Questões de Concurso Sobre conceitos filosóficos em filosofia

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Q3675247 Filosofia
Analise o trecho a seguir sobre as abordagens epistêmicas:
O _________________ aponta que conhecimentos autoevidentes dão base a outros conhecimentos. Já o _________________ afirma que não cabe insistir na ideia de que temos ou podemos ter justificações suficientes para nossas cognições. Para os _________________ não há proposições (mais) básicas, e toda proposição pode servir de apoio direto ou indireto para outras que também fazem parte do sistema.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Q3673385 Filosofia
Observe estes trechos da obra Introdução à Lógica de Cezar A. Mortari, em que se explica detalhadamente sobre a quantidade de formas válidas de silogismo:

“Se fizermos as contas, começando com AAA, AAE e indo até OOO, veremos que existem 64 modos de silogismo categórico. Combinando isso com as quatro figuras, temos como resultado 4 x 64 = 256 formas diferentes de silogismo. Nem todas, claro, são formas válidas”
(MORTARI, Cezar A. Introdução à Lógica. 2. ed.. São Paulo: Editora Unesp, 2016. p.495).
Continuando, Mortari relata que
“Aristóteles identificou 14 formas válidas de silogismo [...]. Com o passar do tempo, contudo, outras formas foram identificadas por lógicos posteriores [...] e chegou-se ao número de 24 formas válidas. Cada uma dessas formas foi recebendo um nome padrão no decorrer da história.”
Fonte:(MORTARI, 2016. p. 499).
Segue a lista das formas válidas de silogismo para os lógicos medievais, listadas pelos seus nomes-padrão: Formas de primeira figura: Bárbara, Celarent, Darii, Ferio, Barbari, Celaront. Formas de segunda figura: Cesare, Camestres, Festino, Baroco, Cesarop, Camestrop. Formas de terceira figura: Darapti, Felapton, Disamis, Datisi, Bocardo, Ferison. Formas de quarta figura: Bamalip, Calemes, Dimatis, Fesapo, Fresison, Calemop.
Fonte:(Cf. MORTARI, 2016. p. 500)
No entanto, de acordo com o autor, a introdução do método dos diagramas de Venn-Euler como forma de demonstrar a validade de silogismos revelou que algumas daquelas formas aceitas pelos medievais eram, na verdade, inválidas: “assim, teremos apenas 15 formas válidas, em vez das 24 tradicionais”
Fonte:(MORTARI, 2016. p. 520).
O especialista explica:
“O conflito entre a lista elaborada pelos medievais e o resultado dos diagramas de Venn-Euler [...] tem a ver com o fato de que, do ponto de vista contemporâneo, proposições universais não têm conteúdo existencial, ao contrário das particulares. Para a interpretação tradicional dos silogismos, contudo, proposições universais também tinham conteúdo existencial”
(MORTARI, 2016. p. 521).
Isto significa que, pela compreensão contemporânea,
“qualquer silogismo que tenha duas premissas universais e uma conclusão particular será inválido”
Fonte: (MORTARI, 2016. p. 520).

Tendo em vista estas informações, marque a opção que apresenta quatro formas de silogismos ainda válidas após a inclusão do método dos diagramas de Venn-Euler. 
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Q3673384 Filosofia
Podemos definir paradoxos como sentenças cujos valores de verdade são impossíveis de determinar, isto é, sentenças que não podemos dizer que nem são verdadeiras, nem falsas.
Conversamente, definimos falsos paradoxos como sentenças que dão a impressão de serem paradoxos, e até mesmo historicamente já foram consideradas paradoxos, mas cujos valores de verdade são determináveis se analisadas da maneira correta.

Levando em consideração as definições acima, marque a opção que contém um falso paradoxo. 
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Q3673382 Filosofia
O trecho citado a seguir mostra como, de acordo com Karl Popper, os positivistas lidavam com o chamado “problema da demarcação”, a saber, a questão de conseguir delimitar a área do científico frente ao não científico, isto é, separar a ciência de outras áreas e saberes, por exemplo, da metafísica. Como bem se sabe, a filosofia da ciência popperiana dedica profundas críticas a essa e outras teses positivistas.

