre partes e elementos do texto.
São descritores da coerência e coesão no processamento do texto:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO
(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".
(Revista Saber Acadêmico, Presidente Prudente, n. 27, p. 94-107, jan./jun. 2019. ISSN 1980-595) In: (20200713161934.pdf (uniesp.edu.br) - (P.02/03) - (Adaptado)
O texto "O Leão" de Dalton Trevisan está escrito com trechos descritivos:
A menina conduz-me diante do leão, esquecido por um circo de passagem. Não está preso, velho e doente, em gradil de ferro. Fui solto no gramado e a tela fina de arame é escarmento ao rei dos animais. Não mais que um caco de leão: as pernas reumáticas, a juba emaranhada e sem brilho. Os olhos globulosos fecham-se cansados, sobre o focinho contei nove ou dez moscas, que ele não tinha ânimo de espantar. Das grandes narinas escorriam gotas e pensei, por um momento, que fossem lágrimas. [...]
(Dalton (Dalton Trevisan - O leão).
Sobre as características descritivas, analise as assertivas:
I.O texto descritivo pode conter traços objetivos como: cor de cabelo, modelo de roupas, cor da pele (que são incontestáveis) e traços subjetivos como: bondade, honestidade, lealdade (que são contestáveis).
II.A descrição visa ser neutra e imparcial, evitando qualquer interpretação subjetiva. O principal objetivo é transmitir informações de maneira direta, precisa e sem influências pessoais do enunciador.
III.Existe ênfase nos fatos e detalhes tangíveis, geralmente, baseada em observações objetivas e mesuráveis, para dar uma representação precisa e exata do objeto ou evento.
Marque a sequência de assertivas CORRETAS:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NA GESTÃO
(1º§) Na percepção da realidade, o ser humano vê o real através de seu filtro interno. O seu referencial é sempre ele próprio. Ao olhar, julga e percepciona.
(2º§) Em plena era da comunicação, muitas empresas ainda não sabem como chegar ao público-alvo. A falha pode ter origem na ausência de um profissional capacitado para a função, o processo de comunicação vai além da troca de informações e deve caminhar lado a lado com o processo de gestão. O Gestor, assim, deve ter o olhar da pesquisa, o olhar técnico, o olhar seguro e confiante. É necessário recolher a individualidade e optar por uma postura metodológica.
(3º§) Você, Gestor, nunca reduza o mundo à diminuta consciência humana comum. Para o Gestor a leitura do mundo é instrumento de trabalho. O processo de leitura ocorre em três níveis: o sensorial onde se utilizam os cinco sentidos, o nível emocional, onde o conteúdo atrai de alguma forma e o nível racional onde se usa o intelecto.
(4º§) Os gestores trabalham com objetos que nas suas interpretações desencadeiam essas dimensões e dão prioridade ou negam alguns aspectos durante essa interpretação do mundo. Por isso o Gestor, que está seguro, precisa atentar-se para as diferenças entre o ver e o olhar. Vamos elucidar: o "ver", uma atitude involuntária, imposição das coisas sobre o sujeito, um registo espontâneo da superfície visível, onde o sujeito se acomoda. O "olhar", uma atitude intencional, resultado do que se investiga, onde o sujeito pensa.
(5º§) O "olhar" não é a substituição da espontaneidade e da criatividade pelo domínio da razão, é estabelecer uma relação deliberada com o mundo. O Gestor deve, portanto, desenvolver uma postura ética, científica e política, superando a contemplação anestesiada do "ver", mas também a concentração exclusiva e excludente nas verdades.
(6º§) Para estruturar de forma eficiente a comunicação, o gestor faz um trabalho com a concepção de que a comunicação empresarial vai além da transmissão de informação. Trata-se de um processo de estabelecimento de relação entre interlocutores, entre os sectores da empresa. Portanto, a discussão não deve ser limitada ao fluxo de informação, que também é importante, é preciso trabalhar a ideia de comunicação em conjunto com gestão. Não dá para isolar o fluxo de informação do processo de gestão.
(7º§) As empresas mostram-se cada vez mais preocupadas com a comunicação pois as possibilidades de interacção dentro das organizações aumentaram muito por conta do trabalho em grupo. Porém, hoje, dentro das empresas, as pessoas articulam-se muito mais, relacionam-se muito mais, até pela necessidade do negócio. Consequentemente, as empresas articulam-se e interagem muito mais. Podemos dizer que o mundo hoje se comunica muito mais do que no passado, por conta da tecnologia da informação.
