Questões de Concurso
Sobre linguagem e fala em fonoaudiologia
Foram encontradas 3.980 questões
1) O fonoaudiólogo deve iniciar a assistência sempre que um profissional da equipe solicite, a despeito de o paciente ter condições de receber ou não assistência no momento da solicitação.
2) Conhecer o fator etiológico que desencadeou a disfagia é suficiente para realizar a avaliação fonoaudiológica e propor o plano terapêutico.
3) A ausculta cervical e pulmonar devem constituir condutas avaliativas e terapêuticas, visto que ambas auxiliam o conhecimento das funções das estruturas envolvidas no processo fisiológico ou patológico da deglutição.
4) Conhecer o estado atual do paciente, suas condições gerais, nível cognitivo, condições respiratórias e estado nutricional é imprescindíveis para o entendimento do caso.
5) As alterações observadas na avaliação fonoaudiológica clínica definirão o processo de reabilitação e o tipo de abordagem a ser assumida.
Estão corretas, apenas:
1) O termo Transtorno de Linguagem é proposto em substituição a distúrbio de linguagem, como sendo aquele apresentado por crianças que provavelmente terão dificuldades de linguagem ao longo da vida, com impacto significativo no cotidiano social, nas interações e no progresso educacional.
2) A definição de Transtorno de Linguagem exclui crianças com alterações de linguagem de ordem socioambiental e por bi ou multilinguismo, uma vez que tais condições não são de ordem biológica, mas passíveis de superação muitas vezes com intervenção indireta, ou seja, não têm um mau prognóstico.
3) Os quadros nos quais apenas uma habilidade está comprometida, com bom prognóstico clínico, não estão incluídos nos Transtornos de Linguagem, como é o caso dos Transtornos dos Sons da Fala, anteriormente denominados Distúrbios/ Desvios Fonológicos, que são superados com reabilitação.
4) O termo Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL) é proposto para se referir a casos de distúrbio de linguagem sem condição etiológica conhecida, ou seja, refere-se ao fato de que a condição surge no curso do desenvolvimento, ao invés de ser adquirida ou associada à causa biomédica conhecida.
5) A nova nomenclatura proposta pelo consórcio propõe ainda a obrigatoriedade de discrepância entre capacidade intelectual verbal e não verbal para o diagnóstico de Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem, ou seja, uma criança com baixo nível de habilidades não verbais (QI-NV), não pode ser incluída nesse grupo.
Estão corretas, apenas:
As comorbidades que podem coocorrer com a dislexia do desenvolvimento são o transtorno do