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Q4038062 Português
Quando me vieram chamar, nem acreditei:

— É Zuzézinho! Está caindo do prédio.

E as gentes, em volta, se depressavam para o sucedido. Me juntei às correrias, a pergunta zaranzeando: o homem estava caindo? Aquele gerúndio era um desmando nas graves leis da gravidade: quem cai, já caiu.

Enquanto corria, meu coração se constringia. Antevia meu velho amigo estatelado na calçada. [...]

Me aproximava do prédio e já me aranhava na multidão. Coisa de inacreditar: olhavam todos para cima. Quando fitei os céus, ainda mais me perturbei: lá estava, pairando como águia real, o Zuzé Neto. O próprio José Antunes Marques Neto, em artes de aero-anjo. Estava caindo? Se sim, vinha mais lento que o planar do planeta pelos céus.

(Mia Couto. O fio das missangas, 2004.)
O trecho do texto se caracteriza como 
Alternativas
Q4038061 Português


Imagem associada para resolução da questão





Na tira, as férias se apresentam como 

Alternativas
Q4038060 Português
IA permite viajar sem sair do sofá
e ainda matar amigos de inveja


   Basta rolar o feed por alguns minutos. Nas redes sociais, surgem fotos de amigos ou influenciadores em cenários típicos de férias perfeitas: alguém aos pés da Torre Eiffel, em Paris, outro numa praia de águas azuis do Caribe ou de algum paraíso nordestino, sem falar no semblante de encantamento diante do castelo da Disney, nos Estados Unidos da América (EUA). Na era da tecnologia, não é preciso ser nenhum privilegiado para compartilhar frequentemente fotos assim nas redes. Aplicativos de inteligência artificial (IA) fazem sucesso produzindo imagens de pessoas em cenários nos quais elas nunca pisaram, confundindo muita gente.
     A primeira febre de manipulação de fotos com IA foi a aplicação de filtros no estilo de animação, seguida de retratos de infância recriados em novos cenários. Agora, a onda é compartilhar imagens simulando cenas de turismo, muitas vezes sem qualquer indicação de que foram geradas artificialmente. Os recursos estão em aplicativos que também usam a IA para simular ensaios fotográficos de aniversário nunca comemorados ou fotos em ambiente corporativo (geralmente com aquele figurino de executivo e cara de conteúdo) para compor perfis profissionais nas redes.
      Para o antropólogo David Nemer, o uso de IA com esse objetivo diz muito mais sobre a cultura digital contemporânea no mundo do que sobre “falsidade”. Ele recorre ao conceito atual de economia da performance, em que a visibilidade digital funciona como capital simbólico. A imagem atrai, mas não é registro: vira status e narrativa pessoal, numa lógica que já existia com filtros e programas de edição de fotos.
      “O valor não está no que você viveu, mas no que você consegue mostrar”, diz o antropólogo. “E ainda reforça desigualdades, porque quem já tem mais repertório digital, literacia tecnológica e familiaridade com IA consegue manipular melhor essas ferramentas e construir imagens mais ‘críveis’, enquanto outros ficam excluídos ou vulneráveis a julgamentos morais”.


(Carolina Nalin. O Globo, 07.12.2025. Adaptado.)
No primeiro parágrafo, o termo “feed” está destacado em itálico por se tratar de uma palavra 
Alternativas
Q4038059 Português
IA permite viajar sem sair do sofá
e ainda matar amigos de inveja


   Basta rolar o feed por alguns minutos. Nas redes sociais, surgem fotos de amigos ou influenciadores em cenários típicos de férias perfeitas: alguém aos pés da Torre Eiffel, em Paris, outro numa praia de águas azuis do Caribe ou de algum paraíso nordestino, sem falar no semblante de encantamento diante do castelo da Disney, nos Estados Unidos da América (EUA). Na era da tecnologia, não é preciso ser nenhum privilegiado para compartilhar frequentemente fotos assim nas redes. Aplicativos de inteligência artificial (IA) fazem sucesso produzindo imagens de pessoas em cenários nos quais elas nunca pisaram, confundindo muita gente.
     A primeira febre de manipulação de fotos com IA foi a aplicação de filtros no estilo de animação, seguida de retratos de infância recriados em novos cenários. Agora, a onda é compartilhar imagens simulando cenas de turismo, muitas vezes sem qualquer indicação de que foram geradas artificialmente. Os recursos estão em aplicativos que também usam a IA para simular ensaios fotográficos de aniversário nunca comemorados ou fotos em ambiente corporativo (geralmente com aquele figurino de executivo e cara de conteúdo) para compor perfis profissionais nas redes.
      Para o antropólogo David Nemer, o uso de IA com esse objetivo diz muito mais sobre a cultura digital contemporânea no mundo do que sobre “falsidade”. Ele recorre ao conceito atual de economia da performance, em que a visibilidade digital funciona como capital simbólico. A imagem atrai, mas não é registro: vira status e narrativa pessoal, numa lógica que já existia com filtros e programas de edição de fotos.
      “O valor não está no que você viveu, mas no que você consegue mostrar”, diz o antropólogo. “E ainda reforça desigualdades, porque quem já tem mais repertório digital, literacia tecnológica e familiaridade com IA consegue manipular melhor essas ferramentas e construir imagens mais ‘críveis’, enquanto outros ficam excluídos ou vulneráveis a julgamentos morais”.


(Carolina Nalin. O Globo, 07.12.2025. Adaptado.)
No título do texto, o verbo “matar” é empregado com sentido
Alternativas
Q4038058 Português
IA permite viajar sem sair do sofá
e ainda matar amigos de inveja


   Basta rolar o feed por alguns minutos. Nas redes sociais, surgem fotos de amigos ou influenciadores em cenários típicos de férias perfeitas: alguém aos pés da Torre Eiffel, em Paris, outro numa praia de águas azuis do Caribe ou de algum paraíso nordestino, sem falar no semblante de encantamento diante do castelo da Disney, nos Estados Unidos da América (EUA). Na era da tecnologia, não é preciso ser nenhum privilegiado para compartilhar frequentemente fotos assim nas redes. Aplicativos de inteligência artificial (IA) fazem sucesso produzindo imagens de pessoas em cenários nos quais elas nunca pisaram, confundindo muita gente.
     A primeira febre de manipulação de fotos com IA foi a aplicação de filtros no estilo de animação, seguida de retratos de infância recriados em novos cenários. Agora, a onda é compartilhar imagens simulando cenas de turismo, muitas vezes sem qualquer indicação de que foram geradas artificialmente. Os recursos estão em aplicativos que também usam a IA para simular ensaios fotográficos de aniversário nunca comemorados ou fotos em ambiente corporativo (geralmente com aquele figurino de executivo e cara de conteúdo) para compor perfis profissionais nas redes.
      Para o antropólogo David Nemer, o uso de IA com esse objetivo diz muito mais sobre a cultura digital contemporânea no mundo do que sobre “falsidade”. Ele recorre ao conceito atual de economia da performance, em que a visibilidade digital funciona como capital simbólico. A imagem atrai, mas não é registro: vira status e narrativa pessoal, numa lógica que já existia com filtros e programas de edição de fotos.
      “O valor não está no que você viveu, mas no que você consegue mostrar”, diz o antropólogo. “E ainda reforça desigualdades, porque quem já tem mais repertório digital, literacia tecnológica e familiaridade com IA consegue manipular melhor essas ferramentas e construir imagens mais ‘críveis’, enquanto outros ficam excluídos ou vulneráveis a julgamentos morais”.


(Carolina Nalin. O Globo, 07.12.2025. Adaptado.)
De acordo com o antropólogo David Nemer, a geração de imagens por meio de IA reforça desigualdades porque, entre outras razões,
Alternativas
Q4038057 Português
IA permite viajar sem sair do sofá
e ainda matar amigos de inveja


   Basta rolar o feed por alguns minutos. Nas redes sociais, surgem fotos de amigos ou influenciadores em cenários típicos de férias perfeitas: alguém aos pés da Torre Eiffel, em Paris, outro numa praia de águas azuis do Caribe ou de algum paraíso nordestino, sem falar no semblante de encantamento diante do castelo da Disney, nos Estados Unidos da América (EUA). Na era da tecnologia, não é preciso ser nenhum privilegiado para compartilhar frequentemente fotos assim nas redes. Aplicativos de inteligência artificial (IA) fazem sucesso produzindo imagens de pessoas em cenários nos quais elas nunca pisaram, confundindo muita gente.
     A primeira febre de manipulação de fotos com IA foi a aplicação de filtros no estilo de animação, seguida de retratos de infância recriados em novos cenários. Agora, a onda é compartilhar imagens simulando cenas de turismo, muitas vezes sem qualquer indicação de que foram geradas artificialmente. Os recursos estão em aplicativos que também usam a IA para simular ensaios fotográficos de aniversário nunca comemorados ou fotos em ambiente corporativo (geralmente com aquele figurino de executivo e cara de conteúdo) para compor perfis profissionais nas redes.
      Para o antropólogo David Nemer, o uso de IA com esse objetivo diz muito mais sobre a cultura digital contemporânea no mundo do que sobre “falsidade”. Ele recorre ao conceito atual de economia da performance, em que a visibilidade digital funciona como capital simbólico. A imagem atrai, mas não é registro: vira status e narrativa pessoal, numa lógica que já existia com filtros e programas de edição de fotos.
      “O valor não está no que você viveu, mas no que você consegue mostrar”, diz o antropólogo. “E ainda reforça desigualdades, porque quem já tem mais repertório digital, literacia tecnológica e familiaridade com IA consegue manipular melhor essas ferramentas e construir imagens mais ‘críveis’, enquanto outros ficam excluídos ou vulneráveis a julgamentos morais”.


(Carolina Nalin. O Globo, 07.12.2025. Adaptado.)
O texto destaca o fato de a IA ser usada para 
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Q4038056 Matemática
Em uma festa de formatura foram disponibilizadas 30 mesas com 4 lugares cada uma e 20 mesas com 6 lugares cada uma. Sabe-se que as mesas com 4 e 6 lugares custam, respectivamente, R$ 600,00 e R$ 780,00. Se todas as 50 mesas foram vendidas e todos os lugares foram ocupados, o preço médio pago por pessoa nessa festa foi de
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Q4038055 Matemática
Um professor de matemática realizou uma pesquisa para determinar o número de alunos destros e o número de alunos canhotos nas 5 salas em que leciona. O gráfico mostra os resultados obtidos pela pesquisa:


Imagem associada para resolução da questão

Sabe-se que nenhum aluno é ambidestro. Nessas condições, entre as cinco salas, a com maior percentual de alunos canhotos é a sala 
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Q4038054 Matemática
Um recipiente fechado, na forma de um prisma reto de base quadrada, de 10 cm de lado e 20 cm de altura, contém certa quantidade de água que atinge 16 cm de altura do recipiente, conforme mostra a figura 1.

Imagem associada para resolução da questão



Se esse recipiente for virado e apoiado na base de lados 20 cm e 10 cm, como mostra a figura 2, a água contida no recipiente atingirá a altura de
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Q4038053 Matemática
Os triângulos ABD e CDB são retângulos, respectivamente, em B e D, e possuem o lado BD em comum, conforme mostra a figura. 


Imagem associada para resolução da questão


Sabendo que AB = 16 cm, AD = 20 cm e BC = 13 cm, a área do trapézio ABCD é 
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Q4038052 Matemática
Os pontos A(√3,1) , B(3√3 , 1) , e C(2√3, 2)são vértices de um triângulo ABC no plano cartesiano. O maior lado desse triângulo ABC mede:
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Q4038051 Matemática
Em certa empresa, o custo da produção de x bonés, em reais, pode ser expresso pela lei C(x) = 25x. Se cada boné for vendido por essa empresa pelo valor de R$ 45,00, ela terá como lucro, por boné, o valor de
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Q4038050 Matemática
Um dado honesto possui 6 faces e três delas estão numeradas com os algarismos 2, 3 e 5, conforme mostra a figura. Nesse dado, sabe-se que a soma dos dois números de faces opostas é sempre igual a 10.

Imagem associada para resolução da questão


Nessas condições, no lançamento desse dado, a probabilidade de a face sorteada ter um número maior que 5 é:
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Q4038049 Matemática
Heloisa deseja criar uma senha com 5 caracteres distintos, utilizando todas as 4 vogais de seu nome e um único algarismo. Desse modo, a senha deverá conter necessariamente as vogais {a, e, i, o}, além de terminar com um algarismo do conjunto {0, 1, ..., 9}. Nessas condições, o número de senhas distintas possíveis é
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Q4038048 Matemática
André e Beto se prepararam para participar de uma corrida. Para isso, realizaram 6 dias de treinamento. No primeiro dia de treino, André correu 6 km e, em cada dia subsequente, correu 2 km a mais do que no dia anterior. Beto correu 1 km no primeiro dia de treino e, em cada dia subsequente, percorreu o dobro da distância percorrida no dia anterior. Ao término dos 6 primeiros dias de preparação, considerando a distância total percorrida por cada um,
Alternativas
Q4038047 Matemática
Uma artesã adquiriu 20 rolos de barbante de 100 m e de 80 m, totalizando 1840 m de barbante. A diferença entre as quantidades de rolos de 100 m e de 80 m é igual a 
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Ano: 2025 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2025 - UNICAMP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4207513 Geografia
A segunda edição do estudo Gestão do Território, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2024, mostra, no universo dos 5.570 municípios do país, quais são os Centros de Gestão, isto é, os núcleos responsáveis pelo papel de comando na rede urbana brasileira. Em 2024, apenas 39,1% dos municípios do Brasil se qualificavam como Centros de Gestão do Território (2.176 municípios).
(Adaptado de IBGE, Gestão do território: 2024. In: IBGE, Rio de Janeiro, 2025.)

Um indicador de centralidade na gestão do território é o número de assalariados externos ao Município da sede da empresa.
72.png (432×728)
(IBGE, Cadastro Central de Empresas: 2012/2021. In: IBGE, Rio de Janeiro, p. 7, 2025.)

Com base no gráfico anterior, e em seus conhecimentos sobre a rede urbana brasileira, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2025 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2025 - UNICAMP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4207512 Geografia
O mapa a seguir apresenta frações do território brasileiro transformadas a partir da década de 1970 pela implementação de políticas de desenvolvimento. Três áreas limítrofes do Estado da Bahia, que até então não eram modernizadas, foram incorporadas a diferentes circuitos espaciais produtivos globalizados.
Circuitos produtivos do agronegócio no estado da Bahia
71.png (422×500)
(Elaboração: COMVEST 2025.)

Considerando o texto e o mapa dos circuitos produtivos do agronegócio no Estado da Bahia, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2025 - UNICAMP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4207511 Geografia
Historicamente, a região do Oriente Médio vive uma série de conflitos envolvendo alianças e disputas por interesses econômicos, geopolíticos e religiosos. Por exemplo, o chamado eixo da resistência é formado por um conjunto de países e grupos rebeldes sob influência do Irã. Esse eixo se define por confrontar forças militares ocidentais, como no caso dos Estados Unidos e de Israel. O mapa a seguir mostra a localização dos países e grupos sob influência do Irã.
(Adaptado de https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4dgr9yrpvo. Acesso em 23/05/2025.)

Localização dos países e grupos sob influência do Irã


(Elaboração: COMVEST 2025.)
70.png (417×502)
A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta corretamente as disputas e as alianças do Irã com grupos étnicos, militares e religiosos dentro dos países indicados no mapa.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2025 - UNICAMP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4207510 Geografia
Os conflitos entre Índia e Paquistão se acirraram em 2025, entre outros fatores, pela disputa de recursos hídricos na bacia hidrográfica do rio Indo. Em setembro de 1960, os dois países firmaram o Tratado das Águas do Indo, que regula o uso compartilhado das águas desse sistema fluvial. Ao longo dos anos, a Índia manifestou, em diferentes ocasiões, a intenção de se desvincular do acordo. Em resposta, o governo paquistanês declarou que qualquer tentativa de bloqueio hídrico seria considerada um 'ato de guerra'.
(Adaptado de https://www.nytimes.com/2025/04/24/world/asia/india-pakistan-indus-waters-treaty.html. Acesso em 12/05/2025.)

Para entender o conflito, é fundamental analisar o sentido do fluxo de drenagem na bacia hidrográfica do rio Indo, conforme mostrado pelo mapa a seguir.

Países drenados pela rede hidrográfica do rio Indo
69.png (422×543)
(Elaboração: COMVEST, 2025. Baseado em https://www.aljazeera.com/news/2011/8/1/kashmir-and-the-politics-of-water. e https://www.hydrosheds.org/. Acesso em 29/06/2025.)

A partir da leitura do mapa e do texto, é correto afirmar que os afluentes
Alternativas
Respostas
401: A
402: E
403: A
404: B
405: C
406: C
407: E
408: D
409: D
410: A
411: B
412: C
413: B
414: A
415: E
416: C
417: B
418: A
419: A
420: D