Questões de Vestibular
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Texto 1
Cem anos de Jorge Amado, o contador de histórias
Por Rachel Bertol, no Valor Econômico


Atente aos comentários feitos entre as linhas 58 e 63, e ao que se pode concluir deles.
I. O cinema é uma arte menor.
II. Foi perniciosa a influência do cinema sobre a literatura.
III. O cinema enfatiza a história.
Está correto o que se diz em
Texto 1
Cem anos de Jorge Amado, o contador de histórias
Por Rachel Bertol, no Valor Econômico


Considerando-se a abordagem do texto sobre os problemas enfrentados pela crítica literária, estabelecem-se as seguintes conclusões:
I. Determinar as consequências da centralização da literatura na história.
II. Mensurar a influência do partido comunista sobre o sucesso dos escritores a ele filiados.
III. Demarcar os limites entre a boa literatura que traz ingredientes populares e a literatura que peca pelo apelo ao popular.
Está correto o que se diz apenas em
Texto 1
Cem anos de Jorge Amado, o contador de histórias
Por Rachel Bertol, no Valor Econômico


O texto trabalha com algumas bipolaridades. Escreva V ou F conforme a polaridade esteja ou não no texto.
( ) literatura realista vs. literatura não realista
( ) paixão vs. frieza dos leitores
( ) criação de personagens marcantes vs. não criação de personagens marcantes
( ) literatura popular vs. literatura não popular
( ) gosto popular vs. opinião da crítica
Está correta, de cima para baixo, a seguinte
sequência:
Contextualização para o texto III
(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)
TEXTO III
I. sugerir o lento e custoso movimento dos elefantes. II. simbolizar a tristeza do enunciador, ao falar da literatura. III. enfatizar o peso dos elefantes, com seus corpos enormes.
Está correta a complementação contida em
Contextualização para o texto III
(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)
TEXTO III
( ) Os dois primeiros versos têm valor de afirmação. ( ) O texto pode ser considerado um metapoema. ( ) As aspas usadas nos versos 3 e 4 (Linhas 181-183) e nos versos 15 e 16 (Linhas 195- 197) justificam-se por corresponderem esses versos às vozes do outro. ( ) O emprego do mas no verso 6 (Linha 185) introduz uma oposição: a voz do poeta modernista opõe-se à voz do poeta parnasiano. ( ) O sujeito lírico desautoriza a palavra do poeta parnasiano, usando uma palavra semelhante à desse poeta. ( ) o enunciador fala ao enunciatário, que é o poeta passadista, na segunda pessoa do singular.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
Contextualização para o texto III
(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)
TEXTO III
( ) Fala sobre o alexandrino com ironia. ( ) Cria uma metáfora para os alexandrinos, a qual salienta a sua extensão e a dificuldade de sua estrutura. ( ) No verso 5 (Linha 184), há uma alusão à preocupação com a forma, característica dos parnasianos, que tinham predileção pelos alexandrinos. ( ) Entre os versos 6 e 12 (Linhas 185-192), há várias comparações que enfatizam a excelência dos versos modernos em relação ao alexandrino, pela agilidade e liberdade dos primeiros. ( ) O enunciador não consegue decidir-se entre os versos alexandrinos e os versos modernos.
Está correta a seguinte sequência de cima para baixo:
TEXTO II

Leia o que se diz sobre alguns elementos do texto.
I. O pronome eles (Linha 159) refere-se à expressão essa gente (Linhas 157-158), por meio de uma relação ideológica.
II. O pronome isso (Linha 167) refere-se ao vocábulo justo (Linha 167).
III. Na expressão maldades moças (Linha 170), moças funciona como determinante de maldades.
Está correto o que se afirma em
TEXTO II

I. ao racionalismo exagerado do intelectual anterior ao período modernista. II. à importação de valores, principalmente da Europa. III. à inteligência além do normal.
Está correta a complementação contida em
TEXTO II

