Questões de Vestibular Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 6.532 questões

Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2012 - UNESP - Vestibular - Segundo Semestre |
Q535082 Português

 As questões de números 11 a 15 tomam por base os parágrafos iniciais e alguns fragmentos de um artigo assinado por Wilson Weigl na revista Conhecer, edição de número 20, de 2011.

    Raça, suor e tecnologia

    Quem é o maior craque do mundo na sua opinião? O argentino Messi? O português Cristiano Ronaldo? Xavi, do Barcelona? Ou você elege a prata da casa, como Kaká, Neymar ou Ganso? São jogadores que esbanjam talento, forma física e técnica. Mas o momento em que esses ídolos entram em campo representa a finalização de um processo envolvendo milhões de dólares em pesquisas de ponta. Porque, além da qualidade individual e do nível tático da equipe, hoje também os uniformes e a bola podem influir no placar final.

    Não é exagero. Grandes empresas fabricantes de material esportivo trabalham em parceria com universidades e laboratórios em todo o mundo para desenvolver e aplicar as mais inovadoras tecnologias em chuteiras, camisetas, calções, meias e luvas, visando melhorar o rendimento dos jogadores. O objetivo é amplo: maximizar a performance dos atletas durante os 90 minutos da partida, diminuir o impacto do esforço e encurtar o tempo de recuperação após o jogo. “Os craques da elite do futebol mundial não são apenas garotos-propaganda, mas pilotos de testes no desenvolvimento dos produtos que podem demorar até dois anos antes de chegar às prateleiras das lojas”, diz Daniel Schmidt, gerente de futebol da Adidas no Brasil. E, como não poderia deixar de ser, os grandes campeonatos internacionais são as principais vitrines desses novos produtos.

     Entretanto, nenhuma chuteira ou camisa proporcionaria significativo aumento de rendimento dos atletas não fossem as recentes descobertas médicas sobre os processos fisiológicos e as variáveis que influenciam o desempenho esportivo. Conceitos que hoje estão na boca de todos os frequentadores de academia — como biótipo, zona de frequência cardíaca e índice de massa corporal, por exemplo — surgiram nos estudos dos profissionais de medicina esportiva. “Essas descobertas se aceleraram a partir dos anos 80”, conta Miguel de Arruda, diretor associado da Faculdade de Educação Física da Universidade de Campinas (Unicamp), que presta assessoria para times de futebol. Hoje, já é corriqueiro o treinamento de atletas levar em conta informações sobre a influência de marcadores bioquímicos (como atividade hormonal e concentração enzimática). Nada disso era conhecido na época dos gloriosos dias de Garrincha, Pelé e Ademir da Guia.

     Produtos desenvolvidos pelas grandes marcas vão chegar primeiro às mãos (ou aos pés) dos astros do esporte.

[...]

     Os uniformes atuais, por exemplo, são capazes de baixar a temperatura corporal, facilitar a evaporação do suor e tonificar a musculatura, melhorando a força. Pois tanto o tecido quanto a modelagem das camisetas e dos calções influem no melhor aproveitamento de energia pelo jogador ou, por outro lado, no desperdício dela.

[...]

Há chuteiras que proporcionam mais potência nos chutes, maior controle da bola ou precisão nos passes.

    Os modelos atuais são cada vez mais leves e confortáveis; quase sapatilhas de corrida, alguns chegam a pesar meros 165 gramas — menos da metade do peso que Pelé carregava na Copa de 1970, no México. Uma chuteira daquela época pesava cerca de 500 gramas.

Examine as afirmações, comparando-as com o que se informa no artigo apresentado.

I. O futebol se tornou um grande negócio no mundo de hoje.

II. As conquistas da moderna medicina esportiva são fator de melhoria do desempenho físico dos jogadores.

III. A tecnologia dos equipamentos do esporte pode tornar qualquer pessoa um gênio do futebol.

IV. Os craques da elite do futebol mundial são também garotos-propaganda de produtos de grandes marcas.

As afirmações que correspondem as que se expõe no artigo são, apenas:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2012 - UNESP - Vestibular - Segundo Semestre |
Q535077 Português
 As questões de números 06 a 10 tomam por base um poema de Tomás Antônio Gonzaga (1744-1810).


