No âmbito da formação tradutória em contextos
bimodais, especialmente na interface entre Libras e
língua portuguesa, emergem desafios que demandam
do profissional não apenas domínio linguístico, mas
também competências de natureza intercultural,
pragmática e metacognitiva. Considerando os aportes
de Franz Pöchhacker, Jemina Napier e Stauffer, qual
alternativa apresenta uma análise criticamente
articulada às exigências formativas para atuação em
contextos de ambiguidade, variação enunciativa e
regimes de performatividade discursiva?