Questões de Concurso
Sobre história do brasil em história
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Durante o Estado Novo, Vargas implantou políticas de ___________ voltadas à industrialização, ao mesmo tempo em que consolidou um regime de forte ___________ e controle social. Essa contradição marcou o projeto de modernização autoritária do período.
Qual das alternativas abaixo preenche corretamente as lacunas do trecho acima?
O golpe civil-militar de 1964 marcou o início de um período autoritário que perdurou por mais de duas décadas no Brasil. Diversos setores sociais e econômicos contribuíram para sua deflagração, e o novo regime implantou mecanismos de controle político e repressão social. Com base nesse contexto histórico, analise as assertivas a seguir:
I. O golpe de 1964 foi apoiado por setores empresariais, militares e parte da classe média, contrários às reformas de base de João Goulart.
II. A ditadura implantou de imediato uma Constituição democrática e ampla liberdade partidária.
III. A censura, a repressão e a perseguição política tornaram-se marcas do regime.
IV. O governo militar promoveu ampla descentralização do poder e autonomia sindical.
Está correto o que se afirma em:
A estrutura fundiária brasileira foi historicamente marcada pela concentração de terras em grandes propriedades, os ___________, o que gerou tensões sociais e impulsionou a luta por ___________.
A alternativa que completa corretamente o texto é:
A formação da sociedade brasileira resulta da confluência de matrizes culturais indígenas, africanas e europeias. Analise as afirmações e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F):
(__) As populações indígenas contribuíram com saberes agrícolas, linguísticos e espirituais.
(__) As culturas africanas foram totalmente excluídas das práticas sociais brasileiras.
(__) A colonização europeia impôs estruturas de poder e valores que marcaram a hierarquia social.
(__) O sincretismo religioso e cultural é um traço presente na identidade nacional.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Leia os textos abaixo:
Texto I
Os professores de História, Língua Portuguesa e Geografia que trabalham no 8º ano do Ensino Fundamental, elaboraram um projeto disciplinar. Escolheram a obra literária Os Sertões, de Euclides da Cunha, publicada em 1902. A obra de estilo pré-modernista é uma narrativa da Guerra
de Canudos (Bahia, 1896-1897), sob a ótica do autor que atuou como
jornalista para cobertura do conflito. A obra se divide em 3 partes e cada
turma do 8º ano ficou responsável pela leitura e pelo estudo de cada uma
delas: A Terra, O Homem, A Luta. A obra descreve o Sertão (clima, vegetação, relevo e, principalmente, a seca), o sertanejo (sua origem, suas
características e a discussão das raças e o determinismo geográfico), a
liderança de Canudos, Antônio Conselheiro, e, por fim, narra, de forma
descritiva e realista, a Guerra de Canudos e suas expedições. No desenvolvimento do projeto, cada turma envolvida se responsabilizou pelo estudo de uma das partes, compreendendo a escrita no tempo do autor e
trabalhando as teorias que davam sustentação à compreensão das diversas categorias que são abrangidas pela obra. A professora de História
orientou a turma do 8º ano C, responsável pela última parte da obra: A
Luta.
Texto II
O jagunço, saqueador de cidades, sucedeu ao garimpeiro, saqueador da
terra. O mandão político substituiu o capangueiro decaído. [...] Ora, aqueles homens, depois de esboçarem talvez a única feição útil da nossa atividade naqueles tempos, tiveram desde o começo do século XVIII,
quando se desvendaram as lavras do Rio de Contas à Jacobina, perigosos agentes que, se lhes não derrancaram o caráter varonil, o nortearam
a lamentáveis destinos. De feito, transmudaram-se em contato com os
sertanistas gananciosos. Estes vinham, então, do oriente, espavorindo a
ferro e fogo o selvagem e fundando povoados que, ao revés dos já existentes, não tinham o germe de uma fazenda de gado, mas as ruínas das
malocas. Bateram rudemente a região, estacionando largo tempo ante a
barreira de serras que vão de Caetité para o norte; e quando as minas
esgotadas lhes demandaram aparelhos para a exploração intensiva, tiveram, logo adiante, entre as matas que vão de Macaúbas a Açuruá, novas
paragens opulentas, atraindo-os para o âmago das terras
(CUNHA, Euclides da. Os Sertões. 1984, p. 127).
A professora de História, responsável pela orientação da 3ª parte: a Luta, discutiu o autor no seu tempo e as representações do contexto histórico na transição para república e nos conflitos brasileiros.