“Os velhos positivistas só desejavam admitir como científicos ou legítimos os conceitos (ou noções, ou idéias) que, como diziam, ‘derivassem da experiência’, ou seja, os conceitos que acreditavam ser logicamente reduzíveis a elementos da experiência sensorial [...]. Os positivistas modernos têm condição de ver mais claramente que a Ciência não é um sistema de conceitos, mas, antes, um sistema de enunciados. Nesses termos, desejam admitir como científicos, ou legítimos, tão-somente os enunciados reduzíveis a enunciados elementares (ou ‘atômicos’) da experiência – a ‘juízos de percepção’ [...]”
(POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 11. ed. São Paulo: Editora Cultrix, 2010. p.35-36).

Podemos afirmar que Popper rejeita a tese positivista da demarcação da ciência porque esta
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Q3673381 Filosofia
Hans Jonas trata da sempre crescente expansão da tecnologia como um trunfo que aumenta exponencialmente o poder transformador da humanidade e, ao mesmo tempo, aprisiona o homem em uma determinada mentalidade – uma certa visão da natureza e uma compreensão cada vez mais limitada de si mesmo.

“O triunfo do homo faber sobre seu objeto externo significa, ao mesmo tempo, o seu triunfo na constituição interna do homo sapiens, do qual ele outrora costumava ser uma parte servil.” “[...] O próprio homem passou a figurar entre os objetos da técnica. O homo faber aplica sua arte sobre si mesmo e se habilita a refabricar inventivamente o inventor e confeccionador de todo o resto.”
Fonte: (JONAS, Hans. O princípio responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização tecnológica. Rio de Janeiro: Contraponto, 2006. p. 43 e p. 57, respectivamente).

De acordo com o autor d’O princípio responsabilidade, as consequências que já estariam delineadas no futuro próximo da humanidade, uma vez assumidos os triunfos da técnica e da compreensão da natureza humana como homo faber em vez de homo sapiens, são:
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Q3673380 Filosofia
Responda à questão com base na leitura do texto a seguir.

“Como a imaginação pode separar todas as idéias simples, e uni-las novamente da forma que bem lhe aprouver, nada seria mais inexplicável que as operações dessa faculdade, se ela não fosse guiada por alguns princípios universais, que a tornam, em certa medida, uniforme em todos os momentos e lugares. Fossem as idéias inteiramente soltas e desconexas, apenas o acaso as juntaria; e seria impossível que as mesmas idéias simples se reunissem de maneira regular em idéias complexas (como normalmente fazem) se não houvesse algum laço de união entre elas, alguma qualidade associativa, pela qual uma idéia naturalmente introduz outra [...]”.
Fonte:(HUME, David. Tratado da natureza humana. 2. ed. São Paulo: Editora UNESP, 2009. p. 34).


As maneiras pelas quais as ideias podem se associar na imaginação são denominadas por Hume como
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Q3673379 Filosofia
No texto a seguir, Alan Chalmers explica uma das principais ideias da epistemologia falsificacionista:

“O falsificacionista vê a ciência como um conjunto de hipóteses que são experimentalmente propostas com a finalidade de descrever ou explicar acuradamente o comportamento de algum aspecto do mundo ou do universo. Todavia, nem toda hipótese fará isto. Há uma condição fundamental que toda hipótese ou sistema de hipóteses deve satisfazer para ter garantido o status de lei ou teoria científica. Para fazer parte da ciência, uma hipótese deve ser falsificável
Fonte: (CHALMERS, Alan F. O que é a ciência, afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993. p. 64 - 65).

Marque a opção que lista hipóteses que podem ser consideradas científicas pelos critérios falsificacionistas de cientificidade. 
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Q3673378 Filosofia
Observe o comentário de Étienne Gilson sobre a ética de Tomás de Aquino:

“O objeto próprio da vontade é o bem enquanto tal; onde quer que ela suspeite de sua presença e em que o intelecto lhe apresente desta alguma imagem, ela tende espontaneamente a abraçá-lo. No fundo, o que a vontade procura para além de todos esses bens que persegue é o bem em si, do qual os bens particulares participam. Se o intelecto humano pudesse nos representar já aqui neste mundo o próprio Soberano Bem, perceberíamos imediata e imutavelmente o bem específico de nossa vontade e ela logo aderiria a ele e dele se apoderaria, por uma captura imutável que também seria a mais perfeita liberdade. Mas não vemos diretamente a perfeição suprema; somos, pois, reduzidos a procurar determinar, por um esforço incessantemente renovado do intelecto, entre os bens que se nos oferecem, os que se ligam ao Soberano Bem por uma conexão necessária”.
Fonte: (GILSON, Étienne. A filosofia na Idade Média. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. p. 669).

