Questões de Concurso Sobre conceitos filosóficos em filosofia

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Q3588274 Filosofia
Juvenal Savian Filho, em seu livro Argumentação: a ferramenta do filosofar, afirma que: “um filósofo, quando consegue concatenar melhor suas ideias, para defender sua interpretação da experiência humana, aproxima-se mais de um conhecimento adequado à realidade. Todos esses dados podem ser revistos, mas a melhor correlação estabelecida entre eles, em conjunto com o teste da realidade, leva a falar de conhecimento”. (Adaptado).

Para Juvenal Savian Filho, a especificidade do trabalho filosófico reside na
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Q3588273 Filosofia
Jean-Paul Sartre, em seu livro O existencialismo é um humanismo, analisa a liberdade humana como se segue: “Estamos sós, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre”.
No pensamento sartreano, a liberdade é acompanhada da ideia de “condenação” porque a
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Q3588272 Filosofia
Paulo Henrique de Oliveira e Roberio Nunes dos Anjos Filho, no texto “Bioética e Pesquisas em Seres Humanos”, apresentam os princípios fundamentais da Bioética: “Os três princípios impressos pelo Relatório [Belmont] e referendados pela Bioética são os da autonomia, da beneficência e da justiça. Todavia, a incidência de um quarto princípio, o da não-maleficência, é reconhecida por muitos pesquisadores”.
De acordo com Paulo Oliveira e Roberio Filho, o princípio da não-maleficência corresponde ao dever de
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Q3588271 Filosofia
Marilena Chaui, na obra Boas-vindas à filosofia, argumenta que: “As indagações fundamentais da atitude filosófica e da reflexão filosófica não se realizam ao acaso, segundo preferências e opiniões de cada um de nós. A Filosofia não é um ‘eu acho que’ ou um ‘eu gosto de’. [...] As indagações filosóficas se realizam de modo sistemático”.
De acordo com Marilena Chaui, o modo sistemático da atividade filosófica diz respeito à 
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Q3588269 Filosofia
Oswaldo Giacoia Filho, no texto “Hans Jonas: Porque a técnica moderna é um objeto para a ética”, defende que: “O direito exclusivo do homem à humana consideração e à observância ética foi rompido precisamente com a conquista de um poder quase monopolístico sobre toda outra vida. Com um poder planetário de primeiro nível, não lhe é mais lícito pensar apenas em si mesmo”.

O rompimento retratado por Oswaldo Giacoia Filho no excerto, é também um rompimento ético com
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Q3574676 Filosofia

Segundo Immanuel Kant, no Crítica da Faculdade de Julgar, o juízo estético puro:



I. Está subordinado à moralidade e à função prática da arte.


II. É desinteressado e livre de conceitos, baseado apenas no prazer ou desprazer que a obra provoca.



Das assertivas, pode-se afirmar que: 

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Q3569730 Filosofia
No pensamento estético de Theodor W. Adorno, a música moderna, especialmente na obra de Schoenberg, adquire papel de resistência crítica à racionalidade instrumental. Considerando os fundamentos dessa abordagem filosófica, qual alternativa expressa uma compreensão adequada da autonomia da obra de arte musical? 
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Q3566767 Filosofia
Com base nas proposições desenvolvidas por Judith Butler em “Problemas de Gênero” (2018) e “Desfazendo Gênero” (2022), assinale a alternativa que melhor expressa a articulação entre performatividade, crítica ontológica e política do reconhecimento na constituição do sujeito de gênero no interior da teoria queer.
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Q3566766 Filosofia
As correntes feministas contemporâneas têm promovido uma revisão crítica dos fundamentos da tradição filosófica ocidental, apontando não apenas a exclusão sistemática de vozes dissidentes, mas também a normatividade embutida nas formas de produção e validação do saber. Com base nas discussões filosófico-feministas, analise as assertivas a seguir:

I. A crítica à pretensão de neutralidade do pensamento filosófico moderno denuncia a constituição de uma razão normativa e excludente, historicamente comprometida com uma lógica de universalidade que obscurece sua inscrição em relações de poder e dominação.
II. A ênfase na experiência concreta e situada como fonte legítima de produção de conhecimento propõe uma ruptura com modelos epistêmicos fundados na abstração e na separação sujeitoobjeto, deslocando a centralidade da filosofia para o reconhecimento do corpo, da afetividade e das práticas cotidianas.
III. A reivindicação por igualdade formal e representatividade institucional tem sido amplamente defendida como estratégia final e suficiente pelas perspectivas feministas contemporâneas, que visam inserir os sujeitos historicamente oprimidos nos espaços de poder já consolidados, sem questionar suas estruturas.
IV. A noção de sujeito do conhecimento é tensionada pelas abordagens feministas contemporâneas, que rejeitam concepções unitárias, abstratas e despolitizadas da subjetividade, propondo em seu lugar formas múltiplas, relacionais e instáveis de constituição do eu.
V. As contribuições feministas contemporâneas à filosofia sustentam que a descolonização epistêmica e o reconhecimento dos saberes subalternizados são processos periféricos diante das demandas centrais por paridade entre os sexos no campo jurídico e educacional.