TEXTO II

I. Condena a aprendizagem livresca, mas não a leitura. II. Interpreta a tristeza que alguns escritores sentem ou fingem sentir como decorrência da falta da naturalidade em suas vidas. III. Condena a vida antinatural de certos escritores.
Está correto o que se diz em
TEXTO II

Assinale a única afirmativa NÃO condizente com as ideias do texto II.
TEXTO I

1. Dezembro deu à luz das salas enceradas de tia Gabriela as três moças primas de óculos bem falados. Pantico norte-americava. E minha mãe entre médicos num leito de crise decidiu meu apressado viageiro do mundo. 2. A moça bonita, chamada Uiara, morava na Terra Grande. Dizem que tinha cabelos verdes, olhos amarelos. O mato é verde; pois os seus cabelos eram mais verdes. A flor do ipê é amarela; pois os seus olhos eram mais amarelos.
Com base no que diz o Texto I sobre as duas fases do Modernismo brasileiro, escreva 1 para o que se referir ao excerto 1; 2 para o que se referir ao excerto 2. ( ) A maneira como a linguagem foi trabalhada rompe os padrões tradicionais da linguagem literária. ( ) A introdução de uma figura do folclore empresta à obra o cunho de brasilidade que Monteiro Lobato exigia. ( ) A obra representada no excerto deve ser enquadrada na fase que Mário de Andrade chamaria de “tempo destruidor”. ( ) A obra, cujo excerto é uma amostra, atinge a modernidade pela absorção do que se criava lá fora. ( ) A obra representada pelo excerto assegura a entrada numa ordem universal por uma mediação dos traços nacionais.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
TEXTO I

( ) Oswald de Andrade e Monteiro Lobato opinaram sobre a exposição partindo de critérios antilógicos. ( ) Para Oswald de Andrade, o parâmetro de julgamento era o novo, o inusitado. ( ) Para Monteiro Lobato, o parâmetro de julgamento era a sanidade mental. ( ) A violenta reação de Monteiro Lobato à exposição deve-se ao fato de ele associar a qualidade da obra à ideia do nacionalismo. ( ) O julgamento de Oswald de Andrade e o de Monteiro Lobato foram ambos parciais.
Está correta, de cima para baixo, a sequência seguinte:
TEXTO I

Tendo em vista as ideias do texto, marque a opção que completa corretamente a seguinte frase:
O Modernismo brasileiro se firmou
TEXTO I

I. A Semana de Arte Moderna foi intrinsecamente contraditória, por receber financiamento dos representantes do passadismo que iria combater. II. A tentativa de fortalecer a literatura nacional falhou no primeiro momento do Modernismo, cujo objetivo foi trazer para o Brasil tendências universais. III. Nos três dias da Semana, a ideia de brasilidade diluiu-se no combate aos valores literários do passado.
Está correto o que se diz em
Leia a charge a seguir para responder à questão.

A questão toma por base o texto a
seguir, de Carlos Drummond de Andrade.
Elegia 1938
Trabalhas sem alegria para um mundo caduco, onde as formas e as ações não encerram nenhum exemplo. Praticas laboriosamente os gestos universais, sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual.
Heróis enchem os parques da cidade em que te arrastas, e preconizam a virtude, a renúncia, o sangue-frio, a concepção. À noite, se neblina, abrem guarda-chuvas de bronze ou se recolhem aos volumes de sinistras bibliotecas.
Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra e sabes que, dormindo, os problemas te dispensam de morrer. Mas o terrível despertar prova a existência da Grande Máquina e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis palmeiras.
Caminhas entre mortos e com eles conversas sobre coisas do tempo futuro e negócios do espírito. A literatura estragou tuas melhores horas de amor. Ao telefone perdeste muito, muitíssimo tempo de semear.
Coração orgulhoso, tens pressa de confessar tua derrota e adiar para outro século a felicidade coletiva. Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta distribuição porque não podes, sozinho, dinamitar a ilha de Manhattan.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia Poética. 47
ed. Rio de Janeiro: Record, 2001.
Vocabulário:
Elegia – Poema lírico, cujo tom é quase sempre terno e triste.
A questão toma por base o texto a
seguir, de Carlos Drummond de Andrade.
Elegia 1938
Trabalhas sem alegria para um mundo caduco, onde as formas e as ações não encerram nenhum exemplo. Praticas laboriosamente os gestos universais, sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual.
Heróis enchem os parques da cidade em que te arrastas, e preconizam a virtude, a renúncia, o sangue-frio, a concepção. À noite, se neblina, abrem guarda-chuvas de bronze ou se recolhem aos volumes de sinistras bibliotecas.
Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra e sabes que, dormindo, os problemas te dispensam de morrer. Mas o terrível despertar prova a existência da Grande Máquina e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis palmeiras.
Caminhas entre mortos e com eles conversas sobre coisas do tempo futuro e negócios do espírito. A literatura estragou tuas melhores horas de amor. Ao telefone perdeste muito, muitíssimo tempo de semear.
Coração orgulhoso, tens pressa de confessar tua derrota e adiar para outro século a felicidade coletiva. Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta distribuição porque não podes, sozinho, dinamitar a ilha de Manhattan.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia Poética. 47
ed. Rio de Janeiro: Record, 2001.
Vocabulário:
Elegia – Poema lírico, cujo tom é quase sempre terno e triste.
Nesses versos destacados do texto de Drummond, o emprego figurado dos termos “Grande Máquina” e “pequenino” realiza uma oposição entre:
A questão toma por base o texto a
seguir, de Carlos Drummond de Andrade.
Elegia 1938
Trabalhas sem alegria para um mundo caduco, onde as formas e as ações não encerram nenhum exemplo. Praticas laboriosamente os gestos universais, sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual.
Heróis enchem os parques da cidade em que te arrastas, e preconizam a virtude, a renúncia, o sangue-frio, a concepção. À noite, se neblina, abrem guarda-chuvas de bronze ou se recolhem aos volumes de sinistras bibliotecas.
Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra e sabes que, dormindo, os problemas te dispensam de morrer. Mas o terrível despertar prova a existência da Grande Máquina e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis palmeiras.
Caminhas entre mortos e com eles conversas sobre coisas do tempo futuro e negócios do espírito. A literatura estragou tuas melhores horas de amor. Ao telefone perdeste muito, muitíssimo tempo de semear.
Coração orgulhoso, tens pressa de confessar tua derrota e adiar para outro século a felicidade coletiva. Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta distribuição porque não podes, sozinho, dinamitar a ilha de Manhattan.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia Poética. 47
ed. Rio de Janeiro: Record, 2001.
Vocabulário:
Elegia – Poema lírico, cujo tom é quase sempre terno e triste.
Ao relacionarmos o sentido figurado dos termos “heróis” e “arrastas” nos versos de Drummond transcritos acima, constatamos que:
A questão toma por base o texto a
seguir, de Carlos Drummond de Andrade.
Elegia 1938
Trabalhas sem alegria para um mundo caduco, onde as formas e as ações não encerram nenhum exemplo. Praticas laboriosamente os gestos universais, sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual.
Heróis enchem os parques da cidade em que te arrastas, e preconizam a virtude, a renúncia, o sangue-frio, a concepção. À noite, se neblina, abrem guarda-chuvas de bronze ou se recolhem aos volumes de sinistras bibliotecas.
Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra e sabes que, dormindo, os problemas te dispensam de morrer. Mas o terrível despertar prova a existência da Grande Máquina e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis palmeiras.
Caminhas entre mortos e com eles conversas sobre coisas do tempo futuro e negócios do espírito. A literatura estragou tuas melhores horas de amor. Ao telefone perdeste muito, muitíssimo tempo de semear.
Coração orgulhoso, tens pressa de confessar tua derrota e adiar para outro século a felicidade coletiva. Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta distribuição porque não podes, sozinho, dinamitar a ilha de Manhattan.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia Poética. 47
ed. Rio de Janeiro: Record, 2001.
Vocabulário:
Elegia – Poema lírico, cujo tom é quase sempre terno e triste.