Questões de Concurso
Sobre neonatologia em fonoaudiologia
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I. Estimulação tátil e gustativa na região peri e intraoral com dedo enluvado. II. Bicos com redução de fluxo de leite ou espessamento da dieta são contraindicados para aqueles recém-nascidos com risco de aspiração traqueal. III. Estimulação da sucção não-nutritiva durante a alimentação por sonda.
Assinale a alternativa correta.
No que se refere ao desenvolvimento do comportamento auditivo, à maturidade do sistema auditivo normal e à avaliação diagnóstica precoce da deficiência auditiva, julgue o item que se segue.
Detecção é perceber a presença e ausência de sons,
habilidade que se inicia no período intrauterino.
Analise as assertivas e assinale a alternativa correta. São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem os seguintes fatores em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010):
I. antecedente familiar de surdez permanente, com início desde a infância, sendo assim considerado como risco de hereditariedade. Os casos de consanguinidade devem ser incluídos neste item.
II. anomalias craniofaciais envolvendo orelha e osso temporal.
III. infecções bacterianas ou virais pós-natais como citomegalovírus, herpes, sarampo, varicela e meningite.
IV. traumatismo craniano.
I. A perda auditiva pode ser de origem genética ou adquirida. No caso das adquiridas, as causas poderiam ser evitadas como infecções ocorridas durante a gestação; meningite; e, uso de medicamentos ototóxicos.
II. Em recém-nascidos e lactentes, a perda auditiva pode ocorrer por causas pré-natais; herança genética; síndromes genéticas; malformações da orelha interna; infecções congênitas pelo vírus da rubéola; citomegalovírus; herpes; toxoplasmose; sífilis; e também pelo uso de substâncias teratogênicas durante a gestação; perinatais; anóxia; prematuridade; peso abaixo de 1.500 gramas; hiperbilirrubinemia; traumatismo craniano; trauma sonoro; ou pós-natais; causas metabólicas como hipotireoidismo e diabetes; infecções virais como rubéola; varicela-zoster; influenza; caxumba; citomegalovírus; dentre outros; labirintite e meningite bacteriana; encefalite; e, otite média crônica. Há outras causas menos frequentes, como doenças autoimunes; acidose tubular renal; neoplasias; trauma craniano; trauma acústico; e, utilização de drogas ototóxicas aminoglicosídeos; diuréticos de alça; cisplatina; dentre outras.
III. A prematuridade é um indicador de risco que, geralmente, aparece associado ao baixo peso ao nascimento, tornando-se difícil separar completamente os dois fatores. Em geral, os prematuros apresentam baixo peso somado a várias outras intercorrências que podem resultar em perda auditiva.
Está correto o que se afirma em
I. Emissões otoacústicas são energias sonoras de fraca intensidade, amplificadas na cóclea pela contração das células ciliadas externas, podendo ser captadas no meato acústico externo.
II. As emissões otoacústicas evocadas classificam-se em: produto de distorção – evocadas por estímulo acústico breve de espectro amplo que abrange um gama de frequências – clique ou tone burst; transitórias – evocadas por dois tons puros simultâneos (F1 e F2) que, por intermodulação, produzem como resposta um produto de distorção (2F1- F2); estímulo-frequência – evocadas porsinal contínuo de fraca intensidade na frequência do estímulo apresentado,sendo menos usadas clinicamente.
III. Recém-nascidos com fatores de risco para deficiência auditiva, independente de serem a termo ou pré-termo têm maiores possibilidades de terem deficiência auditiva sensorioneural. Há relação entre a presença de emissões otoacústicas e idade gestacional para ambas as orelhas, ou seja, quanto menor a idade gestacional, maior a chance de ter emissões otoacústicas transientes ausentes.
Está correto o que se afirma em