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Questões de Concurso Sobre linguística e outras ciências – neurolinguística, psicolinguística, sociolinguística em linguística

Foram encontradas 266 questões

Q3758789 Linguística
Conforme Wardhaugh (2010) explica que a variação linguística não deve ser vista como um objeto abstrato, mas como parte essencial do entendimento das normas de comportamento linguístico. A partir dessa assertiva, o que pode ser inferido quanto ao papel da variação linguística na aprendizagem em língua inglesa?
Alternativas
Q3751705 Linguística
"Na perspectiva da _________, o foco da análise linguística desloca-se da ideia de correção normativa para a compreensão dos usos reais da língua por diferentes grupos sociais, considerando os condicionamentos históricos, regionais, situacionais e estilísticos que influenciam a produção linguística."

Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ápice Consultoria Órgão: Prefeitura de Boa Vista - PB Provas: Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Farmacêutico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fisioterapeuta | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Psicólogo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Endocrinologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fiscal de Tributos | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ginecologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Neurologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ortopedista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Biomédico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Pediatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Psiquiatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Veterinário | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Clínico Geral | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Nutricionista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Assistente Social | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Bioquímico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Agrônomo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Civil |
Q3749981 Linguística






TEXTO 2

A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.


Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
A palavra “ecrãs”, utilizada no Texto 2, embora menos comum no português do Brasil, é perfeitamente legítima no português europeu, significando “telas”. A ocorrência de tal vocábulo em um texto em circulação no Brasil ilustra o fenômeno da:
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Q3712131 Linguística
According to Bakhtin and Voloshinov, language should primarily be understood as:
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Q3711056 Linguística
Um médico plantonista foi afastado do trabalho após ter uma foto sua publicada numa rede social com o título Uma imagem fala mais que mil palavras. Na foto, ele mostra o receituário médico com o seguinte dizer: Não existe peleumonia e nem raôxis. Vinte minutos antes da postagem, na quarta-feira (27), o médico havia atendido um paciente de 42 anos que estudou até o segundo ano do Ensino Fundamental e não sabe como falar corretamente algumas palavras.

Seu enteado o acompanhava na consulta e revela que, assim que souberam o diagnóstico, o paciente perguntou sobre o tratamento para a “peleumonia”. A reação do médico não foi muito profissional, afirma o acompanhante. “Quando meu padrasto falou pneumonia e raios X de forma errada, ele deu risada. Na hora, não desconfiamos que ele iria debochar depois na internet. O que ele fez foi absurdo. O procurei e escrevi para ele na rede social que, independente dele ser doutor, não existe faculdade para formar caráter. Assim que ele viu minha postagem, apagou a foto. Ele não quis conversar com a gente”. O enteado conta que o padrasto ainda não sabe que virou assunto na internet e teme pela reação dele. Ele diz que o padrasto não pôde estudar por falta de dinheiro.

                                VICTAL, R. Médico debocha de paciente na internet: “Não existe peleumonia”. Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 23 maio 2025 (adaptado).
Em adesão a uma perspectiva sociolinguística crítica de ensino de língua, um professor decide abordar a leitura do texto em sala de aula. Qual das propostas pedagógicas favorece a desconstrução de posturas preconceituosas?
Alternativas
Q3711045 Linguística

TEXTO 1


A linguística recomenda que a norma culta seja ensinada nas escolas, mas que, paralelamente, se preservem os saberes sociolinguísticos e os valores culturais que o aluno já tenha aprendido antes, no seu ambiente social. Resguarda-se, assim, o direito que o educando possui à preservação de sua identidade cultural específica, seja ela rural ou urbana, popular ou elitista. A aprendizagem da norma culta deve significar uma ampliação da competência linguística e comunicativa do aluno, que deverá aprender a empregar uma variedade ou outra, de acordo com as circunstâncias da situação de fala.


BORTONI-RICARDO, S. M. Nós cheguemu na escola, e agora? – sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2005.



TEXTO 2


No Brasil, a variação está ligada à estratificação social e à dicotomia rural-urbano. Pode-se dizer que o principal fator de variação linguística no Brasil é a secular má distribuição de bens materiais e o consequente acesso restrito da população pobre aos bens da cultura dominante. Diferentemente de outros países, como os Estados Unidos, por exemplo, a variação linguística não é um índice sociossimbólico de etnicidade, exceto nas comunidades bilíngues, sejam as de colonização europeia ou asiática, sejam as das nações indígenas.


BORTONI-RICARDO, S. M. Nós cheguemu na escola, e agora? – sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2005.

