Questões de Concurso
Sobre linguagem e fala em fonoaudiologia
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1) O termo Transtorno de Linguagem é proposto em substituição a distúrbio de linguagem, como sendo aquele apresentado por crianças que provavelmente terão dificuldades de linguagem ao longo da vida, com impacto significativo no cotidiano social, nas interações e no progresso educacional.
2) A definição de Transtorno de Linguagem exclui crianças com alterações de linguagem de ordem socioambiental e por bi ou multilinguismo, uma vez que tais condições não são de ordem biológica, mas passíveis de superação muitas vezes com intervenção indireta, ou seja, não têm um mau prognóstico.
3) Os quadros nos quais apenas uma habilidade está comprometida, com bom prognóstico clínico, não estão incluídos nos Transtornos de Linguagem, como é o caso dos Transtornos dos Sons da Fala, anteriormente denominados Distúrbios/ Desvios Fonológicos, que são superados com reabilitação.
4) O termo Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL) é proposto para se referir a casos de distúrbio de linguagem sem condição etiológica conhecida, ou seja, refere-se ao fato de que a condição surge no curso do desenvolvimento, ao invés de ser adquirida ou associada à causa biomédica conhecida.
5) A nova nomenclatura proposta pelo consórcio propõe ainda a obrigatoriedade de discrepância entre capacidade intelectual verbal e não verbal para o diagnóstico de Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem, ou seja, uma criança com baixo nível de habilidades não verbais (QI-NV), não pode ser incluída nesse grupo.
Estão corretas, apenas:
As comorbidades que podem coocorrer com a dislexia do desenvolvimento são o transtorno do
Uma criança de 10 anos de idade apresenta leitura e escrita de palavras com letras invertidas (b-d), (mas – sam), traçado caligráfico alterado na escrita sob ditado, na cópia e na produção de texto. Sua cópia do quadro é lentificada com queixa frequente de dor de cabeça, dificuldade com atenção visual, além de migrações de letras durante a leitura de texto. O planejamento terapêutico para esse caso deve priorizar a intervenção na base cognitiva da escrita com
Um adolescente de 16 anos de idade apresenta acurácia de leitura, leitura lentificada, dificuldades com a memória de trabalho, desorganização com o material escolar e com seus pertences pessoais. Apresenta, ainda, dificuldade extrema com o aprendizado da língua inglesa, funcionamento intelectual e comportamento adaptativo com desempenho médio inferior, incluindo dificuldades severas no aprendizado das regras ortográficas, escrita lentificada com erros de aglutinação e segmentação indevida, apresentando também escrita apoiada nas regras de correspondência fonema e grafema. A hipótese diagnóstica fonoaudiológica para o caso é transtorno