(8º§) O maior problema, hoje, com a comunicação empresarial é que os executivos, que são os donos de empresa, pensam que entendem de comunicação. E comunicação é uma área muito especializada, por conta do momento histórico de crescimento das forças de produção. Na era que se convencionou chamar de pós-modernidade, as pessoas estão muito atentas aos discursos produzidos pelas empresas. É preciso ter profissionais, então, que entendam de comunicação, que estudem o assunto. Comunicação não é para quem quer, é para quem pode trabalhar com ela.
(https://www.ibnd.com.br/blog/percepcao-da-realidade-as-etapas-que-f ormam-nossa-percepcao.html#) − (Adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NA GESTÃO
(1º§) Na percepção da realidade, o ser humano vê o real através de seu filtro interno. O seu referencial é sempre ele próprio. Ao olhar, julga e percepciona.
(2º§) Em plena era da comunicação, muitas empresas ainda não sabem como chegar ao público-alvo. A falha pode ter origem na ausência de um profissional capacitado para a função, o processo de comunicação vai além da troca de informações e deve caminhar lado a lado com o processo de gestão. O Gestor, assim, deve ter o olhar da pesquisa, o olhar técnico, o olhar seguro e confiante. É necessário recolher a individualidade e optar por uma postura metodológica.
(3º§) Você, Gestor, nunca reduza o mundo à diminuta consciência humana comum. Para o Gestor a leitura do mundo é instrumento de trabalho. O processo de leitura ocorre em três níveis: o sensorial onde se utilizam os cinco sentidos, o nível emocional, onde o conteúdo atrai de alguma forma e o nível racional onde se usa o intelecto.
(4º§) Os gestores trabalham com objetos que nas suas interpretações desencadeiam essas dimensões e dão prioridade ou negam alguns aspectos durante essa interpretação do mundo. Por isso o Gestor, que está seguro, precisa atentar-se para as diferenças entre o ver e o olhar. Vamos elucidar: o "ver", uma atitude involuntária, imposição das coisas sobre o sujeito, um registo espontâneo da superfície visível, onde o sujeito se acomoda. O "olhar", uma atitude intencional, resultado do que se investiga, onde o sujeito pensa.
(5º§) O "olhar" não é a substituição da espontaneidade e da criatividade pelo domínio da razão, é estabelecer uma relação deliberada com o mundo. O Gestor deve, portanto, desenvolver uma postura ética, científica e política, superando a contemplação anestesiada do "ver", mas também a concentração exclusiva e excludente nas verdades.
(6º§) Para estruturar de forma eficiente a comunicação, o gestor faz um trabalho com a concepção de que a comunicação empresarial vai além da transmissão de informação. Trata-se de um processo de estabelecimento de relação entre interlocutores, entre os sectores da empresa. Portanto, a discussão não deve ser limitada ao fluxo de informação, que também é importante, é preciso trabalhar a ideia de comunicação em conjunto com gestão. Não dá para isolar o fluxo de informação do processo de gestão.
(7º§) As empresas mostram-se cada vez mais preocupadas com a comunicação pois as possibilidades de interacção dentro das organizações aumentaram muito por conta do trabalho em grupo. Porém, hoje, dentro das empresas, as pessoas articulam-se muito mais, relacionam-se muito mais, até pela necessidade do negócio. Consequentemente, as empresas articulam-se e interagem muito mais. Podemos dizer que o mundo hoje se comunica muito mais do que no passado, por conta da tecnologia da informação.
(8º§) O maior problema, hoje, com a comunicação empresarial é que os executivos, que são os donos de empresa, pensam que entendem de comunicação. E comunicação é uma área muito especializada, por conta do momento histórico de crescimento das forças de produção. Na era que se convencionou chamar de pós-modernidade, as pessoas estão muito atentas aos discursos produzidos pelas empresas. É preciso ter profissionais, então, que entendam de comunicação, que estudem o assunto. Comunicação não é para quem quer, é para quem pode trabalhar com ela.
