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Questões de Concurso Sobre a experiência do sagrado em filosofia

Questões Discursivas

Foram encontradas 134 questões

Q4220992 Filosofia
Mircea Eliade, em sua obra “Tratado de História das Religiões” (2008), dedica extensa análise ao simbolismo vegetal e aos ritos de renovação, demonstrando como as hierofanias vegetais revelam uma estrutura coerente de pensamento sobre a vida, a morte e a regeneração periódica. Considerando os fundamentos teórico-metodológicos apresentados pelo autor, analise atentamente os excertos extraídos da referida obra e, em seguida, responda à questão.
“O que se designa por ‘cultos da vegetação’ é, portanto, mais complexo do que a denominação deixa transparecer. Através da vegetação, é a vida inteira, é a natureza que se regenera por múltiplos ritmos, que é ‘honrada’, promovida, solicitada. As forças vegetativas são uma epifania da vida cósmica. Na medida em que o homem está integrado nessa natureza e crê poder utilizar essa vida para os seus próprios fins, ele manipula os ‘sinais’ vegetais (o ‘Maio’, o ramo vernal, o casamento das árvores, etc.) ou venera-os (as ‘árvores sagradas’, etc.). Mas nunca houve uma ‘religião da vegetação’, um culto exclusivamente concentrado nas plantas ou nas árvores.” (p. 264- 265)
“O essencial nas festas da vegetação, tal como se conservaram nas tradições europeias, não é só a exposição cerimonial de uma árvore, mas também a bênção de um novo ano que começa... O aparecimento da vegetação inaugura um novo ciclo temporal; a vida vegetativa renasce em cada primavera, ‘recomeça’.” (p. 257)
“O que importa, insistamos, não é somente a manifestação da força vegetativa, mas o tempo em que ela se realiza. Não é só um acontecimento que tem lugar no espaço, mas também no tempo. Uma nova etapa começa: repete-se o ato inicial, mítico, da regeneração.” (p. 262)
“Em todos esses contos, o circuito homem-planta é dramático; dir-se-ia que a heroína se dissimula tomando a forma de uma árvore sempre que alguém põe termo à sua vida. Trata-se de um regresso provisório ao nível vegetal.” (p. 247)
Considerando a análise eliadiana da estrutura das hierofanias vegetais, dos ritos de renovação e das relações entre o homem e o mundo vegetal, assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta e coerente com o pensamento do autor.
Alternativas
Q4220991 Filosofia
Mircea Eliade, em sua obra “Tratado de História das Religiões” (1949), propõe uma abordagem morfológica e fenomenológica do sagrado, dedicando especial atenção às hierofanias celestes e à sua progressiva substituição por outras formas religiosas mais dinâmicas e acessíveis à experiência humana. Considerando os fundamentos teórico-metodológicos apresentados pelo autor, analise atentamente os excertos extraídos da referida obra e, em seguida, responda à questão.
“O Céu em si-mesmo, considerado como abóbada sideral e região atmosférica, é rico em valores mítico-religiosos. O ‘alto’, o ‘elevado’, o espaço infinito são hierofanias do ‘transcendente’, do sagrado por excelência... Mas não podemos reduzir os seres supremos a uma hierofania uraniana, pois eles ultrapassam tal condição: são ‘criadores’, ‘bons’, ‘eternos’ (‘velhos’), fundadores de instituições e guardiães das normas — atributos que só em parte podem ser explicados pelas hierofanias celestes.” (p. 98).
“Uma vez feita esta reserva — que é importante — podemos destrinçar na história dos seres supremos e das divindades celestes um fenômeno no mais alto grau revelador para a experiência religiosa da humanidade: é que estas figuras divinas têm tendência a desaparecer do culto. Em parte nenhuma desempenham um papel predominante, foram afastadas e substituídas por outras forças religiosas: culto dos antepassados, espíritos e deuses da natureza, demônios da fecundidade, grandes deuses, etc. É notável que esta substituição se faça sempre em proveito de uma força religiosa ou de uma divindade mais concreta, mais dinâmica, mais fértil (por exemplo, o Sol, a Grande Mãe, o Deus Macho, etc.). O vencedor é sempre o representante ou o distribuidor da fecundidade: ou seja, em última análise, o representante ou o distribuidor da vida.” (p. 99).
“O fenômeno da solarização do ser supremo uraniano é bastante freqüente na África. Toda uma série de povos africanos dá ao ‘ser supremo’ o nome de ‘Sol’... A solarização progressiva das divindades celestes corresponde ao mesmo processo de erosão que conduziu, em outros contextos, à transformação destas divindades celestes em deuses atmosférico-fecundadores.” (p. 107).
Considerando a análise eliadiana da estrutura e do destino histórico das divindades celestes, bem como o fenômeno de sua substituição por figuras divinas mais dinâmicas e ligadas à fecundidade, assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta e coerente com o pensamento do autor.
Alternativas
Q4220990 Filosofia
Mircea Eliade, em sua obra “Mito e Realidade” (1963), propõe uma redefinição fundamental do conceito de mito, contrapondo-se à acepção corrente que o reduz a “fábula”, “ficção” ou “ilusão”, para restituir-lhe o sentido que possuía nas sociedades arcaicas e tradicionais: o de uma “história sagrada” que revela os modelos exemplares de todos os atos humanos significativos. Considerando os fundamentos teórico-metodológicos apresentados pelo autor, analise atentamente os excertos extraídos da referida obra e, em seguida, responda à questão.
