Questões de Concurso Sobre história do brasil em história

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Q3749765 História
Um dos filmes brasileiros de maior repercussão nacional e internacional nos últimos anos foi “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles e baseado em livro homônimo. A atuação no Filme rendeu à atriz Fernanda Torres o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Drama, no ano de 2025. Tanto o filme como o livro contam a história:
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Q3749534 História
O Brasil já experimentou diferentes regimes políticos, incluindo a Monarquia (1822-1889), a Primeira República, o Estado Novo (1937-1945) e a Ditadura Militar (1964-1985). O país também vivenciou mudanças significativas entre 1961 e 1963, após a renúncia do então presidente Jânio Quadros. A Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, simbolizou a ruptura com o regime imperial e marcou a adoção de uma nova forma de organização politica e administrativa no país.
Marque a alternativa que apresenta o regime politico ou uma consequência decorrente da Proclamação da República na atualidade:  
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Q3748384 História
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Epidemias paralisam o desenvolvimento econômico, social, político e cultural, interferindo na trajetória demográfica dos locais onde se disseminam. Assustam, provocam perplexidade, medo e pânico na população, desestruturam a vida familiar e dos indivíduos envolvidos, pois muitos morrem e aqueles que não chegam ao óbito permanecem doentes por algum tempo, necessitando de cuidados. A partir dessas informações, deduz‑se do texto que cenários como o referido
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Q3747784 História
Menos de um mês antes da abdicação do imperador D. Pedro I, um episódio ajudou a aumentar a tensão política desse contexto. Vários brasileiros atacaram residências de portugueses, que estavam iluminadas. Estes, por sua vez, responderam arremessando artefatos. O episódio acima ficou conhecido como a Noite:
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Q3747783 História
De acordo com os estudos acerca do Brasil Colônia, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.

A _________ era um tipo fortificado de armazém que contribuía para a estratégia de inibir o ataque de piratas, cedido por contrato a um mercador abastado, o qual poderia explorá-lo em troca de uma quantia predeterminada.
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Q3747779 História
As Revoltas Regenciais (1831-1840) foram levantes populares de causas variadas que, apesar de apresentarem objetivos distintos, convergiam na oposição ao governo. Sua repressão levou ao Golpe da Maioridade, que coroou D. Pedro II e iniciou o Segundo Reinado. Assinalar a alternativa que NÃO representa um exemplo de Revolta Regencial.
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Q3747199 História
Segundo fontes históricas, Maria Gomes de Oliveira, popularmente conhecida como Maria Bonita, foi a primeira cangaceira brasileira, companheira de Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião. Em qual local nasceu Maria Bonita?
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Q3746406 História
"Na época era apenas sertão bravio, e a colonização só teve início em 1934 com a chegada dos primeiros colonizadores, a maioria de origem Polonesa vindos do Rio Grande do Sul. O objetivo destes colonizadores era a terra doada em troca de caminhos abertos, contudo, o objetivo principal era __________": A alternativa que completa corretamente o texto é:

Disponível em: https://descanso.sc.gov.br/pagina-9602/
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Q3745964 História
A formação do Brasil Republicano foi marcada por alternâncias entre regimes democráticos e autoritários, refletindo disputas políticas, econômicas e sociais ao longo do século XX. Considerando esse contexto histórico, analise as assertivas a seguir sobre o Brasil Republicano:

I.A Primeira República foi marcada pela predominância política das oligarquias regionais.
II.A redemocratização, a partir de 1985, trouxe avanços na consolidação de direitos civis e sociais.
III.O regime militar implantou censura e perseguição à redemocratização, a partir de 1985, trouxe avanços na consolidação de direitos civis e sociais.
IV.O Estado Novo consolidou a democracia e o multipartidarismo no Brasil.

Está correto o que se afirma em:
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Q3745120 História
Analise o quadro a seguir, elaborado com apoio de Inteligência Artificial (ChatGPT 4.0) e referenciado pelas obras de Otávio Ianni, Thomas Skidmore, Francisco Weffort e Bóris Fausto, organizando alguns aspectos de diferentes perspectivas sobre o segundo governo de Getúlio Vargas. No entanto, três elementos do quadro foram suprimidos.