Tendo em vista a situação em que o ser humano se encontra, necessitando julgar, entre os vários bens terrenos, quais são os que mais propriamente se conectam ao Soberano Bem, Tomás de Aquino elucida que os bens que devem ser priorizados são:
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Q3673377 Filosofia
Leia o excerto a seguir para responder à questão.

“Quando Galileu fez rolar no plano inclinado as esferas, com uma aceleração que ele próprio escolhera, quando Torricelli fez suportar pelo ar um peso, que antecipadamente sabia idêntico ao peso conhecido de uma coluna de água, [...] foi uma iluminação para todos os físicos. Compreenderam que a razão só entende aquilo que produz segundo os seus próprios planos”.
Fonte: (KANT, I. Crítica da Razão Pura, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001. 5. ed. Tradução de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. p. 18. Grifos acrescentados).


O projeto epistemológico de Immanuel Kant é marcado por uma forma específica de compreender a relação entre o sujeito e o objeto do conhecimento. Como é dito no texto, o sujeito, em certos casos, é capaz de antecipar os resultados de alguns experimentos mesmo antes da sua execução. Segundo Kant, isto é possível porque
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Q3673375 Filosofia
No diálogo Eutidemo, Platão, descrevendo os irmãos sofistas Eutidemo e Dionisodoro, afirma que eles possuem a habilidade de “brandir palavras como suas armas e de refutar quaisquer argumentos, não importa se verdadeiros ou falsos”. Mais adiante, vemos Dionisodoro provando ao jovem Ctesipo que seu pai é um cachorro:

Dionisodoro: “Simplesmente me responde: tens um cão?“ Ctesipo: “Sim“ [...] Dionisodoro: “E ele tem filhotes?“ Ctesipo: “Sim” [...] Dionisodoro: “Então esse cão é o pai deles?“ Ctesipo: “Certamente“ [...] Dionisodoro: “Ora, o cão não é teu?“ Ctesipo: “Certamente“ [...] Dionisodoro: “Portanto, considerando-se que ele é um pai e é teu, o cão passa a ser teu pai, e tu um irmão de filhotes de cão, não é mesmo?”

Fonte: (PLATÃO. Eutidemo. In: ____. Diálogos II. Tradução e notas Edson Bini. São Paulo: Edipro, 2016. Coleção Clássicos Edipro. p. 174 e p. 220- 221, respectivamente).

Esse modo de discurso, muitas vezes empregado pelos sofistas, representava um problema para os filósofos atenienses daquele período histórico, já que muitas vezes era utilizado para inibir um diálogo legitimamente filosófico sobre o que se propunha debater. Marque a opção que caracteriza corretamente a forma de debater dos irmãos Eutidemo e Dionisodoro. 
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Q3673372 Filosofia

Leia o seguinte trecho de diálogo para responder à questão



Estrangeiro: Então eu formarei um discurso [uma sentença] para ti no qual uma ação e o resultado da ação estão combinados através de um nome e um verbo e me dirás sobre o que é o discurso [o sujeito da sentença].

Teeteto: Eu o farei o melhor que puder.

Estrangeiro: ‘Teeteto senta’. Não é um longo discurso, é? Teeteto: Não, é razoavelmente curto.

Estrangeiro: Agora cabe a ti dizer sobre o que é e qual é o seu sujeito.

Teeteto: Está claro que é sobre mim e que sou eu o seu sujeito.

[...]

Estrangeiro: ‘Teeteto, com quem estou falando agora, voa’.

Teeteto: Todos se disporiam a concordar que esse também é sobre mim e que sou seu sujeito.

Estrangeiro: Mas concordamos que todo discurso (sentença) tem necessariamente uma particular qualidade.

Teeteto: Sim.

