Questões de Concurso Sobre conhecimentos gerais de educação nas questões sociais em conhecimentos gerais

Foram encontradas 658 questões

Q1347587 Conhecimentos Gerais
Assinale a alternativa que representa um modelo clássico de conteúdo de história em sala de aula, considerando a visão de Leandro Karnal (2008).
Alternativas
Q1319103 Conhecimentos Gerais
Analisando o conhecimento histórico escolar, Circe Bittencourt afirma que este “...Não pode ser entendido como mera e simples transposição de um conhecimento maior, proveniente da ciência de referência e que é vulgarizado e simplificado pelo ensino... A história escolar não é apenas uma transposição da história acadêmica.” (BITTENCOURT, Circe. O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1998. P. 25). Sobre o processo de ensino da história, assinale a alternativa CORRETA.
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Ano: 2017 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de São Bernardo - MA
Q1222526 Conhecimentos Gerais
Nas últimas décadas, as políticas públicas têm intensificado a preocupação com o direito ao acesso e à permanência na educação básica. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394/96 atualizada, representa um marco na história recente da educação brasileira. Em relação à Educação Básica, analise as afirmativas abaixo.  
I. Engloba também a Educação de Jovens e Adultos, educação especial e a educação do campo.  II. Expressa um ensino universal, destinado à formação comum sendo compreendida como um direito público.  III. Expressa uma concepção restrita de educação com a prevalência da prática habitual de limitá-la ao domínio da habilidade de ler, escrever e contar.  IV. Reconhece a função eminentemente pedagógica do atendimento às crianças de zero a cinco anos na educação infantil. 
Estão corretas apenas: 
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Ano: 2017 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de São Bernardo - MA
Q1222379 Conhecimentos Gerais
A Educação Inclusiva favorece a diversidade na medida em que considera que todos os alunos podem ter necessidades especiais em algum momento de sua vida escolar. Assinale a alternativa incorreta em relação à Educação Inclusiva. 
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Q1115671 Conhecimentos Gerais
“A aprendizagem da história é pedagógica e não pedagogia. Sendo assim, considerar as teorias de ensino-aprendizagem implica, para a aula de história, promover um ensino que esteja intimamente imbricado com as contextualizações do social, do político, do econômico e do cultural percebendo, entre outros fatores, que o conhecimento histórico é também engajado para a promoção de uma educação crítica, cuja percepção e o entendimento de educação se processa na base das vivências dos sujeitos e não apenas nas formulações de práticas educativas flutuantes, desconectadas da base e do espaço social dos alunos.” De acordo com a afirmativa anterior, NÃO cabe ao professor:
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Q1113193 Conhecimentos Gerais
“No século 21, a educação deixa de ser um mero instrumento de transmissão de informação e passa a ter a responsabilidade de fomentar valores e habilidades que assegurem um futuro melhor para as pessoas e para o planeta,” diz a Unesco. Considerando o exposto, quanto ao real propósito da educação assinale a afirmativa INCORRETA.
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Q1113127 Conhecimentos Gerais
“Criado há mais de 10 anos, esse é um dos programas mais promissores como iniciativa de inclusão, não só educacional como social. Trata-se de uma parceria do Governo Federal com o Instituto Educar, em que são oferecidas bolsas de estudos com até 70% de desconto no valor das mensalidades nas instituições credenciadas, que hoje somam mais de 15 mil.” Trata-se de:
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Q1110144 Conhecimentos Gerais
“A nota do Enem já serve para muita coisa. Para grande parte dos 5,8 milhões que já prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no início do mês, o teste é o primeiro passo para uma série de ações relacionadas ao ingresso no ensino superior. O que fazer depois de receber o resultado; no entanto, pode gerar dúvidas, já que as possibilidades são muitas.” (Disponível em: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/enem/noticia/sites-simulam-destino-de-alunoscHash=d652bff392c0a9a590bfdba 3c9d739a6.) A nota do Enem já serve, por exemplo:

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Q1110011 Conhecimentos Gerais
O analfabetismo funcional tem sido um grande problema a ser enfrentado atualmente. Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), analfabetismo funcional é:
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Q825783 Conhecimentos Gerais
No primeiro semestre de 2017, o então Ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou o fim da concessão de bolsas para estudo no exterior do programa
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Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - História |
Q800626 Conhecimentos Gerais

Sobre a relação entre gênero e história e suas possiblidades de trabalho em sala de aula, marque V para as afirmativas VERDADEIRAS e F para as FALSAS.