Q17.png (617×266)

Os elementos suprimidos, de cima para baixo, estão corretamente apresentados na seguinte alternativa:
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Q3745119 História
“Apesar de sua maior profissionalização, os oficiais do Exército não poderiam deixar de ter uma concepção sobre a sociedade e sobre o sistema de poder existente. Durante a presidência do marechal Hermes, um grupo de militares e civis formara uma espécie de grupo de pressão em torno do presidente. Foram chamados de “salvacionistas”, por pretenderem salvar as instituições republicanas. Em que consistia a “salvação”? Tratava-se de reduzir o poder das oligarquias nas áreas onde isso parecia mais fácil e onde eram mais chocantes as desigualdades sociais”.
FAUSTO, Bóris. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2009. p.174-5.

Das alternativas abaixo, aquela que contém especificamente uma personagem, um evento e um contexto decorrentes da defesa dos princípios do movimento apontado é a seguinte:  
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Q3745118 História
A chamada “Questão religiosa”, correntemente associada à crise do poder imperial no Brasil, tem como mote a condenação à prisão dos bispos de Pernambuco e do Pará, que haviam encerrado irmandades que acolhiam maçons na Igreja católica, conforme orientação do papa Pio IX. Instalada a crise, ela foi resolvida com a soltura dos bispos e a revogação de sua condenação. Mas, no fim, quem ganhou esta disputa entre os poderes temporal e espiritual? Alguns autores, como Kátia Mattoso (Bahia, século XIX: uma província no Império. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992), defendem a tese de que ambos os lados perderam nesta “questão”, argumentando que:  
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Q3745117 História
O enunciado a seguir é base para a questão.


O filme “Gangues de Nova Iorque” (2002), de Martin Scorsese, aborda o violento contexto urbano, permeado por questões políticas, econômicas e religiosas ao longo da década de 1860. Apesar de personagens ficcionais e da natural romantização de obras que não se pretendem documentais, o longa metragem aborda temas fundamentais para a sociedade nos EUA.
Na mesma década de 1860 e neste mesmo contexto, aconteceram as chamadas Rebeliões de Conscrição, relacionadas à Guerra Civil norte-americana ou Guerra de Secessão. Tal guerra guarda uma grande proximidade cronológica com a Guerra do Paraguai e, naturalmente, alguns aspectos em comum. O ponto que aproxima as Rebeliões de Conscrição de 1863 nos Estados Unidos da América com o contexto brasileiro na Guerra do Paraguai é:
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Q3745115 História
A obra abaixo, intitulada “Morro de Santo Antônio em 1816”, pintada por Nicolas Antoine Taunay, evidencia uma associação entre a arte e a geopolítica.

Q12.png (402×317)

Neste caso, a afirmação anterior justifica-se por:  
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Q3745114 História
A análise da escravidão no período colonial brasileiro, em especial dos cativos de origem africana, despertou e desperta discussões historiográficas importantes. No que diz respeito à relação entre o escravo como “coisa” e a sua humanização por meio da articulação aos sistemas produtivos, podemos considerar a aproximação dessas análises com determinados conceitos estruturados, como demonstra: 
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Q3745113 História
“Os senhores de engenho são homens que valem em si muitos títulos juntos, e estão em um estado em que facilmente se conservam, e dificilmente se arruínam. Porque ainda que não tenham cabedais de grande monta, têm terras e engenho, sem o que nenhum homem se pode chamar senhor de engenho. De sorte que é título a que não se chega sem muitos cabedais, e por isso são estimados como pessoas de qualidade.”
ANTONIL, André João. Cultura e Opulência do Brasil por suas drogas e minas. Belo Horizonte: Itatiaia, 1982, p.85.

Com base no excerto e nos estudos historiográficos sobre a sociedade colonial, é correto afirmar que a estratificação social no Brasil do período se estruturava:  
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Q3745111 História
O excerto de uma das cartas legadas pelo jesuíta José de Anchieta, destacado a seguir, é o suporte para a questão.


“(...) Finalmente o levaram fora e lhe quebraram a cabeça, e junto com ele mataram outro seu contrário, os quais logo despedaçaram com grandíssimo regozijo, máxime das mulheres, as quais andavam cantando e bailando: umas lhe espetavam com paus agudos os membros cortados, outras untavam a mão com a gordura deles e andavam untando as caras e bocas às outras, e tal havia que colhia o sangue com as mãos e o lambia, espetáculo abominável, de maneira que tiveram uma boa carniçaria com que se fartar”.


NOBREGA, Manuel e ANCHIETA, José de. Nóbrega e Anchieta: Antologia. São Paulo: Melhoramentos, 1978 IN GRUPIONI, Luiz D. B. (org). Índios no Brasil. São Paulo: Global; Brasília, MEC, 2000. p.44.
A prática descrita por José de Anchieta era relativa ao seguinte aspecto de algumas das sociedades originárias no território brasileiro: 
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Q3745110 História
O texto a seguir é base para a questão.


“O trabalho de maior vulto com enfoque na situação do ex-escravo é o Florestan Fernandes – Integração do Negro na Sociedade de Classes. Contudo, a história do negro recém-saído da escravidão é abordada praticamente apenas no primeiro capítulo, referindo-se o restante dos dois volumes ao negro das décadas de 20 em diante. O motivo disto talvez possa ser explicado a partir de uma postura metodológica determinada. Segundo o autor, ocorre neste período ‘o esboroamento final da sociedade de castas e o processo de elaboração da ordem social competitiva’ ou, nos termos de outra obra sua mais recente, ‘a emergência e expansão de um capitalismo dependente’. Trata-se, em suma, da ‘revolução burguesa’, não enquanto episódio histórico, mas sim enquanto fenômeno estrutural, em que ‘diversas situações de interesses da burguesia, em formação e expansão no Brasil, deram origem a novas formas de organização do poder em três níveis concomitantes: da economia, da sociedade e do Estado.”


AZEVEDO, Célia M. M. de. Onda negra, medo branco: O negro no imaginário das elitesséculo XIX. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p.22.  
Novamente em referência ao autor e à obra analisados, devemos considerar de importante impacto na compreensão das questões raciais na sociedade brasileira o seguinte aspecto: 
Alternativas
Q3745109 História
O texto a seguir é base para a questão.


“O trabalho de maior vulto com enfoque na situação do ex-escravo é o Florestan Fernandes – Integração do Negro na Sociedade de Classes. Contudo, a história do negro recém-saído da escravidão é abordada praticamente apenas no primeiro capítulo, referindo-se o restante dos dois volumes ao negro das décadas de 20 em diante. O motivo disto talvez possa ser explicado a partir de uma postura metodológica determinada. Segundo o autor, ocorre neste período ‘o esboroamento final da sociedade de castas e o processo de elaboração da ordem social competitiva’ ou, nos termos de outra obra sua mais recente, ‘a emergência e expansão de um capitalismo dependente’. Trata-se, em suma, da ‘revolução burguesa’, não enquanto episódio histórico, mas sim enquanto fenômeno estrutural, em que ‘diversas situações de interesses da burguesia, em formação e expansão no Brasil, deram origem a novas formas de organização do poder em três níveis concomitantes: da economia, da sociedade e do Estado.”


AZEVEDO, Célia M. M. de. Onda negra, medo branco: O negro no imaginário das elitesséculo XIX. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p.22.  
O autor citado pelo trecho destacado, considerando a síntese de seu pensamento evidenciada, deve ser associado à seguinte compreensão do processo histórico: 
Alternativas
Q3745108 História
Sob a ótica da História econômica, a organização inicial da exploração das regiões da América conquistadas em nome da coroa espanhola era pautada pela articulação entre os seguintes aspectos mercantilistas: 
Alternativas
Respostas
1301: A
1302: E
1303: D
1304: B
1305: A
1306: B
1307: B
1308: C
1309: D
1310: C
1311: D
1312: B
1313: C
1314: B
1315: C
1316: D
1317: A
1318: B
1319: C
1320: A