Quais estão corretas? 
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Q3566765 Filosofia
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada filósofo à proposição correspondente, de acordo com sua concepção específica sobre “técnica”. 

Coluna 1

1. Gaston Bachelard. 2. Gilbert Simondon. 3. Martin Heidegger.

Coluna 2

( ) A técnica deve ser compreendida como modo de revelação do ser que, na modernidade, assume a forma do Enquadramento (Gestell), reduzindo o real à condição de recurso disponível (Bestand).
( ) O conhecimento científico não se constitui por uma observação passiva dos fenômenos, mas por sua produção ativa por meio de procedimentos técnico-racionais, em um processo chamado de fenomenotécnica.
( ) O objeto técnico é entendido como resultado de um processo de concretização que acompanha a individuação do ser, exigindo uma análise de sua gênese e de sua evolução interna.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
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Q3566761 Filosofia
A crítica histórico-materialista – de autores como David Harvey e Frederic Jamenson – ao pós-modernismo propõe que as transformações culturais e estéticas associadas a esse termo não devem ser compreendidas de forma isolada ou autônoma, mas como manifestações ideológicas de mudanças estruturais no capitalismo. Com base nessa perspectiva, analise as afirmações a seguir:

1. O pós-modernismo é interpretado como a face cultural de um regime de acumulação marcado pela flexibilidade produtiva, fragmentação do consumo, obsolescência acelerada e deslocamento dos centros de decisão econômica.
2. A cultura contemporânea passa a privilegiar a repetição de estilos e a combinação superficial de signos, suprimindo o aprofundamento histórico e a crítica social em favor de uma lógica de mercado voltada ao consumo de imagens.
3. A pluralidade estética, a diversidade de linguagens e a quebra de hierarquias culturais são vistas, nessa abordagem, como fenômenos genuinamente emancipatórios e desvinculados das dinâmicas do capital.
4. A substituição da temporalidade narrativa por uma simultaneidade espacial e fragmentada reflete não apenas uma mudança de gosto artístico, mas uma reorganização da experiência social sob a lógica da circulação rápida de mercadorias e signos.
5. A estetização da vida cotidiana, a mercantilização da diferença e a dissolução das fronteiras entre arte e publicidade integram um processo de neutralização política das formas culturais.

O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é: 
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Q3566757 Filosofia
A partir do entendimento das bases conceituais da “Teoria do Agir Comunicativo”, de Jüngen Habermas, analise o trecho a seguir:

“Para Habermas, a modernidade é marcada por um processo ambivalente de racionalização. Enquanto o(a) ____________ constitui o espaço simbólico de socialização, cultura e construção de sentido, está progressivamente ameaçado pela ____________, processo pelo qual os mecanismos sistêmicos — como dinheiro e poder — passam a organizar as relações interpessoais. A proposta habermasiana para resistir a esse processo patológico está ancorada na noção de ____________, forma de interação na qual os participantes, por meio da linguagem, buscam um entendimento mútuo orientado por pretensões de validade como verdade, correção normativa, sinceridade e inteligibilidade”.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Q3566755 Filosofia
Analise o trecho abaixo, retirado de “História da Filosofia”, sobre a dialética hegeliana:

“Dialética: O único método em grau de garantir o conhecimento científico do absoluto e de elevar assim a filosofia à ciência, é, segundo Hegel, o método dialético, por meio do qual a verdade pode finalmente receber a forma rigorosa do sistema da cientificidade. A dialética nascera no ambiente da Escola de Eléia, principalmente com Zenão, e na grecidade havia alcançado seus vértices com Platão; na era moderna, fora retomada por Kant, que, porém, a privara de verdadeiro valor cognoscitivo. Hegel se remete à dialética clássica, mas conferindo movimento e dinamicidade às essências e aos conceitos universais que, já descobertos pelos antigos, haviam, porém, permanecido com eles em uma espécie de repouso rígido, quase solidificados. O coração da dialética se torna, assim, o movimento, e precisamente o movimento circular ou em espiral, com ritmo triádico. Os três momentos do movimento dialético são: 1) a tese, que é o momento abstrato ou intelectivo; 2) a antítese, que é o momento dialético (em sentido estrito) ou negativamente racional; 3) a síntese, que é o momento especulativo ou positivamente racional” (Reale; Antiseri, 2005, v. 5).