“A definição que a mim, pessoalmente, me parece a menos imperfeita, por ser a mais ampla, é a seguinte: o mito conta uma história sagrada; ele relata um acontecimento ocorrido no tempo primordial, o tempo fabuloso do ‘princípio’. Em outros termos, o mito narra como, graças às façanhas dos Entes Sobrenaturais, uma realidade passou a existir, seja uma realidade total, o Cosmo, ou apenas um fragmento: uma ilha, uma espécie vegetal, um comportamento humano, uma instituição. É sempre, portanto, a narrativa de uma ‘criação’: ele relata de que modo algo foi produzido e começou a ser. O mito fala apenas do que realmente ocorreu, do que se manifestou plenamente.” (p. 9)
“O mito é considerado uma história sagrada e, portanto, uma ‘história verdadeira’, porque sempre se refere a realidades. O mito cosmogônico é ‘verdadeiro’ porque a existência do Mundo aí está para prová-lo; o mito da origem da morte é igualmente ‘verdadeiro’ porque é provado pela mortalidade do homem, e assim por diante.” (p. 9)
“Os mitos, em suma, recordam continuamente que eventos grandiosos tiveram lugar sobre a Terra, e que esse ‘passado glorioso’ é em parte recuperável. A imitação dos gestos paradigmáticos tem igualmente um aspecto positivo: o rito força o homem a transcender os seus limites, obriga-o a situar-se ao lado dos Deuses e dos Heróis míticos, a fim de poder realizar os atos deles. Direta ou indiretamente, o mito ‘eleva’ o homem.” (p. 104)
Considerando a definição eliadiana de mito como “história sagrada” e “narrativa de uma criação”, bem como sua função de fornecer modelos paradigmáticos para a conduta humana, assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta e coerente com o pensamento do autor. 
Alternativas
Q4220989 Filosofia
Mircea Eliade, em sua obra “Imagens e Símbolos: ensaios sobre o simbolismo mágico-religioso” (1952), propõe uma fundamentação teórico-metodológica para o estudo dos símbolos e imagens arquetípicas, contrapondo-se, explícita ou implicitamente, tanto ao positivismo evolucionista quanto às abordagens que reduzem o simbolismo a meros produtos do inconsciente individual ou a epifenômenos históricos. Considerando os fundamentos epistemológicos apresentados pelo autor, analise atentamente os excertos extraídos da referida obra e, em seguida, responda à questão.
“O pensamento simbólico não é domínio exclusivo da criança, do poeta ou do desequilibrado: ele é consubstancial ao ser humano: precede a linguagem e a razão discursiva. O símbolo revela certos aspectos da realidade — os mais profundos — que desafiam qualquer outro meio de conhecimento. As imagens, os símbolos, os mitos, não são criações irresponsáveis da psiqué; eles respondem a uma necessidade e preenchem uma função: pôr a nu as mais secretas modalidades do ser. Por conseguinte o seu estudo permite-nos conhecer melhor o homem, ‘o homem sem mais’, aquele que ainda não transigiu com as condições da história.” (p. 13).
“Não se deve encarar este simbolismo do Centro com as suas implicações geométricas do espírito científico ocidental. Para cada um destes microcosmos podem existir vários ‘centros’. Como não tardaremos a ver, todas as civilizações orientais — Mesopotâmia, Índia, China, etc. — conhecem um número ilimitado de ‘Centros’. Melhor ainda: cada um destes ‘Centros’ é considerado e mesmo designado literalmente por ‘Centro do Mundo’. Como se trata de um espaço sagrado, que é dado por uma hierofania ou construído ritualmente, e não de um espaço profano, homogéneo, geométrico, a pluralidade dos ‘Centros da Terra’ no interior de uma só região habitada não oferece qualquer dificuldade. Estamos em presença de uma geografia sagrada e mítica, a única efetivamente real e não de uma geografia profana, ‘objetiva’, de certo modo abstrata e não essencial, construção teórica de um espaço e de um mundo que não se habita e que, portanto, não se conhece.” (p. 39).
“O que distingue o historiador das religiões de um historiador sem mais, é que ele lida com fatos que, se bem que históricos, revelam um comportamento que ultrapassa de longe os comportamentos históricos do ser humano. Se é verdade que o homem se encontra sempre ‘em situação’, esta situação nem por isso é sempre histórica, ou seja, condicionada unicamente pelo momento histórico contemporâneo. O homem integral conhece outras situações além da sua condição histórica; conhece, por exemplo, o estado onírico, ou de sonho acordado, ou de melancolia e de desprendimento, ou de beatitude estética, ou de evasão, etc. — e todos estes estados não são ‘históricos’, se bem que sejam também autênticos e tão importantes para a existência humana como a sua situação histórica.” (p. 32-33). 
Considerando a defesa eliadiana da autonomia e da perenidade do simbolismo, bem como sua crítica ao historicismo redutor e ao positivismo, assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta e coerente com o pensamento do autor.
Alternativas
Q4153517 Filosofia
Considerando as ideias de Agostinho de Hipona e de Tomás de Aquino, assinale a opção correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CIAAR Órgão: CIAAR Prova: CIAAR - 2026 - CIAAR - Capelão Católico |
Q4140594 Filosofia
Informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta.