( ) Os estudos de gênero revelam aspectos sociais significativos do processo civilizador: as sociabilidades, os sentimentos, os sistemas de poder.

( ) Os estudos de gênero avançaram no que diz respeito às temáticas políticas e culturais, mas pouca contribuição trouxeram aos estudos econômicos.

( ) Uma das maiores contribuições dos estudos de gênero diz respeito ao desvelamento de um conjunto de experiências humanas que ressignificam os estereótipos nos comportamentos de homens e mulheres.

( ) Com os estudos de gênero são ressaltadas as reações e os comportamentos de homens e mulheres frente aos processos e estruturas sociais mais amplos, dando-lhes novos significados.

( ) Os estudos de gênero deram visibilidade à abordagem macrossocial, cujos atores sociais são determinados, em suas ações, pelas estruturas econômicas e de poder e pela eficácia das práticas culturais dominantes.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - História |
Q800614 Conhecimentos Gerais
Ao defender o ensino escolar da história do tempo presente, exemplificando com o caso argentino, o historiador Gonzalo de Amézola argumenta que “o currículo não é mera decisão de questões técnicas, mas permite distinguir lutas sociais e políticas no âmbito da prioridade da escola” (PORTO JR., 2007, p. 151). Nesse sentido, sobre a necessidade de inserir o debate sobre temáticas do passado recente na escola, todas as afirmativas abaixo são falsas, EXCETO:
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Q800482 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2HHH
Os livros didáticos são, além de instrumentos para professores, uma proposta curricular. Ao fazer as seleções, os autores dos livros produzem e expressam posicionamentos políticos, ideológicos e pedagógicos, (re)contextualizando discursos oficiais e não oficiais. O caráter ideológico dos livros didáticos foi motivo de ataque por parte de diversos historiadores, principalmente na década de 80 do século passado, durante o processo de redemocratização. Nesse período, acusaram os livros didáticos de reproduzir o discurso dominante do Estado, o que implicava reproduzir também as desigualdades sociais. Muitos autores chegaram a defender a eliminação dos livros didáticos, considerando-os “vilões da história”; já outros defendiam sua permanência, afirmando que os livros expunham os conflitos existentes na sociedade, e que neles coexistiam diferentes, e às vezes contraditórias, concepções de história.

Érika Frazão e Adriana Ralejo. Narrativas do “outro” no currículo de História: uma reflexão a partir de livros didáticos. In: Ana Maria Monteiro (et al.). Pesquisa em Ensino de História. Rio de Janeiro: Mauad X; FAPERJ, 2014, p. 180-1 (com adaptações).

A respeito da produção e do uso dos livros didáticos nas escolas, julgue o item a seguir.

No modelo de História Integrada — perspectiva programática dominante nas coleções analisadas pelos Guias dos Livros Didáticos de História (anos finais do ensino fundamental) —, articulam-se os conteúdos de história europeia com os conteúdos de história do Brasil e história da América, a partir de um recorte temporal cronológico. As histórias africanas e indígenas, quando incluídas, são abordadas sob um enfoque secundário.

Alternativas
Q800480 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2HHH
Os livros didáticos são, além de instrumentos para professores, uma proposta curricular. Ao fazer as seleções, os autores dos livros produzem e expressam posicionamentos políticos, ideológicos e pedagógicos, (re)contextualizando discursos oficiais e não oficiais. O caráter ideológico dos livros didáticos foi motivo de ataque por parte de diversos historiadores, principalmente na década de 80 do século passado, durante o processo de redemocratização. Nesse período, acusaram os livros didáticos de reproduzir o discurso dominante do Estado, o que implicava reproduzir também as desigualdades sociais. Muitos autores chegaram a defender a eliminação dos livros didáticos, considerando-os “vilões da história”; já outros defendiam sua permanência, afirmando que os livros expunham os conflitos existentes na sociedade, e que neles coexistiam diferentes, e às vezes contraditórias, concepções de história.

