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Q3898370 Noções de Informática
Uma das funções do armazenamento de cache do navegador em ambiente local, ou seja, na máquina do usuário que está acessando a internet, é a de
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Q3898368 Noções de Informática
O MS-Word 2016 tem algumas funcionalidades para organização interna de documentos, sendo Índice e Sumário dois exemplos delas.
Acerca dessas duas funcionalidades e considerando a configuração padrão do MS-Word 2016, assinale a alternativa correta.
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Q3898365 Raciocínio Lógico
Suponha verdadeira a seguinte sentença:
Se Celso for promovido em seu atual trabalho ou não tiver qualquer imprevisto financeiro, então Celso convidará sua noiva para viajar.

Sabendo que Celso não foi promovido em seu atual trabalho e não convidou sua noiva para viajar, é correto concluir, logicamente, que
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Q3898364 Matemática
Uma indenização de R$ 90.000,00 seria, inicialmente, dividida entre Mara e Vilma em partes proporcionais a 2 e 3, respectivamente, mas, depois de alguns questionamentos, decidiu-se fazer essa divisão em partes proporcionais a 4 e 5, respectivamente.
De acordo com a segunda divisão, que efetivamente se deu, em comparação com o que teria recebido na divisão inicial, Vilma recebeu um valor menor em
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Q3898363 Física
Durante um teste balístico, um projétil foi disparado com certa energia inicial E0 contra dois obstáculos subsequentes. Depois de passar pelo primeiro obstáculo, o projétil perdeu parte da energia e passou a ter energia E1 , que, comparada a E0 , é 1/3 menor. Depois de passar pelo segundo obstáculo, o projétil perdeu parte da energia e passou a ter energia E2 , que, comparada a E1 , é 1/12 menor.
Supondo que nenhum outro fator, senão os obstáculos, interferiu na energia do projétil, é correto afirmar que E2 corresponde, de E0 , a
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Q3898361 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.
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Q3898360 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o acréscimo de vírgulas ao trecho original foi feito em conformidade com a norma-padrão de emprego desse sinal de pontuação.
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Q3898359 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:

•  Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica... (1º parágrafo)
•  Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível... (4º parágrafo)


É correto afirmar que as expressões destacadas foram empregadas para
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Q3898358 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
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Q3898357 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Em relação às earworms, é correto afirmar que o autor
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Q3898354 Música
O timbre é a qualidade sonora que distingue uma fonte sonora. É determinado, entre outros fatores, pela intensidade dos harmônicos que acompanham o som fundamental. Assinale a alternativa que indica corretamente os grupos de harmônicos mais intensamente presentes em sons emitidos por um oboé e uma trompa. 
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Q3898353 Música
Sobre as extensões dos instrumentos do naipe das madeiras, é correto afirmar que
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Q3898352 Educação Artística
Assinale a alternativa que indica correta e respectivamente apenas obras compostas pelos seguintes compositores: 

I. Guillaume de Machaut; II. Ludwig van Beethoven; III. Johann Sebastian Bach; IV. Piotr Ilitch Tchaikovsky; V. Richard Wagner.
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Q3898350 Música
Assinale a alternativa que indica corretamente, em âmbito orquestral, o instrumento que, apesar de ser atualmente construído em metal, pertence ao naipe das madeiras.
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Q3898347 Educação Artística
Compositor paulista nascido em Santos na primeira metade do século 20, integrou o Movimento Música Nova nas décadas de 1960 e 1970 e criou e dirigiu o Festival Música Nova. Uma de suas obras mais conhecidas é o Moteto em Ré menor, baseado no poema concreto “Beba Coca-Cola”, de Décio Pignatari. Trata-se de 
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Q3898345 Educação Artística
Assinale a alternativa que identifica corretamente o gênero musical surgido entre os séculos 13 e 14 e que, transformando-se ao longo dos séculos, caracteriza-se basicamente pela manipulação e exploração das possibilidades musicais a partir do texto verbal. Na Idade Média, era possível a presença de até três textos diferentes, em línguas distintas e de naturezas também diversas (sacro, profano e mesmo erótico).
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Q3898343 Música
Assinale a alternativa que identifica corretamente todos os tons vizinhos que compõem o campo harmônico da tonalidade de Si menor.
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Q3898342 Música
Assinale a alternativa que identifica corretamente o modo resultante ao se inverter a estrutura intervalar do modo Jônio.
Alternativas
Q3898337 Música
Quando ouvimos um som, percebemos os parâmetros físicos de frequência e amplitude da onda, respectivamente, como:
Alternativas
Q3898332 Música
Assinale a alternativa correta sobre instrumentos transpositores e suas respectivas transposições.
Alternativas
Respostas
1381: B
1382: C
1383: E
1384: E
1385: C
1386: D
1387: A
1388: B
1389: E
1390: C
1391: E
1392: A
1393: C
1394: D
1395: C
1396: B
1397: D
1398: C
1399: D
1400: E