Com base no trecho da obra de Reale e Antiseri e na compreensão sobre a filosofia hegeliana e a dialética, assinale a alternativa correta.
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Q3566754 Filosofia
Analise o trecho a seguir, retirado de “A Razão na História”, de Hegel (2004): “O único pensamento que a filosofia traz para o tratamento da história é o conceito simples de Razão, que é a lei do mundo e, portanto, na história do mundo as coisas aconteceram racionalmente. Essa convicção e percepção é uma pressuposição da história como tal; na própria filosofia a pressuposição não existe. A filosofia demonstrou através de sua reflexão especulativa que a Razão – esta palavra poderá ser aceita aqui sem maior exame da sua relação com Deus – é ao mesmo tempo substância e poder infinito, que ela é em si o material infinito de toda vida natural e espiritual e também é a forma infinita, a realização de si como conteúdo. Ela é substância, ou seja, é através dela e nela que toda a realidade tem o seu ser e a sua subsistência. Ela é poder infinito, pois a Razão não é tão impotente para produzir apenas o ideal, a intenção, permanecendo em uma existência fora da realidade – sabese lá onde – como algo característico nas cabeças de umas poucas pessoas. Ela é o conteúdo infinito de toda a essência e verdade, pois não exige, como o faz a atividade finita, a condição de materiais externos, de meios fornecidos de onde extrair-se o alimento e os objetos de sua atividade; ela supre seu próprio alimento e sua própria referência. E ela é forma infinita, pois apenas em sua imagem e por ordem sua os fenômenos surgem e começam a viver. É a sua própria base de existência e meta final absoluta e realiza esta meta a partir da potencialidade para a realidade, da fonte interior para a aparência exterior, não apenas no universal natural, mas também no espiritual, na história do mundo. Que esta Ideia ou Razão seja o Verdadeiro Poder Eterno e Absoluto e que apenas ela e nada mais, sua glória e majestade, manifeste-se no mundo – como já dissemos, isto já foi provado em filosofia e aqui está sendo pressuposto como demonstrado”.

Com base no trecho acima e nos conhecimentos sobre a filosofia da história em Hegel, analise as assertivas abaixo:

I. Hegel entende que a Razão é a substância, forma e conteúdo de tudo que é real, manifestando-se no tempo por meio do processo histórico.
II. A história do mundo é racional apenas quando guiada por princípios morais universais, sendo irracional quando determinada por interesses particulares ou conflitos.
III. Para Hegel, a história deve ser compreendida como a manifestação progressiva da liberdade do Espírito, sendo a filosofia capaz de apreender racionalmente esse desenvolvimento necessário.
IV. Os acontecimentos históricos, ainda que pareçam caóticos, fazem parte da manifestação necessária do Espírito no tempo.
V. Hegel rejeita qualquer abordagem que pretenda aplicar a reflexão racional à história, pois considera que isso comprometeria a fidelidade aos dados empíricos.

Quais estão corretas? 
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Q3566753 Filosofia
Analise o trecho a seguir, retirado da nona proposição do texto “Ideia de uma História Universal Com um Propósito Cosmopolita”, de Immanuel Kant:

“Um ensaio filosófico que procure elaborar toda a história mundial segundo um plano da Natureza, em vista da perfeita associação civil no gênero humano, deve considerar-se não só como possível, mas também como fomentando esse propósito da Natureza. É decerto um anúncio estranho e, quanto à aparência, incongruente querer conceber a história segundo uma ideia de como deveria ser o curso do mundo, se houvesse de se ajustar a certos fins racionais; parece que, num tal intento, apenas poderia vir à luz uma novela. Mas se a Natureza, por suposição, mesmo no jogo da liberdade humana, não procede sem plano e meta final, semelhante ideia poderia ser muito útil; e embora sejamos míopes para divisarmos o mecanismo secreto do seu dispositivo, essa ideia poderia, contudo, servirnos de fio condutor para representar como sistema pelo menos em conjunto, um acervo, aliás sem plano, das acções humanas. Com efeito, se partirmos da história grega – como aquela pela qual se nos conservou ou, pelo menos, se deve autenticar toda a outra história mais antiga ou coetânea; se seguirmos a sua influência na formação e na desintegração do corpo político do povo romano, que absorveu o Estado grego, e a influência daquele sobre os bárbaros que, por seu turno, destruíram o Estado romano, e assim sucessivamente até aos nossos dias; se, além disso, acrescentarmos episodicamente a história política dos outros povos, cujo conhecimento chegou gradualmente até nós por intermédio dessas nações ilustradas: descobrir-se-á um curso regular da melhoria da constituição estatal na nossa parte do mundo (que, provavelmente, algum dia dará leis a todas as outras)”.

