Questões de Concurso
Sobre conhecimentos gerais de educação nas questões sociais em conhecimentos gerais
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(Miguel G. Arroyo. Currículo, território em disputa.5ªed. RJ. Vozes.2013. pp 301 e 302).
Assinale a alternativa CORRETA:
De acordo com o Parâmetro Curricular Nacional de História (1998), a primeira proposta de História do Brasil, elaborada pelo IHGB e que repercutiu no ensino de História, destacava:
I. Por ser um conceito que caracteriza diferentes formas de tratamento, a abordagem tem como seu pilar a definição explicitada pelo “Banco Mundial (2000)”. Definição essa que trata a corrupção como abuso, monopólio de recursos públicos usufruídos pelo Estado. II. A corrupção é algo recente, fenômeno exclusivo de países não desenvolvidos, portanto, possui uma dimensão ilegal e histórica. III. A corrupção é algo crônico e estrutural que em alguns países só foi sanada via lei da “Impressa e do Poder Público”. Apesar de possuir essas características, países como França e Inglaterra sempre tiveram uma Administração Política sem corrupção. IV. A corrupção se ramifica de várias formas, portanto, o autor evidencia seu estudo em três enfoques: jurídico, sociológico e econômico.
Quais estão corretas?
[Luís Donisete Benzi Grupioni, Livros didáticos e fontes de informações sobre as sociedades indígenas no Brasil. Em: Aracy Lopes da Silva & Luís Donisete Benzi Grupioni (org.). A temática indígena na escola. Novos subsídios para professores de 1º e 2º graus, 1995. Adaptado]
Entre outras críticas, o artigo citado aponta que os livros didáticos
Leia um excerto da entrevista com o historiador Carlo Ginzburg.
Devo dizer inicialmente que o considero muito mais interessante do que seus seguidores. O que é especialmente desinteressante neles é que tomam as suas metáforas como explicações, o que é um absurdo. É inegável que ele descobriu novos tópicos, novas áreas do conhecimento e teve também algumas ideias interessantes, como, por exemplo, a ideia da microfísica do poder.
(Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke, As muitas faces da história – Nove entrevistas, 2000. Adaptado)
O historiador italiano avalia a obra de
[João Pinto Furtado. Imaginando a nação: o ensino da história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História, 2001]
O excerto deve ser compreendido
“O Exame Nacional do Ensino Médio, mais conhecido como Enem, completa, em 2016, 18 anos em meio as críticas, elogios e alteração no formato. Desde 1998, ano de sua criação, a prova passou por diversas modificações, e de acordo com especialistas, ainda tem melhoramentos que precisam acontecer. Educadores indicam que a avaliação é uma ferramenta importante de promoção do acesso ao ensino superior, mas destacam que o modelo precisa se adequar melhor ao cotidiano dos candidatos e avaliar outras competências além do conteúdo das disciplinas.”
(Disponível em: radioboanova.com.br/jornal-nova-era/enem-completa-18-anos/.)
Atualmente um dos principais eixos cognitivos cobrados no Enem é:
“O IBGE divulgou nesta sexta‐feira (13/11/2015) a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2014 (Pnad), a principal pesquisa demográfica que realiza a cada ano – e que oferece um raio‐x sobre a população brasileira. A pesquisa abrange desde tendências na forma de os brasileiros declararem sua cor ou raça a índices de desigualdade de renda, disparidade regional de taxas de ensino e quantos brasileiros têm saneamento, televisão ou internet em casa. Para chegar aos números abaixo, o instituto entrevistou mais de 362 mil pessoas em mais de 151 mil residências brasileiras, distribuídas por todos os Estados do país.”
FONTE: Pesquisa ‘’A Dinâmica da Pobreza Urbana (1968-2003)’’ Pesquisa feita em favelas do Rio de Janeiro comparou dados do fim da década de 1960 com dados de 2003, em relação ao tempo de permanência na escola. A análise da tabela acima nos permite concluir que em 35 anos, a diferença entre o tempo de permanência na escola entre as comunidades pesquisadas e o restante da população carioca apresentou o seguinte comportamento: