Questões de Vestibular

Foram encontradas 75.567 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4103038 Legislação Federal
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM), autarquia federal vinculadaao Ministério da Educação (MEC), foi criado nos termos da Lei nº 11.892/2008. Inserido na RedeFederalde Educação Profissional, Científica e Tecnológica, o IFAM possui atribuições específicas emseuescopode atuação. De acordo com o referido diploma legal, constitui uma das finalidades e característicasdosInstitutos Federais:
Alternativas
Q4103037 Português
O dicionário Michaelis assevera que concordância é o “processo linguístico emque ocorre flexão de pessoa, gênero e número entre termos relacionados sintaticamente”. A partir dessa concepção, assinale a alternativa em que a concordância verbal atende plenamente à norma-padrão.
Alternativas
Q4103036 Português
No que tange à classificação dos elementos sintáticos, em “Convém aos candidatos mais experientes a leitura atenta do edital”, a expressão destacada exerce a mesma função sintática que o termosublinhadoem:
Alternativas
Q4103035 Português
De acordo com Cegalla (1989, p. 324), oração subordinada pode funcionar para outra oração como “termo e completa-lhe ou amplia-lhe o sentido”. Tomando como base essa ideia, assinale a alternativa em que a relação sintático-semântica estabelecida pela oração subordinada está adequadamente analisada.
Alternativas
Q4103034 Português
Observe o trecho:
"Se o Estado não garantir condições mínimas de funcionamento às escolas públicas, dificilmentequalquer política curricular surtirá efeito, pois faltará o suporte material indispensável."

Deseja-se reescrever o período preservando o sentido original e mantendo adequadamente as relaçõesdecondição e consequência. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4103033 Português
TEXTO I


O padeiro


         Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

         Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

         - Não é ninguém, é o padeiro!

         Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

         "Então você não é ninguém?"

        Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

        Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

         Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

        E assobiava pelas escadas.


Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
Recursos estilísticos são frequentemente utilizados por escritores para aprimorar o ritmodeumtexto,tornar a comunicação mais expressiva ou persuasiva, além de transmitir significado e provocarumaresposta emocional do leitor. Essas ferramentas linguísticas e semióticas alteramo sentido literal dotextoe o levam para além do óbvio. Considerando isso, identifique o trecho em que o autor faz usodessetipode recurso.
Alternativas
Q4103032 Português
TEXTO I


O padeiro


         Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

         Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

         - Não é ninguém, é o padeiro!

         Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

         "Então você não é ninguém?"

        Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

        Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

         Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

        E assobiava pelas escadas.


Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
O período “Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo  [...]” é composto por:
Alternativas
Q4103031 Português
TEXTO I


O padeiro


         Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

         Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

         - Não é ninguém, é o padeiro!

         Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

         "Então você não é ninguém?"

        Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

        Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

         Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

        E assobiava pelas escadas.


Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
“Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.” O termo grifado refere-se:
Alternativas
Q4038102 Física
Um resistor ôhmico é submetido a uma diferença de potencial de 4 V. Isso faz com que o resistor seja percorrido por uma corrente de 10 A. Para que a corrente elétrica conduzida por esse resistor aumente em 50%, a diferença de potencial deverá 
Alternativas
Q4038101 Física
A figura mostra um palito de fósforo paralelo à superfície refletora de um espelho plano e a 8 cm dessa superfície.


Imagem associada para resolução da questão


A partir dessa posição, foram realizados dois experimentos, nos quais o espelho permaneceu fixo. No experimento 1, o palito de fósforo foi afastado do espelho em 2 cm e mantido paralelo à superfície refletora do espelho. Nessa situação, determinou-se a distância da imagem do palito ao espelho. No experimento 2, partindo da disposição original mostrada na figura, o palito de fósforo foi aproximado em 1 cm e mantido paralelo à superfície refletora do espelho. Novamente, determinou-se a distância da imagem do palito ao espelho. A distância entre a posição da imagem obtida no experimento 1 e a posição da imagem obtida no experimento 2, é, em módulo, igual a
Alternativas
Q4038100 Física
Ao nível do mar, o calor latente de vaporização da água é igual a 540 cal/g. Isso significa que 1 g de água líquida, na temperatura de ebulição, transforma-se em vapor de água nessa mesma temperatura ao absorver uma quantidade de calor igual a 540 cal. Nessas condições, para que 250 g de água líquida sejam transformados em vapor de água, são necessárias 
Alternativas
Q4038099 Física
Um sistema de vasos comunicantes apresenta-se, inicialmente, sem líquido em seu interior, como mostra a figura.


Imagem associada para resolução da questão


Promove-se a entrada de líquido pela abertura existente no sistema. Após o líquido tomar completamente a câmara que une os vasos e preencher parte de cada um desses vasos, o fluxo é interrompido e a abertura é tampada. Quando o sistema entrar em equilíbrio, a disposição do líquido nos vasos corresponderá a:
Alternativas
Q4038098 Física
Quando um corpo está a determinada altura do chão, devido ao campo gravitacional gerado pelo planeta Terra, ele acumula a energia potencial gravitacional de 100 J. Se esse corpo tiver sua altura duplicada, essa energia terá o valor de
Alternativas
Q4038097 Física
Um rapaz corre com velocidade constante de 2 m/s. Ao longo de 10 minutos, a distância percorrida por ele será de 
Alternativas
Q4038096 Biologia
O dimorfismo sexual corresponde às diferenças físicas entre machos e fêmeas de uma mesma espécie. Tais diferenças manifestam-se na coloração, no tamanho e na forma do corpo ou, ainda, na presença de estruturas específicas em apenas um dos sexos. Um grupo de animais em que machos apresentam características ornamentais visíveis, acentuando a diferença entre machos e fêmeas, é o grupo
Alternativas
Q4038095 Biologia
A figura mostra um dos organismos mais estudados pela microbiologia. Ele possui uma estrutura complexa, semelhante a uma “nave espacial” ou a um “robô”, composta por uma cabeça icosaédrica e uma cauda contrátil com fibras para fixação.


Imagem associada para resolução da questão


Esse tipo de microrganismo 
Alternativas
Q4038094 Biologia
As angiospermas constituem o único grupo de plantas capaz de produzir frutos, que são estruturas representativas de um importante sucesso evolutivo. Os frutos se desenvolvem a partir do ovário e contribuem para a dispersão da espécie no ambiente, aumentando suas chances de sobrevivência e propagação. Além disso, a existência de frutos também possibilitou a
Alternativas
Q4038093 Biologia
A salga de alguns tipos de carne é uma prática humana antiga, ainda utilizada em determinadas comunidades onde há ausência ou limitação de refrigeradores. O sal atua na conservação do alimento porque cria um ambiente desfavorável ao desenvolvimento de organismos decompositores, que não conseguem sobreviver ou se multiplicar nessas condições, retardando o processo de deterioração da carne. Esse ambiente é desfavorável porque faz com que esses organismos
Alternativas
Q4038092 Medicina
A palavra “asfixia” vem do grego e significa “interrupção do pulso”. De acordo com essa tradução, toda morte seria uma asfixia, o que é verdade, pois o óbito se caracteriza por uma parada prolongada do coração que leva à morte das células cerebrais por falta de gás _________, seguida de um edema no cérebro que, mesmo se o coração voltasse a funcionar, impediria que o sangue circulasse na cavidade craniana e irrigasse o cérebro devido ao espaço significativo então ocupado por este.
(Philippe Boxho. Os mortos também falam, 2025. Adaptado.)

A lacuna do texto é preenchida por:
Alternativas
Q4038091 Meio Ambiente
Atualmente, o buraco na camada de ozônio ainda existe. Ele se forma todos os anos sobre a Antártida, durante a primavera, e se fecha novamente no verão, quando o ar estratosférico das latitudes mais baixas se mistura, permanecendo assim até a primavera seguinte, quando o ciclo recomeça. Mas existem evidências de que o buraco está começando a desaparecer, recuperando-se mais ou menos conforme o esperado, segundo Solomon. Avaliações científicas indicam que a camada de ozônio deve retornar aos níveis anteriores a 1980 em meados do século 21.
(www.bbc.com, 16.05.2022. Adaptado.)

A camada de ozônio da estratosfera, mencionada no excerto, filtra a radiação ultravioleta emitida pelo Sol. A destruição dessa camada relaciona-se diretamente
Alternativas
Respostas
441: D
442: A
443: A
444: A
445: A
446: E
447: C
448: E
449: B
450: C
451: A
452: B
453: D
454: C
455: D
456: B
457: E
458: B
459: A
460: C