Questões de Concurso Sobre a experiência do sagrado em filosofia

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Q2335633 Filosofia
Religião e espiritualidade não se confundem. Não existe religião sem espiritualidade, mas existe espiritualidade sem religião. Isso acontece porque espiritualidade é uma:
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Q2064304 Filosofia
“Pois de nenhum modo submeto Deus ao fado, mas concebo que todas as coisas se seguem da natureza de Deus por uma necessidade inevitável, do mesmo modo que todos concebem que, da própria natureza de Deus, segue-se que Deus entende a si mesmo; certamente, ninguém nega que isso se segue necessariamente da natureza divina, e, todavia, ninguém concebe Deus coagido por algum fado, mas sim que ele, ainda que necessariamente, entende a si mesmo com total liberdade.”
ESPINOSA, Bento de. Correspondência entre Espinosa e Oldenburg. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, Carta LXXV.

Assinale a opção que identifica corretamente a concepção espinosana de Deus.

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Q4140241 Filosofia
Assinale a alternativa que representa a seguinte abstração: a experiência de uma potência ou de uma energia sobrenatural que reside no homem, na planta, no vento, na água, no fogo, proporcionando uma vivência humana simbólica e ocasionando diferença entre os seres e o grau de superioridade e poder; portanto, superioridade e poder configurando como algo espantoso, misterioso, desejado ou temido. 
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Q3737967 Filosofia
A Filosofia Medieval se configura como a tentativa de conciliar fé e razão, além de buscar provar a existência de Deus. Muitos foram os filósofos que desenvolveram teorias independente de seu engajamento com a Igreja. Veja abaixo relacionadas algumas teorias, e responda qual alternativa corresponde à sequência de seus autores.


1) Prova Ontológica da existência de Deus


2) Cinco vias para a existência de Deus


3) Teoria da aposta


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Q3737954 Filosofia
"Falarei na presença do meu Deus do ano vigésimo nono da minha idade. Já tinha vindo para Cartago o bispo dos maniqueístas, chamado Fausto, ´grande laço do demônio´, pois seduzia a muitos por meio da sua melífula eloquência. Não obstante ser esta para mim aplaudida. Sabia, contudo, discerni-la das verdades que desejava aprender. Não reparava no vaso do discurso em que as ministrava, mas sim no alimento de ciência que Fausto, tão conceituado entre eles, me apresentava como manjar. Tinha chegado até mim a fama de que era eruditíssimo nas ciências mais prestigiosas e, sobretudo, conhecedor das artes liberais". (AGOSTINHO. As confissões. Tradução de Angelo Ricci. São Paulo: Abril, 1973. p. 92). 


O fragmento acima da obra de Santo Agostinho introduz sua crítica ao maniqueísmo, doutrina que o filósofo de Hipona havia defendido quando jovem, mas que abandonou posteriormente. Um dos aspectos da doutrina maniqueísta que foi objeto da crítica agostiniana foi justamente:
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Q2679729 Filosofia

Ateus não acreditam em afirmações da existência de uma divindade. Defendem que o ônus da prova é sobre aqueles que dizem que há um deus. Existem tipos específicos de ateísmo. A este respeito, relacione as colunas:


1ª Coluna

(I)Ateísmo Positivo.

(II)Ateísmo Negativo.

(III)Ateísmo Implícito.

(IV)Ateísmo Explicito.


2ª Coluna

(__) É aquele no qual o ateísmo existe de modo tácito, por isso, constitui-se na desconsideração da ideia de existência de uma divindade e não na rejeição dessa ideia por algum tipo de conceito.

(__) A crença em divindades é conscientemente rejeitada pelo indivíduo. As causas para tal postura não podem ser apontadas, pois são diferentes para cada ateu.

(__) É fundamentado na postura de negar a existência de divindades. Também conhecido como crítico segue o princípio do ataque à ideia dessa existência por meio da apresentação de argumentos.

(__) O fundamento para não acreditar em divindades é o fato de que não há evidências que provem o contrário. Nessa categoria, basta encontrar evidências para justificar a rejeição à existência de deus e, por vezes, apontá-las, mas não há preocupação em refutar a possibilidade dessa existência.


Assinale a alternativa que corretamente apresenta a associação entre as colunas:

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Q2679723 Filosofia

Existem diversas vertentes do agnosticismo espalhadas pelo mundo. Enquanto algumas pessoas preferem identificar-se apenas como agnósticas, os estudiosos da área conseguiram identificar várias vertentes deste pensamento. A este respeito, relacione as colunas:


1ª Coluna

(I)Agnosticismo Teísta.

(II)Agnosticismo Ateísta.

(III)Agnosticismo Empírico.

(IV)Agnosticismo Apático.

(V)Agnosticismo Modelar.


2ª Coluna

(__) É embasado na ideia de que questões metafísicas e/ou filosóficas não podem ser verificadas nem confirmadas, mas que um modelo maleável pode ser criado com base no pensamento racional. Esta vertente do agnosticismo não se dedica à questão da existência ou inexistência de deuses e do sobrenatural.

(__) É baseado na ideia de que a compreensão e conhecimento do divino não é, até o presente momento, possível. Admite que há a possibilidade do surgimento de novas evidências e provas sobre o assunto.

(__) Baseia-se na ideia de que, independente da impossibilidade de provar a existência ou não existência de algo divino, a existência destes não influenciaria de forma negativa ou positiva a vida dos seres humanos.

(__) É uma vertente voltada especificamente para a questão da existência de divindades, compreende tanto o teísmo (a possibilidade da existência de divindades), quanto o agnosticismo. A pessoa crê na existência de, pelo menos, alguma divindade, mas diz respeito à base dessa proposição como "algo desconhecido ou indecifrável".

(__) Também é voltada para o tema da existência de divindades, engloba tanto o ateísmo quanto o agnosticismo, pois ambos entendem que o conhecimento sobre a existência de alguma divindade é impossível, ou ainda não possuímos meios de conhecer. Porém, sua opinião quanto ao assunto afirmando é que impreterivelmente não existem divindades.


Assinale a alternativa que corretamente apresenta a associação entre as colunas:

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Q2122857 Filosofia
“Descuidados, zombeteiros, violentos ----- assim nos quer a sabedoria: ela é uma mulher, ela ama somente um guerreiro.”----- Assim falou Zaratustra.
1. O que significam ideais ascéticos? ---- para os artistas, nada, ou coisas demais; para os filósofos e eruditos, algo como instinto e faro para as condições propícias a uma elevada espiritualidade...

Friedrich Nietzsche. Genealogia da moral. (com adaptações)

A partir dos fragmentos de texto precedentes, julgue o item seguinte.


A evocação de uma “elevada espiritualidade” feita por Nietzsche condiz com sua valorização do cristianismo.

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Q2122846 Filosofia
        Pensais vós que, mesmo quando não prestamos atenção à significação das palavras e ouvimos tão somente o seu som, a ideia desse som, formada em nosso pensamento, seja alguma coisa de semelhante ao objeto que é sua causa? Um homem abre a boca, move a língua, solta sua respiração: nada vejo em todas essas ações que não seja muito diferente da ideia do som que elas nos fazem imaginar.
Descartes. O mundo ou o tratado da luz

A partir do fragmento de texto precedente, julgue o item subsequente.


O pensamento cartesiano afirma que o corpo e a alma são coisas distintas, situando as ideias na alma.

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Q2113780 Filosofia
A grandeza do conhecimento
A racionalidade nos torna humanos e superiores aos outros seres. Pascal afirma que o homem é frágil, um grão de matéria no universo, mas esse “quase nada” pensa, raciocina, conhece. “O pensamento faz a grandeza do homem”. O homem não passa de um caniço, o mais fraco da natureza, mas é um caniço pensante. Não é preciso que o universo inteiro se arme para esmagá-lo: um vapor, uma gota de água, bastam para matá-lo. Mas, mesmo que o universo o esmagasse, o homem seria ainda mais nobre do que quem o mata, porque sabe que morre e a vantagem que o universo tem sobre ele; o universo desconhece tudo isso.
(A condição humana segundo Pascal – Revista Cult.)
O pensamento de Blaise Pascal é uma das obras genialmente representativas da transformação da ideia do homem ocidental no limiar da idade moderna. Podemos afirmar que Pascal, em sua teoria:
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Q2102230 Filosofia
A proposta filosófica de Spinoza não priorizava a elaboração de uma metodologia capaz de servir de guia para o conhecimento teórico-abstrato, mas a busca da verdade capaz de dar sentido à:
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Q1919711 Filosofia

Considere a frase seguinte e assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.

A afirmação básica da ______ clássica aristotélica é que todas as coisas tendem para um bem qualquer e que o fim de uma coisa é o bem que lhe é próprio.

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Q4114112 Filosofia

A identificação do agnosticismo com o ceticismo filosófico, de um lado, e com o ateísmo religioso, de outro, deu ao adjetivo "agnóstico".



(I)Ateísmo.


(II)Agnosticismo.


(III)Ceticismo.


(IV)Materialismo.



Enumere as lacunas abaixo identificando as descrições com suas vertentes.


(__)Emana de uma fonte profundamente racionalista, isto é, da atitude intelectual que considera a razão o único meio de conhecimento suficiente, e o único aplicável, pois só o conhecimento por ela proporcionado satisfaz as exigências requeridas para a construção de uma ciência rigorosa.


(__)Não se limita a negar a possibilidade do conhecimento metafísico ou religioso, mas também a de tudo aquilo que vá além da experiência imediata. Assim, pelo menos em seu grau extremo, não é compatível com a ciência positiva.


(__)Nega radicalmente a existência desse ser supremo.


