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Q916054 Português

                       Mudanças, Empregabilidade e Felicidade


      Ao longo destes últimos anos, vários conceitos bombardearam o cenário da área do trabalho. Tecnologias milagrosas de gestão, teorias acadêmicas de última geração, “perfumarias” de toda a espécie transitaram livremente pelas livrarias nos convidando a uma leitura, no mínimo, obrigatória. Porém, um dos postulados, que durante anos foi a tônica de muitas posições gerenciais “bem-sucedidas”, dizia que “time que está ganhando não se mexe”.

      A administração moderna questiona essa afirmação, em que pese o fato de que vivemos em um mundo de mudanças constantes e inovações cada vez mais aceleradas. Dessa forma, um dos principais desafios do verdadeiro profissional será, justamente, gerenciar as variáveis decorrentes desses novos cenários.

      As transformações estão ocorrendo em várias frentes. Alterações significativas são vistas, por exemplo, nos meios social, educacional, político, econômico, empresarial, pessoal etc. Portanto, quando falamos em mudanças, devemos compreender que elas estão acontecendo em vários segmentos, em diversos pontos e de diferentes formas, mas a uma velocidade cada vez mais rápida.

      Essas mudanças possuem caracteres e resultados irreversíveis. Procedimentos e posturas que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro e bem diferente.

      Os vários sistemas administrativos já foram muito explorados sob a ótica da eficiência. Embora importante, a eficiência por si só é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais. O que encerra essa ideia é um posicionamento muito voltado para a correta alocação de recursos, porém focado para dentro da empresa, da divisão, do departamento, do setor etc...mas não necessariamente sob a ótica do mercado.

      Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o “cliente”. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.

      (....)

      A nossa relação profissional também vem passando por uma transição. É cada vez mais importante cuidar de nossa carreira com atenção, planejamento e carinho, como se fosse um “negócio” próprio, ou seja, temos de aprender que o mundo atual nos convida para que sejamos empregáveis, e ser empregável nada mais é do que reunir permanentemente as competências necessárias para atender às contínuas exigências do mercado de trabalho.

      Hoje, é posição, praticamente, comum afirmar que o verdadeiro diferencial está apoiado nas competências e no contínuo desenvolvimento das pessoas. Esta é a nova regra do jogo. Segundo estudos já realizados, na virada do século, não existirão mais as relações formais de trabalho como hoje ainda praticamos e conhecemos. A maioria de nós será prestadores de serviços. A própria Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) tende a desaparecer.

      Se estas previsões são oriundas de profetas de plantão ou de consultores revolucionários, somente o tempo irá confirmar. O certo, entretanto, é que o telefone celular já foi um sonho, a Internet era algo pouco admissível anos atrás e o próprio cinema foi visto com desconfiança por alguns.

      Mudanças ainda maiores estão por acontecer. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para aceitá-la, sem dúvida, já é um começo. Sem dúvida já é uma mudança.

      Mexa-se! Aprenda a conviver com estes novos tempos; acredite; lute e, acima de tudo, seja feliz.

Roberto de Oliveira Loureiro, http ://www.guiarh.com.br/v57.htm (Com recortes e adaptações)

Observando as informações apresentadas no 1° parágrafo percebe-se
Alternativas
Q916053 Português

                       Mudanças, Empregabilidade e Felicidade


      Ao longo destes últimos anos, vários conceitos bombardearam o cenário da área do trabalho. Tecnologias milagrosas de gestão, teorias acadêmicas de última geração, “perfumarias” de toda a espécie transitaram livremente pelas livrarias nos convidando a uma leitura, no mínimo, obrigatória. Porém, um dos postulados, que durante anos foi a tônica de muitas posições gerenciais “bem-sucedidas”, dizia que “time que está ganhando não se mexe”.

      A administração moderna questiona essa afirmação, em que pese o fato de que vivemos em um mundo de mudanças constantes e inovações cada vez mais aceleradas. Dessa forma, um dos principais desafios do verdadeiro profissional será, justamente, gerenciar as variáveis decorrentes desses novos cenários.

      As transformações estão ocorrendo em várias frentes. Alterações significativas são vistas, por exemplo, nos meios social, educacional, político, econômico, empresarial, pessoal etc. Portanto, quando falamos em mudanças, devemos compreender que elas estão acontecendo em vários segmentos, em diversos pontos e de diferentes formas, mas a uma velocidade cada vez mais rápida.

