Questões de Vestibular Sobre português
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TEXTO
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
Em “Eu nunca encontro palavras para dizer nessas horas” (linhas 7-8), a autora demonstra preocupação em utilizar o registro mais adequado para falar com sua mãe.
TEXTO
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
Assinale o que for correto a respeito dos elementos linguísticos presentes no texto.
O diminutivo é utilizado pela autora para se referir de
forma pejorativa a substantivos de tamanho pequeno:
“probleminha” (linha 18), “chatinho” (linha 19),
“calcinha” (linha 21).
TEXTO
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
Assinale o que for correto a respeito dos elementos linguísticos presentes no texto.
Em “Morri de vergonha” (linha 22), o verbo morrer é
utilizado no sentido de experimentar sentimento
intenso, e, em “Ele morreu de rir” (linhas 22-23), é
utilizado para indicar intensidade.
TEXTO
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
Assinale o que for correto a respeito dos elementos linguísticos presentes no texto.
Nos vocábulos “superbagunceira”, “megabagunceira”
e “hiperbagunceira” (linhas 16-17), a autora utiliza os
adjetivos de intensidade super, mega e hiper para
indicar a flexão de grau do adjetivo bagunceira.
TEXTO
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
Assinale o que for correto a respeito dos elementos linguísticos presentes no texto.
Em “a gente limpa” (linhas 68-69), a conjugação do
verbo na terceira pessoa do singular concordando
com a expressão “a gente” é comum na fala
coloquial.
TEXTO
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
Na linha 81, o vocábulo “gente” é utilizado com funções diferentes. Em “- Pô, gente”, funciona como vocativo, ao passo que, em “A gente precisa”, forma, juntamente com o artigo “a”, uma expressão que atua como pronome da primeira pessoa do plural.
TEXTO
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
Ao empregar o vocábulo “apertamento” (linha 14), a narradora-personagem Malu cria um novo vocábulo por meio da proximidade dos significados dos vocábulos “aperto” e “apartamento”.
TEXTO
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
Os vocábulos “caos” (linha 31) e “zona” (linha 83) são utilizados pela narradora-personagem Malu com sentidos semelhantes.
TEXTO
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
Ao afirmar que “Morar longe de casa não tem sido exatamente o paraíso que eu imaginava” (linhas 24- 25), a narradora-personagem Malu utiliza o vocábulo “paraíso” no sentido de lugar ideal, de felicidade.
TEXTO
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
Um recurso utilizado pela autora do texto consiste em utilizar substantivos com função de adjetivo, como em “pocilga” (linha 4), “o sem graça” (linha 20), “Palhaço” (linha 23).
TEXTO
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
Ao afirmar que o apartamento onde a filha mora é um “chiqueiro” (linha 1), a mãe da narradora-personagem Malu emprega uma metáfora, utilizando o conhecimento extralinguístico que se tem de um curral de porcos.
I. Mesmo. II. Embora. III. Porque. IV. Apesar de. V. Porém.
I. A felicidade ou a infelicidade independem do ser humano estar só ou estar acompanhado.
II. No referido parágrafo, o autor defende a ideia de parceria como sinônimo de felicidade.
III. Muitos acreditam que é impossível ser feliz quando não se tem um parceiro.
I. Uma das causas da ira de Zeus veio em consequência da felicidade dos andróginos.
II. A expressão patriarca do Olimpo substitui o vocábulo Zeus.
III. Os andróginos eram criaturas perfeitas por serem parte homem e parte mulher.
IV. Os andróginos são retratados no texto em dois momentos distintos: um momento antes e um momento depois da ira de Zeus.
I. Nem sempre, segundo a opinião do autor, encontrar alguém que se acredita parceiro ideal resolve os problemas de toda vida.
II. Segundo o mito dos andróginos, na vida, só seremos felizes após encontrarmos nossa carametade.
III. Todos acreditamos na necessidade de se encontrar um parceiro.
01 O essencial é saber ver,
02 Saber ver sem estar a pensar,
03 Saber ver quando se vê,
04 E nem pensar quando se vê,
05 Nem ver quando se pensa.
06 Mas isso (triste de nós que trazemos a alma vestida!)
07 Isso exige um estudo profundo,
08 Uma aprendizagem de desaprender [...].
01 O essencial é saber ver,
02 Saber ver sem estar a pensar,
03 Saber ver quando se vê,
04 E nem pensar quando se vê,
05 Nem ver quando se pensa.
06 Mas isso (triste de nós que trazemos a alma vestida!)
07 Isso exige um estudo profundo,
08 Uma aprendizagem de desaprender [...].
01 O essencial é saber ver,
02 Saber ver sem estar a pensar,
03 Saber ver quando se vê,
04 E nem pensar quando se vê,
05 Nem ver quando se pensa.
06 Mas isso (triste de nós que trazemos a alma vestida!)
07 Isso exige um estudo profundo,
08 Uma aprendizagem de desaprender [...].