Questões de Concurso Sobre história

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Q3989365 História
Conhecido como “Operação 2ª via”, o movimento apoiado pelos EUA, inclusive pela CIA, que culminou com a deposição do presidente chileno Salvador Allende, além de apoio militar, teve como estratégia: 
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Q3989364 História
Há diferentes interpretações historiográficas acerca do fenômeno cristalizado como Imperialismo Japonês, iniciado após a Revolução Meiji e encerrado com a Segunda Guerra Mundial. Entre essas interpretações, uma delas surge exatamente nesse pós-guerra, construída por setores conservadores da sociedade japonesa, sendo, desde sua origem, amplamente contestada fora do Japão. Tal vertente justifica o imperialismo sob o seguinte argumento:
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Q3989363 História
A partir da historiografia marxista, é precondição essencial para a explicação do processo histórico conceituado como Revolução Industrial: 
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Q3989362 História
“Em 1º de novembro de 1755 um terremoto arrasou Lisboa, provocando milhares de mortes e destruindo cerca de 85% da cidade. (...) O Rei D. José I e o primeiro-ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, (...) contrataram arquitetos e engenheiros de toda a Europa a fim de reconstruir a capital. A arquitetura das casas era uniforme, assim como o desenho das portas, janelas e varandas. Vigas, balaustradas, azulejos e até pregos foram feitos em série a partir de um pequeno número de modelos, (...). A arquitetura (...) deveria submeter os interesses particulares à utilidade pública da regularidade e da beleza da capital.”
ENDERS, A.; MORAES, M. & FRANCO, R. História em curso: da Antiguidade à Globalização. São Paulo: Editora do Brasil; Rio de Janeiro: FGV, 2008. p. 206

Considerando as informações do trecho selecionado e o contexto europeu da época abordada, uma alcunha que poderia ser – e provavelmente foi – atribuída à Lisboa após sua reconstrução é:  
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Q3989361 História

Observe a charge a seguir: 

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://www.chrismadden.co.uk/cartoon-gallery/galileo-cartoon-galileo-discussing-his-telescopicdiscoveries-with-the-pope/. Acesso em 23 fev 2026


A interpretação da obra remete a uma marcante transformação no pensamento ocidental no início da modernidade. A seguinte característica dessa transformação pode ser associada à seguinte “descoberta” expressa na charge, respectivamente:  

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Q3989360 História
Ao longo da história republicana brasileira, diferentes tentativas de ruptura institucional – bem-sucedidas ou fracassadas – evidenciam padrões distintos de reação do aparato jurídico-estatal. Quanto a esses padrões, podemos afirmar que: 
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Q3989359 História
A meta síntese do famoso “50 anos em 5” de Juscelino Kubitschek era a construção de Brasília. No entanto, a interiorização da capital do Estado esteve em perspectiva em outros diversos momentos da História brasileira e defendida oficialmente por políticos proeminentes, como: 
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Q3989358 História
A afirmação da República brasileira evidencia muitos dos movimentos políticos os quais permanecem ativos como estratégias de condução das opiniões sociais. Em uma entrevista sobre sua obra 1897 – A República polarizada e o atentado contra Prudente de Morais (Rio de Janeiro: Ayran, 2025), primeiro presidente civil no Brasil, o autor Ely Carneiro de Paiva relata um trecho de uma reportagem de um jornal da época afirmando que “o Conde d’Eu tem remetido dinheiro ao Conselheiro.” Considerado pelo autor uma fake news, tal trecho pode ter como intenção política:
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Q3989357 História
Entre os trechos selecionadas da obra História Concisa do Brasil, de Bóris Fausto (Edusp: 2000), aquele que se refere ao período regencial brasileiro é:  
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Q3989356 História
As reações internas ao modelo político que dominou o processo de independência do Brasil, e que sobretudo o consolidou, podem trazer à luz elementos que contrariam a versão “pacífica” de tal processo consagrada durante muito tempo pela historiografia tida como oficial, o que inclui muitas obras didáticas. Entre esses elementos, aquele que desafiou e venceu as pretensões de unidade territorial da Constituição de 1824 pode ser representado pelo seguinte movimento ou personagem: 
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Q3989355 História
Apesar da diversidade e da longevidade dos processos emancipatórios na América espanhola, bem como suas diferenças fundamentais em relação à independência brasileira, é nas décadas posteriores a essas independências que se evidenciam as maiores diferenças, inclusive na oposição entre fragmentação x centralização territorial. A historiografia latino-americana do século XX, no que tange às ex-colônias, considerando tal aspecto, conceituou os resultados das independências na América espanhola sob o termo: 
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Q3989354 História
Analise a representação a seguir:
Imagem associada para resolução da questão Legenda: Mulher Tapuia, Albert Eckhout, 1641
Disponível em: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9d/Al bert_Eckhout_Tapuia_woman_1641.jpg Acesso em: 20 fev 2026.
O contexto da obra aponta para a seguinte dimensão da ocupação holandesa no nordeste brasileiro:  
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Q3989353 História
Leia o trecho do documento a seguir:

“Eu escrevi a Sua Alteza acerca desses franceses que foram presos no Brasil em o verão passado, como estando eu aqui por Todos-os-Santos, o almirante me mandara chamar que era vindo antes que o rei (aqui) viesse estranhando muito esse negócio e muito mais a morte de um Pero Serpa, grande piloto e mestre da nau destes presos, dizendo-me que escrevesse a Vossa Alteza e a D. Antônio que bastava tomar-lhe o seu, mas por que eles não furtaram senão que resgataram da sua grande mercadoria (sic) e forçá-los e tê-los presos, que eram coisas mui duras e por aqui outras coisas e itens, sem cólera.”