(__)É uma corrente que acredita nas circunstâncias concretas e materiais como principal meio de explicação da realidade e seus fenômenos sociais, históricos e mentais.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:

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Q2030725 Filosofia
O filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard, conhecido na história da filosofia como “pai do existencialismo”, é reconhecidamente um dos pensadores mais importantes do século XIX. Uma das suas mais conhecidas teorias é aquela dos três estádios ou etapas da existência humana. Esses estádios são
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Q2012456 Filosofia
Como metáfora, o conceito de tábula rasa foi utilizado por Aristóteles (em oposição a Platão) e difundido principalmente por Alexandre de Afrodísias, para indicar uma condição em que a consciência é desprovida de qualquer conhecimento inato — tal como uma folha em branco, a ser preenchida. Esta ideia continuou a ser desenvolvida pela filosofia da Grécia Antiga; a epistemologia da escola estoica enfatiza que a mente inicia vazia, mas adquire conhecimento à medida que o mundo exterior impressiona.
Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%A1bula_rasa
Na modernidade, opondo-se ao racionalismo cartesiano, um novo filósofo negou a possibilidade de termos nascido com esquemas mentais que nos dão informações sobre o mundo. Em vez disso, defendeu a ideia de que o conhecimento é criado através da experiência, com a sucessão de eventos que vivemos, o que deixa um resíduo em nossas memórias.
O ser humano é como uma entidade que existe sem nada em mente, uma tabula rasa em que não há nada escrito.
Indique abaixo o filósofo e a ideia que ele defendia, respectivamente:
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Q2008295 Filosofia
             O sagrado e o profano, do pensador romeno Mircea Eliade (1907-1986), resume o essencial da investigação do notável estudioso. Eliade não se deixa impressionar pela secularização promovida pela Época Moderna Ocidental, convencido que está de que muitas das atitudes dos modernos encontram sua explicação última na religiosidade do homem. O livro estuda a experiência religiosa, detendo-se no exame da construção das ideias de espaço e tempo e, finalmente, da vivência religiosa propriamente dita. Na conclusão examina especificamente o tema do sagrado e do profano no mundo moderno. Internet:

<http://www.institutodehumanidades.com.br>. 

Quanto às relações entre o sagrado e o profano no contexto das construções míticas e dos processos de secularização, julgue o item.


As festas de passagem do ano, muitas voltadas para a questão da purificação, mostram que o caráter cíclico do tempo mítico se mantém na sociedade ocidental moderna, a despeito de todo o processo de secularização.

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Q2008294 Filosofia
             O sagrado e o profano, do pensador romeno Mircea Eliade (1907-1986), resume o essencial da investigação do notável estudioso. Eliade não se deixa impressionar pela secularização promovida pela Época Moderna Ocidental, convencido que está de que muitas das atitudes dos modernos encontram sua explicação última na religiosidade do homem. O livro estuda a experiência religiosa, detendo-se no exame da construção das ideias de espaço e tempo e, finalmente, da vivência religiosa propriamente dita. Na conclusão examina especificamente o tema do sagrado e do profano no mundo moderno. Internet:

<http://www.institutodehumanidades.com.br>. 

Quanto às relações entre o sagrado e o profano no contexto das construções míticas e dos processos de secularização, julgue o item.


Um exemplo de secularização do mundo é a noção da casa como “máquina de morar”.

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Q2008293 Filosofia
             O sagrado e o profano, do pensador romeno Mircea Eliade (1907-1986), resume o essencial da investigação do notável estudioso. Eliade não se deixa impressionar pela secularização promovida pela Época Moderna Ocidental, convencido que está de que muitas das atitudes dos modernos encontram sua explicação última na religiosidade do homem. O livro estuda a experiência religiosa, detendo-se no exame da construção das ideias de espaço e tempo e, finalmente, da vivência religiosa propriamente dita. Na conclusão examina especificamente o tema do sagrado e do profano no mundo moderno. Internet:

<http://www.institutodehumanidades.com.br>. 

Quanto às relações entre o sagrado e o profano no contexto das construções míticas e dos processos de secularização, julgue o item.


As diferenças entre a dimensão mítica e a dimensão profana se dão até mesmo nas estruturas  espaço-temporais segundo as quais o mundo é organizado. 

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Q2004422 Filosofia
Várias formulações sobre a existência de Deus foram constituídas ao longo da história da filosofia. Dentre muitas, surge o argumento da aposta, em que temos que decidir se Deus existe ou não. Assim, vencendo a aposta (digamos que Deus exista), ganha-se tudo; perdendo (digamos que Deus não exista), não se perde nada. Assim, é sempre melhor apostar que Deus existe sem hesitar.
Que filósofo é autor do argumento da aposta?
Alternativas
Q1950934 Filosofia
Na obra Fundamentação da metafísica dos costumes (KANT, I. Fundamentação da Metafísica dos Costumes. Tradução de Paulo Quintela, Lisboa, Portugal: Edições 70, LDA, 2007. p. 59-61), Kant apresenta três formulações para o imperativo categórico. Assinale a alternativa que as relaciona corretamente.
Alternativas
Respostas
61: B
62: D
63: A
64: C
65: A
66: B
67: C
68: E
69: C
70: B
71: E
72: D
73: D
74: C
75: E
76: E
77: C
78: C
79: D
80: A