Estrangeiro: Ora, que qualidade deveríamos atribuir a cada um desses discursos (sentenças)?

Teeteto: Suponho que uma é falsa, ao passo que a outra é verdadeira.

Estrangeiro: A verdadeira indica fatos como são sobre ti.

Teeteto: Certamente.

Estrangeiro: Enquanto a falsa indica coisas diferentes dos fatos.

Teeteto: Sim.”


Fonte: (PLATÃO. Sofista. In: ____. Diálogos I. Tradução e notas Edson Bini. Bauru: Edipro, 2007. Coleção Clássicos Edipro. p. 236-237).



A teoria da verdade representada neste trecho é a

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Q3673368 Filosofia
Por meio da realidade inteligível, que no pensamento de Santo Agostinho é o modo como Deus cria e dispõe todas as coisas segundo uma ordem, a realidade material é disposta de acordo com a forma que Deus lhe confere e, mesmo na diversidade das formas, ela permite elevar a inteligência a Deus, ao Deus uno, por que é dele que provém toda a forma que dá à matéria a harmonia, ou seja, a beleza. A beleza, portanto, reserva em si um conteúdo inteligível, que é a forma como Deus dispõe aquilo que ele cria, e uma realidade material, a diversidade que forma o todo, sem que haja confusão e indistinção entre as coisas na sua profunda diversidade. A ideia de beleza elaborada por Santo Agostinho, base para compreender como a arte imita a natureza e a natureza é a forma da Ideia de Deus para o que é realidade material, desenvolveu a noção de criação Ex Nihilo, pois a beleza expressa o modo como Deus cria a partir da ideia, a qual confere às coisas e à sua 
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Q3673364 Filosofia
O ser humano é o animal que traz consigo, pela linguagem, o acesso a si mesmo como humanidade, podendo recorrer sempre a essa fonte de projeção de si para analisar aquilo que lhe antecedeu, mediante os seus interesses e também mediante aquilo que lhe é apresentado como sendo do humano, esse animal separado dos outros animais. A educação é o processo pelo qual esse ser retoma as ações e as figuras humanas segundo o que elas fizeram e como contribuíram nesse processo ininterrupto. A filosofia por sua natureza de amante da sabedoria, despertando o interesse do humano pelo conhecimento através do exercício do pensar, busca contribuir para a realização desse processo educativo mediante o ensino pautado
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Q3673363 Filosofia
A finalidade da obra de arte é a contemplação do Belo e da Beleza, que se tornam uma só e mesma coisa. O Belo e a Beleza se relacionam intimamente, indistintamente e substancialmente. Nessa estreita relação, a obra de arte comunica e manifesta os espectros que o ser humano toma para a configuração do que pode ser visto, manifesto, apreendido pelos sentidos. A estética é a capacidade de sentir pelos sentidos, da mesma forma que é a construção da percepção, da comunicação e da representação de tudo o que o ser humano é capaz de expressar. Essa abertura ao fenômeno humano mediada pela expressão estética traz consigo a tensão sobre
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Q3673362 Filosofia
Uma das definições clássicas de ética é a que trata da análise das ações humanas no sentido de como elas favorecem (ou desfavorecem) a realização do ser humano tanto individualmente como coletivamente, enquanto ideia de humanidade. Nessa definição de ética, a racionalidade é um ponto importante para desenvolver as ideias de responsabilidade, participação (ou em que medida cada pessoa pode contribuir para o projeto humano) e juízo moral com a reflexão sobre o impacto das nossas ações. Para que as necessidades temporais não constituíssem um impeditivo à elaboração, por parte da racionalidade, de pressupostos de como agir, a ciência moral voltou-se às excelências que a razão estabeleceu como sendo a sua forma e a sua força (sustentação) na expressão da
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Q3673358 Filosofia
A ideia de indivíduo, segundo o pensamento ético moderno, difere da postura do Individualismo, que se refere à conduta pessoal daquela pessoa que não considera o impacto das suas ações, seja nas relações interpessoais, seja na estrutura de manutenção da sociedade. Por outro lado,

“para a sociedade em geral, até a perda do melhor indivíduo é um sacrifício pequeno. É uma pena que este sacrifício seja necessário! Mas seria bem pior se o indivíduo pensasse de outra forma e considerasse sua preservação e seu desenvolvimento mais importantes que o trabalho para a sociedade”
(NIETZSCHE, Gaia Ciência; tradução Paulo César de Souza. 1ª edição - São Paulo: Companhia das Letras, 2012, aforismo 21, p.68).