Durante a avaliação de um texto argumentativo de um estudante do 9º ano, identificou-se o uso de construções como “os menino tudo foram” e “nóis pega o caderno”. Considerando os textos 1 e 2, qual deve ser o foco principal da avaliação docente?
Alternativas
Q3711044 Linguística

TEXTO 1


A linguística recomenda que a norma culta seja ensinada nas escolas, mas que, paralelamente, se preservem os saberes sociolinguísticos e os valores culturais que o aluno já tenha aprendido antes, no seu ambiente social. Resguarda-se, assim, o direito que o educando possui à preservação de sua identidade cultural específica, seja ela rural ou urbana, popular ou elitista. A aprendizagem da norma culta deve significar uma ampliação da competência linguística e comunicativa do aluno, que deverá aprender a empregar uma variedade ou outra, de acordo com as circunstâncias da situação de fala.


BORTONI-RICARDO, S. M. Nós cheguemu na escola, e agora? – sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2005.



TEXTO 2


No Brasil, a variação está ligada à estratificação social e à dicotomia rural-urbano. Pode-se dizer que o principal fator de variação linguística no Brasil é a secular má distribuição de bens materiais e o consequente acesso restrito da população pobre aos bens da cultura dominante. Diferentemente de outros países, como os Estados Unidos, por exemplo, a variação linguística não é um índice sociossimbólico de etnicidade, exceto nas comunidades bilíngues, sejam as de colonização europeia ou asiática, sejam as das nações indígenas.


BORTONI-RICARDO, S. M. Nós cheguemu na escola, e agora? – sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2005.

Quanto à abordagem adotada nos textos 1 e 2, a autora defende que as variedades linguísticas do Brasil
Alternativas
Q3709388 Linguística

Em uma escola pública brasileira, uma professora de Língua Portuguesa do 9º ano passou a receber, ao longo do ano letivo, um número crescente de estudantes migrantes oriundos de um país em crise humanitária. Esses estudantes, falantes nativos de espanhol, chegaram com pouco conhecimento do português. Ao perceber as dificuldades enfrentadas por esses estudantes na comunicação e na participação em sala de aula, a professora buscou estratégias de acolhimento linguístico que permitissem tanto a integração dos migrantes quanto o engajamento dos estudantes brasileiros no processo.


Ao notar risos dos colegas brasileiros diante da pronúncia distinta dos migrantes falantes de espanhol — que diziam “Raque[l]”, a professora decidiu abordar a questão das diferenças fonético-fonológicas entre os estudantes e refletir com a turma sobre os impactos desses contrastes na interação entre os falantes de português e do espanhol no contato linguístico produzido na sala de aula. Nesse caso específico, e para elaborar sua proposta, a professora deve considerar que

Alternativas
Q3698539 Linguística
A Libras, como língua natural, apresenta variações regionais que refletem processos históricos, sociais e culturais. Essas variações podem ser observadas em diferenças lexicais e expressivas entre comunidades, constituindo marcas da diversidade interna da língua. Ao mesmo tempo, não enfraquecem sua unidade, mas reforçam a vitalidade da Libras como língua viva em constante transformação.

MACHADO, Vanessa Lima Vidal. A variação querológica e lexical da Libras: estudo comparativo sobre aspectos extralinguísticos em Fortaleza e Maceió. 2023. 407 f. Tese (Doutorado em Linguística) – Universidade Federal de Alagoas, Faculdade de Letras, Programa de Pós-Graduação em Linguística e Literatura, Maceió, 2023.

Sobre as variações regionais da Libras, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3691575 Linguística
No âmbito dos estudos sociolinguísticos, há dois conceitos relevantes que são inter-relacionados. O primeiro é definido como “algum elemento da língua, alguma regra, que se realiza de maneiras diferentes, conforme a variedade linguística analisada”. O segundo, como “cada uma das formas diferentes de se dizer a mesma coisa”. Esses conceitos são denominados, respectivamente, como:
Alternativas
Q3691570 Linguística
Considere o seguinte excerto: “A língua é uma atividade social, um trabalho coletivo, empreendido por todos os seus falantes, cada vez que eles se põem a interagir por meio da fala ou da escrita”. A concepção de língua descrita no excerto é comum à corrente teórica da(o):
Alternativas
Q3671615 Linguística
Analise a evolução linguística apresentada abaixo e, a seguir, assinale a alternativa com a análise correta sobre as suas implicações pedagógicas.

Vossa Mercê > vossemecê > vosmecê > você > ocê > cê
Alternativas
Q3656263 Linguística
Sobre a variação linguística no ensino de língua portuguesa é CORRETO afirmar: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Inglês |
Q3626347 Linguística
In sociolinguistics, the relationship between language and culture is central to understanding meaning. Which statement best reflects this complex relationship?
Alternativas
Q3583518 Linguística
In the context of linguistic variation in English language teaching, which approach best supports the understanding and appreciation of dialectal differences among learners?
Alternativas
Q3541292 Linguística
Texto I

Variação linguística


   O termo variação se aplica a uma característica das línguas humanas que faz parte de sua própria natureza: a heterogeneidade. A palavra língua nos dá uma ilusão de uniformidade, de homogeneidade, que não corresponde aos fatos. Quando nos referimos ao português, ao francês, ao chinês, ao árabe etc., usamos um rótulo único para designar uma multiplicidade de modos de falar decorrente da multiplicidade das sociedades e das culturas em que as línguas são faladas. Cada um desses modos de falar recebe o nome de variedade linguística. Por isso, muitos autores definem língua como “um conjunto de variedades” e substituem a noção da língua como um sistema pela noção da língua como um polissistema, formado por essas múltiplas variedades.