(https://www.ibnd.com.br/blog/percepcao-da-realidade-as-etapas-que-f ormam-nossa-percepcao.html#) − (Adaptado)
Considere que o emissor da mensagem usa o código linguístico com a intenção de esclarecer, elucidar sobre a diferença entre o "ver" e o "olhar" no trecho: "Por isso o Gestor precisa atentar-se para as diferenças entre 'o ver e o olhar'. Vamos elucidar: o 'ver', uma atitude involuntária, imposição das coisas sobre o sujeito, um registo espontâneo da superfície visível, onde o sujeito se acomoda. O 'olhar', uma atitude intencional, resultado do que se investiga, onde o sujeito pensa".
Com base nas informações enunciadas, marque a função da linguagem que predomina no trecho selecionado para esta questão:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NA GESTÃO
(1º§) Na percepção da realidade, o ser humano vê o real através de seu filtro interno. O seu referencial é sempre ele próprio. Ao olhar, julga e percepciona.
(2º§) Em plena era da comunicação, muitas empresas ainda não sabem como chegar ao público-alvo. A falha pode ter origem na ausência de um profissional capacitado para a função, o processo de comunicação vai além da troca de informações e deve caminhar lado a lado com o processo de gestão. O Gestor, assim, deve ter o olhar da pesquisa, o olhar técnico, o olhar seguro e confiante. É necessário recolher a individualidade e optar por uma postura metodológica.
(3º§) Você, Gestor, nunca reduza o mundo à diminuta consciência humana comum. Para o Gestor a leitura do mundo é instrumento de trabalho. O processo de leitura ocorre em três níveis: o sensorial onde se utilizam os cinco sentidos, o nível emocional, onde o conteúdo atrai de alguma forma e o nível racional onde se usa o intelecto.
(4º§) Os gestores trabalham com objetos que nas suas interpretações desencadeiam essas dimensões e dão prioridade ou negam alguns aspectos durante essa interpretação do mundo. Por isso o Gestor, que está seguro, precisa atentar-se para as diferenças entre o ver e o olhar. Vamos elucidar: o "ver", uma atitude involuntária, imposição das coisas sobre o sujeito, um registo espontâneo da superfície visível, onde o sujeito se acomoda. O "olhar", uma atitude intencional, resultado do que se investiga, onde o sujeito pensa.
(5º§) O "olhar" não é a substituição da espontaneidade e da criatividade pelo domínio da razão, é estabelecer uma relação deliberada com o mundo. O Gestor deve, portanto, desenvolver uma postura ética, científica e política, superando a contemplação anestesiada do "ver", mas também a concentração exclusiva e excludente nas verdades.
(6º§) Para estruturar de forma eficiente a comunicação, o gestor faz um trabalho com a concepção de que a comunicação empresarial vai além da transmissão de informação. Trata-se de um processo de estabelecimento de relação entre interlocutores, entre os sectores da empresa. Portanto, a discussão não deve ser limitada ao fluxo de informação, que também é importante, é preciso trabalhar a ideia de comunicação em conjunto com gestão. Não dá para isolar o fluxo de informação do processo de gestão.
(7º§) As empresas mostram-se cada vez mais preocupadas com a comunicação pois as possibilidades de interacção dentro das organizações aumentaram muito por conta do trabalho em grupo. Porém, hoje, dentro das empresas, as pessoas articulam-se muito mais, relacionam-se muito mais, até pela necessidade do negócio. Consequentemente, as empresas articulam-se e interagem muito mais. Podemos dizer que o mundo hoje se comunica muito mais do que no passado, por conta da tecnologia da informação.
(8º§) O maior problema, hoje, com a comunicação empresarial é que os executivos, que são os donos de empresa, pensam que entendem de comunicação. E comunicação é uma área muito especializada, por conta do momento histórico de crescimento das forças de produção. Na era que se convencionou chamar de pós-modernidade, as pessoas estão muito atentas aos discursos produzidos pelas empresas. É preciso ter profissionais, então, que entendam de comunicação, que estudem o assunto. Comunicação não é para quem quer, é para quem pode trabalhar com ela.
(https://www.ibnd.com.br/blog/percepcao-da-realidade-as-etapas-que-f ormam-nossa-percepcao.html#) − (Adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NA GESTÃO
(1º§) Na percepção da realidade, o ser humano vê o real através de seu filtro interno. O seu referencial é sempre ele próprio. Ao olhar, julga e percepciona.
(2º§) Em plena era da comunicação, muitas empresas ainda não sabem como chegar ao público-alvo. A falha pode ter origem na ausência de um profissional capacitado para a função, o processo de comunicação vai além da troca de informações e deve caminhar lado a lado com o processo de gestão. O Gestor, assim, deve ter o olhar da pesquisa, o olhar técnico, o olhar seguro e confiante. É necessário recolher a individualidade e optar por uma postura metodológica.