( ) A fé é a adesão pessoal do ser humano em sua totalidade a Deus que se revela em Jesus Cristo.
( ) A fé é provocada por Deus que revela a si próprio ao ser humano.
( ) O ato de fé não é auxiliado pela graça divina.
( ) A fé é certa por parte de Deus, mas obscura por parte do ser humano.
Alternativas
Q4123994 Medicina
Paciente de 34 anos de idade, sem filhos, com forte desejo reprodutivo, apresenta carcinoma de células escamosas de colo uterino, estádio IA1 após a realização do exame clínico e de exames de imagem. Foi realizada conização do colo uterino, com ausência de invasão linfovascular, margens negativas (menor margem de 5 mm), sem fragmentação do espécime.
Considerando o desejo reprodutivo da paciente, a melhor conduta é indicar
Alternativas
Q4079745 Medicina
Sobre o câncer de ovário, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4078314 Filosofia
O fenômeno religioso, objeto central do Ensino Religioso não confessional, é a dimensão profunda do ser humano que busca sentido existencial (quem somos, bem/mal, vida após a morte) através do sagrado, manifestando-se nas culturas via religiões históricas, ritos e valores. Sagrado e profano interligam-se: ações orientadas por verdade, justiça e amor tocam o Incondicionado, dando sentido à vida cotidiana. No ER não confessional, esse fenômeno é estudado criticamente como riqueza e limite humano, superando ambiguidades via diálogo inter-religioso e pedagogia que integra teoria/prática. Cada tradição religiosa e Filosofia de Vida oferecem respostas distintas (Ressurreição, Reencarnação, Ancestralidade, Nada), mas todas educam para convivência, respeito às diferenças e plenitude vital, articulando cultura, educação e transcendência. 
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona elementos do fenômeno religioso com suas respectivas dimensões/manifestações:

Primeira coluna: elemento
1.Sagrado
2.Diálogo inter-religioso
3.Ritos de passagem

Segunda coluna: dimensão/manifestação
(__)Interligação entre profano e Incondicionado por verdade, justiça e amor.
(__)Compreensão do fenômeno via respeito às diferenças culturais.
(__)Respostas à vida além-morte (Ressurreição, Reencarnação, Ancestral, Nada).

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q4026982 Filosofia
“E, mesmo se fosse possível reunir toda essa universalidade num só homem, e mesmo que esse homem quisesse aproveitar-se desse poder para impor sua autoridade sobre nós, seria necessário expulsá-lo da sociedade, pois sua autoridade iria, inevitavelmente, reduzir todos os outros homens à condição de escravos e de imbecis” (Bakunin apud Woodcock, 2019). O trecho apresentado é uma reprodução da obra “Deus e o Estado”, de Mikhail Bakunin. Assinale a alternativa que expressa a concepção de autoridade defendida pelo autor nessa obra. 
Alternativas
Q4026389 Filosofia
Ao iniciar uma aula de filosofia com o tema Patrística, o professor escreve a seguinte frase no quadro: “Creio para entender”. Após escrever, ele sorteia cinco papéis para os estudantes com explicações sobre a frase. Com base em Agostinho de Hipona e na Patrística, qual das frases a seguir melhor explica a frase escrita pelo professor?
Alternativas
Q3954400 Filosofia
Santo Agostinho, em sua obra O Livre-Arbítrio, compreendia que o mal não tinha substância alguma; pelo contrário, era consequência de um modo de estar na pólis e no modo deliberado da ação humana.
Assinale a alternativa mais condizente com o entendimento agostiniano sobre o mal. 
Alternativas
Q3877606 Filosofia
Em O Problema do Mal (2018), Peter van Inwagen distingue entre explicações locais (para cada caso de sofrimento) e globais (uma visão ampla do mundo). Ele rejeita a ideia de que possamos justificar cada sofrimento individualmente, sugerindo que apenas uma narrativa global poderia, em princípio, conter razões para o mal.

Com base na distinção de Peter van Inwagen, é correto afirmar que(,)
Alternativas
Q3877591 Filosofia
“Deus existe ou não existe; mas para que lado penderemos? A razão nada pode determinar a esse respeito. Existe um caos infinito que nos separa. Joga-se um jogo na extremidade dessa distância infinita, em que dará cara ou coroa. Que aposta fareis? [...] Pesemos o ganho e a perda escolhendo coroa que Deus existe. Avaliemos esses dois casos: se ganhardes, ganhareis tudo, e se perderdes, não perdeis nada: apostai, pois, que ele existe sem hesitar” (Pascal, 2005, p. 159-160).

O argumento de Pascal a respeito da existência de Deus pode ser classificado corretamente como
Alternativas
Q3872348 Filosofia
Sobre Aureliano Agostinho (354-430) – Santo Agostinho, julgue as seguintes afirmativas:

I. Em sua obra, Agostinho argumenta em favor da supremacia do espírito sobre o corpo (a matéria).
II. A verdadeira liberdade, para Agostinho, estaria na harmonia das ações humanas com a vontade de Deus e seria obtida pelo caminho ascendente, que vai do mundo exterior dos sentidos ao mundo interior do espírito.
III. Segundo o filósofo, o ser humano que trilha a via do pecado só consegue retornar aos caminhos de Deus e da salvação mediante a combinação de seu esforço pessoal de vontade e a concessão, imprescindível, da graça divina.

São corretas as afirmativas:
Alternativas
Q4176247 Filosofia
A reflexão contemporânea, influenciada pela tradição pós-metafísica e pelas hermenêuticas contextuais latino-americanas, propõe compreender a revelação como processo integral de manifestação e recepção, assumindo a vulnerabilidade humana, a limitação linguística e a metáfora heideggeriana do “pastoreio” como categorias centrais. Nesse sentido, é correto afirmar que essa concepção: 
Alternativas
Q4032599 Filosofia
O diálogo inter-religioso emergiu como imperativo ético e prático no século XX, especialmente após as atrocidades da Segunda Guerra Mundial e o processo de globalização. Diferentes modelos de diálogo foram propostos. A declaração "Nostra Aetate" (1965) do Vaticano II, por exemplo, revolucionou a posição católica ao afirmar que religiões não-cristãs _______________________, mantendo porém a unicidade salvífica de Cristo, posição criticada por teólogos pluralistas como John Hick e Paul Knitter.
Alternativas
Q3986944 Filosofia
Em uma aula de filosofia do ensino médio, o professor aborda os principais conceitos de fé e razão, apresentando os elementos da Patrística e da Escolástica e abordando o pensamento agostiniano e tomista. Um aluno, ao erguer a mão, afirma que “fé e razão não podem se conciliar”.
Com base no pensamento de Agostinho de Hipona, o professor poderia responder corretamente que   
Alternativas
Q3891137 Filosofia
Práticas religiosas afro-brasileiras, como o candomblé e a umbanda, foram perseguidas por séculos no Brasil, associadas ao “crime de feitiçaria” até 1946. Hoje ainda enfrentam ataques a terreiros. Nossos indígenas tiveram seus direitos ancestrais ameaçados com a Lei do Marco Temporal, considerada inconstitucional pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em 2023.
Nesse contexto,
Alternativas
Q3841741 Filosofia
Considere as afirmativas a seguir, relativas à concepção de livre-arbítrio em Santo Agostinho. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Para Santo Agostinho, o livre-arbítrio é condição necessária para que o ser humano seja moralmente responsável por suas ações.
(__)O mal moral, segundo Santo Agostinho, tem origem no uso inadequado do livre-arbítrio pela vontade humana.
(__)Santo Agostinho sustenta que o mal possui existência substancial própria, sendo criado por Deus como princípio oposto ao bem.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: A
4: B
5: B
6: D
7: D
8: D
9: B
10: C
11: C
12: E
13: C
14: C
15: D
16: A
17: B
18: B
19: B
20: A