Questões de Vestibular
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 6.402 questões
As “netiquetas” apresentadas tratam do comportamento dos usuários em relação à produção de textos no mundo virtual. Sobre os usos recomendados pelo texto, podemos afirmar que:

Considere as afirmativas abaixo acerca do uso dos pronomes tu e você no infográfico.
I. O uso do tu é mais frequente nas regiões Norte e Nordeste. Nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, prevalece o uso do você. Na região Sul, há o uso equilibrado.
II. Uma das explicações para uso mais frequente do pronome você, originário de vossa mercê, é que esse pronome se desenvolveu nos estados que mais cresceram e espalharam migrantes.
III. Os dados demonstram que, na Região Norte e no Meio- Norte, usa-se preferencialmente o pronome você, refletindo, dessa forma, a variedade culta da língua.
IV. Acredita-se que, embora em São Paulo 95% da população utilizem o pronome você, na Baixada Santista, predomina o uso do pronome tu em razão da chegada dos migrantes nordestinos ao Porto de Santos.
Assinale a alternativa CORRETA:

Considerando o poema acima, o estilo de época em que ele se insere bem como a relação entre homem e natureza, assinale a opção correta.

Com base no poema acima e considerando aspectos e obras característicos do movimento literário em que se enquadram os poemas de Manuel Bandeira, julgue os itens subsequentes.

Com base no poema acima e considerando aspectos e obras característicos do movimento literário em que se enquadram os poemas de Manuel Bandeira, julgue os itens subsequentes.

Com base no poema acima e considerando aspectos e obras característicos do movimento literário em que se enquadram os poemas de Manuel Bandeira, julgue os itens subsequentes.

julgue os itens de 35 a 47.

julgue os itens de 35 a 47.

Com base no texto acima e nas questões por eles suscitadas, julgue os itens 32 e 33 e faça o que se pede no item 34, que é do tipo D.
Um mapa — em geral, representação convencional da configuração da superfície da Terra — tem pontos cardeais como pontos de referência. No poema, essa representação é feita de forma inusitada, porque a configuração é o homem. Observe, nesse mapa, as informações sobre o sul — o que é o sul? — e compare-as com as do norte — o que é o norte? Segundo os ensinamentos da cartografia moderna, interpretar um mapa é ir além da pergunta “onde?”; na análise do poema, a interpretação recai, em especial, na configuração humana. Tendo como base essa representação, interprete, utilizando a modalidade padrão da língua portuguesa, os versos “(...) Estou/limitado ao norte pelos sentidos, ao sul/pelo medo”.

Com base no texto acima e nas questões por eles suscitadas, julgue os itens 32 e 33 e faça o que se pede no item 34, que é do tipo D.

Com base no texto acima e nas questões por eles suscitadas, julgue os itens 32 e 33 e faça o que se pede no item 34, que é do tipo D.

Com base nos trechos apresentados acima, julgue os itens seguintes.

Com base nos trechos apresentados acima, julgue os itens seguintes.

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 18 a 24.

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 18 a 24.

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 18 a 24.

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 18 a 24.

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 18 a 24.
A educação para o trânsito e seus desafios
Educar para o trânsito é um imenso desafio. Quando ensinamos alguém a adotar posturas e valores nas vias, deixamos claro que, para viver em sociedade, é necessário o pleno conhecimento e exercício dos direitos e deveres garantidos pelo Estado, valores éticos e respeito às diferenças. Não basta meramente ensinar as regras de circulação, sinalização ou mudanças na legislação. A educação para o trânsito de hoje requer que saibamos sensibilizar as pessoas sobre a importância de sermos agentes cooperadores e solidários no espaço coletivo.
Para alguns é fácil ensinar “receitas de como fazer”: basta ter acesso ao Código de Trânsito Brasileiro e demais legislações pertinentes, um público alvo, um bom ambiente, um horário adequado e alguém motivado para colocar em prática. O problema é que de receitas assim o Brasil está cheio. Temos visto na internet uma enxurrada de matérias relacionadas ao trânsito que segue esse princípio. Encontramos pessoas assim em casa, na escola, no trabalho, em organizações, na igreja, na comunidade etc. [...]
Atualmente a educação para o trânsito transcende os limites da mera transmissão de leis, direitos e deveres. [...] É necessário mostrar ao outro que ele deve ser educado na vida e no trânsito para poder simplesmente “viver”, e que cada um é importante, independente de suas diferenças; deixar claro que o “solo” que pisamos é valioso e que a vida é fantástica.
O bom educador de trânsito já entende que as “receitas de como fazer” são ultrapassadas. Fazemos o mais difícil, porém mais grandioso - ensinamos “como ser”. Mostramos que não basta ter o conhecimento das leis se não houver “educação”. Pouco vale o esforço se somos insensíveis para entendermos que no trânsito, mesmo sendo iguais, possuímos anseios e limitações diferentes. Se hoje somos pedestres, amanhã seremos condutores, se somos jovens, amanhã seremos idosos e o espaço público continuará o mesmo. Ser educado no trânsito é muito mais que manter em dia a documentação do veículo, ser um bom cidadão, nunca ter sido notificado por algum agente da autoridade de trânsito.
Ser educado no trânsito é superar o constante desafio de olhar para o outro e ver sua própria face refletida. É notar que todos nós somos frágeis nessa selva de pedra. É perceber que o Deus que move o outro, nos move também.