Com relação à proposta da atividade interdisciplinar na disciplina de História e considerando os textos-base para esta questão, é CORRETO afirmar:
Leia os textos abaixo:
Texto I
Segundo Lilia Schwarcz, a lista dos títulos de nobreza no Brasil era longa
e abrasileirada: Bujuru, Sirinhaém, Batovi, Coruripe, Ingaí, Juruá, Paranagaba, Piaçabuçu, Saramenha, Sincorá, Uruçuí, Itapororoca, Aratanha,
Cascalho, Tacaruna, Aramaré, Icó, Poconé, Quissamã, Saicã, Sinimbu,
Toropi, Tracunhaém, Solimões, Jurumirim, Uraraí... para além desses,
também havia aqueles que indicavam uma localização geográfica relacionada, de alguma forma, à pessoa agraciada com a mercê (nascimento
ou de atividade política, propriedade ou batalha) como Amazonas, Paraná, Mauá.
(SCHWARCZ, Lilia Moritz. As Barbas do Imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 178).
Texto II
Durante o Império brasílico (1822-1889), o Brasil experienciou sua própria
Corte, que, nos moldes do mundo europeu, definia a vida pública e dava
sustentação à estrutura social e política. Compunha o espaço público e
foi formalizada com a transferência de D. João VI, que incorporou no Brasil as tradições vindas da Europa. Quem concedia os títulos de nobreza
no Brasil, durante o Império, era o Poder executivo, geralmente como pagamento de favores às pessoas que obtinham status, títulos, honras e
distinções, cargos, funções e participação das formalidades e da intimidade do imperador.
Sobre a corte no império brasílico, é CORRETO afirmar:
A chegada dos europeus ao Brasil promoveu também o encontro com os indígenas Tupiniquins, pertencentes à Grande família Tupinambá (tronco Tupi-Guarani) que transmitiram todo o aprendizado sobre si mesmos e sobre os seus inimigos, chamados de tapuias (escravos). Essas impressões sustentaram a distinção entre os grupos indígenas brasileiros entre amigos e hostis, ou entre indígenas do litoral e do sertão. As necessidades econômicas acabaram por promover perseguição e expulsão, assim como o aldeamento e a catequese, sob controle dos jesuítas, para controle da terra e do seu povo originário. Durante o Brasil colonial, Tomé de Souza, padres jesuítas e depois o Marquês de Pombal criaram diretrizes para solucionar a questão indígena e dar segurança à colonização e ao interesse da busca por riquezas no território. Particularmente, as orientações pombalinas expulsaram os jesuítas, criando o Diretório dos índios, regulamentando as funções dos administradores, mantendo a determinação da catequese, e, depois, as Cartas Régias, de 1808, decretaram a “guerra justa” contra os Botocudos de Minas Gerais, autorizaram o cativeiro por 15 anos, a partir do batismo, e concederam terras para os nobres da corte, expulsando ainda mais os indígenas para o interior.
Sobre os indígenas no Brasil colonial, é CORRETO afirmar:
Por muito tempo, a História do Brasil se estruturou nos ciclos econômicos para organizar e compreender o desenvolvimento econômico brasileiro. Assim, durante o período colonial, foram estabelecidos grandes ciclos como o do pau-brasil, o do açúcar e o do ouro. Os historiadores do século XXI têm adotado uma concepção das temporalidades sociais, não mais sob o foco econômico, mas que combinem e redefinam, de modo constante, os períodos temporais e suas transições e características.
Sobre os ciclos econômicos e sua teoria nos estudos de Brasil colonial, é CORRETO afirmar:
Assinale a alternativa que indica corretamente duas das povoações Vicentistas em nosso litoral.
Analise as afirmativas abaixo a respeito desse acontecimento.
1. Costumamos denominar “República Velha” o período de 1889 a 1930.
2. A República, de imediato, trouxe grandes mudanças para a sociedade brasileira, entre as quais a proibição do trabalho escravo.
3. Nos primeiros anos do período republicano, os militares estiveram no poder.
4. A República, de pronto, não alterou a economia brasileira, uma vez que o café continuou sendo o principal produto da exportação brasileira.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 3
Leia o texto para responder a pergunta.
Em 1808, a corte real portuguesa atravessou o Oceano Atlântico e veio buscar refúgio no Brasil.
Texto 3
Leia o texto para responder a pergunta.
Em 1808, a corte real portuguesa atravessou o Oceano Atlântico e veio buscar refúgio no Brasil.
No século 19, a economia brasileira sofreu importantes mudanças, entre as quais o início de uma tímida industrialização.
Analise a lista de fatores abaixo que teriam contribuído para o início da industrialização.
1. Capitais provenientes do setor cafeeiro.
2. Ampliação do mercado interno, consequência da vinda de imigrantes.
3. Implantação de um sistema ferroviário.
4. Aumento do tráfico negreiro, gerando a acumulação de grandes capitais.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.