Carta escrita pelo Dr. Diogo Gouveia, em 1º de março de 1532, ao Rei de Portugal, D. João III. In ALVES FILHO, Ivan. Brasil: 500 anos em documentos. Rio de Janeiro: Mauad, 1999, p. 41. 
O problema apresentado pelo trecho da carta teve sua solução encaminhada pela seguinte ação da coroa portuguesa: 
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Q3989352 História
A explicação clássica estrutural para o pioneirismo ibérico no movimento de expansão atlântica para a América a partir do século XV tem como elemento central:
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Q3989351 História
A dinâmica populacional da África subsaariana, antes do contato com europeus por volta do século XV, foi marcada por uma expansão de povos e culturas linguísticas semelhantes genericamente denominados bantos (grupo Níger-Congo). Essa lenta e eficiente expansão se deu tanto pela ocupação de territórios quanto pela aculturação de outros grupos. Todavia na porção mais ao sul do continente alguns grupos desenvolveram o conhecimento pastoril e mantiveram-se ali estabelecidos apesar da proximidade e pressão dos bantos. Esses grupos são conhecidos pelo seguinte termo: 
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Q3989350 História
O campo historiográfico que investiga as formas de representação, práticas simbólicas e sistemas de significados produzidos por grupos sociais em diferentes contextos históricos, analisando como constroem sentidos sobre o mundo, deve ser conceituado como:  
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Q3989349 História
“O método histórico só pode ser um método inexato... A história quer ser objetiva e não pode sê-lo. Quer fazer reviver e só pode reconstruir. Ela quer tornar as coisas contemporâneas, mas ao mesmo tempo tem de reconstruir a distância e a profundidade da lonjura histórica.”
RICOUER, P. Histoire de la philosophie et historicité. In LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: Ed da Unicamp, 2003. p. 22.
A interpretação filosófica de Paul Ricouer acerca da História, assim como sua aproximação com o Historicismo, permite inferir que sua visão sobre essa mesma História se pauta pela:  
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Q3989348 História
“Foi, porém, a partir dos anos 1960 que intelectuais nacionalistas e de esquerda do Rio da Prata promoveram Solano López a líder anti-imperialista. Esse revisionismo que, com o tempo, descambou para posturas populistas, apresenta o Paraguai pré-guerra como um país progressista, onde o Estado teria proporcionado a modernização do país e o bem-estar de sua população, fugindo à inserção na economia capitalista e à subordinação à Inglaterra. Por essa explicação, Brasil e Argentina teriam sido manipulados por interesses britânicos para aniquilar o desenvolvimento autônomo paraguaio.”

DORATIOTO, Francisco. Maldita Guerra: nova história
da Guerra do Paraguai. São Paulo: Companhia das
Letras, 2002. p. 19
A partir da crítica exposta no trecho e à luz das abordagens historiográficas mais recentes, deve-se atribuir à origem da Guerra do Paraguai o seguinte ponto:
Alternativas
Q3989347 História
“Foi, porém, a partir dos anos 1960 que intelectuais nacionalistas e de esquerda do Rio da Prata promoveram Solano López a líder anti-imperialista. Esse revisionismo que, com o tempo, descambou para posturas populistas, apresenta o Paraguai pré-guerra como um país progressista, onde o Estado teria proporcionado a modernização do país e o bem-estar de sua população, fugindo à inserção na economia capitalista e à subordinação à Inglaterra. Por essa explicação, Brasil e Argentina teriam sido manipulados por interesses britânicos para aniquilar o desenvolvimento autônomo paraguaio.”

DORATIOTO, Francisco. Maldita Guerra: nova história
da Guerra do Paraguai. São Paulo: Companhia das
Letras, 2002. p. 19
A obra cujo excerto foi retirado não se presta a criticar qualquer vertente historiográfica. Todavia, a posição historiográfica apontada no trecho e que, segundo o autor, não alcança uma explicação plausível para a ocorrência do conflito pode ser associada ao seguinte termo: 
Alternativas
Q3983570 História
A Revolução de 1930 representou uma inflexão decisiva na trajetória política e institucional do Brasil, rompendo com o arranjo oligárquico da Primeira República e inaugurando um novo padrão de intervenção estatal. A ascensão de Getúlio Vargas ao poder ocorreu em um contexto de crise do liberalismo econômico, instabilidade internacional após a Grande Depressão de 1929 e crescente mobilização urbana e trabalhista. Nesse cenário, o Estado brasileiro passou a assumir funções regulatórias, mediadoras e indutoras do desenvolvimento, especialmente nas áreas econômica e social, ao mesmo tempo em que buscou controlar e integrar os conflitos de classe. Considerando a lógica político-institucional do período varguista, particularmente entre 1930 e 1945, assinale a alternativa que melhor expressa uma característica estrutural desse modelo de Estado:
Alternativas
Respostas
281: C
282: A
283: D
284: B
285: B
286: A
287: D
288: B
289: B
290: A
291: C
292: D
293: A
294: C
295: C
296: A
297: C
298: D
299: B
300: B