      Essas mudanças possuem caracteres e resultados irreversíveis. Procedimentos e posturas que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro e bem diferente.

      Os vários sistemas administrativos já foram muito explorados sob a ótica da eficiência. Embora importante, a eficiência por si só é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais. O que encerra essa ideia é um posicionamento muito voltado para a correta alocação de recursos, porém focado para dentro da empresa, da divisão, do departamento, do setor etc...mas não necessariamente sob a ótica do mercado.

      Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o “cliente”. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.

      (....)

      A nossa relação profissional também vem passando por uma transição. É cada vez mais importante cuidar de nossa carreira com atenção, planejamento e carinho, como se fosse um “negócio” próprio, ou seja, temos de aprender que o mundo atual nos convida para que sejamos empregáveis, e ser empregável nada mais é do que reunir permanentemente as competências necessárias para atender às contínuas exigências do mercado de trabalho.

      Hoje, é posição, praticamente, comum afirmar que o verdadeiro diferencial está apoiado nas competências e no contínuo desenvolvimento das pessoas. Esta é a nova regra do jogo. Segundo estudos já realizados, na virada do século, não existirão mais as relações formais de trabalho como hoje ainda praticamos e conhecemos. A maioria de nós será prestadores de serviços. A própria Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) tende a desaparecer.

      Se estas previsões são oriundas de profetas de plantão ou de consultores revolucionários, somente o tempo irá confirmar. O certo, entretanto, é que o telefone celular já foi um sonho, a Internet era algo pouco admissível anos atrás e o próprio cinema foi visto com desconfiança por alguns.

      Mudanças ainda maiores estão por acontecer. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para aceitá-la, sem dúvida, já é um começo. Sem dúvida já é uma mudança.

      Mexa-se! Aprenda a conviver com estes novos tempos; acredite; lute e, acima de tudo, seja feliz.

Roberto de Oliveira Loureiro, http ://www.guiarh.com.br/v57.htm (Com recortes e adaptações)

Segundo as pistas do texto, o perfil do profissional atual se resume em ter
Alternativas
Q916052 Português

                       Mudanças, Empregabilidade e Felicidade


      Ao longo destes últimos anos, vários conceitos bombardearam o cenário da área do trabalho. Tecnologias milagrosas de gestão, teorias acadêmicas de última geração, “perfumarias” de toda a espécie transitaram livremente pelas livrarias nos convidando a uma leitura, no mínimo, obrigatória. Porém, um dos postulados, que durante anos foi a tônica de muitas posições gerenciais “bem-sucedidas”, dizia que “time que está ganhando não se mexe”.

      A administração moderna questiona essa afirmação, em que pese o fato de que vivemos em um mundo de mudanças constantes e inovações cada vez mais aceleradas. Dessa forma, um dos principais desafios do verdadeiro profissional será, justamente, gerenciar as variáveis decorrentes desses novos cenários.

      As transformações estão ocorrendo em várias frentes. Alterações significativas são vistas, por exemplo, nos meios social, educacional, político, econômico, empresarial, pessoal etc. Portanto, quando falamos em mudanças, devemos compreender que elas estão acontecendo em vários segmentos, em diversos pontos e de diferentes formas, mas a uma velocidade cada vez mais rápida.

      Essas mudanças possuem caracteres e resultados irreversíveis. Procedimentos e posturas que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro e bem diferente.

      Os vários sistemas administrativos já foram muito explorados sob a ótica da eficiência. Embora importante, a eficiência por si só é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais. O que encerra essa ideia é um posicionamento muito voltado para a correta alocação de recursos, porém focado para dentro da empresa, da divisão, do departamento, do setor etc...mas não necessariamente sob a ótica do mercado.

      Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o “cliente”. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.

      (....)

      A nossa relação profissional também vem passando por uma transição. É cada vez mais importante cuidar de nossa carreira com atenção, planejamento e carinho, como se fosse um “negócio” próprio, ou seja, temos de aprender que o mundo atual nos convida para que sejamos empregáveis, e ser empregável nada mais é do que reunir permanentemente as competências necessárias para atender às contínuas exigências do mercado de trabalho.