Com base no trecho acima e no sistema filosófico kantiano, analise as assertivas a seguir:

I. A liberdade humana não impede Kant de admitir a possibilidade de um desenvolvimento histórico guiado por um propósito natural implícito.
II. O progresso histórico é garantido pelas revoluções políticas, que representam, segundo Kant, rupturas inconciliáveis com qualquer plano racional da Natureza.
III. A história humana, mesmo em sua aparência caótica e acidental, pode ser interpretada racionalmente a partir da hipótese de um plano teleológico da Natureza.
IV. Kant rejeita por completo a ideia de que o curso da história possa estar vinculado a uma finalidade racional, considerando essa hipótese fictícia e inútil.
V. A razão humana, embora limitada, pode supor a presença na história de progresso gradual rumo à realização das potencialidades morais do gênero humano.

Quais estão corretas?
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Q3566752 Filosofia

Analise o trecho a seguir: 


“Quanto ao que concerne o mal moral, o problema parece mais difícil de ser resolvido. Se as ações dos homens não são sempre o que deveriam ser, sua vontade é a responsável. O homem escolhe livremente suas decisões e é por ser livre que é capaz de fazer mal. A questão é, portanto, saber como um Deus perfeito pôde doar-nos o livre-arbítrio, ou seja, uma vontade capaz de fazer o mal. Assim colocado, o problema volta a ser saber se e em que medida a vontade livre pode ser contada entre o número dos bens. A resposta para essa questão não poderia ser diferente da que concerne aos objetos corporais. No mundo dos corpos, há muitas coisas das quais podemos fazer mau uso; isso não é razão para dizer que elas são más e que Deus não deveria tê-las nos dado, pois, tomadas em si mesmas, elas são bens. Por que não haveria na alma bens do mesmo gênero, ou seja, dos quais poderíamos fazer mau uso e que, contudo, uma vez que são bens, não podem ter sido dados a nós senão pelo autor de todo bem? É uma grave diminuição para um corpo humano ser privado de suas mãos; as mãos são algo bom e útil; contudo, aquele que comete com elas ações criminosas ou vergonhosas usa-as mal” (Gilson, 2007).


Com base na leitura do trecho acima e no conhecimento do pensamento de Santo Agostinho, analise as seguintes assertivas:


I. O livre-arbítrio, embora seja um dom divino, não é um bem absoluto; ele é um bem intermediário, cujo valor depende do uso que o homem dele faz.


II. O mal moral, segundo Santo Agostinho, não deriva de Deus, mas do mau uso da vontade livre pelo próprio homem.


III. A vontade livre é boa por natureza e necessária para a vida virtuosa, mesmo sendo potencialmente perigosa, pois pode inclinar-se ao mal.


IV. A existência do mal comprova que Deus não poderia ser o autor do livre-arbítrio, já que um dom verdadeiramente divino não deveria permitir o mal.


V. Assim como os órgãos corporais, que podem ser mal utilizados, a vontade também pode ser pervertida, mas continua sendo um bem criado por Deus.



Quais estão corretas?

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Q3566751 Filosofia
Sobre a articulação entre ética, física e epistemologia no pensamento de Epicuro, filósofo helenístico, analise as assertivas abaixo:

I. A ética do “filósofo dos jardins” propõe a busca da eliminação do medo como condição para a felicidade. O medo deve ser dissolvido pelo conhecimento racional das causas naturais e pelo esclarecimento quanto à natureza da alma e da morte.
II. A Física de Epicuro não tem apenas função teórica. Ela também é, de certo modo, terapêutica: conhecer que tudo se reduz a átomos e ao vazio ajuda o indivíduo a se libertar dos temores em relação às divindades religiosas ou em relação àqueles de fundo metafísico.
III. A teoria do conhecimento epicurista sustenta que os sentidos são enganosos, e, por isso, a razão pura deve ser o único critério válido de verdade e ação.
IV. O ideal ético epicurista do prazer, compreendido como aponia e ataraxia, não é incompatível com a prudência e a virtude, que são instrumentos para o cálculo racional da melhor forma de vida.

Quais estão INCORRETAS?
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Q3540939 Filosofia
No contexto do empirismo de David Hume, suas teorias sobre a origem do conhecimento e a natureza das ideias revelam uma crítica às concepções anteriores sobre a razão e a percepção. Assinale a alternativa correta a respeito do pensamento de Hume.
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Q3540937 Filosofia
A Revolução Copernicana de Kant no campo da filosofia do conhecimento propõe uma mudança radical na maneira de entender a relação entre o sujeito e o objeto. Com base no exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3540936 Filosofia
No existencialismo de Jean-Paul Sartre, o conceito de liberdade ocupa uma posição central na interpretação da condição humana. Assinale a alternativa correta sobre a concepção de liberdade em sua filosofia.
Alternativas
Respostas
441: E
442: B
443: E
444: A
445: B
446: C
447: E
448: E
449: A
450: B
451: B
452: E
453: C
454: B
455: D
456: E
457: A
458: B
459: A
460: D