Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3582456 Português
Leia o texto a seguir:


A dança do arco-íris


Há muito e muito tempo, vivia sobre uma planície de nuvens uma tribo muito feliz. Como não havia solo para plantar, só um emaranhado de fios branquinhos e fofos como algodão-doce, as pessoas se alimentavam da carne de aves abatidas com flechas, que faziam amarrando em feixe uma porção dos fios que formavam o chão. De vez em quando, o chão dava umas sacudidelas, a planície inteira corcoveava e diminuía de tamanho, como se alguém abocanhasse parte dela.

Certa vez, tentando alvejar uma ave, um caçador errou a pontaria e a flecha se cravou no chão. Ao arrancá-la, ele viu que se abrira uma fenda, através da qual pôde ver que lá embaixo havia outro mundo.

Espantado, o caçador tampou o buraco e foi embora. Não contou sua descoberta a ninguém.

Na manhã seguinte, voltou ao local da passagem, trançou uma longa corda com os fios do chão e desceu até o outro mundo. Foi parar no meio de uma aldeia onde uma linda índia lhe deu as boas-vindas, tão surpresa em vê-lo descer do céu quanto ele de encontrar criatura tão bela e amável. Conversaram longo tempo e o caçador soube que a região onde ele vivia era conhecida por ela e seu povo como "o mundo das nuvens", formado pelas águas que evaporavam dos rios, lagos e oceanos da terra. As águas caíam de volta como uma cortina líquida, que eles chamavam de chuva. "Vai ver, é por isso que o chão lá de cima treme e encolhe", ele pensou. Ao fim da tarde, o caçador despediu-se da moça, agarrou-se à corda e subiu de volta para casa. Dali em diante, todos os dias ele escapava para encontrar-se com a jovem. Ela descreveu para ele os animais ferozes que havia lá embaixo. Ele disse a ela que lá no alto as coisas materiais não tinham valor nenhum.

Um dia, a jovem deu ao caçador um cristal que havia achado perto de uma cachoeira. E pediu para visitar o mundo dele. O rapaz a ajudou a subir pela corda. Mal tinham chegado lá nas alturas, descobriram que haviam sido seguidos pelos parentes dela, curiosos para ver como se vivia tão perto do céu.

Foram todos recebidos com uma grande festa, que selou a amizade entre as duas nações. A partir de então, começou um grande sobe-e-desce entre céu e terra. A corda não resistiu a tanto trânsito e se partiu. Uma larga escada foi então construída e o movimento se tornou ainda mais intenso. O povo lá de baixo, indo a toda a hora divertir-se nas nuvens, deixou de lavrar a terra e de cuidar do gado. Os habitantes lá de cima pararam de caçar pássaros e começaram a se apegar às coisas que as pessoas de baixo lhes levavam de presente ou que eles mesmos desciam para buscar.

Vendo a desarmonia instalar-se entre sua gente, o caçador destruiu a escada e fechou a passagem entre os dois mundos. Aos poucos, as coisas foram voltando ao normal, tanto na terra como nas nuvens. Mas a jovem índia, que ficara lá em cima com seu amado, tinha saudade de sua família e de seu mundo. Sem poder vê-los, começou a ficar cada vez mais triste. Aborrecido, o caçador fazia tudo para alegrá-la. Só não concordava em reabrir a comunicação entre os dois mundos: o sobe-e-desce recomeçaria e a sobrevivência de todos estaria ameaçada.


Certa tarde, o caçador brincava com o cristal que ganhara da mulher. As nuvens começaram a sacudir sob seus pés, sinal de que lá embaixo estava chovendo. De repente, um raio de sol passou pelo cristal e se abriu num maravilhoso arco-íris que ligava o céu e a terra. Trocando o cristal de uma mão para outra, o rapaz viu que o arco-íris mudava de lugar.

- Iuupii! - gritou ele. - Descobri a solução para meus problemas!

Daquele dia em diante, quando aparecia o sol depois da chuva, sua jovem mulher escorregava pelo arco-íris abaixo e ia matar a saudade de sua gente. Se alguém lá de baixo se metia a querer visitar o mundo das nuvens, o caçador mudava a posição do cristal e o arco-íris saltava para outro lado. Até hoje, ele só permite a subida de sua amada. Que sempre volta, feliz, para seus braços.


João Anzanello Carrascoza


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3177/a-danca-do-arco-iris. Acesso em: 06 fev. 2024.
Segundo o texto, o caçador do “mundo das nuvens”: 
Alternativas
Q3582455 Português
Leia o texto a seguir:


A dança do arco-íris


Há muito e muito tempo, vivia sobre uma planície de nuvens uma tribo muito feliz. Como não havia solo para plantar, só um emaranhado de fios branquinhos e fofos como algodão-doce, as pessoas se alimentavam da carne de aves abatidas com flechas, que faziam amarrando em feixe uma porção dos fios que formavam o chão. De vez em quando, o chão dava umas sacudidelas, a planície inteira corcoveava e diminuía de tamanho, como se alguém abocanhasse parte dela.

Certa vez, tentando alvejar uma ave, um caçador errou a pontaria e a flecha se cravou no chão. Ao arrancá-la, ele viu que se abrira uma fenda, através da qual pôde ver que lá embaixo havia outro mundo.

Espantado, o caçador tampou o buraco e foi embora. Não contou sua descoberta a ninguém.

Na manhã seguinte, voltou ao local da passagem, trançou uma longa corda com os fios do chão e desceu até o outro mundo. Foi parar no meio de uma aldeia onde uma linda índia lhe deu as boas-vindas, tão surpresa em vê-lo descer do céu quanto ele de encontrar criatura tão bela e amável. Conversaram longo tempo e o caçador soube que a região onde ele vivia era conhecida por ela e seu povo como "o mundo das nuvens", formado pelas águas que evaporavam dos rios, lagos e oceanos da terra. As águas caíam de volta como uma cortina líquida, que eles chamavam de chuva. "Vai ver, é por isso que o chão lá de cima treme e encolhe", ele pensou. Ao fim da tarde, o caçador despediu-se da moça, agarrou-se à corda e subiu de volta para casa. Dali em diante, todos os dias ele escapava para encontrar-se com a jovem. Ela descreveu para ele os animais ferozes que havia lá embaixo. Ele disse a ela que lá no alto as coisas materiais não tinham valor nenhum.

Um dia, a jovem deu ao caçador um cristal que havia achado perto de uma cachoeira. E pediu para visitar o mundo dele. O rapaz a ajudou a subir pela corda. Mal tinham chegado lá nas alturas, descobriram que haviam sido seguidos pelos parentes dela, curiosos para ver como se vivia tão perto do céu.

Foram todos recebidos com uma grande festa, que selou a amizade entre as duas nações. A partir de então, começou um grande sobe-e-desce entre céu e terra. A corda não resistiu a tanto trânsito e se partiu. Uma larga escada foi então construída e o movimento se tornou ainda mais intenso. O povo lá de baixo, indo a toda a hora divertir-se nas nuvens, deixou de lavrar a terra e de cuidar do gado. Os habitantes lá de cima pararam de caçar pássaros e começaram a se apegar às coisas que as pessoas de baixo lhes levavam de presente ou que eles mesmos desciam para buscar.

Vendo a desarmonia instalar-se entre sua gente, o caçador destruiu a escada e fechou a passagem entre os dois mundos. Aos poucos, as coisas foram voltando ao normal, tanto na terra como nas nuvens. Mas a jovem índia, que ficara lá em cima com seu amado, tinha saudade de sua família e de seu mundo. Sem poder vê-los, começou a ficar cada vez mais triste. Aborrecido, o caçador fazia tudo para alegrá-la. Só não concordava em reabrir a comunicação entre os dois mundos: o sobe-e-desce recomeçaria e a sobrevivência de todos estaria ameaçada.


Certa tarde, o caçador brincava com o cristal que ganhara da mulher. As nuvens começaram a sacudir sob seus pés, sinal de que lá embaixo estava chovendo. De repente, um raio de sol passou pelo cristal e se abriu num maravilhoso arco-íris que ligava o céu e a terra. Trocando o cristal de uma mão para outra, o rapaz viu que o arco-íris mudava de lugar.

- Iuupii! - gritou ele. - Descobri a solução para meus problemas!

Daquele dia em diante, quando aparecia o sol depois da chuva, sua jovem mulher escorregava pelo arco-íris abaixo e ia matar a saudade de sua gente. Se alguém lá de baixo se metia a querer visitar o mundo das nuvens, o caçador mudava a posição do cristal e o arco-íris saltava para outro lado. Até hoje, ele só permite a subida de sua amada. Que sempre volta, feliz, para seus braços.


João Anzanello Carrascoza


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3177/a-danca-do-arco-iris. Acesso em: 06 fev. 2024.
No trecho “Certa vez, tentando alvejar uma ave, um caçador errou a pontaria e a flecha se cravou no chão. Ao arrancá-la, ele viu que se abrira uma fenda, através da qual pôde ver que lá embaixo havia outro mundo” (2.º parágrafo), entre “atirar a flecha” e “abrir uma fenda”, há uma relação de:
Alternativas
Q3582454 Português
Leia o texto a seguir:


A dança do arco-íris


Há muito e muito tempo, vivia sobre uma planície de nuvens uma tribo muito feliz. Como não havia solo para plantar, só um emaranhado de fios branquinhos e fofos como algodão-doce, as pessoas se alimentavam da carne de aves abatidas com flechas, que faziam amarrando em feixe uma porção dos fios que formavam o chão. De vez em quando, o chão dava umas sacudidelas, a planície inteira corcoveava e diminuía de tamanho, como se alguém abocanhasse parte dela.

Certa vez, tentando alvejar uma ave, um caçador errou a pontaria e a flecha se cravou no chão. Ao arrancá-la, ele viu que se abrira uma fenda, através da qual pôde ver que lá embaixo havia outro mundo.

Espantado, o caçador tampou o buraco e foi embora. Não contou sua descoberta a ninguém.

Na manhã seguinte, voltou ao local da passagem, trançou uma longa corda com os fios do chão e desceu até o outro mundo. Foi parar no meio de uma aldeia onde uma linda índia lhe deu as boas-vindas, tão surpresa em vê-lo descer do céu quanto ele de encontrar criatura tão bela e amável. Conversaram longo tempo e o caçador soube que a região onde ele vivia era conhecida por ela e seu povo como "o mundo das nuvens", formado pelas águas que evaporavam dos rios, lagos e oceanos da terra. As águas caíam de volta como uma cortina líquida, que eles chamavam de chuva. "Vai ver, é por isso que o chão lá de cima treme e encolhe", ele pensou. Ao fim da tarde, o caçador despediu-se da moça, agarrou-se à corda e subiu de volta para casa. Dali em diante, todos os dias ele escapava para encontrar-se com a jovem. Ela descreveu para ele os animais ferozes que havia lá embaixo. Ele disse a ela que lá no alto as coisas materiais não tinham valor nenhum.

Um dia, a jovem deu ao caçador um cristal que havia achado perto de uma cachoeira. E pediu para visitar o mundo dele. O rapaz a ajudou a subir pela corda. Mal tinham chegado lá nas alturas, descobriram que haviam sido seguidos pelos parentes dela, curiosos para ver como se vivia tão perto do céu.

Foram todos recebidos com uma grande festa, que selou a amizade entre as duas nações. A partir de então, começou um grande sobe-e-desce entre céu e terra. A corda não resistiu a tanto trânsito e se partiu. Uma larga escada foi então construída e o movimento se tornou ainda mais intenso. O povo lá de baixo, indo a toda a hora divertir-se nas nuvens, deixou de lavrar a terra e de cuidar do gado. Os habitantes lá de cima pararam de caçar pássaros e começaram a se apegar às coisas que as pessoas de baixo lhes levavam de presente ou que eles mesmos desciam para buscar.

Vendo a desarmonia instalar-se entre sua gente, o caçador destruiu a escada e fechou a passagem entre os dois mundos. Aos poucos, as coisas foram voltando ao normal, tanto na terra como nas nuvens. Mas a jovem índia, que ficara lá em cima com seu amado, tinha saudade de sua família e de seu mundo. Sem poder vê-los, começou a ficar cada vez mais triste. Aborrecido, o caçador fazia tudo para alegrá-la. Só não concordava em reabrir a comunicação entre os dois mundos: o sobe-e-desce recomeçaria e a sobrevivência de todos estaria ameaçada.


Certa tarde, o caçador brincava com o cristal que ganhara da mulher. As nuvens começaram a sacudir sob seus pés, sinal de que lá embaixo estava chovendo. De repente, um raio de sol passou pelo cristal e se abriu num maravilhoso arco-íris que ligava o céu e a terra. Trocando o cristal de uma mão para outra, o rapaz viu que o arco-íris mudava de lugar.

- Iuupii! - gritou ele. - Descobri a solução para meus problemas!

Daquele dia em diante, quando aparecia o sol depois da chuva, sua jovem mulher escorregava pelo arco-íris abaixo e ia matar a saudade de sua gente. Se alguém lá de baixo se metia a querer visitar o mundo das nuvens, o caçador mudava a posição do cristal e o arco-íris saltava para outro lado. Até hoje, ele só permite a subida de sua amada. Que sempre volta, feliz, para seus braços.


João Anzanello Carrascoza


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3177/a-danca-do-arco-iris. Acesso em: 06 fev. 2024.
As personagens principais da história são o/a:
Alternativas
Q3582453 Português
Leia o texto a seguir:


A dança do arco-íris


Há muito e muito tempo, vivia sobre uma planície de nuvens uma tribo muito feliz. Como não havia solo para plantar, só um emaranhado de fios branquinhos e fofos como algodão-doce, as pessoas se alimentavam da carne de aves abatidas com flechas, que faziam amarrando em feixe uma porção dos fios que formavam o chão. De vez em quando, o chão dava umas sacudidelas, a planície inteira corcoveava e diminuía de tamanho, como se alguém abocanhasse parte dela.

Certa vez, tentando alvejar uma ave, um caçador errou a pontaria e a flecha se cravou no chão. Ao arrancá-la, ele viu que se abrira uma fenda, através da qual pôde ver que lá embaixo havia outro mundo.

Espantado, o caçador tampou o buraco e foi embora. Não contou sua descoberta a ninguém.

Na manhã seguinte, voltou ao local da passagem, trançou uma longa corda com os fios do chão e desceu até o outro mundo. Foi parar no meio de uma aldeia onde uma linda índia lhe deu as boas-vindas, tão surpresa em vê-lo descer do céu quanto ele de encontrar criatura tão bela e amável. Conversaram longo tempo e o caçador soube que a região onde ele vivia era conhecida por ela e seu povo como "o mundo das nuvens", formado pelas águas que evaporavam dos rios, lagos e oceanos da terra. As águas caíam de volta como uma cortina líquida, que eles chamavam de chuva. "Vai ver, é por isso que o chão lá de cima treme e encolhe", ele pensou. Ao fim da tarde, o caçador despediu-se da moça, agarrou-se à corda e subiu de volta para casa. Dali em diante, todos os dias ele escapava para encontrar-se com a jovem. Ela descreveu para ele os animais ferozes que havia lá embaixo. Ele disse a ela que lá no alto as coisas materiais não tinham valor nenhum.

Um dia, a jovem deu ao caçador um cristal que havia achado perto de uma cachoeira. E pediu para visitar o mundo dele. O rapaz a ajudou a subir pela corda. Mal tinham chegado lá nas alturas, descobriram que haviam sido seguidos pelos parentes dela, curiosos para ver como se vivia tão perto do céu.

Foram todos recebidos com uma grande festa, que selou a amizade entre as duas nações. A partir de então, começou um grande sobe-e-desce entre céu e terra. A corda não resistiu a tanto trânsito e se partiu. Uma larga escada foi então construída e o movimento se tornou ainda mais intenso. O povo lá de baixo, indo a toda a hora divertir-se nas nuvens, deixou de lavrar a terra e de cuidar do gado. Os habitantes lá de cima pararam de caçar pássaros e começaram a se apegar às coisas que as pessoas de baixo lhes levavam de presente ou que eles mesmos desciam para buscar.

Vendo a desarmonia instalar-se entre sua gente, o caçador destruiu a escada e fechou a passagem entre os dois mundos. Aos poucos, as coisas foram voltando ao normal, tanto na terra como nas nuvens. Mas a jovem índia, que ficara lá em cima com seu amado, tinha saudade de sua família e de seu mundo. Sem poder vê-los, começou a ficar cada vez mais triste. Aborrecido, o caçador fazia tudo para alegrá-la. Só não concordava em reabrir a comunicação entre os dois mundos: o sobe-e-desce recomeçaria e a sobrevivência de todos estaria ameaçada.


Certa tarde, o caçador brincava com o cristal que ganhara da mulher. As nuvens começaram a sacudir sob seus pés, sinal de que lá embaixo estava chovendo. De repente, um raio de sol passou pelo cristal e se abriu num maravilhoso arco-íris que ligava o céu e a terra. Trocando o cristal de uma mão para outra, o rapaz viu que o arco-íris mudava de lugar.

- Iuupii! - gritou ele. - Descobri a solução para meus problemas!

Daquele dia em diante, quando aparecia o sol depois da chuva, sua jovem mulher escorregava pelo arco-íris abaixo e ia matar a saudade de sua gente. Se alguém lá de baixo se metia a querer visitar o mundo das nuvens, o caçador mudava a posição do cristal e o arco-íris saltava para outro lado. Até hoje, ele só permite a subida de sua amada. Que sempre volta, feliz, para seus braços.


João Anzanello Carrascoza


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3177/a-danca-do-arco-iris. Acesso em: 06 fev. 2024.
O texto informa que um fato causou grande desarmonia entre o povo da terra e o povo do céu. Esse fato específico foi o/a:
Alternativas
Q3582452 Português
Leia o texto a seguir:


A dança do arco-íris


Há muito e muito tempo, vivia sobre uma planície de nuvens uma tribo muito feliz. Como não havia solo para plantar, só um emaranhado de fios branquinhos e fofos como algodão-doce, as pessoas se alimentavam da carne de aves abatidas com flechas, que faziam amarrando em feixe uma porção dos fios que formavam o chão. De vez em quando, o chão dava umas sacudidelas, a planície inteira corcoveava e diminuía de tamanho, como se alguém abocanhasse parte dela.

Certa vez, tentando alvejar uma ave, um caçador errou a pontaria e a flecha se cravou no chão. Ao arrancá-la, ele viu que se abrira uma fenda, através da qual pôde ver que lá embaixo havia outro mundo.

Espantado, o caçador tampou o buraco e foi embora. Não contou sua descoberta a ninguém.

Na manhã seguinte, voltou ao local da passagem, trançou uma longa corda com os fios do chão e desceu até o outro mundo. Foi parar no meio de uma aldeia onde uma linda índia lhe deu as boas-vindas, tão surpresa em vê-lo descer do céu quanto ele de encontrar criatura tão bela e amável. Conversaram longo tempo e o caçador soube que a região onde ele vivia era conhecida por ela e seu povo como "o mundo das nuvens", formado pelas águas que evaporavam dos rios, lagos e oceanos da terra. As águas caíam de volta como uma cortina líquida, que eles chamavam de chuva. "Vai ver, é por isso que o chão lá de cima treme e encolhe", ele pensou. Ao fim da tarde, o caçador despediu-se da moça, agarrou-se à corda e subiu de volta para casa. Dali em diante, todos os dias ele escapava para encontrar-se com a jovem. Ela descreveu para ele os animais ferozes que havia lá embaixo. Ele disse a ela que lá no alto as coisas materiais não tinham valor nenhum.

Um dia, a jovem deu ao caçador um cristal que havia achado perto de uma cachoeira. E pediu para visitar o mundo dele. O rapaz a ajudou a subir pela corda. Mal tinham chegado lá nas alturas, descobriram que haviam sido seguidos pelos parentes dela, curiosos para ver como se vivia tão perto do céu.

Foram todos recebidos com uma grande festa, que selou a amizade entre as duas nações. A partir de então, começou um grande sobe-e-desce entre céu e terra. A corda não resistiu a tanto trânsito e se partiu. Uma larga escada foi então construída e o movimento se tornou ainda mais intenso. O povo lá de baixo, indo a toda a hora divertir-se nas nuvens, deixou de lavrar a terra e de cuidar do gado. Os habitantes lá de cima pararam de caçar pássaros e começaram a se apegar às coisas que as pessoas de baixo lhes levavam de presente ou que eles mesmos desciam para buscar.

Vendo a desarmonia instalar-se entre sua gente, o caçador destruiu a escada e fechou a passagem entre os dois mundos. Aos poucos, as coisas foram voltando ao normal, tanto na terra como nas nuvens. Mas a jovem índia, que ficara lá em cima com seu amado, tinha saudade de sua família e de seu mundo. Sem poder vê-los, começou a ficar cada vez mais triste. Aborrecido, o caçador fazia tudo para alegrá-la. Só não concordava em reabrir a comunicação entre os dois mundos: o sobe-e-desce recomeçaria e a sobrevivência de todos estaria ameaçada.


Certa tarde, o caçador brincava com o cristal que ganhara da mulher. As nuvens começaram a sacudir sob seus pés, sinal de que lá embaixo estava chovendo. De repente, um raio de sol passou pelo cristal e se abriu num maravilhoso arco-íris que ligava o céu e a terra. Trocando o cristal de uma mão para outra, o rapaz viu que o arco-íris mudava de lugar.

- Iuupii! - gritou ele. - Descobri a solução para meus problemas!

Daquele dia em diante, quando aparecia o sol depois da chuva, sua jovem mulher escorregava pelo arco-íris abaixo e ia matar a saudade de sua gente. Se alguém lá de baixo se metia a querer visitar o mundo das nuvens, o caçador mudava a posição do cristal e o arco-íris saltava para outro lado. Até hoje, ele só permite a subida de sua amada. Que sempre volta, feliz, para seus braços.


João Anzanello Carrascoza


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3177/a-danca-do-arco-iris. Acesso em: 06 fev. 2024.
Segundo o texto, havia uma escada entre a terra e o “mundo das nuvens”. Essa escada foi construída:
Alternativas
Q3582451 Português
Leia o texto a seguir:


A dança do arco-íris


Há muito e muito tempo, vivia sobre uma planície de nuvens uma tribo muito feliz. Como não havia solo para plantar, só um emaranhado de fios branquinhos e fofos como algodão-doce, as pessoas se alimentavam da carne de aves abatidas com flechas, que faziam amarrando em feixe uma porção dos fios que formavam o chão. De vez em quando, o chão dava umas sacudidelas, a planície inteira corcoveava e diminuía de tamanho, como se alguém abocanhasse parte dela.

Certa vez, tentando alvejar uma ave, um caçador errou a pontaria e a flecha se cravou no chão. Ao arrancá-la, ele viu que se abrira uma fenda, através da qual pôde ver que lá embaixo havia outro mundo.

Espantado, o caçador tampou o buraco e foi embora. Não contou sua descoberta a ninguém.

Na manhã seguinte, voltou ao local da passagem, trançou uma longa corda com os fios do chão e desceu até o outro mundo. Foi parar no meio de uma aldeia onde uma linda índia lhe deu as boas-vindas, tão surpresa em vê-lo descer do céu quanto ele de encontrar criatura tão bela e amável. Conversaram longo tempo e o caçador soube que a região onde ele vivia era conhecida por ela e seu povo como "o mundo das nuvens", formado pelas águas que evaporavam dos rios, lagos e oceanos da terra. As águas caíam de volta como uma cortina líquida, que eles chamavam de chuva. "Vai ver, é por isso que o chão lá de cima treme e encolhe", ele pensou. Ao fim da tarde, o caçador despediu-se da moça, agarrou-se à corda e subiu de volta para casa. Dali em diante, todos os dias ele escapava para encontrar-se com a jovem. Ela descreveu para ele os animais ferozes que havia lá embaixo. Ele disse a ela que lá no alto as coisas materiais não tinham valor nenhum.

Um dia, a jovem deu ao caçador um cristal que havia achado perto de uma cachoeira. E pediu para visitar o mundo dele. O rapaz a ajudou a subir pela corda. Mal tinham chegado lá nas alturas, descobriram que haviam sido seguidos pelos parentes dela, curiosos para ver como se vivia tão perto do céu.

Foram todos recebidos com uma grande festa, que selou a amizade entre as duas nações. A partir de então, começou um grande sobe-e-desce entre céu e terra. A corda não resistiu a tanto trânsito e se partiu. Uma larga escada foi então construída e o movimento se tornou ainda mais intenso. O povo lá de baixo, indo a toda a hora divertir-se nas nuvens, deixou de lavrar a terra e de cuidar do gado. Os habitantes lá de cima pararam de caçar pássaros e começaram a se apegar às coisas que as pessoas de baixo lhes levavam de presente ou que eles mesmos desciam para buscar.

Vendo a desarmonia instalar-se entre sua gente, o caçador destruiu a escada e fechou a passagem entre os dois mundos. Aos poucos, as coisas foram voltando ao normal, tanto na terra como nas nuvens. Mas a jovem índia, que ficara lá em cima com seu amado, tinha saudade de sua família e de seu mundo. Sem poder vê-los, começou a ficar cada vez mais triste. Aborrecido, o caçador fazia tudo para alegrá-la. Só não concordava em reabrir a comunicação entre os dois mundos: o sobe-e-desce recomeçaria e a sobrevivência de todos estaria ameaçada.


Certa tarde, o caçador brincava com o cristal que ganhara da mulher. As nuvens começaram a sacudir sob seus pés, sinal de que lá embaixo estava chovendo. De repente, um raio de sol passou pelo cristal e se abriu num maravilhoso arco-íris que ligava o céu e a terra. Trocando o cristal de uma mão para outra, o rapaz viu que o arco-íris mudava de lugar.

- Iuupii! - gritou ele. - Descobri a solução para meus problemas!

Daquele dia em diante, quando aparecia o sol depois da chuva, sua jovem mulher escorregava pelo arco-íris abaixo e ia matar a saudade de sua gente. Se alguém lá de baixo se metia a querer visitar o mundo das nuvens, o caçador mudava a posição do cristal e o arco-íris saltava para outro lado. Até hoje, ele só permite a subida de sua amada. Que sempre volta, feliz, para seus braços.


João Anzanello Carrascoza


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3177/a-danca-do-arco-iris. Acesso em: 06 fev. 2024.
O texto “A dança do arco-íris” narra uma história que tenta explicar alguns fenômenos da natureza. Essa história é um/uma:
Alternativas
Q3582415 Português
Leia o texto a seguir:


Turistas estrangeiros deixam no Brasil volume recorde de US$ 6,9 bi


Alana Gandra - O volume de recursos deixados por turistas estrangeiros em 2023 no Brasil foi recorde – US$ 6,9 bilhões, o equivalente a R$ 34,5 bilhões – e levou o país a assumir a liderança sul-americana em termos de arrecadação no setor, conforme o ranking de 20 países divulgado nesta segunda-feira (5) pela agência ONU Turismo.

O Brasil detém ainda o segundo lugar em recuperação pós-pandemia nas Américas, com aumento de 15% em relação ao período pré-pandêmico, atrás apenas do México, e ocupa a 14ª posição no mundo. O México aparece na décima colocação. De acordo com o levantamento da ONU Turismo, o país com maior crescimento nas receitas deixadas por estrangeiros foi a Sérvia, com 79%.

Os recursos injetados no ano passado na economia brasileira por visitantes vindos do exterior superam em 1,5% a maior arrecadação obtida com o turismo internacional, registrada em 2014, quando o país foi sede da Copa do Mundo de futebol. A meta estabelecida no Plano Nacional de Turismo era de acréscimo de 8,58% na receita gerada pelo turismo internacional em 2023, mas o resultado apurado mostrou crescimento anual de 41%. Em 2022, os turistas internacionais deixaram no Brasil US$ 4,9 bilhões.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, disse à Agência Brasil que o número recorde foi resultado de vários esforços empreendidos pelo governo federal "no sentido de mostrar o Brasil para o mundo, da forma como o Brasil realmente é". Sabino lembrou que as diversas visitas feitas pelo presidente Lula a outros países e destaco que o Brasil foi reconhecido pelo Banco Mundial como a nona maior economia do planeta no fim do ano passado. [...]

Em agosto do ano passado, quando o Brasil superou a marca histórica para o mês, o ministro já começou a vislumbrar que 2023 se apresentaria como um ano de bons números para o turismo.


Fonte: https://www.jb.com.br/bem-viver/turismo/2024/02/1048584-turistasestrangeiros-deixam-no-brasil-volume-recorde-de-uss-69-bi.html. Acesso em: 06 fev. 2024.
Em “De acordo com o levantamento da ONU Turismo, o país com maior crescimento nas receitas deixadas por estrangeiros foi a Sérvia, com 79%” (2.º parágrafo), o termo destacado poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q3582412 Português
Leia o texto a seguir:


Turistas estrangeiros deixam no Brasil volume recorde de US$ 6,9 bi


Alana Gandra - O volume de recursos deixados por turistas estrangeiros em 2023 no Brasil foi recorde – US$ 6,9 bilhões, o equivalente a R$ 34,5 bilhões – e levou o país a assumir a liderança sul-americana em termos de arrecadação no setor, conforme o ranking de 20 países divulgado nesta segunda-feira (5) pela agência ONU Turismo.

O Brasil detém ainda o segundo lugar em recuperação pós-pandemia nas Américas, com aumento de 15% em relação ao período pré-pandêmico, atrás apenas do México, e ocupa a 14ª posição no mundo. O México aparece na décima colocação. De acordo com o levantamento da ONU Turismo, o país com maior crescimento nas receitas deixadas por estrangeiros foi a Sérvia, com 79%.

Os recursos injetados no ano passado na economia brasileira por visitantes vindos do exterior superam em 1,5% a maior arrecadação obtida com o turismo internacional, registrada em 2014, quando o país foi sede da Copa do Mundo de futebol. A meta estabelecida no Plano Nacional de Turismo era de acréscimo de 8,58% na receita gerada pelo turismo internacional em 2023, mas o resultado apurado mostrou crescimento anual de 41%. Em 2022, os turistas internacionais deixaram no Brasil US$ 4,9 bilhões.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, disse à Agência Brasil que o número recorde foi resultado de vários esforços empreendidos pelo governo federal "no sentido de mostrar o Brasil para o mundo, da forma como o Brasil realmente é". Sabino lembrou que as diversas visitas feitas pelo presidente Lula a outros países e destaco que o Brasil foi reconhecido pelo Banco Mundial como a nona maior economia do planeta no fim do ano passado. [...]

Em agosto do ano passado, quando o Brasil superou a marca histórica para o mês, o ministro já começou a vislumbrar que 2023 se apresentaria como um ano de bons números para o turismo.


Fonte: https://www.jb.com.br/bem-viver/turismo/2024/02/1048584-turistasestrangeiros-deixam-no-brasil-volume-recorde-de-uss-69-bi.html. Acesso em: 06 fev. 2024.
A leitura do texto permite a conclusão de que, na comparação com anos anteriores, em 2023, o Brasil:
Alternativas
Q3582411 Português
Leia o texto a seguir:


Turistas estrangeiros deixam no Brasil volume recorde de US$ 6,9 bi


Alana Gandra - O volume de recursos deixados por turistas estrangeiros em 2023 no Brasil foi recorde – US$ 6,9 bilhões, o equivalente a R$ 34,5 bilhões – e levou o país a assumir a liderança sul-americana em termos de arrecadação no setor, conforme o ranking de 20 países divulgado nesta segunda-feira (5) pela agência ONU Turismo.

O Brasil detém ainda o segundo lugar em recuperação pós-pandemia nas Américas, com aumento de 15% em relação ao período pré-pandêmico, atrás apenas do México, e ocupa a 14ª posição no mundo. O México aparece na décima colocação. De acordo com o levantamento da ONU Turismo, o país com maior crescimento nas receitas deixadas por estrangeiros foi a Sérvia, com 79%.

Os recursos injetados no ano passado na economia brasileira por visitantes vindos do exterior superam em 1,5% a maior arrecadação obtida com o turismo internacional, registrada em 2014, quando o país foi sede da Copa do Mundo de futebol. A meta estabelecida no Plano Nacional de Turismo era de acréscimo de 8,58% na receita gerada pelo turismo internacional em 2023, mas o resultado apurado mostrou crescimento anual de 41%. Em 2022, os turistas internacionais deixaram no Brasil US$ 4,9 bilhões.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, disse à Agência Brasil que o número recorde foi resultado de vários esforços empreendidos pelo governo federal "no sentido de mostrar o Brasil para o mundo, da forma como o Brasil realmente é". Sabino lembrou que as diversas visitas feitas pelo presidente Lula a outros países e destaco que o Brasil foi reconhecido pelo Banco Mundial como a nona maior economia do planeta no fim do ano passado. [...]

Em agosto do ano passado, quando o Brasil superou a marca histórica para o mês, o ministro já começou a vislumbrar que 2023 se apresentaria como um ano de bons números para o turismo.


Fonte: https://www.jb.com.br/bem-viver/turismo/2024/02/1048584-turistasestrangeiros-deixam-no-brasil-volume-recorde-de-uss-69-bi.html. Acesso em: 06 fev. 2024.
O objetivo do texto é:
Alternativas
Q3581660 Português

Leia o texto a seguir:


Indústria recua 0,5% em abril, mas acumula alta em 2024


    A produção da indústria brasileira recuou 0,5% em abril na comparação com março, interrompendo dois meses de resultados positivos. Apesar da queda, o setor apresenta crescimento de 3,5% no ano e de 1,5% em 12 meses.

    Em relação a abril do ano passado, houve alta de 8,4%, sendo notado que abril de 2024 teve quatro dias úteis a mais que o mesmo mês do ano passado, o que influencia a comparação.

    Com esses resultados, a indústria brasileira se encontra 0,1% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 16,8% abaixo do nível recorde, alcançado em maio de 2011. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Na comparação de abril com março de 2024, apesar da queda de 0,5%, a produção industrial apresentou predominância de resultados positivos. Três das quatro grandes categorias apuradas tiveram expansão, o mesmo vale para 18 das 25 atividades pesquisadas.

    Entre os segmentos que mostram recuo na produção, há alguns com pesos importantes, como o setor extrativo, que recuou 3,4% nesse mês, devido à queda na produção tanto do minério de ferro como do petróleo; além do setor de alimentos, que também teve queda de 0,6% em abril.

    "Esses dois setores representam cerca de 30% da estrutura industrial", explica o gerente da pesquisa, André Macedo.

    "Há quedas em alguns produtos importantes, como carne bovina, mas é tão somente um movimento específico para o mês de abril. No campo positivo, por exemplo, há crescimento em carnes de aves e de suínos e no açúcar", completa Macedo.

    Para o analista, o resultado negativo foi provocado por questões pontuais, e em uma maneira geral, os dados sobre o panorama industrial são positivos.

    Um dos fatores que apontam a visão otimista é o comportamento da indústria de transformação (segmento que transforma matéria-prima em um produto final ou intermediário, que vai ser novamente modificado por outra indústria).

    "A indústria de transformação teve o quinto mês seguido com resultado positivo. Em abril, o crescimento foi de 0,3%. Em sete meses, a alta é 2,6%", detalha, acrescentando que esse ramo está no mesmo nível pré-pandemia.



Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2024/06/1050339-industria-recua-05- em-abril-mas-acumula-alta-em-2024.html. Excerto. Acesso em 06/06/2024

A palavra PREDOMINÂNCIA forma um par de sinônimos com a palavra:
Alternativas
Q3581659 Português

Leia o texto a seguir:


Indústria recua 0,5% em abril, mas acumula alta em 2024


    A produção da indústria brasileira recuou 0,5% em abril na comparação com março, interrompendo dois meses de resultados positivos. Apesar da queda, o setor apresenta crescimento de 3,5% no ano e de 1,5% em 12 meses.

    Em relação a abril do ano passado, houve alta de 8,4%, sendo notado que abril de 2024 teve quatro dias úteis a mais que o mesmo mês do ano passado, o que influencia a comparação.

    Com esses resultados, a indústria brasileira se encontra 0,1% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 16,8% abaixo do nível recorde, alcançado em maio de 2011. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Na comparação de abril com março de 2024, apesar da queda de 0,5%, a produção industrial apresentou predominância de resultados positivos. Três das quatro grandes categorias apuradas tiveram expansão, o mesmo vale para 18 das 25 atividades pesquisadas.

    Entre os segmentos que mostram recuo na produção, há alguns com pesos importantes, como o setor extrativo, que recuou 3,4% nesse mês, devido à queda na produção tanto do minério de ferro como do petróleo; além do setor de alimentos, que também teve queda de 0,6% em abril.

    "Esses dois setores representam cerca de 30% da estrutura industrial", explica o gerente da pesquisa, André Macedo.

    "Há quedas em alguns produtos importantes, como carne bovina, mas é tão somente um movimento específico para o mês de abril. No campo positivo, por exemplo, há crescimento em carnes de aves e de suínos e no açúcar", completa Macedo.

    Para o analista, o resultado negativo foi provocado por questões pontuais, e em uma maneira geral, os dados sobre o panorama industrial são positivos.

    Um dos fatores que apontam a visão otimista é o comportamento da indústria de transformação (segmento que transforma matéria-prima em um produto final ou intermediário, que vai ser novamente modificado por outra indústria).

    "A indústria de transformação teve o quinto mês seguido com resultado positivo. Em abril, o crescimento foi de 0,3%. Em sete meses, a alta é 2,6%", detalha, acrescentando que esse ramo está no mesmo nível pré-pandemia.



Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2024/06/1050339-industria-recua-05- em-abril-mas-acumula-alta-em-2024.html. Excerto. Acesso em 06/06/2024

Leia o trecho a seguir, extraído do 6º parágrafo:


“Esses dois setores representam cerca de 30% da estrutura industrial”, explica o gerente da pesquisa, André Macedo.


Nesse trecho do texto, as aspas foram empregadas para indicar:

Alternativas
Q3581652 Português

Leia o texto a seguir:


Indústria recua 0,5% em abril, mas acumula alta em 2024


    A produção da indústria brasileira recuou 0,5% em abril na comparação com março, interrompendo dois meses de resultados positivos. Apesar da queda, o setor apresenta crescimento de 3,5% no ano e de 1,5% em 12 meses.

    Em relação a abril do ano passado, houve alta de 8,4%, sendo notado que abril de 2024 teve quatro dias úteis a mais que o mesmo mês do ano passado, o que influencia a comparação.

    Com esses resultados, a indústria brasileira se encontra 0,1% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 16,8% abaixo do nível recorde, alcançado em maio de 2011. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Na comparação de abril com março de 2024, apesar da queda de 0,5%, a produção industrial apresentou predominância de resultados positivos. Três das quatro grandes categorias apuradas tiveram expansão, o mesmo vale para 18 das 25 atividades pesquisadas.

    Entre os segmentos que mostram recuo na produção, há alguns com pesos importantes, como o setor extrativo, que recuou 3,4% nesse mês, devido à queda na produção tanto do minério de ferro como do petróleo; além do setor de alimentos, que também teve queda de 0,6% em abril.

    "Esses dois setores representam cerca de 30% da estrutura industrial", explica o gerente da pesquisa, André Macedo.

    "Há quedas em alguns produtos importantes, como carne bovina, mas é tão somente um movimento específico para o mês de abril. No campo positivo, por exemplo, há crescimento em carnes de aves e de suínos e no açúcar", completa Macedo.

    Para o analista, o resultado negativo foi provocado por questões pontuais, e em uma maneira geral, os dados sobre o panorama industrial são positivos.

    Um dos fatores que apontam a visão otimista é o comportamento da indústria de transformação (segmento que transforma matéria-prima em um produto final ou intermediário, que vai ser novamente modificado por outra indústria).

    "A indústria de transformação teve o quinto mês seguido com resultado positivo. Em abril, o crescimento foi de 0,3%. Em sete meses, a alta é 2,6%", detalha, acrescentando que esse ramo está no mesmo nível pré-pandemia.



Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2024/06/1050339-industria-recua-05- em-abril-mas-acumula-alta-em-2024.html. Excerto. Acesso em 06/06/2024

O texto é predominantemente:
Alternativas
Q3581651 Português

Leia o texto a seguir:


Indústria recua 0,5% em abril, mas acumula alta em 2024


    A produção da indústria brasileira recuou 0,5% em abril na comparação com março, interrompendo dois meses de resultados positivos. Apesar da queda, o setor apresenta crescimento de 3,5% no ano e de 1,5% em 12 meses.

    Em relação a abril do ano passado, houve alta de 8,4%, sendo notado que abril de 2024 teve quatro dias úteis a mais que o mesmo mês do ano passado, o que influencia a comparação.

    Com esses resultados, a indústria brasileira se encontra 0,1% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 16,8% abaixo do nível recorde, alcançado em maio de 2011. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Na comparação de abril com março de 2024, apesar da queda de 0,5%, a produção industrial apresentou predominância de resultados positivos. Três das quatro grandes categorias apuradas tiveram expansão, o mesmo vale para 18 das 25 atividades pesquisadas.

    Entre os segmentos que mostram recuo na produção, há alguns com pesos importantes, como o setor extrativo, que recuou 3,4% nesse mês, devido à queda na produção tanto do minério de ferro como do petróleo; além do setor de alimentos, que também teve queda de 0,6% em abril.

    "Esses dois setores representam cerca de 30% da estrutura industrial", explica o gerente da pesquisa, André Macedo.

    "Há quedas em alguns produtos importantes, como carne bovina, mas é tão somente um movimento específico para o mês de abril. No campo positivo, por exemplo, há crescimento em carnes de aves e de suínos e no açúcar", completa Macedo.

    Para o analista, o resultado negativo foi provocado por questões pontuais, e em uma maneira geral, os dados sobre o panorama industrial são positivos.

    Um dos fatores que apontam a visão otimista é o comportamento da indústria de transformação (segmento que transforma matéria-prima em um produto final ou intermediário, que vai ser novamente modificado por outra indústria).

    "A indústria de transformação teve o quinto mês seguido com resultado positivo. Em abril, o crescimento foi de 0,3%. Em sete meses, a alta é 2,6%", detalha, acrescentando que esse ramo está no mesmo nível pré-pandemia.



Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2024/06/1050339-industria-recua-05- em-abril-mas-acumula-alta-em-2024.html. Excerto. Acesso em 06/06/2024

Na perspectiva do autor da notícia, em linhas gerais, atualmente, a indústria brasileira:
Alternativas
Q3581560 Português

Leia o texto a seguir:



O GATO QUE TINHA VISÕES


Fábula americana

(Arnold Lobel, 1933-1987)


    – Eu tive uma visão maravilhosa – disse o gato para a vara de pescar enquanto caminhava até o rio.

    – Vi um peixe enorme e gordo num prato de porcelana, e ele nadava num molho de manteiga derretida e suco de limão.

    Então ele colocou uma minhoca no anzol, jogou-o na água e sentou-se enquanto esperava o peixe morder. Depois de uma hora o gato disse:

    – Eu tive uma visão. Vi um peixe num prato de porcelana, e ele estava coberto de manteiga derretida com suco de limão.

    Muitas horas depois o gato disse:

    – Ainda tenho uma visão. Vejo um peixinho num prato de porcelana com algumas gotas de manteiga derretida e suco de limão.

    Finalmente o gato disse:

    – A visão mudou. Agora não vejo peixe nem manteiga derretida ou suco de limão. Tudo o que vejo é um prato de porcelana tão vazio quanto o meu estômago.

    O gato estava para desistir de pescar quando sentiu alguma coisa puxando sua linha. Um minuto depois ele tirou da água um peixe enorme e gordo. Então ele correu para casa e o fritou, colocando-o em seguida num prato de porcelana, que encheu de manteiga derretida e suco de limão.

    – Que refeição maravilhosa! exclamou ele.



Fonte: ALEX, Ben. Fábulas do mundo todo: Esopo, Leonardo da Vinci, Andersen, Tolstoi e muitos outros. Melhoramentos, 1899.

A expressão “prato de porcelana” significa que o prato foi fabricado a partir do seguinte material:
Alternativas
Q3581559 Português

Leia o texto a seguir:



O GATO QUE TINHA VISÕES


Fábula americana

(Arnold Lobel, 1933-1987)


    – Eu tive uma visão maravilhosa – disse o gato para a vara de pescar enquanto caminhava até o rio.

    – Vi um peixe enorme e gordo num prato de porcelana, e ele nadava num molho de manteiga derretida e suco de limão.

    Então ele colocou uma minhoca no anzol, jogou-o na água e sentou-se enquanto esperava o peixe morder. Depois de uma hora o gato disse:

    – Eu tive uma visão. Vi um peixe num prato de porcelana, e ele estava coberto de manteiga derretida com suco de limão.

    Muitas horas depois o gato disse:

    – Ainda tenho uma visão. Vejo um peixinho num prato de porcelana com algumas gotas de manteiga derretida e suco de limão.

    Finalmente o gato disse:

    – A visão mudou. Agora não vejo peixe nem manteiga derretida ou suco de limão. Tudo o que vejo é um prato de porcelana tão vazio quanto o meu estômago.

    O gato estava para desistir de pescar quando sentiu alguma coisa puxando sua linha. Um minuto depois ele tirou da água um peixe enorme e gordo. Então ele correu para casa e o fritou, colocando-o em seguida num prato de porcelana, que encheu de manteiga derretida e suco de limão.

    – Que refeição maravilhosa! exclamou ele.



Fonte: ALEX, Ben. Fábulas do mundo todo: Esopo, Leonardo da Vinci, Andersen, Tolstoi e muitos outros. Melhoramentos, 1899.

No texto, o narrador é:
Alternativas
Q3581558 Português

Leia o texto a seguir:



O GATO QUE TINHA VISÕES


Fábula americana

(Arnold Lobel, 1933-1987)


    – Eu tive uma visão maravilhosa – disse o gato para a vara de pescar enquanto caminhava até o rio.

    – Vi um peixe enorme e gordo num prato de porcelana, e ele nadava num molho de manteiga derretida e suco de limão.

    Então ele colocou uma minhoca no anzol, jogou-o na água e sentou-se enquanto esperava o peixe morder. Depois de uma hora o gato disse:

    – Eu tive uma visão. Vi um peixe num prato de porcelana, e ele estava coberto de manteiga derretida com suco de limão.

    Muitas horas depois o gato disse:

    – Ainda tenho uma visão. Vejo um peixinho num prato de porcelana com algumas gotas de manteiga derretida e suco de limão.

    Finalmente o gato disse:

    – A visão mudou. Agora não vejo peixe nem manteiga derretida ou suco de limão. Tudo o que vejo é um prato de porcelana tão vazio quanto o meu estômago.

    O gato estava para desistir de pescar quando sentiu alguma coisa puxando sua linha. Um minuto depois ele tirou da água um peixe enorme e gordo. Então ele correu para casa e o fritou, colocando-o em seguida num prato de porcelana, que encheu de manteiga derretida e suco de limão.

    – Que refeição maravilhosa! exclamou ele.



Fonte: ALEX, Ben. Fábulas do mundo todo: Esopo, Leonardo da Vinci, Andersen, Tolstoi e muitos outros. Melhoramentos, 1899.

Considerando a cronologia dos fatos apresentados no texto, antes de o gato fritar o peixe:
Alternativas
Q3581557 Português

Leia o texto a seguir:



O GATO QUE TINHA VISÕES


Fábula americana

(Arnold Lobel, 1933-1987)


    – Eu tive uma visão maravilhosa – disse o gato para a vara de pescar enquanto caminhava até o rio.

    – Vi um peixe enorme e gordo num prato de porcelana, e ele nadava num molho de manteiga derretida e suco de limão.

    Então ele colocou uma minhoca no anzol, jogou-o na água e sentou-se enquanto esperava o peixe morder. Depois de uma hora o gato disse:

    – Eu tive uma visão. Vi um peixe num prato de porcelana, e ele estava coberto de manteiga derretida com suco de limão.

    Muitas horas depois o gato disse:

    – Ainda tenho uma visão. Vejo um peixinho num prato de porcelana com algumas gotas de manteiga derretida e suco de limão.

    Finalmente o gato disse:

    – A visão mudou. Agora não vejo peixe nem manteiga derretida ou suco de limão. Tudo o que vejo é um prato de porcelana tão vazio quanto o meu estômago.

    O gato estava para desistir de pescar quando sentiu alguma coisa puxando sua linha. Um minuto depois ele tirou da água um peixe enorme e gordo. Então ele correu para casa e o fritou, colocando-o em seguida num prato de porcelana, que encheu de manteiga derretida e suco de limão.

    – Que refeição maravilhosa! exclamou ele.



Fonte: ALEX, Ben. Fábulas do mundo todo: Esopo, Leonardo da Vinci, Andersen, Tolstoi e muitos outros. Melhoramentos, 1899.

Há uma opinião expressa no seguinte trecho: 
Alternativas
Q3581556 Português

Leia o texto a seguir:



O GATO QUE TINHA VISÕES


Fábula americana

(Arnold Lobel, 1933-1987)


    – Eu tive uma visão maravilhosa – disse o gato para a vara de pescar enquanto caminhava até o rio.

    – Vi um peixe enorme e gordo num prato de porcelana, e ele nadava num molho de manteiga derretida e suco de limão.

    Então ele colocou uma minhoca no anzol, jogou-o na água e sentou-se enquanto esperava o peixe morder. Depois de uma hora o gato disse:

    – Eu tive uma visão. Vi um peixe num prato de porcelana, e ele estava coberto de manteiga derretida com suco de limão.

    Muitas horas depois o gato disse:

    – Ainda tenho uma visão. Vejo um peixinho num prato de porcelana com algumas gotas de manteiga derretida e suco de limão.

    Finalmente o gato disse:

    – A visão mudou. Agora não vejo peixe nem manteiga derretida ou suco de limão. Tudo o que vejo é um prato de porcelana tão vazio quanto o meu estômago.

    O gato estava para desistir de pescar quando sentiu alguma coisa puxando sua linha. Um minuto depois ele tirou da água um peixe enorme e gordo. Então ele correu para casa e o fritou, colocando-o em seguida num prato de porcelana, que encheu de manteiga derretida e suco de limão.

    – Que refeição maravilhosa! exclamou ele.



Fonte: ALEX, Ben. Fábulas do mundo todo: Esopo, Leonardo da Vinci, Andersen, Tolstoi e muitos outros. Melhoramentos, 1899.

Considere o trecho a seguir: “O gato estava para desistir de pescar quando sentiu alguma coisa puxando sua linha. Um minuto depois ele tirou da água um peixe enorme e gordo”. Com base nesse trecho:
Alternativas
Q3581555 Português

Leia o texto a seguir:



O GATO QUE TINHA VISÕES


Fábula americana

(Arnold Lobel, 1933-1987)


    – Eu tive uma visão maravilhosa – disse o gato para a vara de pescar enquanto caminhava até o rio.

    – Vi um peixe enorme e gordo num prato de porcelana, e ele nadava num molho de manteiga derretida e suco de limão.

    Então ele colocou uma minhoca no anzol, jogou-o na água e sentou-se enquanto esperava o peixe morder. Depois de uma hora o gato disse:

    – Eu tive uma visão. Vi um peixe num prato de porcelana, e ele estava coberto de manteiga derretida com suco de limão.

    Muitas horas depois o gato disse:

    – Ainda tenho uma visão. Vejo um peixinho num prato de porcelana com algumas gotas de manteiga derretida e suco de limão.

    Finalmente o gato disse:

    – A visão mudou. Agora não vejo peixe nem manteiga derretida ou suco de limão. Tudo o que vejo é um prato de porcelana tão vazio quanto o meu estômago.

    O gato estava para desistir de pescar quando sentiu alguma coisa puxando sua linha. Um minuto depois ele tirou da água um peixe enorme e gordo. Então ele correu para casa e o fritou, colocando-o em seguida num prato de porcelana, que encheu de manteiga derretida e suco de limão.

    – Que refeição maravilhosa! exclamou ele.



Fonte: ALEX, Ben. Fábulas do mundo todo: Esopo, Leonardo da Vinci, Andersen, Tolstoi e muitos outros. Melhoramentos, 1899.

No trecho “Eu tive uma visão maravilhosa – disse o gato para a vara de pescar enquanto caminhava até o rio”, a palavra destacada tem sentido de:
Alternativas
Q3581554 Português

Leia o texto a seguir:



O GATO QUE TINHA VISÕES


Fábula americana

(Arnold Lobel, 1933-1987)


    – Eu tive uma visão maravilhosa – disse o gato para a vara de pescar enquanto caminhava até o rio.

    – Vi um peixe enorme e gordo num prato de porcelana, e ele nadava num molho de manteiga derretida e suco de limão.

    Então ele colocou uma minhoca no anzol, jogou-o na água e sentou-se enquanto esperava o peixe morder. Depois de uma hora o gato disse:

    – Eu tive uma visão. Vi um peixe num prato de porcelana, e ele estava coberto de manteiga derretida com suco de limão.

    Muitas horas depois o gato disse:

    – Ainda tenho uma visão. Vejo um peixinho num prato de porcelana com algumas gotas de manteiga derretida e suco de limão.

    Finalmente o gato disse:

    – A visão mudou. Agora não vejo peixe nem manteiga derretida ou suco de limão. Tudo o que vejo é um prato de porcelana tão vazio quanto o meu estômago.

    O gato estava para desistir de pescar quando sentiu alguma coisa puxando sua linha. Um minuto depois ele tirou da água um peixe enorme e gordo. Então ele correu para casa e o fritou, colocando-o em seguida num prato de porcelana, que encheu de manteiga derretida e suco de limão.

    – Que refeição maravilhosa! exclamou ele.



Fonte: ALEX, Ben. Fábulas do mundo todo: Esopo, Leonardo da Vinci, Andersen, Tolstoi e muitos outros. Melhoramentos, 1899.

O texto é construído com linguagem:
Alternativas
Respostas
24981: C
24982: D
24983: B
24984: C
24985: B
24986: D
24987: D
24988: A
24989: C
24990: B
24991: A
24992: C
24993: A
24994: D
24995: C
24996: A
24997: D
24998: C
24999: B
25000: A