      Hoje, é posição, praticamente, comum afirmar que o verdadeiro diferencial está apoiado nas competências e no contínuo desenvolvimento das pessoas. Esta é a nova regra do jogo. Segundo estudos já realizados, na virada do século, não existirão mais as relações formais de trabalho como hoje ainda praticamos e conhecemos. A maioria de nós será prestadores de serviços. A própria Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) tende a desaparecer.

      Se estas previsões são oriundas de profetas de plantão ou de consultores revolucionários, somente o tempo irá confirmar. O certo, entretanto, é que o telefone celular já foi um sonho, a Internet era algo pouco admissível anos atrás e o próprio cinema foi visto com desconfiança por alguns.

      Mudanças ainda maiores estão por acontecer. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para aceitá-la, sem dúvida, já é um começo. Sem dúvida já é uma mudança.

      Mexa-se! Aprenda a conviver com estes novos tempos; acredite; lute e, acima de tudo, seja feliz.

Roberto de Oliveira Loureiro, http ://www.guiarh.com.br/v57.htm (Com recortes e adaptações)

Tendo em vista as idéias do texto verifica-se
Alternativas
Q667649 Medicina
O procedimento cirúrgico descrito por ELMSLIE-TRILLAT para correção de instabilidade patelo-femoral corresponde
Alternativas
Q667648 Medicina
O cisto meniscal está associado mais comumente a lesões degenerativas do menisco lateral na região
Alternativas
Q667647 Medicina
Na síndrome compartimental da perna, a parestesia da região dorso lateral do pé indica que o compartimento acometido é o
Alternativas
Q667646 Medicina
Na fratura-luxação de MONTEGGIA em criança, o tipo que, segundo a classificação de BADO, é o mais frequente é o
Alternativas
Q667645 Medicina

Considere a figura abaixo como sendo o exame radiografico do cotovelo.

Imagem associada para resolução da questão

Esta é a incidência de

Alternativas
Q667644 Medicina
Na fratura do colo do fêmur na criança, o tipo de DELBET & COLONNA que ocorre com maior frequencia é o
Alternativas
Q667643 Medicina
Quanto ao suprimento vascular, o acesso mais seguro à articulação interfalangeana distal dos dedos da mão é
Alternativas
Q667642 Medicina
Na instabilidade segmentar intercalada dorsal do carpo (DISI), os ângulos escafossemilunar e capitatossemilunar, no plano sagital, estão, respectivamente,
Alternativas
Q667641 Medicina
Na epífise proximal da tíbia, a fratura de SEGOND corresponde à avulsão
Alternativas
Q667640 Medicina
Na fratura diafisária do fêmur, é contraindicação relativa para utilização de haste intramedular retrógrada a vigência de
Alternativas
Q667639 Medicina

Considere a figura abaixo como sendo uma tomografia computadorizada do calcâneo, onde a seta preta mostra uma fratura articular e a seta branca mostra uma fratura extra-articular.

Imagem associada para resolução da questão

A fratura mostrada é classificada, segundo SANDERS, como sendo do tipo

Alternativas
Q667638 Medicina
Na fratura do tálus do tipo III de HAWKINS, o corpo do tálus está comumente desviado no sentido
Alternativas
Q667637 Medicina
Na fratura do tornozelo causada por supinação-rotação externa, o estágio III corresponde à
Alternativas
Q667636 Medicina
A fratura exposta segmentar da tíbia, com 4cm de extensão da ferida após o desbridamento, é classificada segundo GUSTILO & ANDERSON como do tipo
Alternativas
Q667635 Medicina
O suprimento vascular intraósseo da patela penetra no osso, através
Alternativas
Q667634 Medicina
Na fratura intercondilar do fêmur no adulto, o desvio rotacional dos côndilos é produzido por ação do músculo
Alternativas
Q667633 Medicina
A fratura trocantérica classificada pela Orthopaedic Trauma Association como sendo do tipo 31 A3.1 corresponde ao tipo TRONZO
Alternativas
Respostas
1221: C
1222: C
1223: A
1224: D
1225: C
1226: D
1227: A
1228: A
1229: B
1230: A
1231: C
1232: A
1233: C
1234: B
1235: D
1236: C
1237: C
1238: D
1239: A
1240: D