(3º§) Você, Gestor, nunca reduza o mundo à diminuta consciência humana comum. Para o Gestor a leitura do mundo é instrumento de trabalho. O processo de leitura ocorre em três níveis: o sensorial onde se utilizam os cinco sentidos, o nível emocional, onde o conteúdo atrai de alguma forma e o nível racional onde se usa o intelecto.
(4º§) Os gestores trabalham com objetos que nas suas interpretações desencadeiam essas dimensões e dão prioridade ou negam alguns aspectos durante essa interpretação do mundo. Por isso o Gestor, que está seguro, precisa atentar-se para as diferenças entre o ver e o olhar. Vamos elucidar: o "ver", uma atitude involuntária, imposição das coisas sobre o sujeito, um registo espontâneo da superfície visível, onde o sujeito se acomoda. O "olhar", uma atitude intencional, resultado do que se investiga, onde o sujeito pensa.
(5º§) O "olhar" não é a substituição da espontaneidade e da criatividade pelo domínio da razão, é estabelecer uma relação deliberada com o mundo. O Gestor deve, portanto, desenvolver uma postura ética, científica e política, superando a contemplação anestesiada do "ver", mas também a concentração exclusiva e excludente nas verdades.
(6º§) Para estruturar de forma eficiente a comunicação, o gestor faz um trabalho com a concepção de que a comunicação empresarial vai além da transmissão de informação. Trata-se de um processo de estabelecimento de relação entre interlocutores, entre os sectores da empresa. Portanto, a discussão não deve ser limitada ao fluxo de informação, que também é importante, é preciso trabalhar a ideia de comunicação em conjunto com gestão. Não dá para isolar o fluxo de informação do processo de gestão.
(7º§) As empresas mostram-se cada vez mais preocupadas com a comunicação pois as possibilidades de interacção dentro das organizações aumentaram muito por conta do trabalho em grupo. Porém, hoje, dentro das empresas, as pessoas articulam-se muito mais, relacionam-se muito mais, até pela necessidade do negócio. Consequentemente, as empresas articulam-se e interagem muito mais. Podemos dizer que o mundo hoje se comunica muito mais do que no passado, por conta da tecnologia da informação.
(8º§) O maior problema, hoje, com a comunicação empresarial é que os executivos, que são os donos de empresa, pensam que entendem de comunicação. E comunicação é uma área muito especializada, por conta do momento histórico de crescimento das forças de produção. Na era que se convencionou chamar de pós-modernidade, as pessoas estão muito atentas aos discursos produzidos pelas empresas. É preciso ter profissionais, então, que entendam de comunicação, que estudem o assunto. Comunicação não é para quem quer, é para quem pode trabalhar com ela.
(https://www.ibnd.com.br/blog/percepcao-da-realidade-as-etapas-que-f ormam-nossa-percepcao.html#) − (Adaptado)
Marque a função da linguagem que predomina no período:
"Em plena era da comunicação, muitas empresas ainda não sabem como chegar ao público-alvo".
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A PALAVRA E O HOMEM
(1º§) As palavras são o fundamento da comunicação, em qualquer língua de qualquer parte do mundo. Elas representam os sentimentos, as emoções e os pensamentos.
(2º§) A palavra sempre teve um grande poder sobre a humanidade. Com ela governos foram formados, impérios se ergueram e caíram e a história foi formada, sem que nada justificasse seus porquês.
(3º§) Mas essa ferramenta própria do homem não tem importância somente no contexto histórico e global, mas também afeta diretamente a vida de cada um de nós. Um elogio torna o seu dia melhor, além de aumentar a autoestima e melhorar o humor.
(4º§) Ela também pode influenciar nas decisões de alguém, mudar a opinião e as ideias. Por isso é preciso ter cuidado com as palavras, elas são poderosas. Assim como podem ajudar e amparar, as palavras conseguem machucar e magoar quem as recebe.
(5º§) Quando usadas com más intenções, ou quando entendidas de forma errada, a palavra se torna uma arma perigosa, não para o corpo, mas sim para a mente e para a alma. Para evitar problemas, é preciso escolher muito bem cada palavra, tornando esse instrumento uma ajuda valiosa na comunicação, ao invés de um empecilho que trará problemas.