Assinale a alternativa que indica a ordem em que os versos de dez e de seis sílabas se sucedem nas oito estrofes do poema.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2012 - UNESP - Vestibular - Segundo Semestre |
Q535074 Português

 As questões de números 01 a 05 tomam por base uma passagem do livro A vírgula, do filólogo Celso Pedro Luft (1921-1995).

A vírgula no vestibular de português


Mas, esta, não é suficiente.”

“Porque, as respostas, não satisfazem.”

“E por isso, surgem as guerras.”

“E muitas vezes, ele não se adapta ao meio em que vive.”

“Pois, o homem é um ser social.”

“Muitos porém, se esquecem que...”

“A sociedade deve pois, lutar pela justiça social.”

Que é que você acha de quem virgula assim? Você vai dizer que não aprendeu nada de pontuação quem semeia assim as vírgulas. Nem poderá dizer outra coisa.

    Ou não lhe ensinaram, ou ensinaram e ele não aprendeu. O certo é que ele se formou no curso secundário. Lepidamente, sem maiores dificuldades. Mas a vírgula é um “objeto não identificado”, para ele.

    Para ele? Para eles. Para muitos eles, uma legião. Amanhã serão doutores, e a vírgula continuará sendo um objeto não identificado. Sim, porque os três ou quatro mil menos fracos ultrapassam o vestíbulo... Com vírgula ou sem vírgula. Que a vírgula, convenhamos, até que é um obstáculo meio frágil, um risquinho. Objeto não identificado? Não, objeto invisível a olho nu. Pode passar despercebido até a muito olho de lince de examinador.

— A vírgula, ora, direis, a vírgula...

    Mas é justamente essa miúda coisa, esse risquinho, que maior informação nos dá sobre as qualidades do ensino da língua escrita. Sobre o ensino do cerne mesmo da língua: a frase, sua estrutura, composição e decomposição.

    Da virgulação é que se pode depreender a consciência, o grau de consciência que tem, quem escreve, do pensamento e de sua expressão, do ir-e-vir do raciocínio, das hesitações, das interpenetrações de ideias, das sequências e interdependências, e, linguisticamente, da frase e sua constituição.

     As vírgulas erradas, ao contrário, retratam a confusão mental, a indisciplina do espírito, o mau domínio das ideias e do fraseado.

    Na minha carreira de professor, fiz muitos testes de pontuação. E sempre ficou clara a relação entre a maneira de pontuar e o grau de cociente intelectual.

    Conclusão que tirei: os exercícios de pontuação constituem um excelente treino para desenvolver a capacidade de raciocinar e construir frases lógicas e equilibradas.

    Quem ensina ou estuda a sintaxe — que é a teoria da frase (ou o “tratado da construção”, como diziam os gramáticos antigos) — forçosamente acaba na importância das pausas, cortes, incidências, nexos, etc., elementos que vão se espelhar na pontuação, quando a mensagem é escrita.

   Pontuar bem é ter visão clara da estrutura do pensamento e da frase. Pontuar bem é governar as rédeas da frase. Pontuar bem é ter ordem, no pensar e na expressão.

Amanhã serão doutores, e a vírgula continuará sendo um objeto não identificado.

Com base nesta previsão, o autor acredita que:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2012 - UNESP - Vestibular - Segundo Semestre |
Q535071 Português

 As questões de números 01 a 05 tomam por base uma passagem do livro A vírgula, do filólogo Celso Pedro Luft (1921-1995).

A vírgula no vestibular de português


Mas, esta, não é suficiente.”

“Porque, as respostas, não satisfazem.”

“E por isso, surgem as guerras.”

“E muitas vezes, ele não se adapta ao meio em que vive.”

“Pois, o homem é um ser social.”

“Muitos porém, se esquecem que...”

“A sociedade deve pois, lutar pela justiça social.”

Que é que você acha de quem virgula assim? Você vai dizer que não aprendeu nada de pontuação quem semeia assim as vírgulas. Nem poderá dizer outra coisa.

    Ou não lhe ensinaram, ou ensinaram e ele não aprendeu. O certo é que ele se formou no curso secundário. Lepidamente, sem maiores dificuldades. Mas a vírgula é um “objeto não identificado”, para ele.

    Para ele? Para eles. Para muitos eles, uma legião. Amanhã serão doutores, e a vírgula continuará sendo um objeto não identificado. Sim, porque os três ou quatro mil menos fracos ultrapassam o vestíbulo... Com vírgula ou sem vírgula. Que a vírgula, convenhamos, até que é um obstáculo meio frágil, um risquinho. Objeto não identificado? Não, objeto invisível a olho nu. Pode passar despercebido até a muito olho de lince de examinador.

— A vírgula, ora, direis, a vírgula...

    Mas é justamente essa miúda coisa, esse risquinho, que maior informação nos dá sobre as qualidades do ensino da língua escrita. Sobre o ensino do cerne mesmo da língua: a frase, sua estrutura, composição e decomposição.

    Da virgulação é que se pode depreender a consciência, o grau de consciência que tem, quem escreve, do pensamento e de sua expressão, do ir-e-vir do raciocínio, das hesitações, das interpenetrações de ideias, das sequências e interdependências, e, linguisticamente, da frase e sua constituição.

     As vírgulas erradas, ao contrário, retratam a confusão mental, a indisciplina do espírito, o mau domínio das ideias e do fraseado.

    Na minha carreira de professor, fiz muitos testes de pontuação. E sempre ficou clara a relação entre a maneira de pontuar e o grau de cociente intelectual.

    Conclusão que tirei: os exercícios de pontuação constituem um excelente treino para desenvolver a capacidade de raciocinar e construir frases lógicas e equilibradas.

    Quem ensina ou estuda a sintaxe — que é a teoria da frase (ou o “tratado da construção”, como diziam os gramáticos antigos) — forçosamente acaba na importância das pausas, cortes, incidências, nexos, etc., elementos que vão se espelhar na pontuação, quando a mensagem é escrita.

   Pontuar bem é ter visão clara da estrutura do pensamento e da frase. Pontuar bem é governar as rédeas da frase. Pontuar bem é ter ordem, no pensar e na expressão.

Sim, porque os três ou quatro mil menos fracos ultrapassam o vestíbulo...

Nesta passagem, Celso Pedro Luft sugere, com algum deboche, que:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2012 - USP - Vestibular - Prova 01 |
Q384511 Português
Leia o seguinte texto.

O autor pensava estar romanceando o processo brasileiro de guerra e acomodação entre as raças, em conformidade com as teorias racistas da época, mas, na verdade, conduzido pela lógica da ficção, mostrava um processo primitivo de exploração econômica e formação de classes, que se encaminhava de um modo passavelmente bárbaro e desmentia as ilusões do romancista.

Roberto Schwarz. Adaptado.

Esse texto crítico refere-se ao livro

Alternativas
Ano: 2012 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2012 - USP - Vestibular - Prova 01 |
Q384506 Português
            V - O samba

            À direita do terreiro, adumbra-se* na escuridão um maciço de construções, ao qual às vezes recortam no azul do céu os trêmulos vislumbres das labaredas fustigadas pelo vento.
            (...)
            É aí o quartel ou quadrado da fazenda, nome que tem um grande pátio cercado de senzalas, às vezes com alpendrada corrida em volta, e um ou dois portões que o fecham como praça d’armas.
            Em torno da fogueira, já esbarrondada pelo chão, que ela cobriu de brasido e cinzas, dançam os pretos o samba com um frenesi que toca o delírio. Não se descreve, nem se imagina esse desesperado saracoteio, no qual todo o corpo estremece, pula, sacode, gira, bamboleia, como se quisesse desgrudar- se.
            Tudo salta, até os crioulinhos que esperneiam no cangote das mães, ou se enrolam nas saias das aparigas. Os mais taludos viram cambalhotas e pincham à guisa de sapos em roda do terreiro. Um desses corta jaca no espinhaço do pai, negro fornido, que não sabendo mais como desconjuntar-se, atirou consigo ao chão e começou de rabanar como um peixe em seco. (...)


                                                                                                José de Alencar, Til.

(*) “adumbra-se” = delineia-se, esboça-se.
Ao comentar o romance Til e, inclusive, a cena do capítulo “O samba”, aqui reproduzida, Araripe Jr., parente do autor e estudioso de sua obra, observou que esses são provavelmente os textos em que Alencar “mais se quis aproximar dos padrões” de uma “nova escola”, deixando, neles, reconhecível que, “no momento” em que os escreveu, “algum livro novo o impressionara, levando-o pelo estímulo até superfetar* a sua verdadeira índole de poeta”. Alguns dos procedimentos estilísticos empregados na cena aqui reproduzida indicam que a “nova escola” e o “livro novo” a que se refere o crítico pertencem ao que historiadores da literatura chamaram de

(*) “superfetar” = exceder, sobrecarregar, acrescentar-se (uma coisa a outra).

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2012 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q366683 Português
Na construção argumentativa, uma estratégia comum é aquela em que se reconhecem dados ou fatos contrários ao ponto de vista defendido, para, em seguida, negá-los ou reduzir sua importância.

O fragmento do texto que exemplifica essa estratégia é:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2012 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q366682 Português
A oposição entre “ciência” e “Hollywood”, expressa no título do artigo de Gleiser, corresponde a outra oposição bastante estudada no campo da literatura, que se verifica entre:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2012 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q366681 Português
Marcelo Gleiser é um cientista que admite mudar de opinião se confrontado com novas evidências ou com novas reflexões.

De acordo com o texto, o autor antes pensava que filmes devem tentar ao máximo ser fiéis à ciência que retratam, mas atualmente tem outra opinião.

A opinião que hoje ele defende, acerca desse assunto, baseia-se na seguinte conclusão:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2012 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q366679 Português
Na descrição de sua situação e de seus sentimentos, o narrador utiliza diversos recursos coesivos, dentre eles o da adição.

O fragmento do texto que exemplifica o recurso da adição está em:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2012 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q366678 Português
só capazes de colher fatos detalhados e impotentes para generalizar, (l. 3-4)

Esse trecho se refere à utilização do seguinte método de argumentação:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2012 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q366677 Português
O personagem parece julgar quase todos que o rodeiam, mas não se exime de julgar também a si mesmo.

Um julgamento autocrítico de Isaías Caminha está melhor ilustrado no seguinte trecho:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2012 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q366676 Português
O personagem Isaías Caminha faz críticas àqueles que ele denomina “literatos”.

No primeiro parágrafo, podemos entender que os chamados literatos são escritores com a característica de:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2012 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q366673 Português
Na charge, além da crítica à arte moderna presente na fala do personagem, é possível identificar ainda outra crítica.

Esta outra crítica está relacionada ao seguinte aspecto:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: UFMT Prova: VUNESP - 2012 - UFMT - Vestibular - Conhecimentos Gerais - 01 |
Q349581 Português
Jantei fora. De noite fui ao teatro. Representava­se justa­mente Otelo, que eu não vira nem lera nunca; sabia apenas o assunto, e estimei a coincidência. Vi as grandes raivas do mouro, por causa de um lenço, - um simples lenço! - e aqui dou matéria à meditação dos psicólogos deste e de outros continentes, pois não me pude furtar à observação de que um lenço bastou a acender os ciúmes de Otelo e compor a mais sublime tragédia deste mundo. Os lenços perderam­se, hoje são precisos os pró­prios lençóis; alguma vez nem lençóis há, e valem só as camisas. Tais eram as ideias que me iam passando pela cabeça, vagas e turvas, à medida que o mouro rolava convulso, e Iago destilava a sua calúnia. Nos intervalos não me levantava da cadeira; não queria expor­- me a encontrar algum conhecido. As senhoras ficavam quase todas nos camarotes, enquanto os homens iam fumar. Então eu perguntava a mim mesmo se alguma daque­las não teria amado alguém que jazesse agora no cemitério, e vinham outras incoerências, até que o pano subia e continuava a peça. O último ato mostrou­- me que não eu, mas Capitu devia morrer. Ouvi as súplicas de Desdêmona, as suas palavras amo­rosas e puras, e a fúria do mouro, e a morte que este lhe deu entre aplausos frenéticos do público.

(Machado de Assis, Dom Casmurro.)
No texto, duas narrativas entrecruzam- se: a história vivida pelo narrador e a história encenada na peça Otelo. A semelhança entre elas reside no fato de que ambas


Alternativas
Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: UFMT Prova: VUNESP - 2012 - UFMT - Vestibular - Conhecimentos Gerais - 01 |
Q349578 Português
Oh retrato da morte, oh Noite amiga

Por cuja escuridão suspiro há tanto!

Calada testemunha do meu pranto,

De meus desgostos secretária antiga!

Pois manda Amor, que a ti somente os diga,

Dá- ­lhes pio agasalho no teu manto;

Ouve- ­os, como costumas, ouve, enquanto

Dorme a cruel, que a delirar me obriga:

E vós, oh cortesãos da escuridade,

Fantasmas vagos, mochos piadores,

Inimigos, como eu, da claridade!

Em bandos acudi aos meus clamores;

Quero a vossa medonha sociedade,

Quero fartar meu coração de horrores.

(Bocage. Sonetos, 1994.)


Nesse poema, predomina

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE - 2012 - UNB - Vestibular - Prova 01 |
Q335203 Português
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A respeito do poema Barricada e da obra de Oswald de Andrade, julgue os itens de 100 a 106.
A simplicidade dos versos do poema Barricada é característica contrastante com o restante da produção poética de Oswald de Andrade, em que predominam cortes elípticos.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE - 2012 - UNB - Vestibular - Prova 01 |
Q335202 Português
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A respeito do poema Barricada e da obra de Oswald de Andrade, julgue os itens de 100 a 106.
No primeiro verso do poema, a expressão “da Praça da República” é um modificador que estabelece, com o núcleo nominal “passarinhos” e com os núcleos “estudantes” (v.3), “telefonistas” (v.6) e “árvores” (v.7), uma relação de posse, o que explica ter havido elipse desse sintagma nos demais versos do poema.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE - 2012 - UNB - Vestibular - Prova 01 |
Q335201 Português
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A respeito do poema Barricada e da obra de Oswald de Andrade, julgue os itens de 100 a 106.
A partir da representação de cenas do cotidiano, Oswald de Andrade construiu um lirismo amoroso fortemente marcado pela idealização de suas companheiras durante a vida.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE - 2012 - UNB - Vestibular - Prova 01 |
Q335200 Português
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A respeito do poema Barricada e da obra de Oswald de Andrade, julgue os itens de 100 a 106.
A poesia de Oswald de Andrade exerceu forte influência na formação do movimento concretista brasileiro, como sugere a produção do poema Barricada, cujos versos são entrecortados por imagens.
Alternativas
Respostas
4801: D
4802: B
4803: E
4804: B
4805: C
4806: C
4807: B
4808: C
4809: A
4810: D
4811: A
4812: D
4813: C
4814: C
4815: B
4816: B
4817: E
4818: E
4819: E
4820: C