A consciência de se ter um problema, seja ele qual
for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um
problema que não se resolve com resoluções de Ano
Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos
smartphones, é uma dependência sem substância,
mas não sem consequências. Muitas vezes, o que
nos parece ser um comportamento de descontração
ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um
impulso que não controlamos. O acesso constante a
um fluxo interminável de informação e de estímulos
cria em nós a necessidade de mais informação e de
mais estímulos.
Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em
telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
A palavra “ecrãs”, utilizada no Texto 2,
embora menos comum no português do Brasil,
é perfeitamente legítima no português europeu,
significando “telas”. A ocorrência de tal vocábulo em
um texto em circulação no Brasil ilustra o fenômeno
da:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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teste
Parabéns! Você acertou!
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