Érika Frazão e Adriana Ralejo. Narrativas do “outro” no currículo de História: uma reflexão a partir de livros didáticos. In: Ana Maria Monteiro (et al.). Pesquisa em Ensino de História. Rio de Janeiro: Mauad X; FAPERJ, 2014, p. 180-1 (com adaptações).

A respeito da produção e do uso dos livros didáticos nas escolas, julgue o item a seguir.

As autoras do texto defendem a eliminação do livro didático, visto que muitos deles expressam posicionamento político e ideológico, não havendo, dessa forma, espaço para a reprodução dos conflitos e das contradições da sociedade e do próprio conhecimento histórico.

Alternativas
Q800479 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2HHH
Os livros didáticos são, além de instrumentos para professores, uma proposta curricular. Ao fazer as seleções, os autores dos livros produzem e expressam posicionamentos políticos, ideológicos e pedagógicos, (re)contextualizando discursos oficiais e não oficiais. O caráter ideológico dos livros didáticos foi motivo de ataque por parte de diversos historiadores, principalmente na década de 80 do século passado, durante o processo de redemocratização. Nesse período, acusaram os livros didáticos de reproduzir o discurso dominante do Estado, o que implicava reproduzir também as desigualdades sociais. Muitos autores chegaram a defender a eliminação dos livros didáticos, considerando-os “vilões da história”; já outros defendiam sua permanência, afirmando que os livros expunham os conflitos existentes na sociedade, e que neles coexistiam diferentes, e às vezes contraditórias, concepções de história.

Érika Frazão e Adriana Ralejo. Narrativas do “outro” no currículo de História: uma reflexão a partir de livros didáticos. In: Ana Maria Monteiro (et al.). Pesquisa em Ensino de História. Rio de Janeiro: Mauad X; FAPERJ, 2014, p. 180-1 (com adaptações).

A respeito da produção e do uso dos livros didáticos nas escolas, julgue o item a seguir.

As Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 3.º Ciclo para as Aprendizagens definem a apresentação de sugestões de material pedagógico adequado ao perfil da turma e aos objetos de aprendizagem como uma das ações que auxiliam o professor na construção de um contrato didático com os estudantes.

Alternativas
Q800478 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2HHH
Os livros didáticos são, além de instrumentos para professores, uma proposta curricular. Ao fazer as seleções, os autores dos livros produzem e expressam posicionamentos políticos, ideológicos e pedagógicos, (re)contextualizando discursos oficiais e não oficiais. O caráter ideológico dos livros didáticos foi motivo de ataque por parte de diversos historiadores, principalmente na década de 80 do século passado, durante o processo de redemocratização. Nesse período, acusaram os livros didáticos de reproduzir o discurso dominante do Estado, o que implicava reproduzir também as desigualdades sociais. Muitos autores chegaram a defender a eliminação dos livros didáticos, considerando-os “vilões da história”; já outros defendiam sua permanência, afirmando que os livros expunham os conflitos existentes na sociedade, e que neles coexistiam diferentes, e às vezes contraditórias, concepções de história.

Érika Frazão e Adriana Ralejo. Narrativas do “outro” no currículo de História: uma reflexão a partir de livros didáticos. In: Ana Maria Monteiro (et al.). Pesquisa em Ensino de História. Rio de Janeiro: Mauad X; FAPERJ, 2014, p. 180-1 (com adaptações).

A respeito da produção e do uso dos livros didáticos nas escolas, julgue o item a seguir.

O Programa Nacional do Livro Didático tornou-se uma importante política pública de avaliação, compra e distribuição de material didático no país. No entanto, ainda não foram desenvolvidos programas de avaliação e distribuição dos livros utilizados no ensino médio e na educação de jovens e adultos.

