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Sobre história do brasil em história
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Getúlio Vargas impôs aos aliados, como condição de dar seu apoio em tropas e matérias-primas, a construção da Companhia Siderúrgica Nacional em Volta Redonda e a devolução das jazidas de ferro de Minas Gerais. Surgiram, assim, imediatamente após a guerra, dois dínamos da modernização no Brasil.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Global, 2015, p. 152.
O desenvolvimento ocorrido no Brasil durante a Era Vargas foi impulsionado, principalmente,
FREYRE, Gilberto. Casa-grande & Senzala. São Paulo: Global, 2006.
De acordo com a perspectiva de Gilberto Freyre, exposta em Casagrande & Senzala, o núcleo privilegiado, que organizou a sociabilidade colonial brasileira, foi constituído
( ) Os representantes do Brasil nas Cortes de Lisboa formavam um bloco único, e não representações das províncias, como ocorria com os representantes provenientes de Portugal.
( ) Entre os eleitos oriundos do Brasil, estavam figuras experientes politicamente, como Cipriano Barata, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada e Francisco Agostinho Gomes.
( ) Mesmo discordando de vários pontos da Constituição Portuguesa de 1822, elaborada pelas Cortes de Lisboa, a maioria dos representantes do Brasil assinou o documento.
As reformas de Sólon foram, principalmente, uma:
( ) As políticas indigenistas do século XX privilegiaram a integração cultural, desconsiderando a autonomia política e territorial dos povos.
( ) A Constituição de 1988 reconheceu aos povos indígenas o direito à diferença cultural, à posse das terras tradicionalmente ocupadas, à sua própria organização social e à plena autonomia política e jurídica.
( ) A arqueologia e a linguística têm demonstrado uma grande homogeneidade cultural entre as sociedades indígenas brasileiras anteriores ao contato colonial.
(1) Revolta dos Beckman
(2) Guerra dos Emboabas
(3) Guerra dos Mascates
(4) Revolta de Vila Rica
( ) Disputa entre paulistas e forasteiros pelo ouro.
( ) Monopólio comercial e restrição à escravidão indígena.
( ) Conflito entre comerciantes de Recife e senhores de engenho de Olinda.
( ) Oposição às Casas de Fundição.
Entre os trechos da obra “História Concisa do Brasil”, de Bóris Fausto (São Paulo: Edusp, 2009), aquele que descreve o movimento apelidado de “Caras-pintadas” é:
“(...) era ainda influenciada pela meta principal do governo, que era a abertura lenta e gradual a ser implementada. Com todos esses paradigmas apresentados, a velha divisão esquerda/direita, capitalismo/comunismo perdeu importância. Necessitando de capitais, o governo foi buscar novos mercados, entre eles o do bloco socialista, com o Brasil restabelecendo laços com a União Soviética e o Leste Europeu. Além do Leste Europeu, o Brasil buscava contato com a China Popular e Angola, naquele momento já sob o governo marxista do MPLA.
O Brasil ainda entraria em polêmica com os Estados Unidos acerca da questão dos Direitos Humanos. As mortes de Vladimir Herzog e Manuel Fiel Filho em flagrante tortura realizada em dependências do Exército fizeram a má fama do Brasil internacionalmente. O governo reagiu de modo rancoroso, distanciando-se discretamente do governo americano.”
Adaptado de www.infoescola.com/historia Acesso em 18 ago 2025.
O conjunto de medidas que pautaram a política externa brasileira no período retratado no excerto ficou conhecido como:
Observe e analise a charge a seguir, reconhecida como a primeira charge política publicada no Brasil. O autor, Manoel de Araújo, nasceu em 1806 na cidade de Rio Pardo/RS. Começa a estudar pintura e desenho aos 16 anos, adotando o sobrenome Porto-Alegre em referência ao estado em que nasceu. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1827, ingressando na Academia Imperial de Belas Artes, estudando com o francês JeanBaptiste Debret. Em 1831, viaja com Debret para a Europa, tendo lições com outros grandes mestres da França, da Itália, da Inglaterra e da Bélgica. Por lá conheceu as publicações humorísticas de caricaturas políticas que circulavam no continente. Ao regressar ao Brasil em 1837, publica no Jornal do Commercio do Rio de Janeiro, no dia 14 de dezembro, a charge intitulada “A Campainha e o Cujo”.

A legenda no rodapé da página representa um diálogo:

Disponível em: https://nanquim.com.br/1837-a-campainha-e-o-cujo-de-manoel-de-araujo-porto-alegre/ Acesso em 20 ago 2025.
A charge apresentada aponta para uma questão frequente ao longo de diferentes épocas e conjunturas da História, inclusive no Brasil regencial, pois se refere:
“(...) os intelectuais reunidos pela primeira vez em Congresso dariam uma importante contribuição ao restabelecimento da democracia no país, reivindicando, paralelamente, um maior acesso da população às vantagens da educação e da cultura. Assim, escritores das mais variadas tendências estéticas e políticas debatem durante cinco dias temas como ‘a democratização da cultura’, ‘a criação literária e a liberdade’, ‘o escritor e a luta contra o fascismo’ – temas esses que davam a tônica exata da responsabilidade social que o intelectual brasileiro chamava a si em momento tão decisivo da vida nacional, para não dizer da própria História universal.”
ALVES FILHO, Ivan. Brasil – 500 anos em documentos. Rio de Janeiro: Mauad, 1999. p. 496.
O contexto a que se refere o trecho apresentado sobre o I Congresso Brasileiro de Escritores, que contou com a presença de nomes como Jorge Amado, Monteiro Lobato e Sérgio Buarque de Holanda, é:
O trecho a seguir foi retirado de uma obra didática destinada a alunos do ensino fundamental:
“Após várias tentativas de acabar com a comunidade, em 1912, tropas estaduais foram enviadas para combate e mataram José Maria e alguns de seus seguidores. Tal fato alimentou ainda mais a fé dos caboclos que, ao reorganizarem a comunidade, acreditavam que José Maria voltaria a guerrear com eles, trazendo consigo um exército divino.”
FTD Sistema de Ensino: Ensino Fundamental: Anos Finais (9º ano). 2ª ed. São Paulo: FTD, 2024. p. 27.
O movimento que pode ser associado à mesma característica da revolta descrita e evidenciada no trecho é:
O trecho a seguir é base para a próxima questão.
“No caso brasileiro, Positivismo continha uma fórmula de modernização conservadora, centrada na ação do Estado e na neutralização dos políticos tradicionais, que teve forte ressonância nos meios militares. Nesses meios, sua influência raramente se deu pela aceitação ortodoxa dos princípios. Em geral os oficiais do Exército absorveram os aspectos mais afinados com suas percepções.”
FAUSTO, Bóris. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2009. p.130.
O trecho a seguir é base para a próxima questão.
“No caso brasileiro, Positivismo continha uma fórmula de modernização conservadora, centrada na ação do Estado e na neutralização dos políticos tradicionais, que teve forte ressonância nos meios militares. Nesses meios, sua influência raramente se deu pela aceitação ortodoxa dos princípios. Em geral os oficiais do Exército absorveram os aspectos mais afinados com suas percepções.”
FAUSTO, Bóris. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2009. p.130.