Questões de Concurso Sobre conhecimentos gerais de educação nas questões sociais em conhecimentos gerais

Foram encontradas 635 questões

Q800480 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2HHH
Os livros didáticos são, além de instrumentos para professores, uma proposta curricular. Ao fazer as seleções, os autores dos livros produzem e expressam posicionamentos políticos, ideológicos e pedagógicos, (re)contextualizando discursos oficiais e não oficiais. O caráter ideológico dos livros didáticos foi motivo de ataque por parte de diversos historiadores, principalmente na década de 80 do século passado, durante o processo de redemocratização. Nesse período, acusaram os livros didáticos de reproduzir o discurso dominante do Estado, o que implicava reproduzir também as desigualdades sociais. Muitos autores chegaram a defender a eliminação dos livros didáticos, considerando-os “vilões da história”; já outros defendiam sua permanência, afirmando que os livros expunham os conflitos existentes na sociedade, e que neles coexistiam diferentes, e às vezes contraditórias, concepções de história.

Érika Frazão e Adriana Ralejo. Narrativas do “outro” no currículo de História: uma reflexão a partir de livros didáticos. In: Ana Maria Monteiro (et al.). Pesquisa em Ensino de História. Rio de Janeiro: Mauad X; FAPERJ, 2014, p. 180-1 (com adaptações).

A respeito da produção e do uso dos livros didáticos nas escolas, julgue o item a seguir.

As autoras do texto defendem a eliminação do livro didático, visto que muitos deles expressam posicionamento político e ideológico, não havendo, dessa forma, espaço para a reprodução dos conflitos e das contradições da sociedade e do próprio conhecimento histórico.

Alternativas
Q800479 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2HHH
Os livros didáticos são, além de instrumentos para professores, uma proposta curricular. Ao fazer as seleções, os autores dos livros produzem e expressam posicionamentos políticos, ideológicos e pedagógicos, (re)contextualizando discursos oficiais e não oficiais. O caráter ideológico dos livros didáticos foi motivo de ataque por parte de diversos historiadores, principalmente na década de 80 do século passado, durante o processo de redemocratização. Nesse período, acusaram os livros didáticos de reproduzir o discurso dominante do Estado, o que implicava reproduzir também as desigualdades sociais. Muitos autores chegaram a defender a eliminação dos livros didáticos, considerando-os “vilões da história”; já outros defendiam sua permanência, afirmando que os livros expunham os conflitos existentes na sociedade, e que neles coexistiam diferentes, e às vezes contraditórias, concepções de história.

Érika Frazão e Adriana Ralejo. Narrativas do “outro” no currículo de História: uma reflexão a partir de livros didáticos. In: Ana Maria Monteiro (et al.). Pesquisa em Ensino de História. Rio de Janeiro: Mauad X; FAPERJ, 2014, p. 180-1 (com adaptações).

A respeito da produção e do uso dos livros didáticos nas escolas, julgue o item a seguir.

As Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 3.º Ciclo para as Aprendizagens definem a apresentação de sugestões de material pedagógico adequado ao perfil da turma e aos objetos de aprendizagem como uma das ações que auxiliam o professor na construção de um contrato didático com os estudantes.

Alternativas
Q800478 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2HHH
Os livros didáticos são, além de instrumentos para professores, uma proposta curricular. Ao fazer as seleções, os autores dos livros produzem e expressam posicionamentos políticos, ideológicos e pedagógicos, (re)contextualizando discursos oficiais e não oficiais. O caráter ideológico dos livros didáticos foi motivo de ataque por parte de diversos historiadores, principalmente na década de 80 do século passado, durante o processo de redemocratização. Nesse período, acusaram os livros didáticos de reproduzir o discurso dominante do Estado, o que implicava reproduzir também as desigualdades sociais. Muitos autores chegaram a defender a eliminação dos livros didáticos, considerando-os “vilões da história”; já outros defendiam sua permanência, afirmando que os livros expunham os conflitos existentes na sociedade, e que neles coexistiam diferentes, e às vezes contraditórias, concepções de história.