Nessa relação de forças contraditórias, a Sociedade e o Indivíduo, a filosofia moral de Nietzsche apresenta-se como uma elaborada metáfora dos tempos atuais em que duas forças duelam no interior do mesmo ser, na mimesis dos contrários entre
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Q3673357 Filosofia
Em sua exposição sobre o Existencialismo, intitulada O Existencialismo é um Humanismo, o filósofo Jean-Paul Sartre buscou defender a corrente filosófica do Existencialismo de uma série de críticas que, segundo o autor, não expressariam o sentido e o entendimento da condição humana exposta nessa filosofia. O ponto de partida do pensamento filosófico existencialista é que o ser humano se constitui à medida que toma consciência de sua existência, mediante as suas escolhas. A possibilidade de escolha é um dos aspectos da questão da liberdade no pensamento existencialista, cujo ponto central é a estrutura da consciência como um nada. O ser humano é livre porque a sua consciência é sempre “um nada de ser”, ausente de determinações prévias, diferentemente do objeto que é sempre concebido mediante um projeto e uma finalidade. Como a intenção de Sartre, nesta palestra, era expor a reflexão filosófica sobre as implicações teóricas e morais para a condição humana no Existencialismo, ele rebate as críticas dos outros autores apontando que a corrente existencialista desenvolve uma filosofia que relaciona a liberdade com a
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Q3671907 Filosofia
A falseabilidade corresponde ao critério segundo o qual uma afirmativa, teoria ou hipótese científica deve poder ser testada e, eventualmente, refutada por meio de experimentos ou observações que lhe sejam contrários. Assim, uma teoria científica é considerada válida apenas enquanto resistir a tentativas de refutação empírica.
Assinale a alternativa que apresenta o autor responsável por formular o princípio da falseabilidade como critério de demarcação científica:
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Q3661802 Filosofia
“Wittgenstein explica, porém, que na linguagem se revela aquilo que ele denomina ‘o elemento místico’, a saber, o fato de haver um mundo ou ainda, as condições que fazem com que possa haver um mundo. A linguagem descreve o mundo, exprime o ‘como’ do mundo; mas, através da linguagem, manifesta-se aquilo que faz o mundo como mundo, aquilo que coloca o mundo”.
(Ladrière, J. A articulação do sentido. São Paulo: Edusp, 1977, p. 69)

“A expressão ‘jogo de linguagem’ deve salientar aqui que falar uma língua é parte de uma atividade ou de uma forma de vida”.
(Wittgenstein, L. Investigações filosóficas. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 27)

Avalie as seguintes afirmações:

I. Wittgenstein compreende a linguagem como caixa de ferramentas.
II. Wittgenstein relaciona linguagem e mundo a partir do preenchimento de sentidos, a partir da falta de sentidos.
III. O significado de uma linguagem é dado pelo seu uso, enquanto jogo.
IV. Aprendemos os nomes das coisas, mas não tem relação com o modo de usos.

Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas. 
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Q3661800 Filosofia
Para Gianni Vattimo, a filosofia contemporânea e suas diversas correntes caracteriza-se como uma arena de discussões, na qual a hermenêutica tem o papel de koinè, ou seja, de um modo comum de pensar, enquanto processo de leitura de textos e discussão de questões. Ao mesmo tempo, Hans-Georg Gadamer, na esteira de Martin Heidegger, pensa a hermenêutica de modo ontológico, ou seja, como um modo de se comportar. Em tempo, Paul Ricoeur também entende a hermenêutica do texto como um horizonte central no qual as narrativas ainda são possíveis. Tendo em vista esses modos de pensar a hermenêutica, qual a importância da mesma para a filosofia contemporânea?
Alternativas
Respostas
381: E
382: B
383: D
384: C
385: A
386: D
387: A
388: C
389: A
390: C
391: B
392: E
393: E
394: B
395: E
396: E
397: B
398: B
399: B
400: C