Alternativas
Q800473 Conhecimentos Gerais

Texto 15A2FFF

Depois de quarenta e cinco anos desaparecido, o Relatório Figueiredo, que apurou matanças de comunidades inteiras, torturas e todo tipo de crueldades praticadas contra indígenas em todo o país — principalmente por latifundiários e funcionários do extinto Serviço de Proteção ao Índio (SPI) —, ressurgiu quase intacto em abril de 2013. Supostamente eliminado em um incêndio no Ministério da Agricultura, ele foi encontrado no Museu do Índio, no Rio de Janeiro, com mais de sete mil páginas preservadas e contendo vinte e nove dos trinta tomos originais. Entre denúncias de caçadas humanas promovidas com metralhadoras e dinamites atiradas de aviões, inoculações propositais de varíola em povoados isolados e doações de açúcar misturado a estricnina — um veneno —, o texto, redigido pelo então procurador Jader de Figueiredo Correia, deve ser analisado agora pela Comissão da Verdade, que apura violações de direitos humanos cometidas entre 1946 e 1988.
Internet: (com adaptações).

Texto 15A2GGG

Apesar da criação da Lei n.º 11.645/2008, que torna obrigatório o ensino da história e da cultura indígena nas escolas, grande parte dos livros didáticos e paradidáticos ainda carrega consigo uma visão estereotipada dos grupos nativos brasileiros, sendo constantemente matizados como sujeitos a-históricos — ora como simples componentes sociais que haviam sido conquistados pelo superior modelo europeu, ora como objetos das fantasiosas aventuras missionárias e expedicionárias dos colonizadores, ou ainda como sujeitos responsáveis por ações selvagens e atos desumanos, que aterrorizavam o projeto civilizatório cristão. Em uma análise feita em 2012, das coletâneas didáticas de História aprovadas pelo Programa Nacional do Livro Didático, que no total foram dezesseis, apenas 25% traziam nos seus conteúdos uma visão crítico-reflexiva com relação à história das populações nativas do Brasil.

Fredson Martins. As populações indígenas e a ditadura civil-militar brasileira nas aulas de história. In: Revista eletrônica discente História.com, vol. 3, n.º 5, 2016, p. 13 (com adaptações).
A respeito dos textos 15A2FFF e 15A2GGG e do documento apresentados bem como do ensino das histórias indígenas, julgue o próximo item. A inclusão do ensino das histórias e culturas indígenas nas escolas deve permitir a participação de representantes das sociedades indígenas na formação de docentes e no debate sobre quais temáticas podem ser incorporadas aos livros didáticos.
Alternativas
Q800457 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2AAA
Dados compilados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro mostram que mais de 70% de 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados entre 2012 e 2015 são contra praticantes de religiões de matrizes africanas. O tema ganhou as páginas dos jornais como no caso de uma jovem atingida por uma pedra na cabeça em junho de 2015, na Zona Norte do Rio de Janeiro, quando voltava para casa trajando vestimentas religiosas candomblecistas. Também em 2015, no mês de novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado em Brasília. Para especialistas, duas são as razões da hostilidade contra as religiões de origem africana: por um lado, o racismo e a discriminação que remontam à escravidão e que rotulam tais religiões pelo simples fato de serem de origem africana, e, por outro lado, a ação de alguns grupos religiosos que, nos últimos anos, teriam se valido de mitos e preconceitos para insuflar a perseguição a umbandistas e candomblecistas.
Internet: (com adaptações).
Texto 15A2BBB
Na escola, a ideologia racista se expressaria em diversos níveis, que iriam desde a ausência da pluralidade cultural no currículo até a manifestação de preconceito em razão do desconhecimento de questões de ordem racial e da ridicularização de identidades e estéticas diferentes das que foram estabelecidas como ideais. Nesse ponto, a questão da religiosidade se faz novamente presente, pois seu desconhecimento gera a sua ausência como elemento importante da reconstrução da cosmovisão africana no Brasil, elemento que uma educação étnico-racial almejaria recuperar.
Raquel Bakke. Na escola com os orixás. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2011, p. 81 (com adaptações)

Com base nos textos 15A2AAA e 15A2BBB, julgue o próximo item, a respeito do ensino de história da religiosidade africana e dos aspectos a ele relacionados.

As possibilidades de abordagem das religiões de matrizes africanas ou afro-brasileiras no currículo do ensino médio encontram na perspectiva dos multiletramentos e da valorização da diversidade um suporte relevante, podendo a temática ser tratada em vários componentes das ciências humanas e no ensino religioso.