Érika Frazão e Adriana Ralejo. Narrativas do “outro” no currículo de História: uma reflexão a partir de livros didáticos. In: Ana Maria Monteiro (et al.). Pesquisa em Ensino de História. Rio de Janeiro: Mauad X; FAPERJ, 2014, p. 180-1 (com adaptações).

A respeito da produção e do uso dos livros didáticos nas escolas, julgue o item a seguir.

O Programa Nacional do Livro Didático tornou-se uma importante política pública de avaliação, compra e distribuição de material didático no país. No entanto, ainda não foram desenvolvidos programas de avaliação e distribuição dos livros utilizados no ensino médio e na educação de jovens e adultos.

Alternativas
Q800473 Conhecimentos Gerais

Texto 15A2FFF

Depois de quarenta e cinco anos desaparecido, o Relatório Figueiredo, que apurou matanças de comunidades inteiras, torturas e todo tipo de crueldades praticadas contra indígenas em todo o país — principalmente por latifundiários e funcionários do extinto Serviço de Proteção ao Índio (SPI) —, ressurgiu quase intacto em abril de 2013. Supostamente eliminado em um incêndio no Ministério da Agricultura, ele foi encontrado no Museu do Índio, no Rio de Janeiro, com mais de sete mil páginas preservadas e contendo vinte e nove dos trinta tomos originais. Entre denúncias de caçadas humanas promovidas com metralhadoras e dinamites atiradas de aviões, inoculações propositais de varíola em povoados isolados e doações de açúcar misturado a estricnina — um veneno —, o texto, redigido pelo então procurador Jader de Figueiredo Correia, deve ser analisado agora pela Comissão da Verdade, que apura violações de direitos humanos cometidas entre 1946 e 1988.
Internet: (com adaptações).

Texto 15A2GGG

Apesar da criação da Lei n.º 11.645/2008, que torna obrigatório o ensino da história e da cultura indígena nas escolas, grande parte dos livros didáticos e paradidáticos ainda carrega consigo uma visão estereotipada dos grupos nativos brasileiros, sendo constantemente matizados como sujeitos a-históricos — ora como simples componentes sociais que haviam sido conquistados pelo superior modelo europeu, ora como objetos das fantasiosas aventuras missionárias e expedicionárias dos colonizadores, ou ainda como sujeitos responsáveis por ações selvagens e atos desumanos, que aterrorizavam o projeto civilizatório cristão. Em uma análise feita em 2012, das coletâneas didáticas de História aprovadas pelo Programa Nacional do Livro Didático, que no total foram dezesseis, apenas 25% traziam nos seus conteúdos uma visão crítico-reflexiva com relação à história das populações nativas do Brasil.

Fredson Martins. As populações indígenas e a ditadura civil-militar brasileira nas aulas de história. In: Revista eletrônica discente História.com, vol. 3, n.º 5, 2016, p. 13 (com adaptações).
A respeito dos textos 15A2FFF e 15A2GGG e do documento apresentados bem como do ensino das histórias indígenas, julgue o próximo item. A inclusão do ensino das histórias e culturas indígenas nas escolas deve permitir a participação de representantes das sociedades indígenas na formação de docentes e no debate sobre quais temáticas podem ser incorporadas aos livros didáticos.
Alternativas
Q800457 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2AAA
Dados compilados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro mostram que mais de 70% de 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados entre 2012 e 2015 são contra praticantes de religiões de matrizes africanas. O tema ganhou as páginas dos jornais como no caso de uma jovem atingida por uma pedra na cabeça em junho de 2015, na Zona Norte do Rio de Janeiro, quando voltava para casa trajando vestimentas religiosas candomblecistas. Também em 2015, no mês de novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado em Brasília. Para especialistas, duas são as razões da hostilidade contra as religiões de origem africana: por um lado, o racismo e a discriminação que remontam à escravidão e que rotulam tais religiões pelo simples fato de serem de origem africana, e, por outro lado, a ação de alguns grupos religiosos que, nos últimos anos, teriam se valido de mitos e preconceitos para insuflar a perseguição a umbandistas e candomblecistas.
Internet: (com adaptações).
Texto 15A2BBB
Na escola, a ideologia racista se expressaria em diversos níveis, que iriam desde a ausência da pluralidade cultural no currículo até a manifestação de preconceito em razão do desconhecimento de questões de ordem racial e da ridicularização de identidades e estéticas diferentes das que foram estabelecidas como ideais. Nesse ponto, a questão da religiosidade se faz novamente presente, pois seu desconhecimento gera a sua ausência como elemento importante da reconstrução da cosmovisão africana no Brasil, elemento que uma educação étnico-racial almejaria recuperar.
Raquel Bakke. Na escola com os orixás. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2011, p. 81 (com adaptações)

