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Questões de Concurso Sobre teoria literária em literatura

Questões Discursivas

Foram encontradas 580 questões

Q4163581 Literatura
Leia o texto a seguir e responda a questão subsequente.

TEXTO

Sem enfeite nenhum – Adaptado (Adélia Prado)

    A mãe era desse jeito: só ia em missa das cinco, por causa de os gatos no escuro serem pardos. Cinema, só uma vez, quando passou os Milagres do padre Antônio em Urucânia. Desde aí, falava sempre, excitada nos olhos, apressada no cacoete dela de enrolar um cacho de cabelo: se eu fosse lá, quem sabe?
    Sofria palpitação e tonteira, lembro dela caindo na beira do tanque, o vulto dobrado em arco, gente afobada em volta, cheiro de alcanfor. Quando comecei a empinar as blusas com o estufadinho dos peitos, o pai chegou pra almoçar, estudando terreno, e anunciou com a voz que fazia nessas ocasiões, meio saliente: companheiro meu tá vendendo um relogim que é uma gracinha, pulseirinha de crom', danado de bom pra do Carmo. Ela foi logo emendando: tristeza, relógio de pulso e vestido de bolér. Nem bolero ela falou direito de tanta antipatia. Foi água na fervura minha e do pai.
    Vivia repetindo que era graça de Deus se a gente fosse tudo pra um convento e várias vezes por dia era isto: meu Jesus, misericórdia! A senhora tá triste, mãe? eu falava. Não, tou só pedindo a Deus pra ter dó de nós.    
     Tinha muito medo da morte repentina e pra se livrar dela, fazia as nove primeiras sextas-feiras, emendadas. De defunto não tinha medo, só de gente viva, conforme dizia. Agora, da perdição eterna, tinha horror, pra ela e pros outros.
    Quando a Ricardina começou a morrer, no Beco atrás da nossa casa, ela me chamou com a voz alterada: vai lá, a Ricardina tá morrendo, coitada, que Deus perdoe ela, corre lá, quem sabe ainda dá tempo de chamar o padre, falava de arranco, querendo chorar, apavorada: que Deus perdoe ela, ficou falando sem coragem de aluir do lugar. 
    [...]
    Era a mulher mais difícil a mãe. Difícil, assim, de ser agradada. Gostava que eu tirasse só dez e primeiro lugar. Pra essas coisas não poupava, era pasta de primeira, caixa com doze lápis e uniforme mandado plissar. Acho mesmo que meia razão ela teve no caso do relógio, luxo bobo, pra quem só tinha um vestido de sair.
    Rodeava a gente estudar e um dia falou abrupto, por causa do esforço de vencer a vergonha: me dá seus lápis de cor. Foi falando e colorindo laranjado, uma rosa geométrica: cê põe muita força no lápis, se eu tivesse seu tempo, ninguém na escola me passava, inteligência não é estudar, por exemplo falar você em vez de cê, é tão mais bonito, é só acostumar. Quando o coração da gente dispara e a gente fala cortado, era desse jeito que tava a voz da mãe.
    Achava estudo a coisa mais fina e inteligente era mesmo, demais até, pensava com a maior rapidez. Gostava de ler de noite, em voz alta, com tia Santa, os livros da Pia Biblioteca, e de um não esqueci, pois ela insistia com gosto no titulo dele, em latim: Máguina pecatrís. Falava era antusiasmo e nunca tive coragem de corrigir, porque toda vez que tava muito alegre, feito naquela hora, desenhando, feito no dia de noite, o pai fazendo serão, ela falou: coitado, até essa hora no serviço pesado.
    Não estava gostando nem um pouquinho do desenho, mas nem que eu falava. Com tanta satisfação ela passava o lápis, que eu fiquei foi aflita, como sempre que uma coisa boa acontecia.
    [...]
   Dia ruim foi quando o pai entestou de dar um par de sapato pra ela. Foi três vezes na loja e ela botando defeito, achando o modelo jeca, a cor regalada, achando aquilo uma desgraça e que o pai tinha era umas bobagens. Foi até ele enfezar e arrebentar com o trem, de tanta raiva e mágoa.
    Mas sapato é sapato, pior foi com o crucifixo. O pai, voltando de cumprir promessa em Congonhas do Campo, trouxe de presente pra ela um crucifixo torneadinho, o cordão de pendurar, com bambolim nas pontas, a maior gracinha. Ela desembrulhou e falou assim: bonito, mas eu preferia mais se fosse uma cruz simples, sem enfeite nenhum.
   Morreu sem fazer trinta e cinco anos, da morte mais agoniada, encomendando com a maior coragem: a oração dos agonizantes, reza aí pra mim, gente.
    Fiquei hipnotizada, olhando a mãe. Já no caixão, tinha a cara severa de quem sente dor forte, igualzinho no dia que o João Antônio nasceu. Entrei no quarto querendo festejar e falei sem graça: a cara da senhora, parece que tá com raiva, mãe. 

    O Senhor te abençoe e te guarde, Volva a ti o Seu Rosto e se compadeça de ti, O Senhor te dê a Paz.

    Esta é a bênção de São Francisco, que foi abrandando o rosto dela, descansando, descansando, até como ficou, quase entusiasmado.

Era raiva não. Era marca de dor.

(Texto publicado em Prosa Reunida, Editora Siciliano: São Paulo, 1999, incluído por Ítalo Moriconi no livro “Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século”, Editora Objetiva, RJ. Fonte: http://contobrasileiro.com.br/sem-enfeitenenhum-conto-de-adelia-prado-2/)
Ainda sobre o conto lido e os elementos da narrativa, está CORRETA a seguinte alternativa:
Alternativas
Q4162610 Literatura
Segundo Zilberman, literatura infantil e escola possuem um elemento em comum: a natureza formativa. Em outras palavras, isso significa que:
Alternativas
Q4113919 Literatura

Para responder à questão, considere o fragmento de texto abaixo.






(Disponível em: CAMARGO, Diones. A mulher arrastada. 1. ed. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021. – texto adaptado especialmente para esta prova).

Cegalla preconiza que são dois os elementos fundamentais da obra literária: o conteúdo e a forma. O conteúdo são as ideias, os conceitos, os sentimentos, os apelos e as imagens imateriais que as palavras transmitem da mente do escritor à do leitor. A forma é a expressão linguística, a linguagem escrita ou falada, veículo das ideias e dos sentimentos. A forma de uma obra literária pode apresentar-se sob dois aspectos diferentes: a prosa e a poesia ou verso. A prosa dividese em Gênero Narrativo (romance histórico, psicológico, policial, de costumes, de aventuras; conto, novela, história, fábula; apólogo, crônica, memórias); Gênero Oratório (oratória acadêmica, sagrada, forense, política); Gênero Dramático (drama, comédia); Gênero Didático (crítica, ensaio, tratado); Gênero Epistolar (carta); e Gênero Polêmico (polêmica). O verso divide-se em Gênero Lírico (poema, soneto, canção, hino, ode, elegia, balada, bucólica); Gênero Épico (epopeia, poema); Gênero Dramático (drama, comédia, tragédia); Gênero Satírico (sátira, epigrama); e Gênero Narrativo (fábula). Na linha 14, temos que “a forma é determinada pelo conteúdo”. Considerando as classificações de Cegalla e a frase mencionada no texto, assinale a alternativa que melhor enquadra o texto do livro de Diones Camargo.
Alternativas
Q4112198 Literatura

Soneto do Amor Total



Amo-te tanto, meu amor... não cante

O humano coração com mais verdade...

Amo-te como amigo e como amante

Numa sempre diversa realidade 



Amo-te enfim, de um calmo amor prestante,

E te amo além, presente na saudade.

Amo-te, enfim, com grande liberdade

Dentro da eternidade e a cada instante. 



Amo-te como um bicho, simplesmente,

De um amor sem mistério e sem virtude

Com um desejo maciço e permanente. 



E de te amar assim muito e amiúde,

É que um dia em teu corpo de repente

Hei de morrer de amar mais do que pude.



Vinícius de Moraes. 

Analise as proposições abaixo como (V) verdadeiras ou (F) falsas:

( ) A segunda estrofe do poema se debruça sobre o tempo do amor - que vive no presente e também na expectativa de futuro.

( ) Na terceira estrofe , há uma comparação com a natureza animal, o que relembra o leitor do que há de voraz e irracional no sentimento amoroso.

( ) A terceira estrofe reveza a noção de constância ("um desejo maciço e permanente") com uma percepção de que no amor há descontrole ("como um bicho, simplesmente"). 

( ) No poema, o sujeito poético não deixa de viver o afeto na sua plenitude, extraindo do sentimento toda a beleza que pode.

A sequência correta de cima para baixo é:
Alternativas
Q4111792 Literatura

Os Ombros Suportam o Mundo


Chega um tempo em que não se diz mais: meu

Deus.

Tempo de absoluta depuração.

Tempo em que não se diz mais: meu amor.

Porque o amor resultou inútil. E os olhos não choram.

E as mãos tecem apenas o rude trabalho.

E o coração está seco. 



Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.

Ficaste sozinho, a luz apagou-se,

mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.

És todo certeza, já não sabes sofrer.

E nada esperas de teus amigos. 



Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?

Teus ombros suportam o mundo

e ele não pesa mais que a mão de uma criança.

As guerras, as fomes, as discussões dentro dos

edifícios

provam apenas que a vida prossegue

e nem todos se libertaram ainda.

Alguns, achando bárbaro o espetáculo

prefeririam (os delicados) morrer.

Chegou um tempo em que não adianta morrer.

Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.

A vida apenas, sem mistificação.



 

Considerando o texto, analise as proposições abaixo:


I- O primeiro verso localiza o poema temporalmente. E na sequência, é explicado que tempo é esse: um tempo sem deus e sem amor. 


II- O tempo que se mostra ao poeta é um tempo de trabalho, de olhos que não chegam a chorar diante de todas as dores do mundo, porque estão cansados de lamentar.


III- No segundo verso, a imagem prevalecente é a da solidão. Entretanto, não há desespero, e sim um desinteresse, inclusive pelos amigos e vida social.


É ou são verdadeira (s):

Alternativas
Q3733631 Literatura
Assinale a alternativa que se refere à descrição abaixo:
Em uma obra literária, refere-se a uma curta citação que introduz o que será lido em seguida. Quando presente, encontra-se na página ímpar posterior à página da dedicatória ou no início das seções ou capítulos da obra.
Alternativas
Q3720093 Literatura

Leia o texto abaixo e, em seguida, responda à questão sobre ele.


O PRIMEIRO BEIJO


Clarice Lispector


    Os dois mais murmuravam que conversavam: havia pouco iniciara-se o namoro e ambos andavam tontos, era o amor. Amor com o que vem junto: ciúme.

    - Está bem, acredito que sou a sua primeira namorada, fico feliz com isso. Mas me diga a verdade, só a verdade: você nunca beijou uma mulher antes de me beijar? Ele foi simples:

    - Sim, já beijei antes uma mulher.

    - Quem era ela? perguntou com dor.

    Ele tentou contar toscamente, não sabia como dizer.

    O ônibus da excursão subia lentamente a serra. Ele, um dos garotos no meio da garotada em algazarra, deixava a brisa fresca bater-lhe no rosto e entrar-lhe pelos cabelos com dedos longos, finos e sem peso como os de uma mãe. Ficar às vezes quieto, sem quase pensar, e apenas sentir - era tão bom. A concentração no sentir era difícil no meio da balbúrdia dos companheiros.

    E mesmo a sede começara: brincar com a turma, falar bem alto, mais alto que o barulho do motor, rir, gritar, pensar, sentir, puxa vida! Como deixava a garganta seca.

    E nem sombra de água. O jeito era juntar saliva, e foi o que fez. Depois de reunida na boca ardente engolia-a lentamente, outra vez e mais outra. Era morna, porém, a saliva, e não tirava a sede. Uma sede enorme maior do que ele próprio, que lhe tomava agora o corpo todo.

    A brisa fina, antes tão boa, agora ao sol do meio-dia tornara-se quente e árida e ao penetrar pelo nariz secava ainda mais a pouca saliva que pacientemente juntava.

    E se fechasse as narinas e respirasse um pouco menos daquele vento de deserto? Tentou por instantes, mas logo sufocava. O jeito era mesmo esperar, esperar. Talvez minutos apenas, talvez horas, enquanto sua sede era de anos.

    Não sabia como e por que, mas agora se sentia mais perto da água, pressentia-a mais próxima, e seus olhos saltavam para fora da janela procurando a estrada, penetrando entre os arbustos, espreitando, farejando.

    O instinto animal dentro dele não errara: na curva inesperada da estrada, entre arbustos estava... o chafariz de onde brotava num filete a água sonhada. O ônibus parou, todos estavam com sede, mas ele conseguiu ser o primeiro a chegar ao chafariz de pedra, antes de todos.

    De olhos fechados entreabriu os lábios e colou-os ferozmente ao orifício de onde jorrava a água. O primeiro gole fresco desceu, escorrendo pelo peito até a barriga. Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu interior arenoso até se saciar. Agora podia abrir os olhos.

    Abriu-os e viu bem junto de sua cara dois olhos de estátua fitando-o e viu que era a estátua de uma mulher e que era da boca da mulher que saía a água. Lembrou-se de que realmente ao primeiro gole sentira nos lábios um contato gélido, mais frio do que a água.

    E soube então que havia colado sua boca na boca da estátua da mulher de pedra. A vida havia jorrado dessa boca, de uma boca para outra.

    Intuitivamente, confuso na sua inocência, sentia-se intrigado: mas não é de uma mulher que sai o líquido vivificador, o líquido germinador da vida... Olhou a estátua nua.

    Ele a havia beijado.

    Sofreu um tremor que não se via por fora e que se iniciou bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa viva. Deu um passo para trás ou para frente, nem sabia mais o que fazia. Perturbado, atônito, percebeu que uma parte de seu corpo, sempre antes relaxada, estava agora com uma tensão agressiva, e isso nunca lhe tinha acontecido.

    Estava de pé, docemente agressivo, sozinho no meio dos outros, de coração batendo fundo, espaçado, sentindo o mundo se transformar. A vida era inteiramente nova, era outra, descoberta com sobressalto. Perplexo, num equilíbrio frágil.

    Até que, vinda da profundeza de seu ser, jorrou de uma fonte oculta nele a verdade. Que logo o encheu de susto e logo também de um orgulho antes jamais sentido: ele... Ele se tornara homem.



(In "Felicidade Clandestina" - Ed. Rocco - Rio de Janeiro, 1998 Disponível em: https://midiasstoragesec.blob.core.windows.net/001/2017/02/o_primeiro_beij o_clarice_lispector_2.pdf /Acesso em 18.09.2023)

Clarice Lispector é uma das principais representantes do Movimento Modernista brasileiro. Sobre o Modernismo e a obra de Lispector é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q3681426 Literatura

Leia o texto a seguir. 


55.jpg (354×140)


BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. p. 138.


Manuel Bandeira é um dos principais representantes da poesia Modernista. Esse poema dialoga com o projeto estético modernista no que diz respeito: 

Alternativas
Q3677044 Literatura
Em relação às concepções de literatura e suas diversas formas, analisar os itens abaixo:
I. A literatura como instituição nacional e como patrimônio cultural.
II. A literatura como sistema de obras, autores e público.
III. A literatura como disciplina escolar que se confunde com a história literária.
IV. Qualquer texto, mesmo que não consagrado, com intenção literária, visível em um trabalho de linguagem e de imaginação.
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3671669 Literatura
O Soneto é um poema de forma fixa, formado por: 
Alternativas
Q3671656 Literatura
Qual é o gênero literário que se caracteriza pela representação da vida cotidiana em sua simplicidade e banalidade, sem grandes acontecimentos? 
Alternativas
Q3671654 Literatura
Qual é o gênero literário que se caracteriza pela representação da realidade social e política de forma crítica e engajada?  
Alternativas
Q3671652 Literatura
Segundo a teoria da literatura, qual é a principal característica da literariedade de um texto? 
Alternativas
Q3670220 Literatura
Na literatura, muitas vezes encontramos símbolos que têm significados profundos e que contribuem para a compreensão das mensagens transmitidas pelas obras. Um desses símbolos amplamente utilizado é a "Rosa". Vários escritores ao longo da história incorporaram rosas em suas obras, atribuindo-lhes diferentes significados (LINS, 2007).
Qual é um dos significados comuns associados ao uso da "rosa" na literatura? 
Alternativas
Q3647149 Literatura
Em certo momento do livro, o narrador de “Alice no País das Maravilhas” diz: “Se você não sabe o que é um grifo, veja a ilustração”, demonstrando que a ilustração é uma ferramenta para se entender o texto.
Nos livros infantis e infanto-juvenis, as ilustrações podem narrar totalmente a história, compor a história juntamente com o texto escrito ou, ainda, explicar algumas partes do texto.
Sobre ilustrações em livros infantis, livros visuais e outras linguagens não verbais, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3647147 Literatura
A Literatura Infantil tem sua origem na oralidade, antes da invenção da imprensa por Gutemberg – que permitiu a impressão e publicação de livros em escala.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) a respeito da historiografia mundial e brasileira da Literatura Infantil.
( ) Os primeiros livros infantis surgiram no século XVIII.
( ) As fábulas de La Fontaine são escritas de forma simples e trazem um ensinamento, uma moral.
( ) A produção literária infantil de Monteiro Lobato se destaca por poemas em forma de quadras.
( ) Os Irmãos Grimm se apropriaram de histórias que eram contadas oralmente, como “Chapeuzinho Vermelho”, criando uma versão escrita.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q3647144 Literatura
Para Mikhail Bakhtin, os gêneros textuais não são formas imutáveis. Eles mudam conforme o tempo e o espaço – além de outras variáveis. Por isso, o filósofo russo classificou os gêneros textuais como “tipos de texto relativamente estáveis”.
Assinale a alternativa correta a respeito dos gêneros textuais na literatura infantil.
Alternativas
Q3645358 Literatura
O letramento literário vai além da capacidade de decodificar letras e palavras, tratando-se do desenvolvimento de competências para apreciar, interpretar e analisar textos literários. Qual é o papel do letramento literário na formação do indivíduo?
Alternativas
Q3645353 Literatura
A relação entre ideologia e utopia é frequentemente explorada na literatura, onde os autores criam narrativas que refletem ou questionam as crenças e os sistemas de valores de uma sociedade. Em um contexto literário, qual é a principal função de uma obra utópica? 
Alternativas
Q3640766 Literatura
Silvio Romero, estudioso do folclore brasileiro, apontou a contribuição de quatro grupos na produção da poesia e dos contos populares do Brasil. Esses quatro grupos são:
Alternativas
Respostas
401: E
402: A
403: A
404: A
405: E
406: E
407: D
408: A
409: D
410: A
411: C
412: E
413: B
414: B
415: C
416: E
417: C
418: B
419: D
420: C