Alternativas
Q800456 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2AAA
Dados compilados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro mostram que mais de 70% de 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados entre 2012 e 2015 são contra praticantes de religiões de matrizes africanas. O tema ganhou as páginas dos jornais como no caso de uma jovem atingida por uma pedra na cabeça em junho de 2015, na Zona Norte do Rio de Janeiro, quando voltava para casa trajando vestimentas religiosas candomblecistas. Também em 2015, no mês de novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado em Brasília. Para especialistas, duas são as razões da hostilidade contra as religiões de origem africana: por um lado, o racismo e a discriminação que remontam à escravidão e que rotulam tais religiões pelo simples fato de serem de origem africana, e, por outro lado, a ação de alguns grupos religiosos que, nos últimos anos, teriam se valido de mitos e preconceitos para insuflar a perseguição a umbandistas e candomblecistas.
Internet: (com adaptações).
Texto 15A2BBB
Na escola, a ideologia racista se expressaria em diversos níveis, que iriam desde a ausência da pluralidade cultural no currículo até a manifestação de preconceito em razão do desconhecimento de questões de ordem racial e da ridicularização de identidades e estéticas diferentes das que foram estabelecidas como ideais. Nesse ponto, a questão da religiosidade se faz novamente presente, pois seu desconhecimento gera a sua ausência como elemento importante da reconstrução da cosmovisão africana no Brasil, elemento que uma educação étnico-racial almejaria recuperar.
Raquel Bakke. Na escola com os orixás. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2011, p. 81 (com adaptações)

Com base nos textos 15A2AAA e 15A2BBB, julgue o próximo item, a respeito do ensino de história da religiosidade africana e dos aspectos a ele relacionados.

As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de Nove Anos e para o Ensino Médio contêm como um de seus componentes curriculares obrigatórios o reconhecimento da participação dos povos africanos na formação da sociedade brasileira, uma vez que a história da África contribui para a mudança das concepções de mundo e para a construção de identidades mais plurais e solidárias.

Alternativas
Q800455 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2AAA
Dados compilados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro mostram que mais de 70% de 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados entre 2012 e 2015 são contra praticantes de religiões de matrizes africanas. O tema ganhou as páginas dos jornais como no caso de uma jovem atingida por uma pedra na cabeça em junho de 2015, na Zona Norte do Rio de Janeiro, quando voltava para casa trajando vestimentas religiosas candomblecistas. Também em 2015, no mês de novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado em Brasília. Para especialistas, duas são as razões da hostilidade contra as religiões de origem africana: por um lado, o racismo e a discriminação que remontam à escravidão e que rotulam tais religiões pelo simples fato de serem de origem africana, e, por outro lado, a ação de alguns grupos religiosos que, nos últimos anos, teriam se valido de mitos e preconceitos para insuflar a perseguição a umbandistas e candomblecistas.
Internet: (com adaptações).
Texto 15A2BBB
Na escola, a ideologia racista se expressaria em diversos níveis, que iriam desde a ausência da pluralidade cultural no currículo até a manifestação de preconceito em razão do desconhecimento de questões de ordem racial e da ridicularização de identidades e estéticas diferentes das que foram estabelecidas como ideais. Nesse ponto, a questão da religiosidade se faz novamente presente, pois seu desconhecimento gera a sua ausência como elemento importante da reconstrução da cosmovisão africana no Brasil, elemento que uma educação étnico-racial almejaria recuperar.
Raquel Bakke. Na escola com os orixás. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2011, p. 81 (com adaptações)

Com base nos textos 15A2AAA e 15A2BBB, julgue o próximo item, a respeito do ensino de história da religiosidade africana e dos aspectos a ele relacionados.

A ausência de abordagens sobre a religiosidade africana nas escolas, como aponta o texto 15A2BBB, não guarda relação com as possíveis expressões de discriminação ou desvalorização das religiões de matrizes africanas, apresentadas no texto 15A2AAA.

Alternativas
Respostas
461: D
462: D
463: B
464: D
465: C
466: B
467: C
468: A
469: A
470: B
471: A
472: B
473: C
474: E
475: C
476: E
477: C
478: C
479: C
480: E