   A variação linguística se manifesta desde o nível mais elevado e coletivo – quando comparamos, por exemplo, o português falado em dois países diferentes (Brasil e Angola) – até o nível mais baixo e individual, quando observamos o modo de falar de uma única pessoa, a tal ponto que é possível dizer que o número de “línguas” num país é o mesmo de habitantes de seu território. Entre esses dois níveis extremos, a variação é observada em diversos outros níveis: grandes regiões, estados, regiões dentro dos estados, classes sociais, faixas etárias, níveis de renda, graus de escolarização, profissões, acesso às tecnologias de informação, usos escritos e usos falados.

   A consciência de que a língua é variável remonta à Antiguidade, quando os primeiros estudiosos da língua grega tentaram sistematizá-la para o ensino e para a crítica literária. Eles, no entanto, fizeram uma avaliação negativa da variação, que viram como um obstáculo para a unificação territorial e para a difusão da língua. Foi nessa época (século III a.C.) que surgiu a disciplina chamada gramática, dedicada explicitamente a criar um modelo de língua que se elevasse acima da variação e servisse de instrumento de controle social por meio de um instrumento linguístico. A consequência cultural desse processo histórico é que o termo língua passou a ser usado, no senso comum, para rotular exclusivamente esse modelo idealizado, literário, enquanto todos os usos reais, principalmente falados, foram lançados à categoria do erro. 

   Com os avanços das ciências da linguagem, essa visão foi abandonada: o exame minucioso de cada variedade linguística revela que ela tem sua própria lógica gramatical, é tão regrada quanto a língua literária idealizada, e serve perfeitamente bem como recurso de interação e integração social para seus falantes. Diante disso, um novo projeto de educação linguística vem se formando: é preciso ampliar o repertório e a competência linguística dos aprendizes, levá-los a se apoderar da escrita e dos muitos gêneros discursivos associados a ela, sem contudo desprezar suas variedades linguísticas de origem, valorizando-as, ao contrário, como elementos formadores de sua identidade individual e social e como patrimônio cultural do país.


BAGNO, Marcos. Variação linguística. Glossário Ceale – Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita. Universidade Federal de Minas Gerais, 2013. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/preconceitolinguistico. Acesso em: 21 mar. 2025.
Considere o excerto a seguir, em que o autor elenca diferentes níveis de variações linguísticas:
“Entre esses dois níveis extremos, a variação é observada em diversos outros níveis: grandes regiões, estados, regiões dentro dos estados, classes sociais, faixas etárias, níveis de renda, graus de escolarização, profissões, acesso às tecnologias de informação, usos escritos e usos falados.”.
Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3532028 Linguística

Para responder à questão, utilize o quadro abaixo: 


Sobre os fundamentos teóricos da variação linguística no contexto escolar, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3482953 Linguística
A Respeito da aprendizagem de uma primeira língua (L1) e a segunda língua (L2), analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Alternativas
Q3468612 Linguística
De acordo com Roberto Gomes Camacho (“Sociolinguística” – Parte II, em: Mussalim e Bentes, 2005), a consequência do desenvolvimento na teoria linguística de um sentimento de aversão ao caos e à variação foi
Alternativas
Q3439360 Linguística
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O professor Tirésias decidiu trabalhar com seus estudantes da 2ª Série do Ensino Médio a questão do preconceito linguístico. Para introduzir a questão, selecionou o seguinte texto:


    “As pessoas sem instrução falam tudo errado”: trata-se de outra afirmação preconceituosa bastante difundida. O preconceito linguístico se baseia na crença de que só existe uma única língua portuguesa digna deste nome e que seria a língua ensinada nas escolas, explicada nas gramáticas e catalogada nos dicionários. Qualquer manifestação linguística que escape desse triângulo escola-gramática-dicionário é considerada, sob a ótica do preconceito linguístico, “errada, feia, estropiada, rudimentar, deficiente”, e não é raro a gente ouvir que “isso não é português”.


BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico. São Paulo: Parábola Editorial, 2015. Adaptado.
Tendo em vista o texto selecionado para introduzir a discussão e o propósito de Tirésias de desconstrução do preconceito linguístico, cumpre então ao professor, em consonância com a atual Sociolinguística, esclarecer e desenvolver o conceito de 
Alternativas
Respostas
81: A
82: A
83: E
84: B
85: C
86: C
87: C
88: B
89: D
90: A
91: A
92: D
93: E
94: B
95: D
96: B
97: D
98: C
99: B
100: D