Com base nos textos 15A2AAA e 15A2BBB, julgue o próximo item, a respeito do ensino de história da religiosidade africana e dos aspectos a ele relacionados.

As possibilidades de abordagem das religiões de matrizes africanas ou afro-brasileiras no currículo do ensino médio encontram na perspectiva dos multiletramentos e da valorização da diversidade um suporte relevante, podendo a temática ser tratada em vários componentes das ciências humanas e no ensino religioso.

Alternativas
Q800456 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2AAA
Dados compilados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro mostram que mais de 70% de 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados entre 2012 e 2015 são contra praticantes de religiões de matrizes africanas. O tema ganhou as páginas dos jornais como no caso de uma jovem atingida por uma pedra na cabeça em junho de 2015, na Zona Norte do Rio de Janeiro, quando voltava para casa trajando vestimentas religiosas candomblecistas. Também em 2015, no mês de novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado em Brasília. Para especialistas, duas são as razões da hostilidade contra as religiões de origem africana: por um lado, o racismo e a discriminação que remontam à escravidão e que rotulam tais religiões pelo simples fato de serem de origem africana, e, por outro lado, a ação de alguns grupos religiosos que, nos últimos anos, teriam se valido de mitos e preconceitos para insuflar a perseguição a umbandistas e candomblecistas.
Internet: (com adaptações).
Texto 15A2BBB
Na escola, a ideologia racista se expressaria em diversos níveis, que iriam desde a ausência da pluralidade cultural no currículo até a manifestação de preconceito em razão do desconhecimento de questões de ordem racial e da ridicularização de identidades e estéticas diferentes das que foram estabelecidas como ideais. Nesse ponto, a questão da religiosidade se faz novamente presente, pois seu desconhecimento gera a sua ausência como elemento importante da reconstrução da cosmovisão africana no Brasil, elemento que uma educação étnico-racial almejaria recuperar.
Raquel Bakke. Na escola com os orixás. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2011, p. 81 (com adaptações)

Com base nos textos 15A2AAA e 15A2BBB, julgue o próximo item, a respeito do ensino de história da religiosidade africana e dos aspectos a ele relacionados.

As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de Nove Anos e para o Ensino Médio contêm como um de seus componentes curriculares obrigatórios o reconhecimento da participação dos povos africanos na formação da sociedade brasileira, uma vez que a história da África contribui para a mudança das concepções de mundo e para a construção de identidades mais plurais e solidárias.

Alternativas
Q800455 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2AAA
Dados compilados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro mostram que mais de 70% de 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados entre 2012 e 2015 são contra praticantes de religiões de matrizes africanas. O tema ganhou as páginas dos jornais como no caso de uma jovem atingida por uma pedra na cabeça em junho de 2015, na Zona Norte do Rio de Janeiro, quando voltava para casa trajando vestimentas religiosas candomblecistas. Também em 2015, no mês de novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado em Brasília. Para especialistas, duas são as razões da hostilidade contra as religiões de origem africana: por um lado, o racismo e a discriminação que remontam à escravidão e que rotulam tais religiões pelo simples fato de serem de origem africana, e, por outro lado, a ação de alguns grupos religiosos que, nos últimos anos, teriam se valido de mitos e preconceitos para insuflar a perseguição a umbandistas e candomblecistas.
Internet: (com adaptações).
Texto 15A2BBB
Na escola, a ideologia racista se expressaria em diversos níveis, que iriam desde a ausência da pluralidade cultural no currículo até a manifestação de preconceito em razão do desconhecimento de questões de ordem racial e da ridicularização de identidades e estéticas diferentes das que foram estabelecidas como ideais. Nesse ponto, a questão da religiosidade se faz novamente presente, pois seu desconhecimento gera a sua ausência como elemento importante da reconstrução da cosmovisão africana no Brasil, elemento que uma educação étnico-racial almejaria recuperar.
Raquel Bakke. Na escola com os orixás. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2011, p. 81 (com adaptações)

Com base nos textos 15A2AAA e 15A2BBB, julgue o próximo item, a respeito do ensino de história da religiosidade africana e dos aspectos a ele relacionados.

A ausência de abordagens sobre a religiosidade africana nas escolas, como aponta o texto 15A2BBB, não guarda relação com as possíveis expressões de discriminação ou desvalorização das religiões de matrizes africanas, apresentadas no texto 15A2AAA.

Alternativas
Q800453 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2AAA
Dados compilados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro mostram que mais de 70% de 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados entre 2012 e 2015 são contra praticantes de religiões de matrizes africanas. O tema ganhou as páginas dos jornais como no caso de uma jovem atingida por uma pedra na cabeça em junho de 2015, na Zona Norte do Rio de Janeiro, quando voltava para casa trajando vestimentas religiosas candomblecistas. Também em 2015, no mês de novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado em Brasília. Para especialistas, duas são as razões da hostilidade contra as religiões de origem africana: por um lado, o racismo e a discriminação que remontam à escravidão e que rotulam tais religiões pelo simples fato de serem de origem africana, e, por outro lado, a ação de alguns grupos religiosos que, nos últimos anos, teriam se valido de mitos e preconceitos para insuflar a perseguição a umbandistas e candomblecistas.
Internet: (com adaptações).
Texto 15A2BBB
Na escola, a ideologia racista se expressaria em diversos níveis, que iriam desde a ausência da pluralidade cultural no currículo até a manifestação de preconceito em razão do desconhecimento de questões de ordem racial e da ridicularização de identidades e estéticas diferentes das que foram estabelecidas como ideais. Nesse ponto, a questão da religiosidade se faz novamente presente, pois seu desconhecimento gera a sua ausência como elemento importante da reconstrução da cosmovisão africana no Brasil, elemento que uma educação étnico-racial almejaria recuperar.
Raquel Bakke. Na escola com os orixás. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2011, p. 81 (com adaptações)

Com base nos textos 15A2AAA e 15A2BBB, julgue o próximo item, a respeito do ensino de história da religiosidade africana e dos aspectos a ele relacionados.

O Currículo em Movimento da Educação Básica destinado aos anos finais do Ensino Fundamental, apesar de explicitar entre seus conteúdos a abordagem da história da África e do negro no Brasil, exclui o estudo das cosmogonias africanas e de suas contribuições na formação da cultura afro-brasileira.

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Q790609 Conhecimentos Gerais
Tanto as mobilizações estudantis quanto as ocupações de escolas secundárias e de universidades que têm ocorrido recentemente em diversos estados do Brasil têm, além da intenção de protestar contra algumas medidas e gestão de governos estaduais e governo federal, um foco específico na questão educacional. Entre outros pontos de pauta e posições do movimento estudantil, há uma contundente reação às mudanças propostas no âmbito da educação por meio do Projeto de Lei do Senado nº 193 (PLS 193) de 2016. Sobre o PLS 193, é correto afirmar que
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Ano: 2017 Banca: CONSULPLAN Órgão: CFESS Prova: CONSULPLAN - 2017 - CFESS - Analista |
Q785573 Conhecimentos Gerais

Brasil cai em ranking mundial de educação em ciências, leitura e matemática

Dados do Pisa, prova feita em 70 países, foram divulgados nesta terça; Brasil ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e na 66ª colocação em matemática.

“Os resultados do Brasil no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), divulgados na manhã desta terça-feira (6), mostram uma queda de pontuação nas três áreas avaliadas: ciências, leitura e matemática. A queda de pontuação também refletiu uma queda do Brasil no ranking mundial: o país ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e na 66ª colocação em matemática.”

(Disponível em: http://g1.globo.com/educacao/noticia/brasil-cai-em-ranking-mundial-de-educacao-em-ciencias-leitura-e-matematica.ghtml.)

Sobre a prova do PISA é correto afirmar que:

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Q785529 Conhecimentos Gerais
Aprender uma segunda língua, ainda na infância, pode trazer uma série de benefícios como a ampliação de horizontes, pois se pode ver o mundo por outros pontos de vista, ganhando flexibilidade e amplitude intelectual. No entanto, são problemas enfrentados pelos professores no ensino de uma segunda língua nas escolas públicas no Brasil, EXCETO:
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Q777339 Conhecimentos Gerais

À luz das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), julgue o próximo item.

As referidas diretrizes contemplam a oferta de exames supletivos para efeito de certificado de conclusão das etapas do ensino fundamental e do ensino médio.

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Q777338 Conhecimentos Gerais

À luz das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), julgue o próximo item.

Tendo em vista que a maioria dos alunos da EJA são trabalhadores, a legislação vigente permite que as unidades de ensino ofereçam essa modalidade no período noturno, bem como organizem seus currículos e metodologias de forma adequada ao perfil específico dos alunos.

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Q777336 Conhecimentos Gerais

A respeito do uso de tecnologias digitais na educação básica, julgue o item a seguir.

Além de desejável, a utilização da tecnologia digital na sala de aula é condição necessária para que o professor possa ter recursos materiais de inovação pedagógica.

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Q1780420 Conhecimentos Gerais
O trabalho com os temas transversais reforça um princípio estabelecido a priori nos Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia, qual seja, a:
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Q1394039 Conhecimentos Gerais
Em 2011, o Instituto Marista Graças liderou o ranking do exame que avalia a educação do ensino médio em Viamão. A média obtida pelo colégio foi de 601,29. Trata-se de um bom indicador diante da crescente visibilidade e importância que o exame assumiu no cenário educacional brasileiro. Qual o nome do exame nacional que consiste de uma prova elaborada pelo Ministério da Educação para verificar o domínio de competências e habilidades dos estudantes que concluíram o ensino médio, usado também como parte do processo seletivo de centenas de Instituições de Ensino Superior, públicas e privadas?
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Q1372143 Conhecimentos Gerais

“O Exame Nacional do Ensino Médio, mais conhecido como Enem, completa, em 2016, 18 anos em meio as críticas, elogios e alteração no formato. Desde 1998, ano de sua criação, a prova passou por diversas modificações, e de acordo com especialistas, ainda tem melhoramentos que precisam acontecer. Educadores indicam que a avaliação é uma ferramenta importante de promoção do acesso ao ensino superior, mas destacam que o modelo precisa se adequar melhor ao cotidiano dos candidatos e avaliar outras competências além do conteúdo das disciplinas.”

(Disponível em: radioboanova.com.br/jornal-nova-era/enem-completa-18-anos/.)


Atualmente um dos principais eixos cognitivos cobrados no Enem é: 

Alternativas
Q1235573 Conhecimentos Gerais
Com relação aos valores e objetivos na educação, analise as afirmativas a seguir.
I. A Educação visa à promoção do homem, são as necessidades humanas que irão determinar os objetivos educacionais.
II. Já ao nascer, além de uma localização geográfica mais ou menos favorável, o homem defrontou-se com uma época de contornos históricos precisos, marcado pelo peso de uma tradição mais ou menos longo, com uma língua já estruturada, costumes e crenças definidos.
III. O homem não tem necessidades que precisam ser satisfeitas, esse fato leva a valorização e aos valores.
IV. Se o homem não fica indiferente às coisas, isso significa que ele não é um ser passivo.
V. A cultura não é outra coisa se não, por um lado, a transformação que o homem opera sobre o meio e, por outro, os resultados dessa transformação.
Alternativas
Q1218089 Conhecimentos Gerais
Nos últimos anos, o professor de História tem se deparado com a oferta crescente de livros didáticos. Daí ser necessário uma reflexão sobre o livro didático como recurso didático para o ensino de História. Sobre o livro didático, avalie se é correto afirmar que:
I. É um produto cultural complexo, o qual se enquadra na lógica da indústria cultural capitalista. II. É um recurso de ensino que transmite valores e sistemas culturais predominantes em uma época determinada e na sociedade. III. É um recurso que veicula conteúdos e métodos, os quais oferecem importantes balizamentos para a construção do saber escolar.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1218085 Conhecimentos Gerais
O professor utilizou o seguinte documento para a construção de uma aula no 9° ano:
“No final de 1971, o Professor Paulo Freire, do Departamento de Educação do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), efetuou sua primeira visita à África. Ele foi para a Zâmbia e a Tanzânia onde ele encontrou africanos nos seus grupos de discussão e grupos de estudo sobre vários temas e teve contatos com as pessoas engajadas nos movimentos de Libertação. Assim que regressou a Genebra, ele se colocou ao trabalho e escreveu suas impressões e reflexões sobre o que havia percebido. Paulo Freire escreveu em inglês. O inglês não é a sua língua materna. Para aqueles que já fizeram essa experiência e são obrigados a se expressar numa língua que não a sua, será fácil compreender o estilo às vezes inarticulado de Paulo. Para aqueles que nasceram num país anglofônico e cuja língua materna é o inglês, a linguagem do seu relatório pode colocar alguns problemas. Assim, nós vos solicitamos que o leiam com um espírito aberto e de busca, não só por aquilo que vocês poderão apreender a respeito da África, através da percepção de um cristão de uma sensibilidade extraordinária, de um filósofo e de um educador, mas também por aquilo que vocês poderão aprender do pensamento e da linguagem hispano-portuguesa de Paulo, bem como de sua herança e da sua formação latino-americana em geral e brasileira em particular. É por vezes com pesar que se constata que as relações ecumênicas são feitas do Norte para o Sul e vice-versa. O que Paulo nos está dizendo reflete o autêntico esforço de um diálogo sul-sul, isto é, entre África e América Latina. (Irmã Claire-Marie, do CIMI, apresentando um relatório de Freire, em 1972).
Sobre os objetivos propostos pelo professor para o uso do documento acima citado, avalie se é correto afirmar que:
I. O professor considera que o uso do referido documento em sala de aula contribui para mobilizar habilidades de leitura, interpretação e escrita dos alunos. II. O professor propõe mobilizar saberes relativos ao contexto político brasileiro e africano nos anos 1960 e 1970, os quais foram anteriormente trabalhados, para situar o documento e o personagem citado. III. O professor propôs construir uma aula sobre as relações Brasil-África nos anos 1960 e 1970 a partir da trajetória individual de Paulo Freire.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
461: E
462: C
463: E
464: C
465: C
466: C
467: E
468: E
469: B
470: D
471: C
472: C
473: C
474: E
475: C
476: A
477: B
478: B
479: E
480: E