(6º§) Pense na importância da palavra adequada ao contexto de uma mensagem, para estabelecer a sintonia perfeita nos atos comunicativos.
(Por: Pedro Emílio) − (http://capaciteredacao.forum-livre.com/t4433-texto-dissertativo)
A função da linguagem enuncia a intenção do emissor da mensagem, caracterizando-se por evidenciar um dos elementos da comunicação, o que identifica sua predominância no contexto:
Com esta informação teórica, marque a função da linguagem que predomina no (1º§);
"As palavras são o fundamento da comunicação, em qualquer língua de qualquer parte do mundo. Elas representam os sentimentos, as emoções e os pensamentos".
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A PALAVRA E O HOMEM
(1º§) As palavras são o fundamento da comunicação, em qualquer língua de qualquer parte do mundo. Elas representam os sentimentos, as emoções e os pensamentos.
(2º§) A palavra sempre teve um grande poder sobre a humanidade. Com ela governos foram formados, impérios se ergueram e caíram e a história foi formada, sem que nada justificasse seus porquês.
(3º§) Mas essa ferramenta própria do homem não tem importância somente no contexto histórico e global, mas também afeta diretamente a vida de cada um de nós. Um elogio torna o seu dia melhor, além de aumentar a autoestima e melhorar o humor.
(4º§) Ela também pode influenciar nas decisões de alguém, mudar a opinião e as ideias. Por isso é preciso ter cuidado com as palavras, elas são poderosas. Assim como podem ajudar e amparar, as palavras conseguem machucar e magoar quem as recebe.
(5º§) Quando usadas com más intenções, ou quando entendidas de forma errada, a palavra se torna uma arma perigosa, não para o corpo, mas sim para a mente e para a alma. Para evitar problemas, é preciso escolher muito bem cada palavra, tornando esse instrumento uma ajuda valiosa na comunicação, ao invés de um empecilho que trará problemas.
(6º§) Pense na importância da palavra adequada ao contexto de uma mensagem, para estabelecer a sintonia perfeita nos atos comunicativos.
(Por: Pedro Emílio) − (http://capaciteredacao.forum-livre.com/t4433-texto-dissertativo)
Marque a função da linguagem que predomina no transcrito a seguir:
"Pense na importância da palavra adequada ao contexto de uma mensagem, para estabelecer a sintonia perfeita nos atos comunicativos".
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A PALAVRA E O HOMEM
(1º§) As palavras são o fundamento da comunicação, em qualquer língua de qualquer parte do mundo. Elas representam os sentimentos, as emoções e os pensamentos.
(2º§) A palavra sempre teve um grande poder sobre a humanidade. Com ela governos foram formados, impérios se ergueram e caíram e a história foi formada, sem que nada justificasse seus porquês.
(3º§) Mas essa ferramenta própria do homem não tem importância somente no contexto histórico e global, mas também afeta diretamente a vida de cada um de nós. Um elogio torna o seu dia melhor, além de aumentar a autoestima e melhorar o humor.
(4º§) Ela também pode influenciar nas decisões de alguém, mudar a opinião e as ideias. Por isso é preciso ter cuidado com as palavras, elas são poderosas. Assim como podem ajudar e amparar, as palavras conseguem machucar e magoar quem as recebe.
(5º§) Quando usadas com más intenções, ou quando entendidas de forma errada, a palavra se torna uma arma perigosa, não para o corpo, mas sim para a mente e para a alma. Para evitar problemas, é preciso escolher muito bem cada palavra, tornando esse instrumento uma ajuda valiosa na comunicação, ao invés de um empecilho que trará problemas.
(6º§) Pense na importância da palavra adequada ao contexto de uma mensagem, para estabelecer a sintonia perfeita nos atos comunicativos.
(Por: Pedro Emílio) - (http://capaciteredacao.forum-livre.com/t4433-texto-dissertativo)

(__)A Oceania é a única região na qual há mais mortes pelo frio do que pelo calor.
(__)No mundo, a taxa de mortalidade por frio é quatro vezes maior que a taxa de mortalidade por calor.
(__)A Ásia é a região que apresenta as maiores taxas de mortalidade por variação de temperatura.
(__)Ainda que se somem as taxas totais de mortalidade por variação de temperatura na Europa, na América e na Oceania, não se atinge a taxa apresentada na África.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: